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  1. 1. Ambiente, Segurança, Higiene e Saúde no trabalho UFCD-0349 – 25 Horas
  2. 2. Conteúdos 1. Ambiente 1.1. Principais problemas ambientais da atualidade 1.2. Resíduos 1.3. Gestão de resíduos 2. Segurança, Higiene e Saúde no trabalho 2.1. Conceitos básicos relacionados com a SHST 2.2. Enquadramento legislativo Nacional da SHST 2.3. Acidentes de trabalho 2.4. Doenças profissionais 2.5. Principais riscos profissionais 2.6. Sinalização de segurança e saúde 2.7. Equipamentos de proteção coletiva e individual
  3. 3. Ambiente O meio ambiente, comumente chamado apenas de ambiente, envolve todas as coisas vivas e não-vivas da Terra, que afetam os ecossistemas e a vida dos humanos. É o conjunto de condições, leis, influências e infra-estrutura de ordem física, química e biológica, que permite, abriga e rege a vida em todas as suas formas.
  4. 4. Efeito estufa O efeito estufa é uma proteção natural do planeta e sem ele a temperatura média da Terra seria 33°C mais baixa, ficando em torno de 15 graus negativos. Os Gases de Efeito Estufa (GEE) são responsáveis por reter o calor na atmosfera de modo que a temperatura permaneça dentro de uma faixa de valores apropriada à sobrevivência dos seres vivos e dos ecossistemas. Gases de efeito estufa: (valores aproximados)  Vapor de água (H2O) – 70%  Dióxido de carbono (CO2) – 9%  Metano (CH4) – 9%  Óxido nitroso (N2O) – 9%  CFC´s (CFxClx) – 3%
  5. 5. Como funciona o efeito estufa
  6. 6. Como aumentam os GEE? A ação do ser humano na natureza tem feito aumentar a quantidade de dióxido de carbono na atmosfera, através de uma queima intensa e descontrolada de combustíveis fósseis e do desflorestamento.
  7. 7. Aquecimento global  Aumento do nível das águas do mar  Degelo dos calotes polares  Secas  Extinção de ecossistemas  Temperaturas terrestres extremas  Furacões, tufões, inundações, etc..
  8. 8. Países mais poluente
  9. 9. Soluções e medidas tomadas contra o efeito estufa
  10. 10. Camada de ozono  Camada da atmosfera terrestre que desempenha um papel de filtro protetor absorvendo grande parte (mais de 95%) das radiações ultravioleta evitando assim que ela chegue até nós gerando problemas de pele, tais como cancros.  Da radiação solar que atinge a superfície da Terra apenas 10% é radiação ultravioleta (UV).  Uma maior intensidade de radiação UV, seria impossível a vida na Terra.
  11. 11. O “Buraco do ozono”  Nos últimos 20 anos, após a descoberta que os CFCs (clorofluorcarbonetos) libertados para atmosfera seriam responsáveis pela diminuição da camada de ozono, surgiram mais e mais provas que a atividade humana é responsável por este fenómeno.  O buraco do ozono foi inicialmente detetado na Antártida, esta é uma zona do globo com condições particularmente favoráveis à degradação do ozono nomeadamente devido ás condições meteorológicas muito particulares deste continente.
  12. 12. As consequências da diminuição da camada de ozono são:  Aumento da incidência de cancro de pele devido à exposição durante anos às radiações UV-B (cerca de 10% por ano);  Efeitos sobre o sistema imunológico : a exposição ás radiações UV-B reduzem a capacidade de resposta do nosso sistema imunológico tornando o organismo mais suscetível a doenças como a malária, infeções fúngicas…;  Decréscimo da quantidade fitoplâncton marinho, base da cadeia alimentar dos ecossistemas aquáticos;  Aumento dos níveis de ozono troposférico;
  13. 13. E nós, pessoas individuais, o que podemos fazer para alterar estes problemas ambientais?
  14. 14. Resíduos Os resíduos são quaisquer substâncias ou objetos de que o detentor se desfaz, ou tem a intenção ou a obrigação de se desfazer. A classificação dos resíduos é efetuada de acordo com a sua origem e ou caraterísticas físicas, químicas e biológicas. Tipos de resíduos: Resíduos hospitalares  Resíduos Industriais  Resíduos agrícolas  Resíduos sólidos urbanos
  15. 15. Resíduos hospitalares Os resíduos produzidos em unidades de prestação de cuidados de saúde, incluindo as atividades médicas de diagnóstico, prevenção e tratamento da doença, em seres humanos ou em animais, e ainda as atividades de investigação relacionadas.
  16. 16. O Tratamento de Resíduos Hospitalares
  17. 17. Resíduos industriais São vulgarmente chamados de lixo industrial, e são gerados em atividades industriais, bem como os que resultem das atividades de produção e distribuição de eletricidade, gás, água e grandes obras. As atividades industriais de processamento de alimentos, minério, produção petroquímica e de plástico, metais e produtos químicos, papel e celulose, e de bens de consumo são as principais responsáveis pela produção de lixo tóxico. Alguns lixos químicos são tão tóxicos que são necessárias roupas protetoras e equipamento especial para lidar com eles.
  18. 18. Tratamento de resíduos industriais Resíduos Industriais não perigosos... A deposição em aterro deverá ser, a última opção de gestão deste tipo de resíduo. Resíduos industriais perigosos...  Co-inceneração  Tratamento físico-químico  Aterros sanitários próprios
  19. 19. Resíduos agrícolas Os resíduos agrícolas são os resíduos gerados direta e indiretamente em processos produtivos da atividade agrícola. A responsabilidade pela sua gestão cabe ao respetivo produtor. Esses resíduos podem ser:  Pneus usados;  Óleos usados;  Embalagens de produtos farmacêuticos;  Embalagens de medicamentos para uso veterinário;  Outros plásticos
  20. 20. Tratamento de resíduos agrícolas Práticas Proibidas  Queima;  Enterrar no solo;  Abandonar no solo;  Abandonar nos caminhos;  Abandonar em linhas de água Práticas Corretas  Acabar com a dispersão dos resíduos na exploração:  Concentrar os resíduos em local adequado da exploração agrícola, relativamente afastados e isolados da área de produção preferencialmente cobertos para evitar a exposição ao sol e à chuva;  Fazer uma limpeza grosseira dos resíduos (terra, restos de produtos), agrupá-los, evitando a mistura de resíduos de vários tipos e arrumá-los de forma a ocuparem o menor espaço possível;
  21. 21. Resíduos Urbanos  Os resíduos sólidos urbanos (RSU) são misturas de materiais com origem nas habitações, comércio e serviços. Em 1996 é publicado o PERSU (Plano Estratégico dos Resíduos Sólidos Urbanos) que aponta para uma política de gestão dos resíduos sólidos urbanos baseada em :  Gestão e entidades gestoras  Custo do serviço, preço no utente  Prevenção, Redução, Reutilização  Reciclagem  Compostagem e outros tratamentos biológicos  Incineração com valorização energética  Confinamento (e aterro controlado)
  22. 22. Resíduos que produzimos Os portugueses produzem anualmente 508 quilos de resíduos sólidos urbanos por habitante.
  23. 23. Tratamento de resíduos sólidos urbanos
  24. 24. Aterro sanitário O Aterro Sanitário é uma instalação preparada para a deposição de resíduos sólidos urbanos, baseado em critérios de engenharia e normas operacionais específicas, que permite um confinamento seguro em termos de controlo de poluição ambiental e proteção da saúde pública. É destinado à deposição de resíduos não perigosos. Caraterísticas de um aterro sanitário  O local é vedado e de acesso restrito  A quantidade de lixo é controlada à entrada  Conhecimento do tipo de resíduos depositados  Existência de controlo de pragas  Os resíduos são cobertos diariamente  O biogás produzido é valorizado ou queimado de forma controlada
  25. 25. Reciclagem  A reciclagem é uma forma de valorização de resíduos que envolve algum tipo de transformação do material em instalações apropriadas.  O papel, o vidro, o plástico, o metal, as pilhas, alguns óleos são alguns materiais que podem ser reciclados.  A operação de reciclagem deverá envolver um menor consumo de energia, água e de matérias primas que os processos alternativos de utilização de materiais virgens. Porquê Reciclar?  Poupança de recursos naturais (agua, energia e minerais).  Poupança de Matérias Primas.  Redução da quantidade de resíduos nos aterros sanitários.  Poupança de recursos financeiros.  Gera emprego e recursos económicos.
  26. 26. Sabia que…
  27. 27. Reciclagem- o que posso fazer?  fazer uso produtos fabricados com materiais reciclados;  escolher produtos em embalagens recicláveis;  dar aos animais os restos de comida;  fazer a compostagem dos restos orgânicos (resíduos alimentares, cortes de jardim, verdes do mercado, etc.);  espalmar as embalagens;  manter uma caixa para recolha de papel para reciclar;  colocar os materiais nos diferentes contentores (ecopontos);
  28. 28. Agora responda: Depois do que foi referenciado neste conteúdo do módulo, diga-me: o que faz, ou tenciona fazer, na sua vida quotidiana de modo a diminuir a sua pegada ecológica?
  29. 29. Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho
  30. 30. Segundo a O.M.S. - Organização Mundial de Saúde, a verificação de condições de Higiene e Segurança consiste "num estado de bem- estar físico, mental e social e não somente a ausência de doença e enfermidade ". “Todos os trabalhadores, sem distinção de idade, sexo, raça, cidadania, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas têm direito à prestação do trabalho em condições de higiene e segurança”. Constituição da República, Art. 59
  31. 31.  A higiene do trabalho propõe-se combater, dum ponto de vista não médico, as doenças profissionais, identificando os fatores que podem afetar o ambiente do trabalho e o trabalhador, visando eliminar ou reduzir os riscos profissionais (condições inseguras de trabalho que podem afetar a saúde, segurança e bem estar do trabalhador).  A segurança do trabalho propõe-se combater, também dum ponto de vista não médico, os acidentes de trabalho, quer eliminando as condições inseguras do ambiente, quer educando os trabalhadores a utilizarem medidas preventivas.  Saúde do Trabalho ‐ estende‐se até ao controlo dos elementos físicos, químicos e psicológicos ou mentais que possam afetar a saúde dos trabalhadores.
  32. 32. Década de 70 – É assumida a necessidade da Higiene e Segurança no Trabalho (HST).  São criadas medidas legislativas.  Aparecem instituições que defendem a melhoria das condições de trabalho.  A negociação coletiva assume as questões da HST.  Investigação, formação e divulgação. Década de 80 – Novas formas de organização do trabalho (competitividade).  Maior participação dos trabalhadores. A evolução continua, quer com iniciativas legislativas, quer com a evolução dos conceitos organizacionais, que aproximam cada vez mais a HST aos Sistemas de Qualidade.
  33. 33. Obrigações gerais do empregador e do trabalhador A Diretiva 89/381/CEE, de 12 de Junho e o Decreto-lei 441/91, de 14/11, contêm os princípios que visam promover a segurança e saúde no trabalho em todos os ramos de atividade, nos sectores público, privado ou cooperativo, e social. O referido decreto lei estabelece o regime do enquadramento nacional da Segurança e Saúde e define as obrigações e direitos dos diferentes intervenientes:  o Estado;  os empregadores;  os trabalhadores.
  34. 34. Acidentes de trabalho  O que é ACIDENTE ? Se procurarmos num dicionário poderemos encontrar “Acontecimento imprevisto , casual , que resulta em ferimento , dano , estrago , prejuízo , avaria , ruína , etc ..” Os acidentes, em geral, são o resultado de uma combinação de fatores, entre os quais se destacam as falhas humanas e falhas materiais.  O que diz a lei ? “Acidente do trabalho é o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa, provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte, a perda ou redução da capacidade para o trabalho, permanente ou temporária…”
  35. 35. Tipos de acidentes  Lesão corporal - é qualquer dano produzido no corpo humano, seja ele leve, como, por exemplo, um corte no dedo, ou grave, como a perda de um membro.  Perturbação funcional - é o prejuízo do funcionamento de qualquer órgão ou sentido. Por exemplo, a perda da visão, provocada por uma pancada na cabeça, caracteriza uma perturbação funcional..
  36. 36. Principais causas dos acidentes Na maior parte dos casos , é possível identificar um conjunto de fatores relacionados com a negligência ou desatenção por regras elementares e que potenciam a possibilidade de acidentes ou problemas .  Acidentes devido a CONDIÇÕES PERIGOSAS; - Máquinas e ferramentas - Condições de organização (mal feito, armazenamento perigoso, falta de Equipamento de Proteção Individual - E.P.I.) - Condições de ambiente físico, (iluminação, calor, frio, poeiras, ruído)  Acidentes devido a AÇÕES PERIGOSAS; - Falta de cumprimento de ordens (não usar E.P.I.) - Ligado à natureza do trabalho (erros na armazenagem) -Nos métodos de trabalho (trabalhar a ritmo anormal, manobrar empilhadores, distrações, brincadeiras)
  37. 37. Consequências para o trabalhador Se o trabalhador acidentado não retornar ao trabalho imediatamente ou até no dia seguinte, temos o chamado acidente com afastamento, que pode resultar em:  A incapacidade temporária é a perda da capacidade para o trabalho por um período limitado de tempo, após o qual o trabalhador retorna às suas atividades normais.  A incapacidade parcial e permanente é a diminuição, por toda vida, da capacidade física total para o trabalho. É o que acontece, por exemplo, quando ocorre a perda de um dedo ou de uma vista.  A incapacidade total e permanente é a invalidez incurável para o trabalho.
  38. 38. A produtividade nas empresas A Produtividade é afetada, pela conjugação de dois aspetos importantes:  um meio ambiente de trabalho que exponha os trabalhadores a riscos profissionais graves (causa direta de acidentes de trabalho e de doenças profissionais)  a insatisfação dos trabalhadores face a condições de trabalho que não estejam em harmonia com as suas características físicas e psicológicas As condições de trabalho e as regras de segurança e Higiene correspondentes, constituem um fator da maior importância para a melhoria de desempenho das Empresas, através do aumento da sua produtividade obtida em condições de menor absentismo e sinistralidade .
  39. 39. Prevenção Prevenir quer dizer : “...ver antecipadamente; chegar antes do acidente; tomar todas as providências para que o acidente não tenha possibilidade de ocorrer ...” A Prevenção é certamente o melhor processo de reduzir ou eliminar as possibilidades de ocorrerem problemas de segurança com o Trabalhador. Consiste na adoção de um conjunto de medidas de proteção, na previsão de que a segurança física do operador possa ser colocada em risco durante a realização do seu trabalho.
  40. 40. Os principais aspetos a levar em contas num diagnóstico das condições de segurança (ou de risco) de um Posto de Trabalho, podem ser avaliados através: 1. DO LOCAL DE TRABALHO; 2. DA MOVIMENTAÇÃO DE CARGAS; 3. DA POSIÇÕES DE TRABALHO; 4. DAS CONDIÇÕES PSICOLÓGICAS DO TRABALHO 5. DA MÁQUINA 6. DOS RUÍDOS E VIBRAÇÕES 7. DA ILUMINAÇÃO; 8. DOS RISCOS QUÍMICOS; 9. DOS RISCOS BIOLÓGICOS; 10. DO PESSOAL DE SOCORRO
  41. 41. Redução dos Riscos de Acidente  Eliminação do risco : significa torná-lo definitivamente inexistente. (exemplo: uma escada com piso escorregadio apresenta um sério risco de acidente. Esse risco poderá ser eliminado com um piso antiderrapante)  Neutralização do risco :o risco existe, mas está controlado. Esta opção é utilizada na impossibilidade temporária ou definitiva da eliminação de um risco. (exemplo: as partes móveis de uma máquina como polias, engrenagens, correias etc. - devem ser neutralizadas com anteparos de proteção , uma vez que essas peças das máquinas não podem ser simplesmente eliminadas.  Sinalização do risco :é a medida que deve ser tomada quando não for possível eliminar ou isolar o risco. (exemplo: máquinas em manutenção devem ser sinalizadas com placas de advertência; locais onde é proibido fumar devem ser devidamente sinalizados.
  42. 42. FATOS:  Cerca de 50% tempo total da vida ativa é passado no exercício de uma atividade profissional  Em Portugal existem entre 200 000 a 300 000 acidentes de trabalho por ano.  Nos jovens recém chegados ao mercado de trabalho verifica--se um elevado índice de sinistralidade..
  43. 43. Profissões onde ocorrem mais acidentes no trabalho
  44. 44. Tipos de acidentes:
  45. 45. Custos dos acidentes de trabalho ► Custos Diretos  Indemnizações;  Assistência Médica e medicamentos. ► Custos Indiretos  Salários;  Tempo perdido pelo acidentado;  Tempo e gastos com formação de um substituto;  Perdas de produção;  Perdas comerciais;  Perdas com a imagem da empresa;  Perdas por produtos defeituosos;  Custos com equipamentos avariados; Custos totais= custos diretos + custos indiretos
  46. 46. Na atividade corrente de uma empresa , compreendeu-se que os custos indiretos dos acidentes de trabalho são bem mais importantes que os custos diretos , devido à de perda de fatores como os seguintes :  perda de horas de trabalho pela vítima  perda de horas de trabalho pelas testemunhas e Responsáveis  perda de horas de trabalho pelas pessoas encarregadas do inquéritos  interrupções da produção,  danos materiais,  atraso na execução do trabalho,  custos inerentes às peritagens e ações legais eventuais,  diminuição do rendimento durante a substituição  a retoma de trabalho pela vítima Estas perdas podem ser muito elevadas , podendo mesmo representar quatro vezes os custos diretos do acidente de trabalho.
  47. 47. 2.4. Doenças profissionais A doença profissional é aquela que resulta diretamente das condições de trabalho, consta da Lista de Doenças Profissionais (Decreto Regulamentar n.º 76/2007, de 17 de Julho), e causa incapacidade para o exercício da profissão ou morte. Ou seja, é toda a lesão resultante da exposição prolongada e repetida a riscos profissionais, habitualmente só percetíveis ao fim de algum tempo. As doenças do trabalho são aquelas decorrentes das condições especiais em que o trabalho é realizado Ambas são consideradas como acidentes do trabalho, quando delas decorrer a incapacidade para trabalhar.
  48. 48. Consideram-se doenças profissionais: As mais comuns:  Doenças provocadas por agentes químicos.  Doenças do aparelho respiratório.  Doenças cutâneas.  Doenças provocadas por agentes físicos.  Doenças infeciosas e parasitárias.  Tumores.  Manifestações alérgicas das mucosas.
  49. 49. Dentro desta doenças ainda existe:  A perda auditiva  Doenças devidas à inalação de vapores e ou poeiras  Dermatites Profissionais  Doenças cardiovasculares (hipertensão arterial)  Cancro  Problemas articulares e musculares  Alterações reprodutivas  Doenças mentais  Doenças neurológicas (depressão)
  50. 50. SINAIS E SINTOMAS  Dor local  Dor reflexa em outros locais do corpo  Edema ou inchaço  Perda de força  Caimbras  Dormência e formigueiro  Dificuldade em dormir
  51. 51. Principais Riscos Profissionais a)Riscos físicos b) Riscos químicos c) Riscos Biológicos
  52. 52. a) Riscos associados a agentes Físicos Os fatores físicos do ambiente de trabalho interferem diretamente no desempenho de cada trabalhador e na produção obtida, pelo que se justifica a sua análise com o maior cuidado.  Ambientes térmicos  Ruído  Vibração  Iluminação
  53. 53. Ambientes térmicos A temperatura ambiental ideal aconselhada no local de situa-se entre 21ºC e 26ºC Os ambientes térmicos podem ser classificados como :  Quentes e secos(Fundições, Cerâmicas , Padarias),  Quentes e húmidos(lavandarias, cozinhas, fábricas de conserva)  Frios (armazéns frigoríficos, atividades piscatórias)  Neutros (escritórios).
  54. 54. COMO CONTROLAR O AMBIENTE TÉRMICO? AMBIENTES QUENTES  Utilização de ventilação geral e climatização.  Limitação do tempo de exposição.  Utilização de equipamento de proteção individual. AMBIENTES FRIOS  Fornecer calor às áreas frias.  Limitar do tempo de exposição.  Utilização de equipamentos de proteção individual.
  55. 55. Ruído O Ruído é todo o som que causa sensação desagradável ao homem Mede-se com um medidor de pressão sonora/ Sonómetro e a unidade utilizada é o decibel (dB) É desaconselhável que o ruído existente no local de trabalho ultrapasse os 70 dB A exposição prolongada a um nível de ruído equivalente a 85 dB ou superior é considerada como perigosa.
  56. 56. Medidas de prevenção  Levantamento dos níveis de ruído  Análises e avaliações periódicas  Medidas de redução  Acesso limitado às zonas de risco  Vigilância médica anual  Proteção individual obrigatória
  57. 57. Vibrações
  58. 58. Medidas de prevenção
  59. 59. Iluminação Uma boa iluminação é fundamental no ambiente de trabalho e tem que se adequar ao tipo de tarefa a executar. Boa iluminação  Aumenta a produtividade  Reduz os acidentes. Fatores que contribuem para uma iluminação correta:  Nível de iluminação  A luminância  A expressão das cores e dos relevos
  60. 60. b)Riscos Químicos Riscos Químicos é o perigo a que determinado indivíduo está exposto ao manipular produtos químicos que podem causar-lhe danos físicos (Ex: irritação na pele e olhos, queimaduras leves) ou prejudicar-lhe a saúde (Ex: doenças respiratórias crónicas).
  61. 61. Classificação das substâncias Símbolos de perigo
  62. 62. Vias de entrada no organismo
  63. 63. Primeiros Socorros
  64. 64. c) Riscos associados a agentes Biológicos
  65. 65. Exemplo de exposições a agentes Biológicos Decreto de lei nº84/97, de 16 de Abril  Laboratórios clínicos e de diagnóstico  Laboratórios e investigação  Matadouros  Recolha e tratamento de lixo
  66. 66. Movimentação Manual de cargas e Ergonomia
  67. 67. Movimentação manual de cargas
  68. 68. Como deverá então ser realizada, de forma segura, a movimentação manual de carga?
  69. 69. Boas práticas para a correta Movimentação Manual de Cargas
  70. 70. Adote uma postura correta
  71. 71. Postura no Local de Trabalho Quando se está com uma postura correta:  Há pouca fadiga dos músculos  A respiração e o funcionamento dos órgãos digestivos são facilitados  As vértebras não se deformam
  72. 72. Postura no trabalho
  73. 73. Prevenção  Mantenha uma boa postura;  Melhore o seu ambiente de trabalho;  Mude de posição com frequência;  Faça exercício no local de trabalho;  Faça exercício em casa;  Adopte estilos de vida saudáveis.
  74. 74. Riscos Psicossociais
  75. 75. Fatores gerais de riscos Psicossociais
  76. 76. Violência no trabalho
  77. 77. Consequências e Prevenções Prevenção:
  78. 78. Relacionados com o stress
  79. 79. Riscos de incêndio
  80. 80. Triângulo do fogo Para o fogo existir é necessário que três elementos se conjuguem
  81. 81. Extinção do fogo
  82. 82. Tipos de extintores
  83. 83. Localização dos extintores
  84. 84. Riscos elétricos
  85. 85. Como acontece o choque elétrico?
  86. 86. Risco elétrico
  87. 87. Utilização de equipamentos e ferramentas elétricas Medidas de prevenção
  88. 88. Como agir em caso de choque elétrico
  89. 89. Outros riscos
  90. 90. Riscos pessoais ou individuais Fatores de riscos pessoais:
  91. 91. Riscos organizacionais Fatores de risco:
  92. 92. Riscos associados ao tempo Fatores de risco:
  93. 93. • Lista de verificação • ACT • https://www.act.gov.pt/(PT- PT)/CENTROINFORMACAO/LISTASVERIFICACA O/Paginas/default.aspx
  94. 94. sinalização
  95. 95. Formas de sinalização • A sinalização deve ser permanente para: Proibições Avisos Obrigações Meios de salvamento ou de socorro Equipamento de combate a incêndios Assinalar recipientes e tubagens Riscos de choque ou queda Vias de circulação
  96. 96. Formas de sinalização • Os meios e dispositivos de sinalização devem: Atrair a atenção dos trabalhadores; Dar a conhecer o risco ou a informação que se pretende transmitir, com a antecedência suficiente, para que o trabalhador possa actuar; Indicar a maneira correcta de actuar em cada caso concreto; Ser regularmente limpos, mantidos, verificados e reparados ou substituídos para conservar as qualidades intrínsecas, Estar em número e localização conforme a importância dos riscos, dos perigos e do local onde estes se circunscrevem,
  97. 97. Formas de sinalização • Os meios e dispositivos de sinalização devem: Ter a dimensões e as características colorimétricas e fotométricas da sinalização, garantindo boa visibilidade e compreensão dos eu significado; Estar instalados em local bem iluminado, a uma altura e posição apropriadas; Ser de materiais que ofereçam resistência a choques, intempéries e agressões do meio ambiente, Ser retirados sempre que a situação que os justificava deixe de se verificar
  98. 98. Características da sinalização de segurança Significado / finalidade Indicações e precisões Sinal de proibição Atitudes perigosas Perigo - alarme Stop, pausa, dispositivos de corte de emergência, evacuação Material e equipamentos de combate a incêndios Identificação e localização Sinal de aviso Atenção, precaução, Verificação Sinal de obrigação Comportamento ou acção específicos, Obrigação de utilizar equipamento de protecção individual Sinal de salvamento ou socorro Portas, saídas, vias, material, postos, locais específicos Situação de segurança Regresso à normalidade cor
  99. 99. Sinais de proibição • Características intrínsecas Forma redonda; Pictograma de cor preto sobre fundo branco, margem e faixa (diagonal descendente da esquerda para a direita, ao longo do pictograma, a 45º em relação à horizontal) vermelhas ( a cor vermelha deve cobrir pelo menos 50% da superfície da placa)
  100. 100. Sinais de proibição
  101. 101. Sinais de aviso • Características intrínsecas Forma triangular; Pictograma de cor preta sobre fundo amarelo, margem preta ( a cor amarela deve cobrir pelo menos 50 % da superfície da placa);
  102. 102. Sinais de aviso
  103. 103. Sinais de obrigação • Características intrínsecas Forma redonda; Pictograma de cor branco sobre fundo azul ( a cor azul deve cobrir pelo menos 50 % da superfície da placa);
  104. 104. Sinais de obrigação
  105. 105. Sinais de salvamento ou emergência • Características intrínsecas Forma rectangular ou quadrada; Pictograma de cor branco sobre fundo verde ( a cor verde deve cobrir pelo menos 50 % da superfície da placa);
  106. 106. Sinais de salvamento ou emergência
  107. 107. Sinalização de combate a incêndios • Características intrínsecas Forma rectangular ou quadrada; Pictograma decor branco sobre fundo vermelho (a cor vermelha deve cobrir pelo menos 50% da superfície da placa).
  108. 108. Sinalização de combate a incêndios
  109. 109. Sinalização de combate a incêndios
  110. 110. Sinalização Vias - chão
  111. 111. EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPI
  112. 112. Equipamento De Proteção Individual - EPI • Definição: EPI é todo dispositivo de uso individual, destinado a proteger a integridade física do trabalhador.
  113. 113. Equipamento De Proteção Individual - EPI • Usá-lo apenas para a finalidade que se destina. • Responsabiliza-se por sua guarda e conservação. • Comunicar qualquer alteração que o torne impróprio para o uso. É OBRIGAÇÃO DO EMPREGADO
  114. 114. Equipamento De Proteção Individual - EPI • Adquirir o tipo adequado a atividade do empregado. • Treinar o trabalhador sobre seu uso adequado. • Tornar obrigatório seu uso. • Substituí-lo quando danificado ou extraviado. É OBRIGAÇÃO DO EMPREGADOR
  115. 115. Equipamento De Proteção Individual - EPI • Para fins de aplicação considera-se obrigatório os seguintes EPI`s para o trabalho no interior das produções.  Capacete.  Óculos de Segurança.  Botina de Segurança.  Luvas
  116. 116. Equipamento De Proteção Individual - EPI
  117. 117. Equipamento De Proteção Individual - EPI
  118. 118. Equipamento De Proteção Individual - EPI
  119. 119. Equipamento De Proteção Individual - EPI
  120. 120. Equipamento De Proteção Individual - EPI  Em serviços diversos tais como (aberturas de linhas, entradas em ambientes confinados, descarregamento de produtos químicos, trabalhos a altas temperaturas, descontaminação em geral, etc...) obrigatório a utilização de EPI´s adicionais: Luvas Diversas. Aventais. Proteção Respiratória. Protetores faciais. Cinto de Segurança. Botas de Borracha.
  121. 121. Equipamento De Proteção Individual - EPI • As medidas de proteção coletivas forem tecnicamente inviáveis ou não oferecerem completa proteção contra os riscos de acidente do trabalho e/ou doenças profissionais. Aplicado quando:
  122. 122. Equipamento de Proteção Individual - EPI  A manutenção dos EPI´s é de sua responsabilidade, não junte os EPI´s com as Ferramentas de Trabalho
  123. 123. Equipamento de Proteção Coletiva - EPC  São aqueles que neutralizam a fonte do risco no lugar em que ele se manifesta.
  124. 124. Trabalhos Com Elevação De Cargas  Trabalhos com elevação de cargas na área, dever ter atenção redobrada, para que não venha ocorrer acidentes com terceiros ou você mesmo.  Isole a área para não deixar que terceiros invadam o local.
  125. 125. Trabalhos Com Empilhador  Regra Básica de Segurança com Empilhador. Não deixe a carga suspensa quando sair do seu local de trabalho. Não corra, ela não foi feita para corre.
  126. 126. Sinalização De Segurança  A sinalização de segurança tem por objetivo identificar, através das cores, os equipamentos de segurança, delimitações de áreas, identificação das canalizações empregadas nas indústrias para a condução de líquidos e gases, advertindo contra riscos de acidente.

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