Eliana M. B. de Camargo Assunto: Progressões (1º EM) Texto: A tragédia matemática   Informática Educativa II Pólo Votorantim -SP
Poema matemático –Tragédia da matemática Num certo livro de matemática, um quociente apaixonou-se por um incógnita. Ele, o quociente, produto notável família de importantíssimos polinômios. Ela, uma simples incógnita, de mesquinha equação literal. Oh! Que tremenda desigualdade. Mas como todos sabem, o amor não tem limite e vai do mais infinito ao menos  infinito.
Apaixonado, o quociente a olhou do vértice à base, sob todos os ângulos, agudos e obtusos. Era linda uma figura impar e punha-se em evidencia: olhar rombóide, boca trapezóide, seios esféricos num corpo cilíndrico de linhas senoidais. - Quem és tu? Perguntou o cociente com olhar radical. Respondeu ela com expressão algébrica de quem ama. - Eu sou a raiz quadrada da soma do quadrado dos catetos, mas pode me chamar de hipotenusa.
Ele fez de sua vida uma paralela á dela, até que se encontraram no infinito. E se amaram ao quadrado da velocidade da luz, traçando o sabor do momento e da paixão, retas e curvas nos jardins da quarta dimensão. Ele a amava e a recíproca era verdadeira. Se adoravam nas mesmas razões e proporções no intervalo aberto da vida. felicidade integral. Os padrinhos foram o vetor e a bissetriz. Três quadrantes depois, resolveram se casar. Traçaram planos para o futuro e todos desejaram
Tudo estava nos eixos. O amor crescia em progressão geométrica. Quando ela estava em suas coordenadas positivas, tiveram um par: o menino em honra ao padrinho, chamaram de Versor; a menina uma linda Abscissa. Ela sofreu duas operações. círculos viciosos. O mínimo que o Maximo ofereceu foi uma grandeza absoluta. Eram felizes até que, um dia, tudo se tornou uma constante. Foi aí que surgiu um outro. Sim, um outro. O Maximo divisor comum, um freqüentador de
Ela sentiu-se imprópria, mais amava o Maximo. Sabedor desta regra de três, o quociente chamou-a de fração ordinária. Sentiu-se um denominador comum, resolveu aplicar a solução trivial: um ponto de descontinuidade na vida deles. Quando os dois amantes estavam em colóquio amoroso, ele em termos menores e ela de combinação linear, chegou o quociente e num giro determinante,  Disparou o seu 45.
Ela foi transformada numa simples dizima periódica e foi para o espaço imaginário e ele, foi para num intervalo fechado, onde a luz solar de via agraves de pequenas malhas quadráticas.
1ª etapa : Leitura do texto: Grifar no texto as palavras relacionadas a matemática.
2ª etapa: -Das palavras grifadas procurar o conceito da progressão em livros, dicionários. Expor para a classe.
3ª etapa: 1) Dados os conjuntos descritos em linguagem encontre em cada caso, seu elemento e traduza a descrição dada em linguagem matemática: a) O conjunto A é formado por números naturais maiores que 4 e menores ou iguais a 11. b) O conjunto B é formado por números naturais menores ou iguais a 6.
2) Observe a seqüência (1,1,2,3,3,1,1,2,3,3...) supondo que permaneça a lei da formação dessa seqüência, determine o 38º e o 149º termo dessa seqüência. 3) Atribuiu-se ao matemático grego Hipsicles uma regra para criar uma nova seqüência numérica à partir de outra. O método consiste em tornar uma seqüência numérica, como a seqüência (1,2,3,4,5,6...) e criar uma outra em que cada termo é igual a soma dos anteriores.  Aplique a regra do Hipsicles e encontre os 8 primeiros termos de uma nova seqüência gerada à partir da seqüência citada.
4) Faça um desenho da historia a tragédia matemática.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Agradecimentos aos alunos: Sonia T. Koba Jonas Alexander Alex A. Mendonça

Progressões

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    Eliana M. B.de Camargo Assunto: Progressões (1º EM) Texto: A tragédia matemática Informática Educativa II Pólo Votorantim -SP
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    Poema matemático –Tragédiada matemática Num certo livro de matemática, um quociente apaixonou-se por um incógnita. Ele, o quociente, produto notável família de importantíssimos polinômios. Ela, uma simples incógnita, de mesquinha equação literal. Oh! Que tremenda desigualdade. Mas como todos sabem, o amor não tem limite e vai do mais infinito ao menos infinito.
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    Apaixonado, o quocientea olhou do vértice à base, sob todos os ângulos, agudos e obtusos. Era linda uma figura impar e punha-se em evidencia: olhar rombóide, boca trapezóide, seios esféricos num corpo cilíndrico de linhas senoidais. - Quem és tu? Perguntou o cociente com olhar radical. Respondeu ela com expressão algébrica de quem ama. - Eu sou a raiz quadrada da soma do quadrado dos catetos, mas pode me chamar de hipotenusa.
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    Ele fez desua vida uma paralela á dela, até que se encontraram no infinito. E se amaram ao quadrado da velocidade da luz, traçando o sabor do momento e da paixão, retas e curvas nos jardins da quarta dimensão. Ele a amava e a recíproca era verdadeira. Se adoravam nas mesmas razões e proporções no intervalo aberto da vida. felicidade integral. Os padrinhos foram o vetor e a bissetriz. Três quadrantes depois, resolveram se casar. Traçaram planos para o futuro e todos desejaram
  • 5.
    Tudo estava noseixos. O amor crescia em progressão geométrica. Quando ela estava em suas coordenadas positivas, tiveram um par: o menino em honra ao padrinho, chamaram de Versor; a menina uma linda Abscissa. Ela sofreu duas operações. círculos viciosos. O mínimo que o Maximo ofereceu foi uma grandeza absoluta. Eram felizes até que, um dia, tudo se tornou uma constante. Foi aí que surgiu um outro. Sim, um outro. O Maximo divisor comum, um freqüentador de
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    Ela sentiu-se imprópria,mais amava o Maximo. Sabedor desta regra de três, o quociente chamou-a de fração ordinária. Sentiu-se um denominador comum, resolveu aplicar a solução trivial: um ponto de descontinuidade na vida deles. Quando os dois amantes estavam em colóquio amoroso, ele em termos menores e ela de combinação linear, chegou o quociente e num giro determinante, Disparou o seu 45.
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    Ela foi transformadanuma simples dizima periódica e foi para o espaço imaginário e ele, foi para num intervalo fechado, onde a luz solar de via agraves de pequenas malhas quadráticas.
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    1ª etapa :Leitura do texto: Grifar no texto as palavras relacionadas a matemática.
  • 9.
    2ª etapa: -Daspalavras grifadas procurar o conceito da progressão em livros, dicionários. Expor para a classe.
  • 10.
    3ª etapa: 1)Dados os conjuntos descritos em linguagem encontre em cada caso, seu elemento e traduza a descrição dada em linguagem matemática: a) O conjunto A é formado por números naturais maiores que 4 e menores ou iguais a 11. b) O conjunto B é formado por números naturais menores ou iguais a 6.
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    2) Observe aseqüência (1,1,2,3,3,1,1,2,3,3...) supondo que permaneça a lei da formação dessa seqüência, determine o 38º e o 149º termo dessa seqüência. 3) Atribuiu-se ao matemático grego Hipsicles uma regra para criar uma nova seqüência numérica à partir de outra. O método consiste em tornar uma seqüência numérica, como a seqüência (1,2,3,4,5,6...) e criar uma outra em que cada termo é igual a soma dos anteriores. Aplique a regra do Hipsicles e encontre os 8 primeiros termos de uma nova seqüência gerada à partir da seqüência citada.
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    4) Faça umdesenho da historia a tragédia matemática.
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    Agradecimentos aos alunos:Sonia T. Koba Jonas Alexander Alex A. Mendonça