Programação – Código G
Professor: Dácio Rebouças
Introdução
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• A linguagem G foi adotada pelo sistema como um padrão a ser usado
pelos fabricantes de comandos, com algumas normas rígidas,
fornecendo liberdade para criação de recursos próprios, mantendo as
funções básicas e universais;
• A criatividade possibilitou o surgimento de alguns comandos que
oferecem mais recursos que outros, variando de fabricante para
fabricante.
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• Comandos mais utilizados:
• Usuários:
• Ergomat, Index, Traub, Romi e vários outros fabricantes de máquinas CNC.
• FANUC;
• MITSUBISHI;
• MACH;
• SIEMENS;
• MCS.
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6
• Estrutura de linguagem:
• Programas CN (comando numérico):
• Códigos que possibilitaram a comunicação entre o homem e a máquina;
• Sequência de sentenças que são memorizadas pelo comando e executadas;
• Letras: informar ao comando as operações que deverão ser executadas;
• Caracteres: qualquer símbolo que signifique algo para o comando;
• Letras de endereçamento: instruções para o comando executar funções;
• Palavras: letra seguida de valor numérico.
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• É a codificação, em linguagem específica, das instruções, comandos,
dimensões e funções auxiliares necessárias à fabricação das peças;
• Conhecimentos matemáticos e tecnológicos;
• Características da máquina CNC;
• Normalizado pela ISO 6983.
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• Programação manual:
• Alto tempo para geração do programa;
• Domínio da linguagem;
• Conhecimento das características da máquina;
• Programação de peças com geometrias simples;
• Erros de programação.
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• Programação CAD/CAM:
• Menor tempo para geração do programa;
• Recursos gráficos para simulação da usinagem;
• Recursos de estratégias de usinagem;
• Programação de peças com geometrias simples e complexas em um curto
espaço de tempo;
• Menor influência do programador e assim, menores chances de erro.
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• Estrutura básica:
• Identificação;
• Cabeçalho;
• Dados da ferramenta;
• Aproximação e usinagem do perfil da peça;
• Fim do programa.
• O0013 (Eixo 2532);
• N10 G21 G40 G90 G95;
• N20 G0 X400 Z300
T00;
• N30 T0101;
• N40 G54;
• N50 G96 S220;
• N60 G92 S3500 M4;
• N70 G0 X44 Z80;
• N80 G1 X-1.5 F.3;
• N90 G0 X36 Z82;
• N100 G42;
• N110 G1 Z80 F.1;
• N120 X40 Z78;
• N130 Z60;
• N140 X54;
• N150 Z40;
• N160 G3 X70 Z32 R8;
• N170 G1 X80 Z27;
• N180 G40;
• N190 G1 X85 F.3;
• N190 G0 X400 Z300
T00;
• N200 M30;
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• Letras:
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• Números associados às letras, podem indicar:
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• Funções de posicionamento;
• Funções especiais;
• Funções preparatórias;
• Funções auxiliares;
• ; significa fim de bloco (EOD – end of block);
• ( ) as palavras entre o parênteses são comentários.
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• Funções de posicionamento:
• O comando trabalha em milímetros para palavras de posicionamento com
ponto decimal.
• Função X: posicionamento no eixo transversal (absoluta). Ex.: X20 ou X-5;
• Função Z: posicionamento no eixo longitudinal (absoluta). Ex.: Z20 ou Z-20;
• Função U: posicionamento no eixo transversal (incremental). Ex.: U5 ou U-5 (usado em
programação feita em coordenadas absolutas).
• Função W: posicionamento no eixo longitudinal (incremental). Ex.: W5 ou W-5 (usado
em programação feita em coordenadas absolutas.
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• Funções especiais:
• Função O (usada no comando GE Fanuc 21i);
• Todo programa ou subprograma na memória do comando é identificado
através da letra “O” composto por até 4 dígitos, podendo variar de 0001 até
9999;
• Para facilitar a identificação do programa, recomenda-se inserir um
comentário, observando-se o uso dos parênteses:
• Ex.: O5750 (flange do eixo traseiro).
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• Função N:
• Define o número da sequencia;
• Cada sequencia de informação pode ser identificada por um número de um a
quatro dígitos, que virá após a função N;
• Esta função é utilizada em desvios especificados em ciclos, e em procura de
blocos:
• Exemplo: N50 G01 X10; N60 G01 Z10.
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• Função F:
• Geralmente nos tornos CNC utiliza-se o avanço em mm/rotação, mas este
também pode ser utilizado em mm/min;
• O avanço é um dado importante de corte e é obtido levando-se em conta o
material, a ferramenta e a operação a ser executada:
• Ex.: F0.3 ou F.3 .
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• Função posição da ferramenta (T):
• A função T é usada para selecionar as ferramentas informando à máquina o
seu zeramento, raio do inserto, sentido de corte e corretores;
• Programa-se o código T acompanhado de no máximo quatro dígitos:
• Os dois primeiros dígitos definem a localização da ferramenta na torre e seu zeramento e
os dois últimos dígitos definem o número do corretor de ajustes de medidas e correções
de desgaste do inserto:
• Deve ser programada em uma linha de maneira isolada;
• Exemplo: T02.2.
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• Funções preparatórias:
• As funções preparatórias indicam ao comando o modo de trabalho, ou seja,
indicam à máquina o que fazer, preparando-a para executar um tipo de
operação, ou para receber uma determinada informação;
• Essas funções são dadas pela letra G, seguida de um número formado por dois
dígitos.
Tipos de funções
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21
• Funções modais:
• São as funções que permanecem ativas até que sejam substituídas por uma
outra função, também modal, de efeito contrário.
• Funções não modais:
• São funções que não ficam memorizadas e são atuantes apenas nos blocos que
as contém.
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Tipos de funções
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23
• Funções auxiliares:
Comando FANUC
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Sistemas de interpolação
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• Interpolação linear:
• A trajetória programada em uma sentença é percorrida com uma orientação
linear, de qualquer ângulo, com qualquer velocidade de avanço;
• Conhecido o ponto de partida “A”, pode-se atingir qualquer ponto “B”, com
um avanço estabelecido, sempre em movimentação retilíneo;
• Pode-se usinar qualquer perfil cônico, isto é, pode-se estabelecer uma
usinagem cônica de qualquer ângulo.
Sistemas de interpolação
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• Interpolação linear:
Sistemas de interpolação
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• Interpolação circular:
• A trajetória da ferramenta é percorrida com uma orientação circular, com
qualquer raio, nos sentidos horário e anti-horário, e com qualquer velocidade;
• Algumas informações são necessárias para a programação de arcos, tais como:
• Ponto final do arco;
• Sentido do arco;
• Centro do arco.
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• Interpolação linear:
Avanço rápido
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• Comando G0:
• Usado normalmente para aproximações ou recuos das ferramentas, esta função
tem avanço próprio, podendo atingir os limites dos eixos da máquina que
podem ser também controlados pelo potenciômetro de avanço do comando;
• Pode-se dizer que esta função gera movimentos improdutivos dentro do
processo de usinagem.
Avanço rápido
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• Comando G0:
• N__ G0 X__ Y__ Z__;
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• Comando G1:
• Esta função é usada para avanços lentos, isto é, avanços de usinagem
programados de acordo com as necessidades do programador;
• Executa movimentos retilíneos, ou seja, linhas retas, ângulos e até com a
inserção de raios e chanfros:
• N__ G1 X__ Y__ Z__ F__;
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• Comando G1:
Absoluto:
N10 G0 X35 Z2 M8;
N20 G1 Z-30 F.15;
Incremental:
N10 G0 X35 Z2 M8;
N20 G91;
N30 G1 Z-32 F.15;
N40 G90;
Absoluto:
N10 G0 X35 Z2 M8;
N20 G1 Z-30 F.15;
N30 G1 X52.32 Z-45;
Incremental:
N10 G0 X35 Z2 M8;
N20 G91;
N30 G1 Z-32 F.15;
N40 G1 X17.32 Z-15;
N50 G90;
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• Funções C (chanfro) e R+ ou R- (arredondamento):
• Para executar este tipo de comando, será preciso um movimento posterior,
uma sequência do movimento para que se saiba a direção do chanfro ou o
arredondamento:
• Horário: R+;
• Anti-horário: R-;
• N__ G1 X__ C__;
• N__ G1 X__ R__;
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• Funções C (chanfro) e R+ ou R- (arredondamento):
N10 G0 X0 Z2;
N20 G1 Z0 F.3;
N30 G1 X20 C2;
N40 G1 Z-15 R2;
N50 G1 X30 C2;
N60 G1 Z-28 C2;
N70 G1 X40 R-2;
N80 G1 Z-40;
N10 G0 X0 Z2;
N20 G1 Z0 F.3;
N30 G1 X16;
N40 G1 X20 Z-2;
N50 G1 Z-15 R2;
N60 G1 X26;
N70 G1 X30 Z-17;
N80 G1 Z-26;
N90 G1 X34 Z-28;
N100 G1 X40 R-2;
N110 G1 Z-40;
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• Funções C (chanfro) e R+ ou R- (arredondamento):
N10 G0 X0 Z2 M8;
N20 G1 Z0 F.15;
N30 G1 X15 R2;
N40 G1 Z-20 R1.5;
N50 G1 X25 C1.5;
N60 G1 Z-35 R2;
N70 G1 X36 C1.5;
N80 G1 Z-50;
N10 G0 X0 Z2;
N20 G1 Z0 F.15;
N30 G1 X15 R-2;
N40 G1 Z-20 R1.5;
N50 G1 X22;
N60 G1 X25 Z-21.5;
N70 G1 Z-35 R2;
N80 G1 X33;
N90 G1 X36 Z-36.5;
N100 G1 Z-50;

Programação de Código G – Interpolação linear

  • 1.
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  • 2.
  • 3.
  • 4.
    Introdução Prof. Dácio Rebouças 4 •A linguagem G foi adotada pelo sistema como um padrão a ser usado pelos fabricantes de comandos, com algumas normas rígidas, fornecendo liberdade para criação de recursos próprios, mantendo as funções básicas e universais; • A criatividade possibilitou o surgimento de alguns comandos que oferecem mais recursos que outros, variando de fabricante para fabricante.
  • 5.
    Introdução Prof. Dácio Rebouças 5 •Comandos mais utilizados: • Usuários: • Ergomat, Index, Traub, Romi e vários outros fabricantes de máquinas CNC. • FANUC; • MITSUBISHI; • MACH; • SIEMENS; • MCS.
  • 6.
    Introdução Prof. Dácio Rebouças 6 •Estrutura de linguagem: • Programas CN (comando numérico): • Códigos que possibilitaram a comunicação entre o homem e a máquina; • Sequência de sentenças que são memorizadas pelo comando e executadas; • Letras: informar ao comando as operações que deverão ser executadas; • Caracteres: qualquer símbolo que signifique algo para o comando; • Letras de endereçamento: instruções para o comando executar funções; • Palavras: letra seguida de valor numérico.
  • 7.
    Programação CNC Prof. DácioRebouças 7 • É a codificação, em linguagem específica, das instruções, comandos, dimensões e funções auxiliares necessárias à fabricação das peças; • Conhecimentos matemáticos e tecnológicos; • Características da máquina CNC; • Normalizado pela ISO 6983.
  • 8.
  • 9.
    Programação CNC Prof. DácioRebouças 9 • Programação manual: • Alto tempo para geração do programa; • Domínio da linguagem; • Conhecimento das características da máquina; • Programação de peças com geometrias simples; • Erros de programação.
  • 10.
    Programação CNC Prof. DácioRebouças 10 • Programação CAD/CAM: • Menor tempo para geração do programa; • Recursos gráficos para simulação da usinagem; • Recursos de estratégias de usinagem; • Programação de peças com geometrias simples e complexas em um curto espaço de tempo; • Menor influência do programador e assim, menores chances de erro.
  • 11.
    Programação CNC Prof. DácioRebouças 11 • Estrutura básica: • Identificação; • Cabeçalho; • Dados da ferramenta; • Aproximação e usinagem do perfil da peça; • Fim do programa. • O0013 (Eixo 2532); • N10 G21 G40 G90 G95; • N20 G0 X400 Z300 T00; • N30 T0101; • N40 G54; • N50 G96 S220; • N60 G92 S3500 M4; • N70 G0 X44 Z80; • N80 G1 X-1.5 F.3; • N90 G0 X36 Z82; • N100 G42; • N110 G1 Z80 F.1; • N120 X40 Z78; • N130 Z60; • N140 X54; • N150 Z40; • N160 G3 X70 Z32 R8; • N170 G1 X80 Z27; • N180 G40; • N190 G1 X85 F.3; • N190 G0 X400 Z300 T00; • N200 M30;
  • 12.
    Programação CNC Prof. DácioRebouças 12 • Letras:
  • 13.
    Programação CNC Prof. DácioRebouças 13 • Números associados às letras, podem indicar:
  • 14.
    Tipos de funções Prof.Dácio Rebouças 14 • Funções de posicionamento; • Funções especiais; • Funções preparatórias; • Funções auxiliares; • ; significa fim de bloco (EOD – end of block); • ( ) as palavras entre o parênteses são comentários.
  • 15.
    Tipos de funções Prof.Dácio Rebouças 15 • Funções de posicionamento: • O comando trabalha em milímetros para palavras de posicionamento com ponto decimal. • Função X: posicionamento no eixo transversal (absoluta). Ex.: X20 ou X-5; • Função Z: posicionamento no eixo longitudinal (absoluta). Ex.: Z20 ou Z-20; • Função U: posicionamento no eixo transversal (incremental). Ex.: U5 ou U-5 (usado em programação feita em coordenadas absolutas). • Função W: posicionamento no eixo longitudinal (incremental). Ex.: W5 ou W-5 (usado em programação feita em coordenadas absolutas.
  • 16.
    Tipos de funções Prof.Dácio Rebouças 16 • Funções especiais: • Função O (usada no comando GE Fanuc 21i); • Todo programa ou subprograma na memória do comando é identificado através da letra “O” composto por até 4 dígitos, podendo variar de 0001 até 9999; • Para facilitar a identificação do programa, recomenda-se inserir um comentário, observando-se o uso dos parênteses: • Ex.: O5750 (flange do eixo traseiro).
  • 17.
    Tipos de funções Prof.Dácio Rebouças 17 • Função N: • Define o número da sequencia; • Cada sequencia de informação pode ser identificada por um número de um a quatro dígitos, que virá após a função N; • Esta função é utilizada em desvios especificados em ciclos, e em procura de blocos: • Exemplo: N50 G01 X10; N60 G01 Z10.
  • 18.
    Tipos de funções Prof.Dácio Rebouças 18 • Função F: • Geralmente nos tornos CNC utiliza-se o avanço em mm/rotação, mas este também pode ser utilizado em mm/min; • O avanço é um dado importante de corte e é obtido levando-se em conta o material, a ferramenta e a operação a ser executada: • Ex.: F0.3 ou F.3 .
  • 19.
    Tipos de funções Prof.Dácio Rebouças 19 • Função posição da ferramenta (T): • A função T é usada para selecionar as ferramentas informando à máquina o seu zeramento, raio do inserto, sentido de corte e corretores; • Programa-se o código T acompanhado de no máximo quatro dígitos: • Os dois primeiros dígitos definem a localização da ferramenta na torre e seu zeramento e os dois últimos dígitos definem o número do corretor de ajustes de medidas e correções de desgaste do inserto: • Deve ser programada em uma linha de maneira isolada; • Exemplo: T02.2.
  • 20.
    Tipos de funções Prof.Dácio Rebouças 20 • Funções preparatórias: • As funções preparatórias indicam ao comando o modo de trabalho, ou seja, indicam à máquina o que fazer, preparando-a para executar um tipo de operação, ou para receber uma determinada informação; • Essas funções são dadas pela letra G, seguida de um número formado por dois dígitos.
  • 21.
    Tipos de funções Prof.Dácio Rebouças 21 • Funções modais: • São as funções que permanecem ativas até que sejam substituídas por uma outra função, também modal, de efeito contrário. • Funções não modais: • São funções que não ficam memorizadas e são atuantes apenas nos blocos que as contém.
  • 22.
    Tipos de funções Prof.Dácio Rebouças 22
  • 23.
    Tipos de funções Prof.Dácio Rebouças 23 • Funções auxiliares:
  • 24.
  • 25.
    Sistemas de interpolação Prof.Dácio Rebouças 25 • Interpolação linear: • A trajetória programada em uma sentença é percorrida com uma orientação linear, de qualquer ângulo, com qualquer velocidade de avanço; • Conhecido o ponto de partida “A”, pode-se atingir qualquer ponto “B”, com um avanço estabelecido, sempre em movimentação retilíneo; • Pode-se usinar qualquer perfil cônico, isto é, pode-se estabelecer uma usinagem cônica de qualquer ângulo.
  • 26.
    Sistemas de interpolação Prof.Dácio Rebouças 26 • Interpolação linear:
  • 27.
    Sistemas de interpolação Prof.Dácio Rebouças 27 • Interpolação circular: • A trajetória da ferramenta é percorrida com uma orientação circular, com qualquer raio, nos sentidos horário e anti-horário, e com qualquer velocidade; • Algumas informações são necessárias para a programação de arcos, tais como: • Ponto final do arco; • Sentido do arco; • Centro do arco.
  • 28.
    Sistemas de interpolação Prof.Dácio Rebouças 28 • Interpolação linear:
  • 29.
    Avanço rápido Prof. DácioRebouças 29 • Comando G0: • Usado normalmente para aproximações ou recuos das ferramentas, esta função tem avanço próprio, podendo atingir os limites dos eixos da máquina que podem ser também controlados pelo potenciômetro de avanço do comando; • Pode-se dizer que esta função gera movimentos improdutivos dentro do processo de usinagem.
  • 30.
    Avanço rápido Prof. DácioRebouças 30 • Comando G0: • N__ G0 X__ Y__ Z__;
  • 31.
    Interpolação linear Prof. DácioRebouças 31 • Comando G1: • Esta função é usada para avanços lentos, isto é, avanços de usinagem programados de acordo com as necessidades do programador; • Executa movimentos retilíneos, ou seja, linhas retas, ângulos e até com a inserção de raios e chanfros: • N__ G1 X__ Y__ Z__ F__;
  • 32.
    Interpolação linear Prof. DácioRebouças 32 • Comando G1: Absoluto: N10 G0 X35 Z2 M8; N20 G1 Z-30 F.15; Incremental: N10 G0 X35 Z2 M8; N20 G91; N30 G1 Z-32 F.15; N40 G90; Absoluto: N10 G0 X35 Z2 M8; N20 G1 Z-30 F.15; N30 G1 X52.32 Z-45; Incremental: N10 G0 X35 Z2 M8; N20 G91; N30 G1 Z-32 F.15; N40 G1 X17.32 Z-15; N50 G90;
  • 33.
    Interpolação linear Prof. DácioRebouças 33 • Funções C (chanfro) e R+ ou R- (arredondamento): • Para executar este tipo de comando, será preciso um movimento posterior, uma sequência do movimento para que se saiba a direção do chanfro ou o arredondamento: • Horário: R+; • Anti-horário: R-; • N__ G1 X__ C__; • N__ G1 X__ R__;
  • 34.
    Interpolação linear Prof. DácioRebouças 34 • Funções C (chanfro) e R+ ou R- (arredondamento): N10 G0 X0 Z2; N20 G1 Z0 F.3; N30 G1 X20 C2; N40 G1 Z-15 R2; N50 G1 X30 C2; N60 G1 Z-28 C2; N70 G1 X40 R-2; N80 G1 Z-40; N10 G0 X0 Z2; N20 G1 Z0 F.3; N30 G1 X16; N40 G1 X20 Z-2; N50 G1 Z-15 R2; N60 G1 X26; N70 G1 X30 Z-17; N80 G1 Z-26; N90 G1 X34 Z-28; N100 G1 X40 R-2; N110 G1 Z-40;
  • 35.
    Interpolação linear Prof. DácioRebouças 35 • Funções C (chanfro) e R+ ou R- (arredondamento): N10 G0 X0 Z2 M8; N20 G1 Z0 F.15; N30 G1 X15 R2; N40 G1 Z-20 R1.5; N50 G1 X25 C1.5; N60 G1 Z-35 R2; N70 G1 X36 C1.5; N80 G1 Z-50; N10 G0 X0 Z2; N20 G1 Z0 F.15; N30 G1 X15 R-2; N40 G1 Z-20 R1.5; N50 G1 X22; N60 G1 X25 Z-21.5; N70 G1 Z-35 R2; N80 G1 X33; N90 G1 X36 Z-36.5; N100 G1 Z-50;