Profª. Me. Esp. Camilla Siqueira de Aguiar
Manobras fundamentais
⚫Diérese;
⚫Exérese;
⚫Síntese ;
⚫Hemostasi
a;
Diérese
⚫Incisão: Corte do
tecido.
⚫Divulsão: Separação sem
corte
Requisitos básicos de uma incisão
⚫Traço único em
45° (Distal para
mesial
– Apical
para cervical).
⚫Apoio em
tecido ósseo
sadio.
Requisitos básicos de uma incisão
⚫Amplitude, possibilitando visibilidade ao
campo operatório e menor trauma tecidual no
afastamento.
Requisitos básicos de uma incisão
⚫Base ampla
⚫Irrigação do
retalho
⚫Base do retalho (X)
deve ser o maior
que a altura do
retalho (Y)
⚫Idealmente X=2Y
Requisitos básicos de uma incisão
⚫Maximizar o
suprimento
sanguíneo
⚫De onde vem e
por onde vem o
aporte
sanguíneo
Requisitos básicos de uma incisão
As margens do
retalho, devem
repousar sobre
tecido ósseo
sadio, no
momento da
sutura
Tipos de incisão
⚫Retilínea
s;
Tipos de incisão
⚫Envelop
e;
Tipos de incisão
Em arco:
 Concavidade
para
apical - Partsch
 Concavidade
para
cervical - Pichler
Tipos de incisão
⚫Trapezoidais:
 Wasmund –
Gengiva
inserida e livre.
Tipos de incisão
⚫Trapezoidais:
 Neumann – Gengiva
inserida, livre e
papila dental com 1
relaxante.
 Neumann modificada
– Gengiva inserida,
livre e papila dental
com 2 relaxantes.
Divulsão
Afastament
o
⚫Os afastadores devem sempre estar apoiados em
osso.
⚫O retalho não deve estar tencionado e/ou
isquêmico.
⚫Quanto menor o trauma aos tecidos gengivais
melhor é a reparação tecidual.
Exérese
⚫Osteotomia (Desgaste ósseo).
⚫Ostectomia (Remoção de fragmento
ósseo).
⚫Curetagem.
⚫Avulsão (via alveolar e via não
alveolar).
Síntese
⚫Sutura;
⚫Tamponament
o;
⚫Drenagem;
Reparo tecidual do alvéolo
⚫Reparo ósseo alveolar
⚫Conjunto de reações teciduais desencadeadas no
interior do alvéolo após a exodontia, com o
objetivo do seu preenchimento ósseo.
⚫Muito semelhante à sequencia de respostas
reparacionais do restante do organismo,
porém com algumas particularidades.
Fases do processo de reparo
⚫Proliferação Celular
⚫Desenvolvimento do Tecido
Conjuntivo;
⚫Maturação do Tecido Conjuntivo;
⚫Diferenciação óssea ou
Mineralização.
Fase de desenvolvimento do tecido
conjuntivo
⚫Grande quantidade
de fibroblastos e
capilares
neoformados;
⚫Síntese de fibras
colágenas e substância
fundamental.
Fase de maturação do tecido
conjuntivo
⚫Caracterizada pelo aumento de fibras
colágenas e diminuição do número de
células e de vasos sanguíneos.
Fase de diferenciação óssea ou
mineralização
⚫Deposição de matriz osteóide por osteoblastos
nas proximidades das paredes alveolares,
principalmente onde há restos de ligamento
periodontal;
⚫Processo Concêntrico
⚫Formação das trabéculas ósseas primárias
Fase de diferenciação óssea ou
mineralização
⚫ Por volta do 7º dia inicia-se a formação óssea
⚫ Por volta do 40º dia cerca de 2/3 do alvéolo já estão
preenchidos por trabéculas ósseas
⚫ Por volta do 64º dia o alvéolo já se encontra totalmente
preenchido por tecido ósseo neoformado e com a crista
alveolar remodelada.
⚫ A epitelização do alvéolo já é notada no 4º dia e a
oclusão completa do alvéolo se dá por volta do 24º
ao 35º dia pós- operatório
Fase de diferenciação óssea ou
mineralização
Reparo tecidual do alvéolo
Reparo tecidual do alvéolo
Cicatrização das feridas
⚫O cirurgião pode criar condições que favoreçam
ou atrapalhem o processo natural de reparação
das feridas cirúrgicas.
⚫A adesão aos princípios cirúrgicos favorece a
cicatrização ideal restabelecendo a função do
tecido lesado.
Fatores prejudiciais
⚫Três fatores principais podem ser
prejudiciais no processo de cicatrização:
⚫Corpos estranhos;
⚫Tecido necrótico;
⚫Isquemia;
Corpo estranho
⚫Pode desencadear uma reação
inflamatória, prejudicando a
reparação tecidual.
⚫Qualquer coisa que não faça parte dos
tecidos e do processo de cicatrização.
⚫Fragmentos ósseos e/ou dentários,
fragmentos de instrumentos, detritos, etc...
Tecido necrótico
⚫Serve como barreira para o crescimento das
células reparadoras.
⚫O estágio inflamatório é prolongado.
⚫Nicho de proteção das bactérias.
Isquemia
 Risco de infecção;
 Diminuição do aporte sanguíneo
ideal.
 Risco de necrose tecidual;
⚫ Suturas muito apertadas.
⚫ Retalhos mal planejados.
⚫ Pressão externa sobre a ferida.
⚫ Próteses mal adaptadas.
⚫ Pressão interna na ferida.
⚫ Hematoma.
Tipos de cicatrização
⚫Cicatrização por primeira
intenção.
⚫Cicatrização por segunda
intenção.
Cicatrização por 1ª intenção
⚫Quando há coaptação dos bordos da
ferida.
⚫Ocorre mais rapidamente.
⚫Menor quantidade de reepitelização.
⚫Menor risco de infecção.
⚫Menor cicatriz.
Cicatrização por 2ª intenção
⚫Quando não há coaptação dos bordos da
ferida.
⚫Ocorre mais lentamente.
⚫Maior quantidade de reepitelização.
⚫Maior risco de infecção.
⚫Maior cicatriz.
Instrumentos utilizados em
exodontia
Instrumentos de
Exérese:
⚫Elevadores;
⚫Fórceps;
Elevadores
Alavanca é o movimento feito para a
remoção do elemento.
Funções:
⚫Luxação, rompendo as fibras do ligamento
periodontal e expandindo cortical óssea.
⚫Remover as raízes fraturadas ou
seccionadas cirurgicamente.
Elevadores
 Composto de três partes:
⚫ Cabo: Porção para apreensão
do
instrumento.
⚫ Haste: Transmite a
força
realizada no cabo à ponta
ativa.
⚫ Ponta ativa (Lâmina): Parte
onde será colocada entre o
dente a ser removido e o
osso sadio adjacente. Onde a
força será despendida.
Tipos de elevadores
⚫Apical reto (ponta ativa em formato de cunha).
⚫Seldin Reta.
⚫Seldin angulados.
⚫Potts (angulada com ponta ativa em formato de
colher)
Elevador apical reto
Jogo de elevadores Seldin
Elevador Potts
Fórcep
s
⚫Deve ter o cabo estriado e
boa apreensão.
⚫O fórceps a a ser utilizado
dependerá de seu formato e
da anatomia do colo do
dente a ser removido.
⚫Dividido em três partes:
Cabo,
articulação e ponta ativa.
Partes de um Fórceps
⚫Cabo: Deve ser estriado para
não escorregar e ter boa
apreensão. Onde a força é
realizada.
⚫Articulação.
⚫Ponta ativa: Dependendo de
seu formato será a indicação
de seu uso. Encaixa-se no
colo do dente.
Fórceps Maxilares
Fórceps nº 150
Para pré-
molares,
Caninos e
incisivos
maxilares.
Fórceps nº 18R e 18L
Para
Molares
maxilares.
Fórceps nº 65
⚫Para raízes
residuais ou raízes
seccionadas
cirurgicamente.
⚫Pode ser utilizado
em qualquer
região.
Fórceps Mandibulares
Fórceps nº 151
⚫Incisivos,
Caninos e
pré-
molares
mandibula
res
Fórceps nº 17
⚫Molares
mandibular
es
Fórceps nº 16
⚫ Molares inferiores
com
comprometimento
de furca
periodontal.
Fórceps nº 65
⚫Para raízes
residuais ou raízes
seccionadas
cirurgicamente.
⚫Pode ser utilizado
em qualquer
região.
Princípios mecânicos
⚫Alavanca: Pequena força transforma-se em
grande movimento. Realizado com o uso de
elevadores.
⚫Cunha: Ponta ativa do instrumento toma o lugar
do dente, fazendo o movimento de cunha.
Realizado com o uso de fórceps e elevadores.
⚫Roda e eixo: Elevadores apoiando em osso sadio e
dente a ser removido. Fazer movimento de
rotação.
Principais movimentos do Fórceps
⚫Pressão apical:Rompe as fibrasda regiãoapical
do ligamento periodontal.
⚫Pressão vestíbulo-lingual: expansão
das corticais por pressão firme,
controlada e de velocidade lenta.
⚫Rotação somente em pré-molares inferior.
Exodontia simples
Avaliação clínica
⚫Acesso ao dente (Abertura
bucal).
⚫Condições periodontais.
⚫Condições da coroa clínica.
Exame radiográfico
⚫Proximidade com estruturas nobres.
⚫Condição óssea adjacente.
⚫Configuração das raízes:
Presença de hipercementose, anquilose,
dilaceração radicular, número de raízes, etc...
Etapas de uma exodontia simples
⚫Sindesmotomia: Liberação do tecido gengival.
⚫Luxação lateral: Com elevadores
apoiado sempre em osso sadio. Nunca em
dente que não será extraído.
⚫Luxação apical e lateral: Pressão apical e
movimentos vestíbulo-lingual com fórceps.
⚫Avulsão via alveolar do elemento.
Cuidados trans-operatórios
⚫Curetagem (se
necessário).
as
paredes
⚫Limagem (remoção de espículas
ósseas).
⚫Manobra de Chompret:
reposiciona alveolares.
⚫Tamponamento com
gaze.
Papel da mão oposta
⚫Afastar bochechas, lábios e língua: Melhor
visualização do
capo operatório.
⚫Suporte e estabilização da mandíbula do paciente:
Evitar
luxação condilar.
⚫Apoio do processo alveolar: evitar fratura das tábuas
ósseas.
⚫Proteger os outros dentes dos instrumentos.
Papel do assistente
⚫Mesmo papel da mão oposta do
operador.
⚫Sucção de fluídos e soluções
irrigatórias.
Técnicas
auxiliares a
exodontia
⚫Com a idade os ossos vão ficando cada vez mais
com maior conteúdo mineral.
⚫É mais fácil fraturar uma raiz, durante a
exodontia, de um idoso do que de uma criança.
⚫Quando ocorre uma fratura radicular ou se não é
possível realizar a exodontia por via alveolar
(curvatura de raízes , hipercementose, etc...)
temos de lançar mão de técnicas auxiliares.
Odontosecção
⚫Visa diminuir a resistência na remoção do dente.
⚫Separar as raízes. Evitar fratura radicular e das
tábuas ósseas.
⚫Realizar com alta rotação fresas diamantadas
ou laminadas.
“Divida o dente,
preserve o
paciente”
Exodontia via não-alveolar
⚫Fraturas radiculares;
⚫Cárie radicular
acentuada;
⚫Hipercementose;
Exodontia via não-alveolar
⚫Para a preservação do osso, visando
uma futura
instalação de implantes, tenta-se abrir uma
janela mais apical e remover as raízes ou
fragmentos, preservando a porção mais cervical
da tábua óssea vestibular.
princpioscirrgicosemanobrasfundamentaisS

princpioscirrgicosemanobrasfundamentaisS

  • 1.
    Profª. Me. Esp.Camilla Siqueira de Aguiar
  • 2.
  • 3.
  • 4.
    Requisitos básicos deuma incisão ⚫Traço único em 45° (Distal para mesial – Apical para cervical). ⚫Apoio em tecido ósseo sadio.
  • 5.
    Requisitos básicos deuma incisão ⚫Amplitude, possibilitando visibilidade ao campo operatório e menor trauma tecidual no afastamento.
  • 6.
    Requisitos básicos deuma incisão ⚫Base ampla ⚫Irrigação do retalho ⚫Base do retalho (X) deve ser o maior que a altura do retalho (Y) ⚫Idealmente X=2Y
  • 7.
    Requisitos básicos deuma incisão ⚫Maximizar o suprimento sanguíneo ⚫De onde vem e por onde vem o aporte sanguíneo
  • 8.
    Requisitos básicos deuma incisão As margens do retalho, devem repousar sobre tecido ósseo sadio, no momento da sutura
  • 9.
  • 10.
  • 11.
    Tipos de incisão Emarco:  Concavidade para apical - Partsch  Concavidade para cervical - Pichler
  • 12.
    Tipos de incisão ⚫Trapezoidais: Wasmund – Gengiva inserida e livre.
  • 13.
    Tipos de incisão ⚫Trapezoidais: Neumann – Gengiva inserida, livre e papila dental com 1 relaxante.  Neumann modificada – Gengiva inserida, livre e papila dental com 2 relaxantes.
  • 14.
  • 15.
    Afastament o ⚫Os afastadores devemsempre estar apoiados em osso. ⚫O retalho não deve estar tencionado e/ou isquêmico. ⚫Quanto menor o trauma aos tecidos gengivais melhor é a reparação tecidual.
  • 16.
    Exérese ⚫Osteotomia (Desgaste ósseo). ⚫Ostectomia(Remoção de fragmento ósseo). ⚫Curetagem. ⚫Avulsão (via alveolar e via não alveolar).
  • 17.
  • 18.
    Reparo tecidual doalvéolo ⚫Reparo ósseo alveolar ⚫Conjunto de reações teciduais desencadeadas no interior do alvéolo após a exodontia, com o objetivo do seu preenchimento ósseo. ⚫Muito semelhante à sequencia de respostas reparacionais do restante do organismo, porém com algumas particularidades.
  • 19.
    Fases do processode reparo ⚫Proliferação Celular ⚫Desenvolvimento do Tecido Conjuntivo; ⚫Maturação do Tecido Conjuntivo; ⚫Diferenciação óssea ou Mineralização.
  • 21.
    Fase de desenvolvimentodo tecido conjuntivo ⚫Grande quantidade de fibroblastos e capilares neoformados; ⚫Síntese de fibras colágenas e substância fundamental.
  • 22.
    Fase de maturaçãodo tecido conjuntivo ⚫Caracterizada pelo aumento de fibras colágenas e diminuição do número de células e de vasos sanguíneos.
  • 23.
    Fase de diferenciaçãoóssea ou mineralização ⚫Deposição de matriz osteóide por osteoblastos nas proximidades das paredes alveolares, principalmente onde há restos de ligamento periodontal; ⚫Processo Concêntrico ⚫Formação das trabéculas ósseas primárias
  • 24.
    Fase de diferenciaçãoóssea ou mineralização ⚫ Por volta do 7º dia inicia-se a formação óssea ⚫ Por volta do 40º dia cerca de 2/3 do alvéolo já estão preenchidos por trabéculas ósseas ⚫ Por volta do 64º dia o alvéolo já se encontra totalmente preenchido por tecido ósseo neoformado e com a crista alveolar remodelada. ⚫ A epitelização do alvéolo já é notada no 4º dia e a oclusão completa do alvéolo se dá por volta do 24º ao 35º dia pós- operatório
  • 25.
    Fase de diferenciaçãoóssea ou mineralização
  • 26.
  • 27.
  • 28.
    Cicatrização das feridas ⚫Ocirurgião pode criar condições que favoreçam ou atrapalhem o processo natural de reparação das feridas cirúrgicas. ⚫A adesão aos princípios cirúrgicos favorece a cicatrização ideal restabelecendo a função do tecido lesado.
  • 29.
    Fatores prejudiciais ⚫Três fatoresprincipais podem ser prejudiciais no processo de cicatrização: ⚫Corpos estranhos; ⚫Tecido necrótico; ⚫Isquemia;
  • 30.
    Corpo estranho ⚫Pode desencadearuma reação inflamatória, prejudicando a reparação tecidual. ⚫Qualquer coisa que não faça parte dos tecidos e do processo de cicatrização. ⚫Fragmentos ósseos e/ou dentários, fragmentos de instrumentos, detritos, etc...
  • 31.
    Tecido necrótico ⚫Serve comobarreira para o crescimento das células reparadoras. ⚫O estágio inflamatório é prolongado. ⚫Nicho de proteção das bactérias.
  • 32.
    Isquemia  Risco deinfecção;  Diminuição do aporte sanguíneo ideal.  Risco de necrose tecidual; ⚫ Suturas muito apertadas. ⚫ Retalhos mal planejados. ⚫ Pressão externa sobre a ferida. ⚫ Próteses mal adaptadas. ⚫ Pressão interna na ferida. ⚫ Hematoma.
  • 33.
    Tipos de cicatrização ⚫Cicatrizaçãopor primeira intenção. ⚫Cicatrização por segunda intenção.
  • 34.
    Cicatrização por 1ªintenção ⚫Quando há coaptação dos bordos da ferida. ⚫Ocorre mais rapidamente. ⚫Menor quantidade de reepitelização. ⚫Menor risco de infecção. ⚫Menor cicatriz.
  • 35.
    Cicatrização por 2ªintenção ⚫Quando não há coaptação dos bordos da ferida. ⚫Ocorre mais lentamente. ⚫Maior quantidade de reepitelização. ⚫Maior risco de infecção. ⚫Maior cicatriz.
  • 36.
    Instrumentos utilizados em exodontia Instrumentosde Exérese: ⚫Elevadores; ⚫Fórceps;
  • 37.
    Elevadores Alavanca é omovimento feito para a remoção do elemento. Funções: ⚫Luxação, rompendo as fibras do ligamento periodontal e expandindo cortical óssea. ⚫Remover as raízes fraturadas ou seccionadas cirurgicamente.
  • 38.
    Elevadores  Composto detrês partes: ⚫ Cabo: Porção para apreensão do instrumento. ⚫ Haste: Transmite a força realizada no cabo à ponta ativa. ⚫ Ponta ativa (Lâmina): Parte onde será colocada entre o dente a ser removido e o osso sadio adjacente. Onde a força será despendida.
  • 39.
    Tipos de elevadores ⚫Apicalreto (ponta ativa em formato de cunha). ⚫Seldin Reta. ⚫Seldin angulados. ⚫Potts (angulada com ponta ativa em formato de colher)
  • 40.
  • 41.
  • 42.
  • 43.
    Fórcep s ⚫Deve ter ocabo estriado e boa apreensão. ⚫O fórceps a a ser utilizado dependerá de seu formato e da anatomia do colo do dente a ser removido. ⚫Dividido em três partes: Cabo, articulação e ponta ativa.
  • 44.
    Partes de umFórceps ⚫Cabo: Deve ser estriado para não escorregar e ter boa apreensão. Onde a força é realizada. ⚫Articulação. ⚫Ponta ativa: Dependendo de seu formato será a indicação de seu uso. Encaixa-se no colo do dente.
  • 45.
  • 46.
    Fórceps nº 150 Parapré- molares, Caninos e incisivos maxilares.
  • 47.
    Fórceps nº 18Re 18L Para Molares maxilares.
  • 48.
    Fórceps nº 65 ⚫Pararaízes residuais ou raízes seccionadas cirurgicamente. ⚫Pode ser utilizado em qualquer região.
  • 49.
  • 50.
    Fórceps nº 151 ⚫Incisivos, Caninose pré- molares mandibula res
  • 51.
  • 52.
    Fórceps nº 16 ⚫Molares inferiores com comprometimento de furca periodontal.
  • 53.
    Fórceps nº 65 ⚫Pararaízes residuais ou raízes seccionadas cirurgicamente. ⚫Pode ser utilizado em qualquer região.
  • 54.
    Princípios mecânicos ⚫Alavanca: Pequenaforça transforma-se em grande movimento. Realizado com o uso de elevadores. ⚫Cunha: Ponta ativa do instrumento toma o lugar do dente, fazendo o movimento de cunha. Realizado com o uso de fórceps e elevadores. ⚫Roda e eixo: Elevadores apoiando em osso sadio e dente a ser removido. Fazer movimento de rotação.
  • 55.
    Principais movimentos doFórceps ⚫Pressão apical:Rompe as fibrasda regiãoapical do ligamento periodontal. ⚫Pressão vestíbulo-lingual: expansão das corticais por pressão firme, controlada e de velocidade lenta. ⚫Rotação somente em pré-molares inferior.
  • 56.
  • 57.
    Avaliação clínica ⚫Acesso aodente (Abertura bucal). ⚫Condições periodontais. ⚫Condições da coroa clínica.
  • 58.
    Exame radiográfico ⚫Proximidade comestruturas nobres. ⚫Condição óssea adjacente. ⚫Configuração das raízes: Presença de hipercementose, anquilose, dilaceração radicular, número de raízes, etc...
  • 59.
    Etapas de umaexodontia simples ⚫Sindesmotomia: Liberação do tecido gengival. ⚫Luxação lateral: Com elevadores apoiado sempre em osso sadio. Nunca em dente que não será extraído. ⚫Luxação apical e lateral: Pressão apical e movimentos vestíbulo-lingual com fórceps. ⚫Avulsão via alveolar do elemento.
  • 60.
    Cuidados trans-operatórios ⚫Curetagem (se necessário). as paredes ⚫Limagem(remoção de espículas ósseas). ⚫Manobra de Chompret: reposiciona alveolares. ⚫Tamponamento com gaze.
  • 61.
    Papel da mãooposta ⚫Afastar bochechas, lábios e língua: Melhor visualização do capo operatório. ⚫Suporte e estabilização da mandíbula do paciente: Evitar luxação condilar. ⚫Apoio do processo alveolar: evitar fratura das tábuas ósseas. ⚫Proteger os outros dentes dos instrumentos.
  • 62.
    Papel do assistente ⚫Mesmopapel da mão oposta do operador. ⚫Sucção de fluídos e soluções irrigatórias.
  • 63.
  • 64.
    ⚫Com a idadeos ossos vão ficando cada vez mais com maior conteúdo mineral. ⚫É mais fácil fraturar uma raiz, durante a exodontia, de um idoso do que de uma criança. ⚫Quando ocorre uma fratura radicular ou se não é possível realizar a exodontia por via alveolar (curvatura de raízes , hipercementose, etc...) temos de lançar mão de técnicas auxiliares.
  • 65.
    Odontosecção ⚫Visa diminuir aresistência na remoção do dente. ⚫Separar as raízes. Evitar fratura radicular e das tábuas ósseas. ⚫Realizar com alta rotação fresas diamantadas ou laminadas.
  • 66.
  • 67.
    Exodontia via não-alveolar ⚫Fraturasradiculares; ⚫Cárie radicular acentuada; ⚫Hipercementose;
  • 68.
    Exodontia via não-alveolar ⚫Paraa preservação do osso, visando uma futura instalação de implantes, tenta-se abrir uma janela mais apical e remover as raízes ou fragmentos, preservando a porção mais cervical da tábua óssea vestibular.