PREMATURIDADE
Canal teórico – Obstetrícia
Nina Feital Montezzi
R3 de Ginecologia e Obstetrícia HFSE
EPIDEMIOLOGIA
• Principal causa de morte em crianças menores que 5 anos
• Nos EUA, 12% dos partos são prematuros, apenas 50% teve sintomas
• ACOG- 763 mulheres com sintomas de parto prematuro, apenas 18%
pariu <37 sem.
• 70% dos óbitos neonatais são causados pela prematuridade
• 25-50% das alterações neurológicas são pela prematuridade
• Alto custo- EUA: 26 bilhoes de dólares por ano
CLASSIFICAÇÃO
• Prematuro extremo <28 semanas
• Muito pré-termo: 28 -3 0 sem + 6 dias
• Pré-termo precoce: 31 - 33 sem + 6 dias
• Pré-termo tardio: 34 – 36 sem + 6 dias
PREMATURIDADE INDICADA
• Aumento da curva dos prematuros por indicação obstétrica (30%)
• CIUR/ PRÉ-ECLAMPSIA /HEMORRAGIAS/ RISCO MATERNO
• Tecnologias: USG, doppler, prevenção da prematuridade, UTI neonatal
• Panorama: MUNDO
• 50% dos partos é domiciliar
• Nascimentos de < 28 semanas: 90% sobreviveu nos países com IDH
elevado, enquanto nos países de IDH baixo apenas 10%
• O que podemos fazer? Onde podemos interferir?
TRABALHO DE PARTO PREMATURO:
SÍNDROME MULTIFATORIAL
Ativação: infecção (ureaplasma),
Inflamação
hemorragia, (trombina)
sobredistensão,
estresse,
desregulação imune.
Estímulo inflamatório causa diminuição da progesterona
Função: inibir quebra do colágeno cervical, inibir hialuronidase, ação anti-inflamatória
no endométrio, miométrio e colo, diminui contração miometrial.
Prostaglandinas e interleucinas - PARTO
TRABALHO DE PARTO PREMATURO:
FATORES DE RISCO
• PREMATURO ANTERIOR
• Sobredistensão uterina – polidramnia, gemelar
• Fator cervical – CAF, IIC
• Infecções – ITU, vaginose
• Patologias placentárias
• Idade materna (<18 ou >40)
• Uso de álcool, drogas
• Desnutrição
• Anemia
• Tabagismo
• Estresse
PRÉ-NATAL
DE BOA
QUALIDADE
PREVENÇÃO
• AMAMNESE E EXAME FÍSICO
• Tratar infecções
• Tratar doenças crônicas
• Bom controle do DMG
• Nutrição
• Saúde mental
•
• + USG OBSTÉTRICO
PREDIÇÃO
• COMPRIMENTO DE COLO UTERINO
• USG 20 -24 semanas – 2 morfológico
• Transvaginal – Medida do colo uterino <20 ou 25 mm
• Associar com história obstétrica e fatores de risco
• Estudo do Kings College: Colo curto: 10%
• Prematuro extremo e precoce de 60-80%. Prematuro tardio: 30%
• Rastreio universal?
COLO CURTO ENTRE 20-24 SEMANAS
16-25 mm 4%
11-15 mm 16%
6-10 mm 22%
1-5 mm 70%
Colo Parto <34
40-45 mm 0.4%
36-40 mm 0.6%
31-35 mm 0.8%
26-30 mm 1.3%
Risk of delivery <34 wks (%)
Cervical length (mm)
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
0 10 20 30 40 50 60
N=58,807
Incidência de parto
espontâneo <34 semanas  ~ 2%
PREDIÇÃO: APP QUIPP
PROGESTERONA
• Prevenção:
• Colo uterino <20 mm OU prematuro anterior
• Progesterona micronizada via vaginal 200 mg ao dia
• A partir de 16-24 semanas até 34- 37 sem
• Diminui chance de recorrência do TPP em 35%
• Diminui em 50% o início do trabalho de parto prematuro
• Gemelar?
TRABALHO DE PARTO PREMATURO
DIAGNÓSTICO
• +
> 2
contrações
em 10
minutos
Dilatação 2
cm OU 80%
apagado
TESTE DA FIBRONECTINA
• Paciente sintomática
• Guia a internação
• Prevê parto prematuro em 7 dias
• Valor preditivo NEGATIVO
Contrações esparsas
+ Membranas
íntegras
Colo < 20 mm
Internação, tocólise,
ATB, corticoide
Colo 20-29 mm
Teste da
fibronectina
Colo > 30 mm
Acompanhar
ambulatorialmente
CONDUTA:
IDADE GESTACIONAL X SOFRIMENTO FETAL
X CORIOAMNIONITE
Avaliação fetal: Ausculta, USG
Sofrimento fetal = PARTO
Idade gestacional:
< 24 sem – individualizar
24 – 34 sem – Protocolo – internação, tocólise, corticoide, atb
>34 sem = PARTO
• Sofrimento fetal ou corioamnionite = PARTO IMEDIATO
Corioamnionite
Febre + 2
Leucocitose
Líquido fétido
Taquicardia
fetal ou
materna
Dor uterina
CORTICOIDE
Uso: 24- 34 semanas se risco de parto em 7 dias
Dimui mortalidade (31%), síndrome do desconforto respiratório (34%),
hemorragia intraventricular, (46%) enterocolite necrotizante (54%)
Betametasona 12 mg IM 24/24h durante 2 dias
Dexametasona 6 mg IM 1212h durante 2 dias
Nascimento: de 24h após a última dose até 1 semana.
Se > 14 dias, novo risco de PP, avaliar resgate
Obs: 34 – 36+6 (pode usar, mas não atrasar o parto por isso)
Usuárias de corticoide crônico, diabéticas
Leucocitose: atrapalha avaliar corioamnionite
TOCÓLISE
• Indicação: Durante 48h, até completar o corticoide.
• Tocolítico isolado NÃO MELHORA MORTALIDADE
• Contraindicações: Sofrimento fetal agudo, corioamnionite, anomalia
fetal letal, dilatação > 4 cm, doença materna descompensada, RPMO
(questionável)
• Nifedipino: ESCOLHA
• Ataque 30 mg VO+ Manutenção 20 mg 4-6h VO
• Contraindicação: Cardiopatia (insuf aótica) e Hipotensão
• Betamiméticos: Salbutamol, Ritodrina, Terbutalina
• Contraindicação: Cardiopat, EAP prévio, DM descompensada
• Efeito colateral: taquicardia
TOCÓLISE
• Indometacina: inibidor da COX
• Contraindicação- >32 sem por risco de fechamento precoce de ducto arterioso
• Coagulopatia, plaquetopenia, úlcera péptica, insuficiencia renal, asma,
disfunção hepática
• Atosibana: Antagonista do receptor da ocitocina
• Mínimos efeitos colaterais e SEM contraindicações
• $$$
SULFATO DE MAGNÉSIO
• Diminui morbidade neurológica, risco de paralisia cerebral
• < 32 semanas
• 4h antes do parto
• Contraindicação: miastenia gravis
• Ataque: 4-6 gramas. Manutenção: 1-2 gr por hora até clampear cordão
• Não é tocolítico
E O GBS?
• Parto < 37 semanas = Profilaxia GBS
• Penicilina cristalina – Ataque 5.000.000 iv + Manutenção 2.500.000 iv
4/4h
• Ampicilina – Ataque 2g IV + 1g IV de 4/4h
• Coleta do swab na admissão!
E O GBS?
• Parto < 37 semanas = Profilaxia GBS
• Penicilina cristalina –Ataque 5.000.000 iv + Manutenção 2.500.000 iv 4/4h
• Ampicilina–Ataque 2g IV + 1g IV de 4/4h
• Coleta do swab naadmissão!
2/10/30 + 2cm ou
80%
Corioamnionite ou
SFA
Parto
IG < 24 sem
Individualizar
com a família
24-34 sem
Tocólise, Corticoide,
ATB,
Sulfato Mg
> 34 sem
Parto
CASO CLÍNICO
• Gestante, IG 31 + 4 sem, GIII PIIN A0, DMG em dieta, HAC, queixa-se de
dor em BV. Partos anteriores com 36 semanas.
• Ao exame: AFU 30 cm, TUN, MS 3/10/15’’, BCF 155 bpm
• TV: colo posterior, 2 cm, 70% apagado, cef, BI.
• EE: secreção vaginal acinzentada, com odor fétido, bolhosa
• CONDUTA?
• Internação?
• Fibronectina teria valor?
• Tocólise?
• Corticoide?
• Sulfato?
• ATB?
• Algo a mais??
SIM- 02 cm dilatação + 3 contrações em 10 min
Se dúvida diagnóstica
Nifedipino
Ataque 30 mg VO+ Manutenção 20
mg 4-6h VO
Betametasona 12 mg IM 1x ao dia por 2 dias
SIM! < 32 sem
Tratar a vaginose
Coletar GBS
Penicilina cristalina 5 mi + 2,5 4/4h
QUIPP
• Sintomas de TPP
• Nega cirurgias cervicais prévias
• Parto anterior prematuro
• Membranas íntegras
• 01 feto
• IG 31 + 4 sem
• Compr cervical no morfo: 20 mm
PARABÉNS!
A tocólise funcionou, paciente ficou bem e o
bebê nasceu com 37 semanas de PN, foi direto
para o colo da mãe.
OBRIGADA!!
BIBLIOGRAFIA
• Practice Bulletin No. 171. (2016). Obstetrics & Gynecology, 128(4), e155–
e164.doi:10.1097/aog.0000000000001711
•
Prediction and Prevention of Spontaneous Preterm Birth: ACOG
Practice Bulletin, Number 234
• American College of Obstetricians and Gynecologists' Committee on Practice
Bulletins—Obstetrics Collaborators expand PMID: 34293771
• Harrison MS, Goldenberg RL, Global burden of prematurity, Seminars in Fetal
& Neonatal Medicine (2015)
• Pathophysiology of preterm labor with intact membranes Asha N. Talati,
MDa, David N. Hackney, MD, MSa,b, and Sam Mesiano, PhDa,b,n
• Drugs for the Treatment and Prevention of Preterm Labor
• Soha S. Patel, MD, MS, MSPHa,*, Jack Ludmir, MDb
• Celik et al. UOG. 2008;31:549-54.

prematuridade apresentacao upload sgorg1

  • 1.
    PREMATURIDADE Canal teórico –Obstetrícia Nina Feital Montezzi R3 de Ginecologia e Obstetrícia HFSE
  • 2.
    EPIDEMIOLOGIA • Principal causade morte em crianças menores que 5 anos • Nos EUA, 12% dos partos são prematuros, apenas 50% teve sintomas • ACOG- 763 mulheres com sintomas de parto prematuro, apenas 18% pariu <37 sem. • 70% dos óbitos neonatais são causados pela prematuridade • 25-50% das alterações neurológicas são pela prematuridade • Alto custo- EUA: 26 bilhoes de dólares por ano
  • 3.
    CLASSIFICAÇÃO • Prematuro extremo<28 semanas • Muito pré-termo: 28 -3 0 sem + 6 dias • Pré-termo precoce: 31 - 33 sem + 6 dias • Pré-termo tardio: 34 – 36 sem + 6 dias
  • 4.
    PREMATURIDADE INDICADA • Aumentoda curva dos prematuros por indicação obstétrica (30%) • CIUR/ PRÉ-ECLAMPSIA /HEMORRAGIAS/ RISCO MATERNO • Tecnologias: USG, doppler, prevenção da prematuridade, UTI neonatal • Panorama: MUNDO • 50% dos partos é domiciliar • Nascimentos de < 28 semanas: 90% sobreviveu nos países com IDH elevado, enquanto nos países de IDH baixo apenas 10% • O que podemos fazer? Onde podemos interferir?
  • 5.
    TRABALHO DE PARTOPREMATURO: SÍNDROME MULTIFATORIAL Ativação: infecção (ureaplasma), Inflamação hemorragia, (trombina) sobredistensão, estresse, desregulação imune. Estímulo inflamatório causa diminuição da progesterona Função: inibir quebra do colágeno cervical, inibir hialuronidase, ação anti-inflamatória no endométrio, miométrio e colo, diminui contração miometrial. Prostaglandinas e interleucinas - PARTO
  • 6.
    TRABALHO DE PARTOPREMATURO: FATORES DE RISCO • PREMATURO ANTERIOR • Sobredistensão uterina – polidramnia, gemelar • Fator cervical – CAF, IIC • Infecções – ITU, vaginose • Patologias placentárias • Idade materna (<18 ou >40) • Uso de álcool, drogas • Desnutrição • Anemia • Tabagismo • Estresse PRÉ-NATAL DE BOA QUALIDADE
  • 7.
    PREVENÇÃO • AMAMNESE EEXAME FÍSICO • Tratar infecções • Tratar doenças crônicas • Bom controle do DMG • Nutrição • Saúde mental • • + USG OBSTÉTRICO
  • 8.
    PREDIÇÃO • COMPRIMENTO DECOLO UTERINO • USG 20 -24 semanas – 2 morfológico • Transvaginal – Medida do colo uterino <20 ou 25 mm • Associar com história obstétrica e fatores de risco • Estudo do Kings College: Colo curto: 10% • Prematuro extremo e precoce de 60-80%. Prematuro tardio: 30% • Rastreio universal?
  • 9.
    COLO CURTO ENTRE20-24 SEMANAS 16-25 mm 4% 11-15 mm 16% 6-10 mm 22% 1-5 mm 70% Colo Parto <34 40-45 mm 0.4% 36-40 mm 0.6% 31-35 mm 0.8% 26-30 mm 1.3% Risk of delivery <34 wks (%) Cervical length (mm) 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 0 10 20 30 40 50 60 N=58,807 Incidência de parto espontâneo <34 semanas  ~ 2%
  • 10.
  • 11.
    PROGESTERONA • Prevenção: • Colouterino <20 mm OU prematuro anterior • Progesterona micronizada via vaginal 200 mg ao dia • A partir de 16-24 semanas até 34- 37 sem • Diminui chance de recorrência do TPP em 35% • Diminui em 50% o início do trabalho de parto prematuro • Gemelar?
  • 12.
    TRABALHO DE PARTOPREMATURO DIAGNÓSTICO • + > 2 contrações em 10 minutos Dilatação 2 cm OU 80% apagado
  • 13.
    TESTE DA FIBRONECTINA •Paciente sintomática • Guia a internação • Prevê parto prematuro em 7 dias • Valor preditivo NEGATIVO Contrações esparsas + Membranas íntegras Colo < 20 mm Internação, tocólise, ATB, corticoide Colo 20-29 mm Teste da fibronectina Colo > 30 mm Acompanhar ambulatorialmente
  • 14.
    CONDUTA: IDADE GESTACIONAL XSOFRIMENTO FETAL X CORIOAMNIONITE Avaliação fetal: Ausculta, USG Sofrimento fetal = PARTO Idade gestacional: < 24 sem – individualizar 24 – 34 sem – Protocolo – internação, tocólise, corticoide, atb >34 sem = PARTO
  • 15.
    • Sofrimento fetalou corioamnionite = PARTO IMEDIATO Corioamnionite Febre + 2 Leucocitose Líquido fétido Taquicardia fetal ou materna Dor uterina
  • 16.
    CORTICOIDE Uso: 24- 34semanas se risco de parto em 7 dias Dimui mortalidade (31%), síndrome do desconforto respiratório (34%), hemorragia intraventricular, (46%) enterocolite necrotizante (54%) Betametasona 12 mg IM 24/24h durante 2 dias Dexametasona 6 mg IM 1212h durante 2 dias Nascimento: de 24h após a última dose até 1 semana. Se > 14 dias, novo risco de PP, avaliar resgate Obs: 34 – 36+6 (pode usar, mas não atrasar o parto por isso) Usuárias de corticoide crônico, diabéticas Leucocitose: atrapalha avaliar corioamnionite
  • 17.
    TOCÓLISE • Indicação: Durante48h, até completar o corticoide. • Tocolítico isolado NÃO MELHORA MORTALIDADE • Contraindicações: Sofrimento fetal agudo, corioamnionite, anomalia fetal letal, dilatação > 4 cm, doença materna descompensada, RPMO (questionável) • Nifedipino: ESCOLHA • Ataque 30 mg VO+ Manutenção 20 mg 4-6h VO • Contraindicação: Cardiopatia (insuf aótica) e Hipotensão • Betamiméticos: Salbutamol, Ritodrina, Terbutalina • Contraindicação: Cardiopat, EAP prévio, DM descompensada • Efeito colateral: taquicardia
  • 18.
    TOCÓLISE • Indometacina: inibidorda COX • Contraindicação- >32 sem por risco de fechamento precoce de ducto arterioso • Coagulopatia, plaquetopenia, úlcera péptica, insuficiencia renal, asma, disfunção hepática • Atosibana: Antagonista do receptor da ocitocina • Mínimos efeitos colaterais e SEM contraindicações • $$$
  • 19.
    SULFATO DE MAGNÉSIO •Diminui morbidade neurológica, risco de paralisia cerebral • < 32 semanas • 4h antes do parto • Contraindicação: miastenia gravis • Ataque: 4-6 gramas. Manutenção: 1-2 gr por hora até clampear cordão • Não é tocolítico
  • 20.
    E O GBS? •Parto < 37 semanas = Profilaxia GBS • Penicilina cristalina – Ataque 5.000.000 iv + Manutenção 2.500.000 iv 4/4h • Ampicilina – Ataque 2g IV + 1g IV de 4/4h • Coleta do swab na admissão! E O GBS? • Parto < 37 semanas = Profilaxia GBS • Penicilina cristalina –Ataque 5.000.000 iv + Manutenção 2.500.000 iv 4/4h • Ampicilina–Ataque 2g IV + 1g IV de 4/4h • Coleta do swab naadmissão!
  • 21.
    2/10/30 + 2cmou 80% Corioamnionite ou SFA Parto IG < 24 sem Individualizar com a família 24-34 sem Tocólise, Corticoide, ATB, Sulfato Mg > 34 sem Parto
  • 22.
    CASO CLÍNICO • Gestante,IG 31 + 4 sem, GIII PIIN A0, DMG em dieta, HAC, queixa-se de dor em BV. Partos anteriores com 36 semanas. • Ao exame: AFU 30 cm, TUN, MS 3/10/15’’, BCF 155 bpm • TV: colo posterior, 2 cm, 70% apagado, cef, BI. • EE: secreção vaginal acinzentada, com odor fétido, bolhosa • CONDUTA?
  • 23.
    • Internação? • Fibronectinateria valor? • Tocólise? • Corticoide? • Sulfato? • ATB? • Algo a mais?? SIM- 02 cm dilatação + 3 contrações em 10 min Se dúvida diagnóstica Nifedipino Ataque 30 mg VO+ Manutenção 20 mg 4-6h VO Betametasona 12 mg IM 1x ao dia por 2 dias SIM! < 32 sem Tratar a vaginose Coletar GBS Penicilina cristalina 5 mi + 2,5 4/4h
  • 24.
    QUIPP • Sintomas deTPP • Nega cirurgias cervicais prévias • Parto anterior prematuro • Membranas íntegras • 01 feto • IG 31 + 4 sem • Compr cervical no morfo: 20 mm
  • 25.
    PARABÉNS! A tocólise funcionou,paciente ficou bem e o bebê nasceu com 37 semanas de PN, foi direto para o colo da mãe.
  • 26.
  • 27.
    BIBLIOGRAFIA • Practice BulletinNo. 171. (2016). Obstetrics & Gynecology, 128(4), e155– e164.doi:10.1097/aog.0000000000001711 • Prediction and Prevention of Spontaneous Preterm Birth: ACOG Practice Bulletin, Number 234 • American College of Obstetricians and Gynecologists' Committee on Practice Bulletins—Obstetrics Collaborators expand PMID: 34293771 • Harrison MS, Goldenberg RL, Global burden of prematurity, Seminars in Fetal & Neonatal Medicine (2015) • Pathophysiology of preterm labor with intact membranes Asha N. Talati, MDa, David N. Hackney, MD, MSa,b, and Sam Mesiano, PhDa,b,n • Drugs for the Treatment and Prevention of Preterm Labor • Soha S. Patel, MD, MS, MSPHa,*, Jack Ludmir, MDb • Celik et al. UOG. 2008;31:549-54.

Notas do Editor

  • #6 Via fosforilação PR-A, ativa PR-B, retira a progesterona, com sua ação anti-inflamatória, o que aumenta prostaglandinas e interleucinas. From a scientific perspective, spontaneous term birth is gener- ally considered the result of a complex interplay of factors leading to the activation of fetal and maternal tissues resulting in the release of mediators such as prostaglandins and interleukins, which stimulate myometrial contractions and/or the rupture of fetal membranes [11]. These pathways can become activated by a pathologic insult such as inflammation/infection, hemorrhage, uterine distention, and stress or immune dysregulation that, through decidual and fetal membrane activation, can lead to cer- vical ripening, contractions, membrane rupture and PTB [11]. Multiple molecular mechanisms that culminate in the PTB process are influenced by genetic, epigenetic, biological, behavioral, social, clinical, and environmental risk factors [11]. Of particular interest in LMICs is infection as a major factor in activation of the preterm birth pathways. The burden of infection appears to be much greater in mothers in LMICs.