Contributos para reflexão sobre  o futuro da Praça Melo Freitas tertúlia dos Amigosd’Avenida,  17 Fevereiro 10 ‘ os cidadãos a pensar o futuro da sua cidade!’  http://amigosdavenida.blogs.sapo.pt/
[sobre a Praça Melo Freitas] Qual o papel que a Praça Melo Freitas desempenha na cidade? Qual a relação entre a Praça Melo Freitas e a Beira-mar?  Que actividades aí ocorrem e quem as frequenta? Que problemas ou limitações o espaço oferece? E que potenciais por explorar?  Porque se justifica uma intervenção na Praça? Quais os princípios orientadores dessa intervenção? Qual o contributo do Manifesto do Espaço Público (Amigosd'Avenida)?  Quais os contributos que Plano Estratégico de Aveiro dá para ajudar a equacionar o futuro da Praça Melo Freitas?  Que dinâmicas económicas e sociais da cidade podem ser canalizadas para equacionar o futuro da Praça?  Qual a natureza das propostas de intervenção a sugerir? Que programas funcionais?
A praça no contexto da cidade! Porta de entrada do Bairro do Beira-mar Confluência das circuitos culturais e de lazer da cidade local de encontro 1
Esta não é uma praça qualquer! 2
O manifesto pelo espaço público Trazer as pessoas para a rua .  Promover a apropriação do espaço público .  Incrementar a interacção social .  Assegurar a diversidade de actividades artísticas e culturais no espaço público .  Criar momentos de experimentação .  Valorizar a memória da cidade .  Incutir um sentido de responsabilidade social na animação do espaço público .  Aproveitar o espaço público como veículo de divulgação e promoção da actividade artística, cultural e de divulgação científica .. Garantir um espaço público inclusivo e com adequado equipamento urbano .  Assegurar a ligação dos espaços públicos ‘em rede’ .  Projecto Cinematográfico ‘Aqui! Here!’  Cineclube Avanca 3
A Câmara Municipal de Aveiro lançou no final do ano passado (18 Dezembro) um concurso para ‘a requalificação do vazio da Praça Melo Freitas ’ (espaço antigamente ocupado pela Sapataria Loureiro), cuja contrapartida oferecida ao vencedor do concurso é a exploração publicitária do espaço, por um período máximo de cinco anos. As propostas foram entregues no passado dia 7 de Janeiro (o que perfaz um total de   catorze dias úteis para a elaboração das propostas ).  Em resposta a esta situação, e tendo em conta a importância cultural e história da Praça Joaquim de Melo Freitas, para onde se perspectiva a intervenção ,  meia centena de cidadãos de Aveiro subscreveram um abaixo-assinado   (enviada à autarquia a 6 de Janeiro) onde se manifestava apreensão face ao objecto de concurso (arranjo do espaço público em face de contrapartida publicitária) e metodologia seguida (período curto entre Natal e os Reis), e   se solicitava ao executivo municipal a ponderação de todo o processo de concurso acima referido e o lançamento de uma nova iniciativa   que se afirmasse ‘como uma verdadeira oportunidade de mobilizar a energia criativa da comunidade aveirense’.   Esta proposta não foi aceite! Argumento: Solução transitória e novo concurso em breve 3
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  dúvidas sobre processo (subscritas por mais de 100 cidadãos) O Caderno de Encargos é omisso em considerações sobre o papel da Praça Melo Freitas na cidade; Ausência de reflexão sobre o conceito fragiliza o programa funcional da intervenção; A empresa projectista vai explorar a publicidade do espaço; A solução provisória é proposta para um máximo de cinco anos de vigência; A solução projectual com contrapartida publicitária e fornecimento de equipamento/mobiliário urbana e o reduzido período do concurso poderá ter limitado a participação; Ignorando a participação cívica na sua formulação, elimina um dos potenciais de mobilização da comunidade para reflectir sobre a cidade e para participar na resolução dos seus problemas. Ignora, na sua concepção, o  ‘Manifesto por uma política de animação e qualificação do espaço público’ , produzido pelos Amigosd’Avenida e que mereceu o apoio e aplauso do então e actual Presidente da CM de Aveiro 1) sessão pública de apresentação e discussão do conceito de intervenção, do seu programa funcional e das propostas resultantes do Concurso 2) Início da reflexão pública sobre o Caderno de Encargos (objectivos e programa funcional) 3
A praça incompleta! 4/5/6
Aveiro tem fortes recursos no domínio das artes contemporâneas (design, teatro, música, pintura, fotografia, cerâmica artística), com investigação e formação (UA), com empresas e projectos relevantes. Para além disso, é um dos centros reconhecidos pela competência nos domínios das tecnologias (cluster das TICE ligado à INOVARIA). Infelizmente, não temos sabido tirar partido das interfaces entre estes domínios e o espaço físico da cidade (o desígnio - uma cidade do design, das artes e das tecnologias). A praça Melo Freitas e o seu edifício do Vazio poderia ser uma peça relevante deste cruzamento entre a história e a contemporaneidade, entre as artes e as tecnologias, podendo funcionar como uma mostra da energia criativa que a cidade/região são capazes de produzir e que muitos de nós desconhecem. Estas preocupações vão também ao encontro dos princípios do Manifesto; O novo edifício podia assumir como desígnio programático apoiar a implementação dos princípios do Manifesto pelo Espaço Público; Esta proposta articula-se com ideias do Plano Estratégico do Concelho de Aveiro (design, tecnologia e cultura) O novo edifício e seu programa funcional 4/5/6

PraçA Melo Freitas Vf

  • 1.
    Contributos para reflexãosobre o futuro da Praça Melo Freitas tertúlia dos Amigosd’Avenida, 17 Fevereiro 10 ‘ os cidadãos a pensar o futuro da sua cidade!’ http://amigosdavenida.blogs.sapo.pt/
  • 2.
    [sobre a PraçaMelo Freitas] Qual o papel que a Praça Melo Freitas desempenha na cidade? Qual a relação entre a Praça Melo Freitas e a Beira-mar? Que actividades aí ocorrem e quem as frequenta? Que problemas ou limitações o espaço oferece? E que potenciais por explorar? Porque se justifica uma intervenção na Praça? Quais os princípios orientadores dessa intervenção? Qual o contributo do Manifesto do Espaço Público (Amigosd'Avenida)? Quais os contributos que Plano Estratégico de Aveiro dá para ajudar a equacionar o futuro da Praça Melo Freitas? Que dinâmicas económicas e sociais da cidade podem ser canalizadas para equacionar o futuro da Praça? Qual a natureza das propostas de intervenção a sugerir? Que programas funcionais?
  • 3.
    A praça nocontexto da cidade! Porta de entrada do Bairro do Beira-mar Confluência das circuitos culturais e de lazer da cidade local de encontro 1
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    Esta não éuma praça qualquer! 2
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    O manifesto peloespaço público Trazer as pessoas para a rua . Promover a apropriação do espaço público . Incrementar a interacção social . Assegurar a diversidade de actividades artísticas e culturais no espaço público . Criar momentos de experimentação . Valorizar a memória da cidade . Incutir um sentido de responsabilidade social na animação do espaço público . Aproveitar o espaço público como veículo de divulgação e promoção da actividade artística, cultural e de divulgação científica .. Garantir um espaço público inclusivo e com adequado equipamento urbano . Assegurar a ligação dos espaços públicos ‘em rede’ . Projecto Cinematográfico ‘Aqui! Here!’ Cineclube Avanca 3
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    A Câmara Municipalde Aveiro lançou no final do ano passado (18 Dezembro) um concurso para ‘a requalificação do vazio da Praça Melo Freitas ’ (espaço antigamente ocupado pela Sapataria Loureiro), cuja contrapartida oferecida ao vencedor do concurso é a exploração publicitária do espaço, por um período máximo de cinco anos. As propostas foram entregues no passado dia 7 de Janeiro (o que perfaz um total de catorze dias úteis para a elaboração das propostas ). Em resposta a esta situação, e tendo em conta a importância cultural e história da Praça Joaquim de Melo Freitas, para onde se perspectiva a intervenção , meia centena de cidadãos de Aveiro subscreveram um abaixo-assinado (enviada à autarquia a 6 de Janeiro) onde se manifestava apreensão face ao objecto de concurso (arranjo do espaço público em face de contrapartida publicitária) e metodologia seguida (período curto entre Natal e os Reis), e se solicitava ao executivo municipal a ponderação de todo o processo de concurso acima referido e o lançamento de uma nova iniciativa que se afirmasse ‘como uma verdadeira oportunidade de mobilizar a energia criativa da comunidade aveirense’. Esta proposta não foi aceite! Argumento: Solução transitória e novo concurso em breve 3
  • 7.
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    dúvidassobre processo (subscritas por mais de 100 cidadãos) O Caderno de Encargos é omisso em considerações sobre o papel da Praça Melo Freitas na cidade; Ausência de reflexão sobre o conceito fragiliza o programa funcional da intervenção; A empresa projectista vai explorar a publicidade do espaço; A solução provisória é proposta para um máximo de cinco anos de vigência; A solução projectual com contrapartida publicitária e fornecimento de equipamento/mobiliário urbana e o reduzido período do concurso poderá ter limitado a participação; Ignorando a participação cívica na sua formulação, elimina um dos potenciais de mobilização da comunidade para reflectir sobre a cidade e para participar na resolução dos seus problemas. Ignora, na sua concepção, o ‘Manifesto por uma política de animação e qualificação do espaço público’ , produzido pelos Amigosd’Avenida e que mereceu o apoio e aplauso do então e actual Presidente da CM de Aveiro 1) sessão pública de apresentação e discussão do conceito de intervenção, do seu programa funcional e das propostas resultantes do Concurso 2) Início da reflexão pública sobre o Caderno de Encargos (objectivos e programa funcional) 3
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  • 10.
    Aveiro tem fortesrecursos no domínio das artes contemporâneas (design, teatro, música, pintura, fotografia, cerâmica artística), com investigação e formação (UA), com empresas e projectos relevantes. Para além disso, é um dos centros reconhecidos pela competência nos domínios das tecnologias (cluster das TICE ligado à INOVARIA). Infelizmente, não temos sabido tirar partido das interfaces entre estes domínios e o espaço físico da cidade (o desígnio - uma cidade do design, das artes e das tecnologias). A praça Melo Freitas e o seu edifício do Vazio poderia ser uma peça relevante deste cruzamento entre a história e a contemporaneidade, entre as artes e as tecnologias, podendo funcionar como uma mostra da energia criativa que a cidade/região são capazes de produzir e que muitos de nós desconhecem. Estas preocupações vão também ao encontro dos princípios do Manifesto; O novo edifício podia assumir como desígnio programático apoiar a implementação dos princípios do Manifesto pelo Espaço Público; Esta proposta articula-se com ideias do Plano Estratégico do Concelho de Aveiro (design, tecnologia e cultura) O novo edifício e seu programa funcional 4/5/6