Política Estadual de Fortalecimento da Atenção Primária
Nesta apresentação Resumo da Política em vigor (Portaria 720/2007) Por que reformular a Política atual? Quais as diretrizes que devem orientar a reformulação?
Portaria 720/2007 Reafirma a Estratégia SF como modelo para a reorganização da APS no SUS Define áreas prioritárias Cria incentivo financeiro para ESF certificadas Insumos estratégicos para ESF certificadas Aperfeiçoamento dos recursos humanos Cria condições para a continuidade do repasse
Portaria 720/2007 Avanços Ampliação da discussão sobre qualificação para as áreas técnicas Repasse financeiro aos municípios (contrapartida estadual) Induziu movimentos de melhoria (ainda que superficial) no serviço, basicamente em infra-estrutura e implantação de ESB Limitações Limitou as ações de monitoramento na SES à certificação de ESF O Estado limita sua atuação às ESF certificadas, teoricamente já estruturadas Ações pontuais, apenas 5 indicadores de acompanhamento Requisitos limitam a difusão da proposta Instrumento denso dificulta a coleta e análise dos dados
Por que reformular? Poucos municípios tiveram equipes certificadas Municípios com ESF certificadas
Por que reformular? O recurso financeiro concentrou-se nas regiões mais favorecidas do estado
Por que reformular? O recurso financeiro concentrou-se nas regiões mais favorecidas do estado
Por que reformular? Os municípios com equipes certificadas não melhoraram seu desempenho após a certificação
Diretrizes para a reformulação da Política Estadual de Fortalecimento da APS Fortalecer  o papel do estado em relação ao monitoramento e avaliação Descentralizar  as ações de monitoramento e avaliação para as regionais de saúde Oferecer  oportunidade  de qualificação a todos os municípios Instituir rotina de  acompanhamento  das ações de qualificação da APS nos municípios Aumentar o valor do recurso  disponibilizado aos municípios Instituir  componentes de  financiamento basal  ( per capita )  e   por desempenho
Nova proposta de financiamento Piso Estadual da Atenção Primária à Saúde (PEAPS) Piso geral: contempla todos os municípios do estado, R$ 0,48  per capita /ano Piso IDH: 168 municípios com IDH menor que 0,705 (PE), R$ 1,44  per capita /ano Financiamento por desempenho municipal Valor calculado a partir do resultado em indicadores selecionados
Desempenho Municipal Cada município terá como teto um valor calculado em função dos recursos financeiros novos propostos para este fim (R$ 10 milhões)  mais os recursos financeiros já utilizados na certificação de ESF (R$ 4.408.000,00) dividido pelo número de ESF implantadas (R$ 7.516,00 por ESF) OBS: Nº de ESF = 1917 equipes (maior valor durante o ano de 2011)
Indicadores de desempenho Proporção de óbitos maternos e de mulheres em idade fértil Investigados  Proporção de Óbitos Infantis Investigados   Proporção de nascidos vivos de mães com 07 ou mais consultas de pré-natal   Proporção de portadores de Hipertensão Arterial acompanhados   Proporção de portadores de Diabetes mellitus acompanhados   Razão entre exames citopatológicos cérvico-vaginais em mulheres de 25 a 59 anos e a população feminina nesta faixa etária   Percentual de cura de casos novos de Hanseníase   Percentual de cura de casos novos de tuberculose pulmonar bacilífera   Cobertura vacinal com a vacina tetravalente (DPT+HIB) em crianças menores de um ano   Percentual de desnutrição em crianças menores de 2 anos
Avaliação do desempenho Cada indicador terá 3 faixas de desempenho, que corresponderão a 5, 7,5 ou 10 pontos A soma da pontuação nos 10 indicadores dará o valor percentual que deverá ser repassado ao município (tomando como referência o teto) O município que não alcançar o menor valor da menor faixa em um dos indicadores não fará jus ao incentivo de desempenho.
Avaliação do desempenho   Faixa 1 Faixa 2 Faixa 3   Mín Máx Mín Máx Mín Máx HAS 68 <80 80 <90 90 100 DM 70 <80 80 <90 90 100 Hansen 30 <65 65 <85 85 100 TB 5 <65 65 <85 85 100 CCV 10 <30 30 <80 80 63 PN 22 <50 50 <90 90 79 Óbitos MIF 6 <30 30 <75 75 100 Óbitos inf 5 <30 30 <75 75 100 Tetra 68 <75 75 <95 95 100 Desnutrição 12 <6 6 <1,7 1,7 0,3
SECRETARIA DE SAÚDE DO ESTADO DE PERNAMBUCO SECRETARIA EXECUTIVA DE ATENÇÃO À SAÚDE Superintendência de Atenção Primária Gerência de Expansão e Qualificação da Atenção Primária

Pol est aps 17 out

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    Política Estadual deFortalecimento da Atenção Primária
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    Nesta apresentação Resumoda Política em vigor (Portaria 720/2007) Por que reformular a Política atual? Quais as diretrizes que devem orientar a reformulação?
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    Portaria 720/2007 Reafirmaa Estratégia SF como modelo para a reorganização da APS no SUS Define áreas prioritárias Cria incentivo financeiro para ESF certificadas Insumos estratégicos para ESF certificadas Aperfeiçoamento dos recursos humanos Cria condições para a continuidade do repasse
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    Portaria 720/2007 AvançosAmpliação da discussão sobre qualificação para as áreas técnicas Repasse financeiro aos municípios (contrapartida estadual) Induziu movimentos de melhoria (ainda que superficial) no serviço, basicamente em infra-estrutura e implantação de ESB Limitações Limitou as ações de monitoramento na SES à certificação de ESF O Estado limita sua atuação às ESF certificadas, teoricamente já estruturadas Ações pontuais, apenas 5 indicadores de acompanhamento Requisitos limitam a difusão da proposta Instrumento denso dificulta a coleta e análise dos dados
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    Por que reformular?Poucos municípios tiveram equipes certificadas Municípios com ESF certificadas
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    Por que reformular?O recurso financeiro concentrou-se nas regiões mais favorecidas do estado
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    Por que reformular?O recurso financeiro concentrou-se nas regiões mais favorecidas do estado
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    Por que reformular?Os municípios com equipes certificadas não melhoraram seu desempenho após a certificação
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    Diretrizes para areformulação da Política Estadual de Fortalecimento da APS Fortalecer o papel do estado em relação ao monitoramento e avaliação Descentralizar as ações de monitoramento e avaliação para as regionais de saúde Oferecer oportunidade de qualificação a todos os municípios Instituir rotina de acompanhamento das ações de qualificação da APS nos municípios Aumentar o valor do recurso disponibilizado aos municípios Instituir componentes de financiamento basal ( per capita ) e por desempenho
  • 10.
    Nova proposta definanciamento Piso Estadual da Atenção Primária à Saúde (PEAPS) Piso geral: contempla todos os municípios do estado, R$ 0,48 per capita /ano Piso IDH: 168 municípios com IDH menor que 0,705 (PE), R$ 1,44 per capita /ano Financiamento por desempenho municipal Valor calculado a partir do resultado em indicadores selecionados
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    Desempenho Municipal Cadamunicípio terá como teto um valor calculado em função dos recursos financeiros novos propostos para este fim (R$ 10 milhões) mais os recursos financeiros já utilizados na certificação de ESF (R$ 4.408.000,00) dividido pelo número de ESF implantadas (R$ 7.516,00 por ESF) OBS: Nº de ESF = 1917 equipes (maior valor durante o ano de 2011)
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    Indicadores de desempenhoProporção de óbitos maternos e de mulheres em idade fértil Investigados Proporção de Óbitos Infantis Investigados Proporção de nascidos vivos de mães com 07 ou mais consultas de pré-natal Proporção de portadores de Hipertensão Arterial acompanhados Proporção de portadores de Diabetes mellitus acompanhados Razão entre exames citopatológicos cérvico-vaginais em mulheres de 25 a 59 anos e a população feminina nesta faixa etária Percentual de cura de casos novos de Hanseníase Percentual de cura de casos novos de tuberculose pulmonar bacilífera Cobertura vacinal com a vacina tetravalente (DPT+HIB) em crianças menores de um ano Percentual de desnutrição em crianças menores de 2 anos
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    Avaliação do desempenhoCada indicador terá 3 faixas de desempenho, que corresponderão a 5, 7,5 ou 10 pontos A soma da pontuação nos 10 indicadores dará o valor percentual que deverá ser repassado ao município (tomando como referência o teto) O município que não alcançar o menor valor da menor faixa em um dos indicadores não fará jus ao incentivo de desempenho.
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    Avaliação do desempenho  Faixa 1 Faixa 2 Faixa 3   Mín Máx Mín Máx Mín Máx HAS 68 <80 80 <90 90 100 DM 70 <80 80 <90 90 100 Hansen 30 <65 65 <85 85 100 TB 5 <65 65 <85 85 100 CCV 10 <30 30 <80 80 63 PN 22 <50 50 <90 90 79 Óbitos MIF 6 <30 30 <75 75 100 Óbitos inf 5 <30 30 <75 75 100 Tetra 68 <75 75 <95 95 100 Desnutrição 12 <6 6 <1,7 1,7 0,3
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