O documento discute as duas principais teorias sobre a origem do petróleo e gás natural: a teoria dos combustíveis fósseis, que propõe que esses recursos são derivados de restos de organismos vivos, e a teoria abiótica, que argumenta que eles se originam de processos geológicos sem relação com vida. A teoria abiótica é criticada por não explicar fenômenos geológicos, levando alguns pesquisadores a concluir que petróleo, gás e carvão não são combustíveis fósseis. O texto também menciona a composição química do gás natural, destacando o metano como seu principal componente.