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PANORAMA ENERGÉTICO
BRASILEIRO: TRANSMISSÃO E
DISTRIBUIÇÃO NO BRASIL COM FOCO
EM GOIÁS
Diego Moraes de Carvalho
Rafael Franco Silveira
PANORAMA ENERGÉTICO
BRASILEIRO
O SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL (SIN)
 Possui características que permite torná-lo único
  em âmbito mundial
 Com forte predominância de usinas hidrelétricas

 É um sistema de produção, transmissão e
  distribuição de energia elétrica
 Registra-se que apenas 3,4% da capacidade de
  produção de energia elétrica do Brasil esteja fora
  dele



                                                       3
OPERADOR NACIONAL DO SISTEMA (ONS)
 Dadas as dimensões do SIN o ONS tem papel de
  coordená-lo
 Garantindo que a energia chegue a todos com
  qualidade e segurança
 Tem por operação básica a gestão dos recursos
  energéticos
 Conta com cinco centros de operação espalhados
  por todo o Brasil para cumprir sua função de
  supervisão e controle


                                                   4
SISTEMA DE TRANSMISSÃO DE ENERGIA
ELÉTRICA BRASILEIRO

 A rede de transmissão alcançou no final de 2010
  os 100 mil Km de extensão
 Tem por finalidade ligar as usinas geradoras às
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 Cerca de 59 mil Km de linhas são do grupo
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                                                    5
SISTEMA INTERLIGADO DE TRANSMISSÃO
BRASILEIRO – MAPA ANTIGO




                                     6
SUBESTAÇÕES DE TRANSMISSÃO NO SIN




                                    7
SISTEMA INTERLIGADO DE TRANSMISSÃO
BRASILEIRO ATUALIZADO




                                     8
PRINCIPAIS CONCESSIONARIAS DE
TRANSMISSÃO




                                9
SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA
ELÉTRICA BRASILEIRO

 É regulado pela Aneel, Agencia Nacional de
  Energia Elétrica, que se orienta pelas leis
  aprovadas pelo Congresso
 Operado por 63 concessionarias sendo que:



Norte  9
Nordeste11
Centro-Oeste5
Sudeste21
Sul17
                                                10
CONCESSIONÁRIAS BRASILEIRAS




                              11
MAIORES CONCESSIONARIAS POR
CONSUMO




                              12
CONSSESIONÁRIAS DE
TRANSMISSÃO E DISTRIBUIÇÃO
EM GOIÁS
CONCESSIONÁRIAS DE TRANSMISSÃO E
     DISTRIBUIÇÃO EM GOIÁS
         CELG  Atende 237 municípios, 98,7% do estado

Linhas de Transmissão                 Tensão   Extensão (km )
Paranaíba - Itumbiara                 230                       11,0                                       Potência
                                                                       Subestação          Tensão          Instalada
Cachoeira Dourada - Anhanguera        230                   194,7                                          (MVA)
Cachoeira Dourada - Planalto          230                    85,0      Águas Lindas        230/69 kV               50
Planalto - Anhanguera                 230                   113,0      Anhanguera          230/138/69 kV          250
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Goiânia Leste - Xavantes (Trecho 2) 230                         15,8   Goiânia Leste       230/13,8 kV            136
                                                                       Itapaci             230/69 kV               50
Xavantes - Bandeirantes (Trecho 1) 230                          20,0
                                                                       Palmeiras           230/69 kV               50
Xavantes - Bandeirantes (Trecho 2)    230                       15,8
                                                                       Paranaíba           230/69 kV              100
Xavantes - Bandeirantes L2 (trecho                                     Pirineus            230/138 kV             225
                                      230                       15,8
CELG)                                                                  Planalto            230/69 kV               42
Brasília Geral - Xavantes (trecho                                      Xavantes            230/138 kV             450
                                      230                       15,8
CELG)
Anhanguera - Palmeiras (trecho 1)     230                       11,8
Anhanguera - Palmeiras (trecho 2)     230                       70,0
Palmeiras - Firminópolis              230                       47,5                                              14
Barro Alto - Itapaci                  230                       67,8
Bandeirantes - Anhanguera             230                        0,0
Bandeirantes - Anhanguera             230                        0,0
CONCESSIONÁRIAS DE TRANSMISSÃO E
DISTRIBUIÇÃO EM GOIÁS
   CHESP (Companhia Hidroelétrica São Patrício)  Carmo
    do Rio Verde, Ceres, Ipiranga de Goiás, região do povoado
    de Monte Castelo no Município de Jaraguá, Nova Glória,
    Rialma, Rianápolis, Santa Isabel, Uruana e São Patrício.

   PCH São Patrício com capacidade instalada de 3,14 MW;
   Uma linha de transmissão isolada para 69 kV
   Um anel em 34,5 kV que interliga a Subestação Rialma às
    Subestações de Carmo do Rio Verde, Uruana, PCH São
    Patrício e Rianápolis;
   2.243,1 km de linhas e redes isoladas para 15 kV;
   376,7 km de redes de baixa tensão 380/220 V;
   Subestação de Jardim Paulista de 69/13,8 kV com 1 Trafo     15
    de 7,5/10 MVA;
   281 subestações transformadoras de 13,8 kV para 380/220V
CONCESSIONÁRIAS DE TRANSMISSÃO E
DISTRIBUIÇÃO DO DISTRITO FEDERAL
 Companhia Energética de Brasília (CEB)
 Furnas Centrais Elétricas S.A.

 A capacidade instalada é de 2137MVA.

 A extensão das linhas em 34.5, 69 e 138kV é
  915km.
 Constitui-se atualmente de 33 subestações, sendo
  14 alimentadas em 138 kV, 05 em 69 kV, 14 em
  34,5 kV
 O suprimento de energia ao Distrito Federal é
  realizado, principalmente, por Furnas Centrais
  Elétricas S.A.                                     16
CONCESSIONÁRIAS DE TRANSMISSÃO E
DISTRIBUIÇÃO – GOIÁS/DF




                                   17
PEQUENAS CENTRAIS
HIDRELÉTRICAS - PCH
PEQUENAS CENTRAIS HIDRELÉTRICAS -
PCH
   Capacidade instalada seja superior a 1 MW e
    inferior a 30 MW;

   Área do reservatório deve ser inferior a 3 km²;

   Normalmente opera a fio d'água;

   Resultam em menores impactos ambientais ;

   Em rios de pequeno e médio porte que possuam
                                                      19
    desníveis significativos
PEQUENAS CENTRAIS HIDRELÉTRICAS –
PCH - GOIÁS




                                    20
BIBLIOGRAFIA
   http://www.brasil.gov.br/sobre/economia/energia/setor
    -eletrico/sistema-interligado-nacional
   http://www.brasil.gov.br/sobre/economia/energia/setor
    -eletrico/sistemas-isolados
   http://www3.aneel.gov.br/atlas/atlas_1edicao/atlas/asp
    ectos_institucionais/10_2_configuracao.html
   http://www.brasil.gov.br/sobre/economia/energia/setor
    -eletrico/transmissao
   http://www.brasil.gov.br/sobre/economia/energia/setor
    -eletrico/distribuicao
   http://www.ons.org.br/download/biblioteca_virtual/pu
    blicacoes/dados_relevantes_2009/02-Sistema-de-
    Transmissao-2009-2012.html
   http://www.ons.org.br/download/biblioteca_virtual/pu
    blicacoes/dados_relevantes_2009/02-Sistema-de-           21
    Transmissao-2009-2012.html
BIBLIOGRAFIA
   http://www.aneel.gov.br/aplicacoes/capacidadebrasil/G
    eracaoTipoFase.asp?tipo=5&fase=3
   http://www.aneel.gov.br/area.cfm?idArea=77
   http://celgd.celg.com.br/
   http://gt.celg.com.br
   https://av.celg.com.br/
   http://chesp.com.br/site2/
   http://www.ceb.com.br/
   http://pch.com.br/investir/principal.htm
   http://www.brasilpch.com.br/
                                                            22
PANORAMA ENERGÉTICO
BRASILEIRO: TRANSMISSÃO E
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Panorama energético brasileiro transmissão e distribuição no brasil com foco em goiás

  • 1. PANORAMA ENERGÉTICO BRASILEIRO: TRANSMISSÃO E DISTRIBUIÇÃO NO BRASIL COM FOCO EM GOIÁS Diego Moraes de Carvalho Rafael Franco Silveira
  • 3. O SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL (SIN)  Possui características que permite torná-lo único em âmbito mundial  Com forte predominância de usinas hidrelétricas  É um sistema de produção, transmissão e distribuição de energia elétrica  Registra-se que apenas 3,4% da capacidade de produção de energia elétrica do Brasil esteja fora dele 3
  • 4. OPERADOR NACIONAL DO SISTEMA (ONS)  Dadas as dimensões do SIN o ONS tem papel de coordená-lo  Garantindo que a energia chegue a todos com qualidade e segurança  Tem por operação básica a gestão dos recursos energéticos  Conta com cinco centros de operação espalhados por todo o Brasil para cumprir sua função de supervisão e controle 4
  • 5. SISTEMA DE TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA BRASILEIRO  A rede de transmissão alcançou no final de 2010 os 100 mil Km de extensão  Tem por finalidade ligar as usinas geradoras às subestações de distribuição  Cerca de 59 mil Km de linhas são do grupo Eletrobrás 5
  • 6. SISTEMA INTERLIGADO DE TRANSMISSÃO BRASILEIRO – MAPA ANTIGO 6
  • 8. SISTEMA INTERLIGADO DE TRANSMISSÃO BRASILEIRO ATUALIZADO 8
  • 10. SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA BRASILEIRO  É regulado pela Aneel, Agencia Nacional de Energia Elétrica, que se orienta pelas leis aprovadas pelo Congresso  Operado por 63 concessionarias sendo que: Norte  9 Nordeste11 Centro-Oeste5 Sudeste21 Sul17 10
  • 13. CONSSESIONÁRIAS DE TRANSMISSÃO E DISTRIBUIÇÃO EM GOIÁS
  • 14. CONCESSIONÁRIAS DE TRANSMISSÃO E DISTRIBUIÇÃO EM GOIÁS  CELG  Atende 237 municípios, 98,7% do estado Linhas de Transmissão Tensão Extensão (km ) Paranaíba - Itumbiara 230 11,0 Potência Subestação Tensão Instalada Cachoeira Dourada - Anhanguera 230 194,7 (MVA) Cachoeira Dourada - Planalto 230 85,0 Águas Lindas 230/69 kV 50 Planalto - Anhanguera 230 113,0 Anhanguera 230/138/69 kV 250 Anhanguera - Goiânia Leste 230 12,4 Cachoeira Dourada 230/138 kV 220 Goiânia Leste - Xavantes (Trecho 1) 230 11,2 Firminópolis 230/69 kV 150 Goiânia Leste - Xavantes (Trecho 2) 230 15,8 Goiânia Leste 230/13,8 kV 136 Itapaci 230/69 kV 50 Xavantes - Bandeirantes (Trecho 1) 230 20,0 Palmeiras 230/69 kV 50 Xavantes - Bandeirantes (Trecho 2) 230 15,8 Paranaíba 230/69 kV 100 Xavantes - Bandeirantes L2 (trecho Pirineus 230/138 kV 225 230 15,8 CELG) Planalto 230/69 kV 42 Brasília Geral - Xavantes (trecho Xavantes 230/138 kV 450 230 15,8 CELG) Anhanguera - Palmeiras (trecho 1) 230 11,8 Anhanguera - Palmeiras (trecho 2) 230 70,0 Palmeiras - Firminópolis 230 47,5 14 Barro Alto - Itapaci 230 67,8 Bandeirantes - Anhanguera 230 0,0 Bandeirantes - Anhanguera 230 0,0
  • 15. CONCESSIONÁRIAS DE TRANSMISSÃO E DISTRIBUIÇÃO EM GOIÁS  CHESP (Companhia Hidroelétrica São Patrício)  Carmo do Rio Verde, Ceres, Ipiranga de Goiás, região do povoado de Monte Castelo no Município de Jaraguá, Nova Glória, Rialma, Rianápolis, Santa Isabel, Uruana e São Patrício.  PCH São Patrício com capacidade instalada de 3,14 MW;  Uma linha de transmissão isolada para 69 kV  Um anel em 34,5 kV que interliga a Subestação Rialma às Subestações de Carmo do Rio Verde, Uruana, PCH São Patrício e Rianápolis;  2.243,1 km de linhas e redes isoladas para 15 kV;  376,7 km de redes de baixa tensão 380/220 V;  Subestação de Jardim Paulista de 69/13,8 kV com 1 Trafo 15 de 7,5/10 MVA;  281 subestações transformadoras de 13,8 kV para 380/220V
  • 16. CONCESSIONÁRIAS DE TRANSMISSÃO E DISTRIBUIÇÃO DO DISTRITO FEDERAL  Companhia Energética de Brasília (CEB)  Furnas Centrais Elétricas S.A.  A capacidade instalada é de 2137MVA.  A extensão das linhas em 34.5, 69 e 138kV é 915km.  Constitui-se atualmente de 33 subestações, sendo 14 alimentadas em 138 kV, 05 em 69 kV, 14 em 34,5 kV  O suprimento de energia ao Distrito Federal é realizado, principalmente, por Furnas Centrais Elétricas S.A. 16
  • 17. CONCESSIONÁRIAS DE TRANSMISSÃO E DISTRIBUIÇÃO – GOIÁS/DF 17
  • 19. PEQUENAS CENTRAIS HIDRELÉTRICAS - PCH  Capacidade instalada seja superior a 1 MW e inferior a 30 MW;  Área do reservatório deve ser inferior a 3 km²;  Normalmente opera a fio d'água;  Resultam em menores impactos ambientais ;  Em rios de pequeno e médio porte que possuam 19 desníveis significativos
  • 20. PEQUENAS CENTRAIS HIDRELÉTRICAS – PCH - GOIÁS 20
  • 21. BIBLIOGRAFIA  http://www.brasil.gov.br/sobre/economia/energia/setor -eletrico/sistema-interligado-nacional  http://www.brasil.gov.br/sobre/economia/energia/setor -eletrico/sistemas-isolados  http://www3.aneel.gov.br/atlas/atlas_1edicao/atlas/asp ectos_institucionais/10_2_configuracao.html  http://www.brasil.gov.br/sobre/economia/energia/setor -eletrico/transmissao  http://www.brasil.gov.br/sobre/economia/energia/setor -eletrico/distribuicao  http://www.ons.org.br/download/biblioteca_virtual/pu blicacoes/dados_relevantes_2009/02-Sistema-de- Transmissao-2009-2012.html  http://www.ons.org.br/download/biblioteca_virtual/pu blicacoes/dados_relevantes_2009/02-Sistema-de- 21 Transmissao-2009-2012.html
  • 22. BIBLIOGRAFIA  http://www.aneel.gov.br/aplicacoes/capacidadebrasil/G eracaoTipoFase.asp?tipo=5&fase=3  http://www.aneel.gov.br/area.cfm?idArea=77  http://celgd.celg.com.br/  http://gt.celg.com.br  https://av.celg.com.br/  http://chesp.com.br/site2/  http://www.ceb.com.br/  http://pch.com.br/investir/principal.htm  http://www.brasilpch.com.br/ 22
  • 23. PANORAMA ENERGÉTICO BRASILEIRO: TRANSMISSÃO E DISTRIBUIÇÃO NO BRASIL COM FOCO EM GOIÁS Diego Moraes de Carvalho Rafael Franco Silveira