Paul Nobre UMA ANÁLISE DAS POLÍTICAS PÚBLICAS PARA A REDUÇÃO DA  MORBIMORTALIDADE  POR ACIDENTES DE TRÂNSITO COM FOCO NOS MOTOCICLISTAS EM SITUAÇÃO DE TRABALHO.
Objetivo A valiar a implementação do CTB, da Política Nacional de Trânsito e da PNRMAV em municípios de Pernambuco, estratificados por critério de população, com foco nos acidentes que envolvem motociclistas em situação de trabalho.
O ato de dirigir Fig. 1 -  Localização espacial dos elementos dos sistemas e subsistemas. Fonte: Petzhold (1987)  Dispositivos Informação Dispositivos Controle Motor Suspensão VEÍCULO Sinalização Pavimentação Iluminação Geometria VIA Poluição Segregação Intrusão Natureza CONDIÇÕES AMBIENTAIS Dirigente Normativo  Dirigente Executivo  Fabricante Construtor Técnico  HOMEM NÃO PARTICIPANTE Pedestre Fiscal HOMEM PARTICIPANTE Condutor Passageiro
Dados Epidemiológicos  35.000 mortos por ano (?) ; 100.000 deficientes; 400.000 feridos; Maioria entre 15 e 29 anos; < Expectativa de vida; 96 mortos por dia; 4 mortos por hora; Uma vítima fatal de 15 em 15  minutos; R$ 30.000.000.000,00 por ano.
Dados Epidemiológicos Fontes: Brasil : população: Anuário Estatístico DENATRAN 2004; Vítimas Fatais: MS (SIM) *  **DENATRAN mortos in loco.  Outros países: CARE (http:europa.eu)  mortos até 30 dias.   5,6 3.368 33 60 Reino Unido    7,1 5.842 54 82 Alemanha    9,3 5.530 37 60 França   14,5 42.636 245 294 EUA   19,0* 14,0* 34.381* 25.526 ** 39 182 Brasil   Óbitos/100 mil habitantes Vítimas fatais Frota (milhões) População (milhões) País Vítimas fatais  - Ano 2004 10,2 10,8 14,9 17,4 88,1* 65 ** Óbitos/100  mil veículos
Indicador de “vítimas fatais por 100 mil veículos”, Brasil (1995-2004) Fonte: DENATRAN 0 20 40 60 80 100 120 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 mortos por 100 mil veículos
Maiores vítimas Pedestres; Motociclistas *; Caminhoneiros.  * Taxa de mortalidade passou de 0,5 mortes por 100 mil habitantes em 1996  para 2,5 mortes por 100 mil habitantes em 2006.
Saúde Pública – Acidentes de Tráfego  Saúde Pública 70 % leitos de  traumatologia Morbimortalidade Promoção e  Prevenção Tempo hospitalização Menor severidade  PNRMAV  Campo de  conhecimento Medicina de tráfego
Políticas Públicas em Saúde Política Nacional para Redução da Morbimortalidade por Acidentes e Violências  (PNRMAV) Estratégias Promoção  da Saúde  Trabalho  participativo  Juntar forças Diretrizes  Diagnóstico local Análise  intersetorial Plano de  ação Formar  profissionais Introduzir  nos currículos Geral e Local
CTB-Código de Trânsito Brasileiro  (Lei 9503 de 23/09/1997)   Amplo direito de defesa. XVII Pontuação, crime de trânsito XVI Permissão para dirigir. Amadurecimento categorias  CDE. DD e 1º Socorros.  XIV Permite impedir obra – uso do solo circulação. VIII Educação para o trânsito VI  Pedestres, veículos não motorizados. IV Veículos de maior porte responsáveis pela segurança dos de menor porte. III SNT, Câmaras temáticas,define responsabilidades, município.  II Trânsito seguro é um direito. O SNT deve garantir.  I Determinação /Inovação Capítulo
Análise das políticas públicas Contexto;  Conteúdo; Atores, e Processo  Fonte: Walt & Gilson (1994)
Contexto Macro contexto  Micro contexto  Esfera política Esfera econômica Esfera social Política setorial Finanças setoriais Resultados  Fonte: Araújo Jr (2001)
Conteúdo Fonte: Araújo Jr (2001) Programas; Projetos; Ações; Objetivos;  Alvos, e Recursos.
Atores Interrelações, e Conexões. Meio ambiente social
Processos Formulação de políticas (policy-making) Tomada de decisões (decision-making) Implementação das políticas.
OBRIGADO ! [email_address]

Palestra I Encontro Violência e SaúDe Slide Share

  • 1.
    Paul Nobre UMAANÁLISE DAS POLÍTICAS PÚBLICAS PARA A REDUÇÃO DA MORBIMORTALIDADE POR ACIDENTES DE TRÂNSITO COM FOCO NOS MOTOCICLISTAS EM SITUAÇÃO DE TRABALHO.
  • 2.
    Objetivo A valiara implementação do CTB, da Política Nacional de Trânsito e da PNRMAV em municípios de Pernambuco, estratificados por critério de população, com foco nos acidentes que envolvem motociclistas em situação de trabalho.
  • 3.
    O ato dedirigir Fig. 1 - Localização espacial dos elementos dos sistemas e subsistemas. Fonte: Petzhold (1987) Dispositivos Informação Dispositivos Controle Motor Suspensão VEÍCULO Sinalização Pavimentação Iluminação Geometria VIA Poluição Segregação Intrusão Natureza CONDIÇÕES AMBIENTAIS Dirigente Normativo Dirigente Executivo Fabricante Construtor Técnico HOMEM NÃO PARTICIPANTE Pedestre Fiscal HOMEM PARTICIPANTE Condutor Passageiro
  • 4.
    Dados Epidemiológicos 35.000 mortos por ano (?) ; 100.000 deficientes; 400.000 feridos; Maioria entre 15 e 29 anos; < Expectativa de vida; 96 mortos por dia; 4 mortos por hora; Uma vítima fatal de 15 em 15 minutos; R$ 30.000.000.000,00 por ano.
  • 5.
    Dados Epidemiológicos Fontes:Brasil : população: Anuário Estatístico DENATRAN 2004; Vítimas Fatais: MS (SIM) * **DENATRAN mortos in loco. Outros países: CARE (http:europa.eu) mortos até 30 dias.   5,6 3.368 33 60 Reino Unido   7,1 5.842 54 82 Alemanha   9,3 5.530 37 60 França   14,5 42.636 245 294 EUA   19,0* 14,0* 34.381* 25.526 ** 39 182 Brasil   Óbitos/100 mil habitantes Vítimas fatais Frota (milhões) População (milhões) País Vítimas fatais - Ano 2004 10,2 10,8 14,9 17,4 88,1* 65 ** Óbitos/100 mil veículos
  • 6.
    Indicador de “vítimasfatais por 100 mil veículos”, Brasil (1995-2004) Fonte: DENATRAN 0 20 40 60 80 100 120 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 mortos por 100 mil veículos
  • 7.
    Maiores vítimas Pedestres;Motociclistas *; Caminhoneiros. * Taxa de mortalidade passou de 0,5 mortes por 100 mil habitantes em 1996 para 2,5 mortes por 100 mil habitantes em 2006.
  • 8.
    Saúde Pública –Acidentes de Tráfego Saúde Pública 70 % leitos de traumatologia Morbimortalidade Promoção e Prevenção Tempo hospitalização Menor severidade PNRMAV Campo de conhecimento Medicina de tráfego
  • 9.
    Políticas Públicas emSaúde Política Nacional para Redução da Morbimortalidade por Acidentes e Violências (PNRMAV) Estratégias Promoção da Saúde Trabalho participativo Juntar forças Diretrizes Diagnóstico local Análise intersetorial Plano de ação Formar profissionais Introduzir nos currículos Geral e Local
  • 10.
    CTB-Código de TrânsitoBrasileiro (Lei 9503 de 23/09/1997) Amplo direito de defesa. XVII Pontuação, crime de trânsito XVI Permissão para dirigir. Amadurecimento categorias CDE. DD e 1º Socorros. XIV Permite impedir obra – uso do solo circulação. VIII Educação para o trânsito VI Pedestres, veículos não motorizados. IV Veículos de maior porte responsáveis pela segurança dos de menor porte. III SNT, Câmaras temáticas,define responsabilidades, município. II Trânsito seguro é um direito. O SNT deve garantir. I Determinação /Inovação Capítulo
  • 11.
    Análise das políticaspúblicas Contexto; Conteúdo; Atores, e Processo Fonte: Walt & Gilson (1994)
  • 12.
    Contexto Macro contexto Micro contexto Esfera política Esfera econômica Esfera social Política setorial Finanças setoriais Resultados Fonte: Araújo Jr (2001)
  • 13.
    Conteúdo Fonte: AraújoJr (2001) Programas; Projetos; Ações; Objetivos; Alvos, e Recursos.
  • 14.
    Atores Interrelações, eConexões. Meio ambiente social
  • 15.
    Processos Formulação depolíticas (policy-making) Tomada de decisões (decision-making) Implementação das políticas.
  • 16.