O velho pescador pede ao Deus das Águas que devolva a abundância de peixe, mas ignora os avisos de um barqueiro, gaivota e peixe-voador sobre a maré subir, ficando preso no rochedo. À noite, o Deus das Águas diz que enviou os avisos, mas o pescador só ouvia o dinheiro, poupando-o por fim.