O documento critica a influência negativa da mídia televisiva brasileira, especialmente da Rede Globo, que estimula o consumismo excessivo e programas fúteis em detrimento de conteúdos educativos. Também critica apresentadores que banalizam temas sérios ou zombam da desgraça alheia. Defende que é preciso valorizar a educação, a cultura e o consumo consciente em vez do consumismo desenfreado.