Este artigo discute o que é emergido pelo fluxo de consciência em A Paixão segundo G.H. de Clarice Lispector. O fluxo de consciência é desencadeado quando a personagem G.H. encontra e esmaga uma barata, levando-a a uma jornada introspectiva onde questiona sua própria existência. O fluxo de consciência promove um esvaziamento do eu de G.H. e a expressão de sentimentos contraditórios. Ele também permite digressões e a criação de um interlocutor imaginário, revelando