O documento discute como o Brasil é o maior produtor mundial de nióbio, responsável por 98% da oferta global, porém vende o minério a preços baixos e tem pouco controle sobre sua produção e comércio, gerando bilhões em perdas anuais. Há indícios de que autoridades brasileiras estejam envolvidas em esquemas de contrabando de nióbio, desviando receitas para outros países.