A INFLUÊNCIA  DONEOLIBERALISMOOLSSEN, M., CODD, J. e O’NEILL, A.-M. (2004) “The Ascendancy of Neoliberalism” in M. Olssen, J. Codd e A-M. O’Neill, Education Policy: Globalization, Citizenship & Democracy. Londres: Sage Publications, pp. 134-152.
“NOVA DIREITA”NEOLIBERALISMOMONETARISMOAUSTRIA E CHIGACOA TEORIA DO CAPITAL HUMANO (HCT)
A “NOVA DIREITA”Grupos de interesse que aderem e se referenciam no neoliberalismo como uma doutrina filosófica, econômica e política.aliança de interesses do mercado liberal e política conservadoraprincipais pressupostos do “velho” liberalismo econômico e político Monolítica?Hegemônica?Estável?contradição interna“nova direita’ não é nova competição social e ideológica “racionalismo econômico”
FILOSOFIA E CIÊNCIAA “NOVA DIREITA”“nova direita’, “racionalismo econômico” e “neoliberalismo”fins do século XIII  e meados do  século XVIIRENASCIMENTOThomas Hobbes 1588-1679 DESCARTES(1596 –1650)Racionalismo dedutivoQUIMICAFISICABIOLOGIARacionalismoliberalismo naturalistaRazãoiluminismo Inglêsindutivoinício do século XVIII David Hume 1711-1776KANT 1724-1804ILUMINISMOJohn Locke 1632- 1704HEGEL 1770-1831 IDEALISMOEMPIRISMOdialéticaMECANICISMOMATERIALISMOMATERIALISMOFeuerbach 1804-1872MARXISMOPOSITIVISMOCRITICA  AO  MECANICISMO E AO MATERIALISMO  Auguste Comte 1798-1857 França
O racionalismo A “NOVA DIREITA”Racionalismo é a corrente central no pensamento liberalO racionalismo base do planejamento da organização econômica e espacial da reprodução social. soluções racionais  soluções técnicas e eficazes
A “NOVA DIREITA”leis históricas x leis eternas moral kantiana tratar o homem como fim e não como meioAdam Smith definição clássica do valorlivro a Riqueza das Nações teoria do  valor-trabalho elaborada pela escola clássica inglesa de economia política, entre o inicio de 1844 e o inicio de  1847“’preço natural” reduzida ao tempo de trabalho enquanto critério de valor de trocarelação ao valor das mercadorias concebido como idêntico aos preços
lei da oferta   e    da demanda Explicação  teoria subjetiva do valorA “NOVA DIREITA”Lei imutável da utilidade e da necessidadeAdemandaA oferta“nova direita’, “racionalismo econômico” e “neoliberalismo”contradições dos  preços sob o aparente equilíbrio da  lei da oferta e da procura
DEFININDO NEOLIBERALISMO
NEOLIBERALISMOneo e o clássico discurso liberal Não são idênticosESTADOo liberalismo clássico concepção negativa do poder do estadoo individual  x a intervenção do estado Neoliberalismo concepção positiva do papel do estado leis e instituições necessárias para a operacionalização do mercado.reduz a “burocracia” mas não o “controle”.
NEOLIBERALISMOliberalismo clássicoo individual autonomia humana natural e a prática da liberdade.  o individual laissez-faire egoísmoauto-interesse Mão invisível  dita o interesse do individuo Individuo  empreendedor e competitivo“homo economicus”bem estar universalpreguiça e indolência novas formas de vigilância, fiscalização e controle
A base comumNEOLIBERALISMOvariações em relação as teorias de mercado e estadoFrederich Hayek,Milton FriedmanRobert NozickJames BuchananGary BeckerOliver WilliamsinTodos eles compartilham do compromisso básico para a liberdade individual e do lobby para a “redução” do estadosuperioridade dos mecanismos de mercado Competências    individuaistransação social é  empreendedorismoganho pessoal.Competição
NEOLIBERALISMOmodelo“responsabilidades humanas perpétuas”  “flexibilidade” ‘MONETARISMO”“TEORIA DO CAPITAL HUMANO” “PUBLIC CHOICE THEORY” “AGENCY THEORY” ‘TRANSACTION COST ECONOMICS”varias formas de gerenciamento
NEOLIBERALISMOpressupostos:o pensamento neoclássicoos sujeitos economicamente auto-interessados; otimizadores racionais; melhores juízes de seus ganhos, interesses e necessidades;
a competitividade é um mecanismo de qualidade e eficiência
os governos regular a distância através do gerenciamento
  redução dos serviços do estado: privatização, contratos, cartões do usuário NEOLIBERALISMOpressupostos: a “flexibilidade”: desregulamentação do mercado de trabalho e promove a oportunidade das pessoas usarem suas habilidades e otimizarem sua meta de vida;
 Livre comércio e a economia aberta é um pré requisito para o crescimento econômico; e- tarifas, subsídios e controles de investimentos ou mercado estrangeiros poderiam ser abolidos
NEOLIBERALISMOa ética: matéria do individuo privado e  não é um interesse de estadonova moralidade:revisão na concepção de individuorevisão na concepção de natureza nova moralidade:revisão na concepção de individuorevisão na concepção de natureza  revisão do papel do estado  democraciapolítica e seus resultados revisão do papel do estado  democraciapolítica e seus resultados.. . a sustentação do estado para iniciativas igualitários da política é um ataque no " empreendedorismo e esforço" , " auto-gerência" responsável; e " sacrifício pessoal”; (Keat,1991;Peters, 1992).. . a sustentação do estado para iniciativas igualitários da política é um ataque no " empreendedorismo e esforço" , " auto-gerência" responsável; e " sacrifício pessoal”; (Keat,1991;Peters, 1992)
Década de 1970NEOLIBERALISMOEstagnação e inflaçãoChoque do petróleoInstrumentos de liquidez para financiar a dívidaEconomia do endividamentoMercado de títulosReforço do dólar em relação a outras moedasEuromercados e mercados financeiros
NEOLIBERALISMODécada de 1970Eurodólares-concentração de capitais industriais das multinacionais americanasForma-dinheiroLucros na produção e na esfera financeiraQueda de rentabilidade do capital industrial (estagnação e inflação)Quebra das legislações nacionais protetoras impulsiona os euromercadosTrajetória de crescimento 1973 até 1980
NEOLIBERALISMODécada de 1970em 1971 o acordo de Bretton Woods foi rompido taxa de cambio flexívelo controle do cambio foi abolido em 1974 na America e em 1979 na Inglaterra política internacional teoria keynesyana era incapaz de conviver com a inflação.  dificuldade em prever a taxa de inflaçãoaumento das taxas de inflaçãoabrir o mundo economicamente e o comércio mundial liberalizadonível de desemprego e taxas de crescimento se tornarem dependentes das condições de mercado
A CONFERÊNCIA DE BRETTON WOODS (1944)O regime de câmbio fixo com o padrão-ouro internacionalnão sobreviveu aos conflitos da Primeira Guerra Mundial, retomada do comércio internacional
Utilização do dólar como veículo das transações entre países.Dominada pelos Estados Unidos,organizou regime de câmbio relativamente fixo, no centro o dólar,unidade contábilepadrão monetárioparidade ouro fixada em 35 dólares a onça. Os estados membroscontrolar dos movimentos de capitais
proteger a estabilidade do câmbio de suas moedas.NEOLIBERALISMODÉCADA  1980/90Ampliação da liberalização monetária(fim do câmbio fixo)Crise do Leste europeuQueda do muroReordenação das relações de poder mundial
NEOLIBERALISMODÉCADA  1980/90EUA-bônus do tesouro americanoAtivo financeiroAtrair dinheiro de fora-fundos líquidosFinanciamento de déficits orçamentáriosAplicaçãoMercados financeiros:Bônus do tesouroOutros ativos da dívidaCada vez mais distante da produçãoCompra e venda de títulos
Mercados FinanceirosPaíses da OCDEPaíses da economia de transiçãoRússia Países de industrialização recenteÁsia America LatinaDÉCADA  1990NEOLIBERALISMO
NEOLIBERALISMODÉCADA  1990Mercado interbancárioAçõesTítulosBancos X Bolsas de valoresConvenção fictícia de liquidez (Chesnais, 1999)Sem maiores preocupações com produção
Taxas de cambio flutuantesOperadores privadosDeterminação de preços relativos das moedas nacionais- taxas de cambioComite de credoresPlanos de escalonamento da divida estatalPrivatizações –títulos da dívida em títulos de propriedadeNEOLIBERALISMODÉCADA  1990
NEOLIBERALISMODÉCADA  1990Abolição do controle sobre fluxo de capitaisAbertura do mercado de títulos públicosEconomias nacionais impacto da especulação financeiraQueda de crescimentoPagamento da dívidaConcorrência mundial comercial e financeira
A DOUTRINA DO MONETARISMO
MONETARISMOkeynesianos X monetaristaspolítica neoliberal 1960 e 1970resposta para a inflação  da teoria monetarista para mudar a demanda Keynesiana. prever a demanda provou ser difícil, especialmente pelas exportações e investimentos privados A solução para os monetaristas, são adotadas na oferta gerenciamento da demanda  ( salários e preços) Xauto-estabilização  de mercado.“ natural taxa de desemprego”Inflação x emprego“ taxas de câmbio flutuantes”x padrão ouro
MONETARISMOMilton Friedman 1912 – 2006CHIGAGO  e LONDON SCHOOL OF ECONOMICS“ QUANTITY THEORY OF MONEY” “teoria da quantidade do dinheiro”
MONETARISMOidéias da economia política clássica e  análise econômica do século 20o núcleo central : saúde financeira mudanças na quantidade de dinheiro único modo de efetivar mudanças na renda nominalestratégias praticas para mudar agendas econômicas  e da  política social compromisso renovado com o laissez-faireMercado se estabiliza porque a oferta e demanda são balanceadas pelo mecanismo do preço.
MONETARISMOMercado de trabalho rígidosSindicatos: acordos coletivos de ajuste de salário e negociação das condições de trabalho  contribuem  para o desemprego. flexibilidade do trabalhoRedução dos gastos públicosO neo-keynesianismoreduzir a natural taxa de desemprego.
 ESCOLAS DE ECONOMIA AUSTRIA E CHIGACO Escola de Chicago Milton Friedman e seus seguidores na escola austríacaLudwig Von Mises (1881-1973)Friderich A Hayek (1899-1992)
pontos em comum ESCOLAS As escolas diferem mais em relação a detalhes específicos do que na ideologia geralcompromisso  com o individualismo-metodológico e políticosomente indivíduos são reaissociedade como uma composição de indivíduos isoladosconhecimento é subjetivo e local liberdade econômica antipatias com o socialismo e o estado de bem estar socialsubjetivistas e não cognitivistas fundamentação da ética
diferença entre as duas escolas relaciona-se ao método ESCOLAS escola de Chicago mais positivista causalidade econômica e social  pode ser substanciada através do recurso da ciência. Friedman (1953:4) empiricismo o humano resposta passiva da estrutura social,um agente que reage ao estimulo
A ESCOLA AUSTRÍACA ESCOLAS  metodologia  oposta a da escola de Chicagobehaviorismosubjetivismo de Hayeka mente humana como a fonte original do fenômeno socialHayek indicou em A contra-revolução da ciência: estudos do abuso da razão(1952) Influência  de  Kantos dados das ciências sociais fenômenos subjetivos e os objetos sociais como dinheiro são constituídos pela  fé humana
 ESCOLAS A ESCOLA AUSTRÍACAas relações de mercado  x planejamento público anti-socialismooposição ao marxismo rejeição do racionalismo cartesianoo conhecimento sobre algumas partes da estrutura permite a formação do entendimento correto sobre o comportamento da estrutura por inteiroHayek nega a independência lógica da mente, (Descartes), nega o completo auto-entendimento intelectualevolução do darwinismo- Hayek mantém a “evolução seletiva como fonte de toda a ordem” (Gray, 1984)
A ESCOLA AUSTRÍACA ESCOLAS a teoria da ordem espontânea A ordem espontânea emerge como um processo natural, isso pode ser observado na população biológica da espécie animal, na formação dos cristais e das galáxias(Hayek, 1952, 1967, 1973; 1976).a idéia de auto-organização das estruturas ordem espontânea do mercado
A TEORIA DO CAPITAL HUMANO (HCT)
A TEORIA DO CAPITAL HUMANO (HCT)Emerge da economia neoclássica na segunda metade do século XIXinvestimento na educação explica o crescimento econômico.um investimento que possui retorno. mecanismo de adaptação funcional do sistema social no contexto de “ competição perfeita”. equilíbrio como um produto da seleção natural da pratica competitivacomportamentalismo humano toda a ação humana como um fim ou com resultados em vistaGary Becker / Hayek capital humano como um produto comerciável capaz de se organizar de acordo com os princípios das mudanças de mercado.Gary Becker / Friedman
A TEORIA DO CAPITAL HUMANO (HCT)capital humano é uma modelo de escolha racional “ a combinação de suposições de maximização comportamental, mercado equilibrado e preferências estáveis”a economia é uma estratégia na qual os humanos são programados para competir em ordem  e para maximizar suas oportunidadesum processo natural de seleção institucionais explicações nos termos de custo e beneficio na maximização da vontade/ desejo/ querer individual
A TEORIA DO CAPITAL HUMANO (HCT)O capital humano da nação o estoque de capital humanoé a soma de habilidades, talentos e conhecimento da população.treinamento de empregocuidados médicoseducação formalimpacto direto da criação de habilidades  na produtividadeeducação e o treinamento como um investimento força de trabalho e gestão   das habilidadesessenciais determinantes para economia nacional.

Neoliberalismo apresentação

  • 1.
    A INFLUÊNCIA DONEOLIBERALISMOOLSSEN, M., CODD, J. e O’NEILL, A.-M. (2004) “The Ascendancy of Neoliberalism” in M. Olssen, J. Codd e A-M. O’Neill, Education Policy: Globalization, Citizenship & Democracy. Londres: Sage Publications, pp. 134-152.
  • 2.
    “NOVA DIREITA”NEOLIBERALISMOMONETARISMOAUSTRIA ECHIGACOA TEORIA DO CAPITAL HUMANO (HCT)
  • 3.
    A “NOVA DIREITA”Gruposde interesse que aderem e se referenciam no neoliberalismo como uma doutrina filosófica, econômica e política.aliança de interesses do mercado liberal e política conservadoraprincipais pressupostos do “velho” liberalismo econômico e político Monolítica?Hegemônica?Estável?contradição interna“nova direita’ não é nova competição social e ideológica “racionalismo econômico”
  • 4.
    FILOSOFIA E CIÊNCIAA“NOVA DIREITA”“nova direita’, “racionalismo econômico” e “neoliberalismo”fins do século XIII e meados do século XVIIRENASCIMENTOThomas Hobbes 1588-1679 DESCARTES(1596 –1650)Racionalismo dedutivoQUIMICAFISICABIOLOGIARacionalismoliberalismo naturalistaRazãoiluminismo Inglêsindutivoinício do século XVIII David Hume 1711-1776KANT 1724-1804ILUMINISMOJohn Locke 1632- 1704HEGEL 1770-1831 IDEALISMOEMPIRISMOdialéticaMECANICISMOMATERIALISMOMATERIALISMOFeuerbach 1804-1872MARXISMOPOSITIVISMOCRITICA AO MECANICISMO E AO MATERIALISMO Auguste Comte 1798-1857 França
  • 5.
    O racionalismo A“NOVA DIREITA”Racionalismo é a corrente central no pensamento liberalO racionalismo base do planejamento da organização econômica e espacial da reprodução social. soluções racionais soluções técnicas e eficazes
  • 6.
    A “NOVA DIREITA”leishistóricas x leis eternas moral kantiana tratar o homem como fim e não como meioAdam Smith definição clássica do valorlivro a Riqueza das Nações teoria do valor-trabalho elaborada pela escola clássica inglesa de economia política, entre o inicio de 1844 e o inicio de 1847“’preço natural” reduzida ao tempo de trabalho enquanto critério de valor de trocarelação ao valor das mercadorias concebido como idêntico aos preços
  • 7.
    lei da oferta e da demanda Explicação teoria subjetiva do valorA “NOVA DIREITA”Lei imutável da utilidade e da necessidadeAdemandaA oferta“nova direita’, “racionalismo econômico” e “neoliberalismo”contradições dos preços sob o aparente equilíbrio da lei da oferta e da procura
  • 8.
  • 9.
    NEOLIBERALISMOneo e oclássico discurso liberal Não são idênticosESTADOo liberalismo clássico concepção negativa do poder do estadoo individual x a intervenção do estado Neoliberalismo concepção positiva do papel do estado leis e instituições necessárias para a operacionalização do mercado.reduz a “burocracia” mas não o “controle”.
  • 10.
    NEOLIBERALISMOliberalismo clássicoo individualautonomia humana natural e a prática da liberdade. o individual laissez-faire egoísmoauto-interesse Mão invisível dita o interesse do individuo Individuo empreendedor e competitivo“homo economicus”bem estar universalpreguiça e indolência novas formas de vigilância, fiscalização e controle
  • 11.
    A base comumNEOLIBERALISMOvariaçõesem relação as teorias de mercado e estadoFrederich Hayek,Milton FriedmanRobert NozickJames BuchananGary BeckerOliver WilliamsinTodos eles compartilham do compromisso básico para a liberdade individual e do lobby para a “redução” do estadosuperioridade dos mecanismos de mercado Competências individuaistransação social é empreendedorismoganho pessoal.Competição
  • 12.
    NEOLIBERALISMOmodelo“responsabilidades humanas perpétuas” “flexibilidade” ‘MONETARISMO”“TEORIA DO CAPITAL HUMANO” “PUBLIC CHOICE THEORY” “AGENCY THEORY” ‘TRANSACTION COST ECONOMICS”varias formas de gerenciamento
  • 13.
    NEOLIBERALISMOpressupostos:o pensamento neoclássicoossujeitos economicamente auto-interessados; otimizadores racionais; melhores juízes de seus ganhos, interesses e necessidades;
  • 14.
    a competitividade éum mecanismo de qualidade e eficiência
  • 15.
    os governos regulara distância através do gerenciamento
  • 16.
    reduçãodos serviços do estado: privatização, contratos, cartões do usuário NEOLIBERALISMOpressupostos: a “flexibilidade”: desregulamentação do mercado de trabalho e promove a oportunidade das pessoas usarem suas habilidades e otimizarem sua meta de vida;
  • 17.
    Livre comércioe a economia aberta é um pré requisito para o crescimento econômico; e- tarifas, subsídios e controles de investimentos ou mercado estrangeiros poderiam ser abolidos
  • 18.
    NEOLIBERALISMOa ética: matériado individuo privado e não é um interesse de estadonova moralidade:revisão na concepção de individuorevisão na concepção de natureza nova moralidade:revisão na concepção de individuorevisão na concepção de natureza revisão do papel do estado democraciapolítica e seus resultados revisão do papel do estado democraciapolítica e seus resultados.. . a sustentação do estado para iniciativas igualitários da política é um ataque no " empreendedorismo e esforço" , " auto-gerência" responsável; e " sacrifício pessoal”; (Keat,1991;Peters, 1992).. . a sustentação do estado para iniciativas igualitários da política é um ataque no " empreendedorismo e esforço" , " auto-gerência" responsável; e " sacrifício pessoal”; (Keat,1991;Peters, 1992)
  • 19.
    Década de 1970NEOLIBERALISMOEstagnaçãoe inflaçãoChoque do petróleoInstrumentos de liquidez para financiar a dívidaEconomia do endividamentoMercado de títulosReforço do dólar em relação a outras moedasEuromercados e mercados financeiros
  • 20.
    NEOLIBERALISMODécada de 1970Eurodólares-concentraçãode capitais industriais das multinacionais americanasForma-dinheiroLucros na produção e na esfera financeiraQueda de rentabilidade do capital industrial (estagnação e inflação)Quebra das legislações nacionais protetoras impulsiona os euromercadosTrajetória de crescimento 1973 até 1980
  • 21.
    NEOLIBERALISMODécada de 1970em1971 o acordo de Bretton Woods foi rompido taxa de cambio flexívelo controle do cambio foi abolido em 1974 na America e em 1979 na Inglaterra política internacional teoria keynesyana era incapaz de conviver com a inflação. dificuldade em prever a taxa de inflaçãoaumento das taxas de inflaçãoabrir o mundo economicamente e o comércio mundial liberalizadonível de desemprego e taxas de crescimento se tornarem dependentes das condições de mercado
  • 22.
    A CONFERÊNCIA DEBRETTON WOODS (1944)O regime de câmbio fixo com o padrão-ouro internacionalnão sobreviveu aos conflitos da Primeira Guerra Mundial, retomada do comércio internacional
  • 23.
    Utilização do dólarcomo veículo das transações entre países.Dominada pelos Estados Unidos,organizou regime de câmbio relativamente fixo, no centro o dólar,unidade contábilepadrão monetárioparidade ouro fixada em 35 dólares a onça. Os estados membroscontrolar dos movimentos de capitais
  • 24.
    proteger a estabilidadedo câmbio de suas moedas.NEOLIBERALISMODÉCADA 1980/90Ampliação da liberalização monetária(fim do câmbio fixo)Crise do Leste europeuQueda do muroReordenação das relações de poder mundial
  • 25.
    NEOLIBERALISMODÉCADA 1980/90EUA-bônusdo tesouro americanoAtivo financeiroAtrair dinheiro de fora-fundos líquidosFinanciamento de déficits orçamentáriosAplicaçãoMercados financeiros:Bônus do tesouroOutros ativos da dívidaCada vez mais distante da produçãoCompra e venda de títulos
  • 26.
    Mercados FinanceirosPaíses daOCDEPaíses da economia de transiçãoRússia Países de industrialização recenteÁsia America LatinaDÉCADA 1990NEOLIBERALISMO
  • 27.
    NEOLIBERALISMODÉCADA 1990MercadointerbancárioAçõesTítulosBancos X Bolsas de valoresConvenção fictícia de liquidez (Chesnais, 1999)Sem maiores preocupações com produção
  • 28.
    Taxas de cambioflutuantesOperadores privadosDeterminação de preços relativos das moedas nacionais- taxas de cambioComite de credoresPlanos de escalonamento da divida estatalPrivatizações –títulos da dívida em títulos de propriedadeNEOLIBERALISMODÉCADA 1990
  • 29.
    NEOLIBERALISMODÉCADA 1990Aboliçãodo controle sobre fluxo de capitaisAbertura do mercado de títulos públicosEconomias nacionais impacto da especulação financeiraQueda de crescimentoPagamento da dívidaConcorrência mundial comercial e financeira
  • 30.
    A DOUTRINA DOMONETARISMO
  • 31.
    MONETARISMOkeynesianos X monetaristaspolíticaneoliberal 1960 e 1970resposta para a inflação da teoria monetarista para mudar a demanda Keynesiana. prever a demanda provou ser difícil, especialmente pelas exportações e investimentos privados A solução para os monetaristas, são adotadas na oferta gerenciamento da demanda ( salários e preços) Xauto-estabilização de mercado.“ natural taxa de desemprego”Inflação x emprego“ taxas de câmbio flutuantes”x padrão ouro
  • 32.
    MONETARISMOMilton Friedman 1912– 2006CHIGAGO e LONDON SCHOOL OF ECONOMICS“ QUANTITY THEORY OF MONEY” “teoria da quantidade do dinheiro”
  • 33.
    MONETARISMOidéias da economiapolítica clássica e análise econômica do século 20o núcleo central : saúde financeira mudanças na quantidade de dinheiro único modo de efetivar mudanças na renda nominalestratégias praticas para mudar agendas econômicas e da política social compromisso renovado com o laissez-faireMercado se estabiliza porque a oferta e demanda são balanceadas pelo mecanismo do preço.
  • 34.
    MONETARISMOMercado de trabalhorígidosSindicatos: acordos coletivos de ajuste de salário e negociação das condições de trabalho contribuem para o desemprego. flexibilidade do trabalhoRedução dos gastos públicosO neo-keynesianismoreduzir a natural taxa de desemprego.
  • 35.
    ESCOLAS DEECONOMIA AUSTRIA E CHIGACO Escola de Chicago Milton Friedman e seus seguidores na escola austríacaLudwig Von Mises (1881-1973)Friderich A Hayek (1899-1992)
  • 36.
    pontos em comumESCOLAS As escolas diferem mais em relação a detalhes específicos do que na ideologia geralcompromisso com o individualismo-metodológico e políticosomente indivíduos são reaissociedade como uma composição de indivíduos isoladosconhecimento é subjetivo e local liberdade econômica antipatias com o socialismo e o estado de bem estar socialsubjetivistas e não cognitivistas fundamentação da ética
  • 37.
    diferença entre asduas escolas relaciona-se ao método ESCOLAS escola de Chicago mais positivista causalidade econômica e social pode ser substanciada através do recurso da ciência. Friedman (1953:4) empiricismo o humano resposta passiva da estrutura social,um agente que reage ao estimulo
  • 38.
    A ESCOLA AUSTRÍACAESCOLAS metodologia oposta a da escola de Chicagobehaviorismosubjetivismo de Hayeka mente humana como a fonte original do fenômeno socialHayek indicou em A contra-revolução da ciência: estudos do abuso da razão(1952) Influência de Kantos dados das ciências sociais fenômenos subjetivos e os objetos sociais como dinheiro são constituídos pela fé humana
  • 39.
    ESCOLAS AESCOLA AUSTRÍACAas relações de mercado x planejamento público anti-socialismooposição ao marxismo rejeição do racionalismo cartesianoo conhecimento sobre algumas partes da estrutura permite a formação do entendimento correto sobre o comportamento da estrutura por inteiroHayek nega a independência lógica da mente, (Descartes), nega o completo auto-entendimento intelectualevolução do darwinismo- Hayek mantém a “evolução seletiva como fonte de toda a ordem” (Gray, 1984)
  • 40.
    A ESCOLA AUSTRÍACAESCOLAS a teoria da ordem espontânea A ordem espontânea emerge como um processo natural, isso pode ser observado na população biológica da espécie animal, na formação dos cristais e das galáxias(Hayek, 1952, 1967, 1973; 1976).a idéia de auto-organização das estruturas ordem espontânea do mercado
  • 41.
    A TEORIA DOCAPITAL HUMANO (HCT)
  • 42.
    A TEORIA DOCAPITAL HUMANO (HCT)Emerge da economia neoclássica na segunda metade do século XIXinvestimento na educação explica o crescimento econômico.um investimento que possui retorno. mecanismo de adaptação funcional do sistema social no contexto de “ competição perfeita”. equilíbrio como um produto da seleção natural da pratica competitivacomportamentalismo humano toda a ação humana como um fim ou com resultados em vistaGary Becker / Hayek capital humano como um produto comerciável capaz de se organizar de acordo com os princípios das mudanças de mercado.Gary Becker / Friedman
  • 43.
    A TEORIA DOCAPITAL HUMANO (HCT)capital humano é uma modelo de escolha racional “ a combinação de suposições de maximização comportamental, mercado equilibrado e preferências estáveis”a economia é uma estratégia na qual os humanos são programados para competir em ordem e para maximizar suas oportunidadesum processo natural de seleção institucionais explicações nos termos de custo e beneficio na maximização da vontade/ desejo/ querer individual
  • 44.
    A TEORIA DOCAPITAL HUMANO (HCT)O capital humano da nação o estoque de capital humanoé a soma de habilidades, talentos e conhecimento da população.treinamento de empregocuidados médicoseducação formalimpacto direto da criação de habilidades na produtividadeeducação e o treinamento como um investimento força de trabalho e gestão das habilidadesessenciais determinantes para economia nacional.