O texto resume a recepção de E. P. Thompson no Brasil, especialmente entre universidades de Campinas, São Paulo, Rio de Janeiro e Niterói nos anos 1970-1990. Thompson foi visto como uma chance para renovar os estudos sobre trabalhadores ao questionar visões deterministas e focar nos processos de formação de classe. Seus escritos encorajaram pesquisas menos dogmáticas e mais atentas à agência dos grupos populares.