M O S T E I R O D E C Ê T E
Ano de construção
O mosteiro tem alguma contestação sobre a data de fundação. Alguns
investigadores dizem que foi fundado no séc.IX, mas segundo alguns
registos da época, foi fundado no séc.X por Gonçalo Oveques. O mosteiro
foi remodelado no final do séc.XIII.
Foi restaurado entre o final do século XIII e o princípio do século XIV, devido à iniciativa do
abade D. Estevão Anes, como se pode constatar na inscrição em calcário que se encontra
junto do seu túmulo. Nessas obras foram apenas reaproveitadas, do antigo edifício, as
primeiras fiadas dos muros da nave e o portal sul, voltado para o claustro. A Igreja, apesar
da reforma gótica, testemunha a longa aceitação no tempo das formas e do modo de
construir românicos. A torre sineira abriga a capela funerária de D. Gonçalo Oveques,
reformada, tal como a sala do capítulo e o claustro, no período Manuelino [séculos XV-
XVI]. Em 1551, o Mosteiro deixou de pertencer à Ordem Beneditina, tendo sido anexado
ao Colégio da Graça dos Eremitas de
Santo Agostinho, de Coimbra.
Igreja de nave única com tecto de madeira e capela-mor de dois tramos terminando em
quarto de esfera. Adossada ao lado Norte da fachada principal, ergue-se a torre
quadrangular quatrocentista. De destacar a capela funerária contendo o túmulo de D.
Gonçalo Oveques, com as paredes revestidas com azulejos mudéjares do
século XVI e a pia baptismal. Da mesma época de edificação da torre, o claustro de um
único piso. Para além dos elementos já referidos, deste mosteiro resta ainda a sala do
capítulo, que mais tarde passou a servir de sacristia.
Estilo arquitetónico
Arquitetura Românica
Dia do Orago
29 de junho
Cronologia
Breve descrição
TRABALHO REALIZADO POR: GONÇALO MENDONÇA Nº5, JOÃO RIBEIRO Nº8, MIGUEL
MOREIRA Nº12 , RAFAEL CUNHA Nº13, RUBEN MOLAR Nº14 9ºB

Mosteiro de Cete 9 B

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    M O ST E I R O D E C Ê T E Ano de construção O mosteiro tem alguma contestação sobre a data de fundação. Alguns investigadores dizem que foi fundado no séc.IX, mas segundo alguns registos da época, foi fundado no séc.X por Gonçalo Oveques. O mosteiro foi remodelado no final do séc.XIII. Foi restaurado entre o final do século XIII e o princípio do século XIV, devido à iniciativa do abade D. Estevão Anes, como se pode constatar na inscrição em calcário que se encontra junto do seu túmulo. Nessas obras foram apenas reaproveitadas, do antigo edifício, as primeiras fiadas dos muros da nave e o portal sul, voltado para o claustro. A Igreja, apesar da reforma gótica, testemunha a longa aceitação no tempo das formas e do modo de construir românicos. A torre sineira abriga a capela funerária de D. Gonçalo Oveques, reformada, tal como a sala do capítulo e o claustro, no período Manuelino [séculos XV- XVI]. Em 1551, o Mosteiro deixou de pertencer à Ordem Beneditina, tendo sido anexado ao Colégio da Graça dos Eremitas de Santo Agostinho, de Coimbra. Igreja de nave única com tecto de madeira e capela-mor de dois tramos terminando em quarto de esfera. Adossada ao lado Norte da fachada principal, ergue-se a torre quadrangular quatrocentista. De destacar a capela funerária contendo o túmulo de D. Gonçalo Oveques, com as paredes revestidas com azulejos mudéjares do século XVI e a pia baptismal. Da mesma época de edificação da torre, o claustro de um único piso. Para além dos elementos já referidos, deste mosteiro resta ainda a sala do capítulo, que mais tarde passou a servir de sacristia. Estilo arquitetónico Arquitetura Românica Dia do Orago 29 de junho Cronologia Breve descrição TRABALHO REALIZADO POR: GONÇALO MENDONÇA Nº5, JOÃO RIBEIRO Nº8, MIGUEL MOREIRA Nº12 , RAFAEL CUNHA Nº13, RUBEN MOLAR Nº14 9ºB