Medidas natalidade:
Em comunicado, a APFN refere como "muito positivo o fato de o Governo no seu programa
não só reconhecer a existência do grave problema demográfico que existe mas também que
este possa ser resolvido".
No programa entregue na terça-feira no Parlamento, o Governo propõe avançar com decisões
que reforcem o apoio à natalidade, em particular com medidas de natureza fiscal, que
"estimulem casais a ter mais do que dois filhos, majorando as deduções fiscais e outros
incentivos aplicáveis".
Desenvolver "um política fiscal para as famílias mais numerosas", criando "benefícios
económicos à fixação e ampliação de famílias em zonas com baixas densidades populacionais",
inverter a tendência de queda da taxa de natalidade e diminuir a pobreza infantil são outras
medidas do Governo.
A APFN realça em comunicado que este é "o primeiro Governo nos últimos anos a preocuparse e a avançar com algumas medidas nos últimos anos", criticando as "medidas de austeridade
adotadas que atingiriam com maior gravidade os agregados com filhos a cargo".
De acordo com a associação, devem ser implementadas com urgência medidas "não de
incentivo à natalidade mas de políticas de equidade e justiça já existentes na grande maioria
dos países europeus".Nesse sentido, a APN vai enviar ao Governo "10 desafios" que considera
essenciais para "garantir o futuro com mais crianças e jovens, bem preparadas e com
capacidade para enfrentar desafios".
A APFN propõe alterações em sede de IRS, a redução do IVA para todos os artigos de primeira
necessidade e alteração da tributação automóvel para as famílias com três ou mais filhos e na
habitação.
Universalizar o abono de família, começando a partir do terceiro filho, alterar o fator de
sustentabilidade no cálculo das pensões de reforma para a idade média da população,
valorizar a parentalidade no cálculo das pensões de reforma, permitir a reutilização de todos
os manuais escolares e permitir aos pais livre escolha de escola e dar prioridade no acesso a
irmãos são outras medidas propostas.
As medidas propostas pela APFN têm por base a análise do estudo "Número de filhos",
coordenado por Eduardo Brito Henriques do Centro de Estudos Geográficos da Universidade
de Lisboa, de maio de 2009, e o relatório "Rendimento e Condições de Vida: 2004-2009",
publicado no ano passado, pelo Instituto Nacional de Estatística.
Razões emigração: estado do país; aumento do mercado internacional;
“E os jovens são mais capazes de assumir riscos, de empreender, então, ao se perder jovens,
perde-se capacidade de inovação no país”, diz o demógrafo.
A taxa de desemprego de Portugal foi de 17,4% em junho. Mas entre os jovens (abaixo dos 25
anos) é bem mais grave –está em 41%.
“Portugal sempre foi um país de emigrantes – emigrar não dói, não aleija, e todos têm um
emigrante na família”, diz João Vasconcelos, diretor da Startup Lisboa, que reúne 40 empresas
de alta tecnologia e estimula o empreendedorismo. “Mas agora é diferente: todos os melhores
alunos, nossa elite, têm como primeira, segunda e terceira opção emigrar”.
pelo que pede “medidas fiscais” que promovam o emprego dos mais jovens e “facilitem a
conciliação entre o trabalho e a vida familiar”.
"As medidas têm de privilegiar os apoios sociais, para que a família progrida", acrescentou o
sacerdote, para quem é "imperioso" fazer mais do que tem sido feito neste campo,
procurando "novas soluções".
Emigração agora de famílias interiras e não apenas de um dos pais
Pagar p orbabys( como na alemnha que a cada criança q nasce recebem 25mil euros)
Medidas: Jovens empreendedores-tem taxas mais baixas e a facilitar burocracia necessária
para a iniciação

Medidas natalidade

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    Medidas natalidade: Em comunicado,a APFN refere como "muito positivo o fato de o Governo no seu programa não só reconhecer a existência do grave problema demográfico que existe mas também que este possa ser resolvido". No programa entregue na terça-feira no Parlamento, o Governo propõe avançar com decisões que reforcem o apoio à natalidade, em particular com medidas de natureza fiscal, que "estimulem casais a ter mais do que dois filhos, majorando as deduções fiscais e outros incentivos aplicáveis". Desenvolver "um política fiscal para as famílias mais numerosas", criando "benefícios económicos à fixação e ampliação de famílias em zonas com baixas densidades populacionais", inverter a tendência de queda da taxa de natalidade e diminuir a pobreza infantil são outras medidas do Governo. A APFN realça em comunicado que este é "o primeiro Governo nos últimos anos a preocuparse e a avançar com algumas medidas nos últimos anos", criticando as "medidas de austeridade adotadas que atingiriam com maior gravidade os agregados com filhos a cargo". De acordo com a associação, devem ser implementadas com urgência medidas "não de incentivo à natalidade mas de políticas de equidade e justiça já existentes na grande maioria dos países europeus".Nesse sentido, a APN vai enviar ao Governo "10 desafios" que considera essenciais para "garantir o futuro com mais crianças e jovens, bem preparadas e com capacidade para enfrentar desafios". A APFN propõe alterações em sede de IRS, a redução do IVA para todos os artigos de primeira necessidade e alteração da tributação automóvel para as famílias com três ou mais filhos e na habitação. Universalizar o abono de família, começando a partir do terceiro filho, alterar o fator de sustentabilidade no cálculo das pensões de reforma para a idade média da população, valorizar a parentalidade no cálculo das pensões de reforma, permitir a reutilização de todos os manuais escolares e permitir aos pais livre escolha de escola e dar prioridade no acesso a irmãos são outras medidas propostas. As medidas propostas pela APFN têm por base a análise do estudo "Número de filhos", coordenado por Eduardo Brito Henriques do Centro de Estudos Geográficos da Universidade de Lisboa, de maio de 2009, e o relatório "Rendimento e Condições de Vida: 2004-2009", publicado no ano passado, pelo Instituto Nacional de Estatística. Razões emigração: estado do país; aumento do mercado internacional; “E os jovens são mais capazes de assumir riscos, de empreender, então, ao se perder jovens, perde-se capacidade de inovação no país”, diz o demógrafo. A taxa de desemprego de Portugal foi de 17,4% em junho. Mas entre os jovens (abaixo dos 25 anos) é bem mais grave –está em 41%.
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    “Portugal sempre foium país de emigrantes – emigrar não dói, não aleija, e todos têm um emigrante na família”, diz João Vasconcelos, diretor da Startup Lisboa, que reúne 40 empresas de alta tecnologia e estimula o empreendedorismo. “Mas agora é diferente: todos os melhores alunos, nossa elite, têm como primeira, segunda e terceira opção emigrar”. pelo que pede “medidas fiscais” que promovam o emprego dos mais jovens e “facilitem a conciliação entre o trabalho e a vida familiar”. "As medidas têm de privilegiar os apoios sociais, para que a família progrida", acrescentou o sacerdote, para quem é "imperioso" fazer mais do que tem sido feito neste campo, procurando "novas soluções". Emigração agora de famílias interiras e não apenas de um dos pais Pagar p orbabys( como na alemnha que a cada criança q nasce recebem 25mil euros) Medidas: Jovens empreendedores-tem taxas mais baixas e a facilitar burocracia necessária para a iniciação