Este trabalho solicitado pelos professores Carlos Ossamu Cardoso
Narita e Ms Maria Piedade Teodoro da Silva das disciplinas de
Matemática e Língua Portuguesa tem por objetivo apresentar, de forma
clara e resumida, o livro "Matemática e Mistério em Baker Street" de
Lázaro Coutinho.

Lázaro Coutinho:
O escritor Lázaro Coutinho criou um gênero especial de narrativa seus personagens são números em complexas relações de lógica
Lázaro Coutinho é mestre em matemática, publicou dois livros além de
"Mátematica e mistério em Baker Street". Trabalha no centro de
Análises de sistemas navais na área de segurança da informaçao e
criptologia e se interessa sobre tudo a respeito do conhecido detetive
consultor de baker street.

Resumo do livro "Matemática e Mistério em Baker Street":
Matemática & Mistério em baker street é um livro paradidático que
aborda fatos matemáticos nos fazendo involver com a história e
aprender muito sobre curiosidades sobre matemática. Contada através
de um jeito fácil, uma escrita simples, o livro tem como seguintes
personagens principais: Sherlock Homes e Watson, personagens
criados por Sir Arthur Connan doyle.
Resumo dos capitulos:

Capitulo 1 - A notícia
Já no primeiro capitulo do livro Matemática e Mistério em Baker Street
escrito por Lázaro Coutinho, o famoso detetive Sherlock Holmes se
mostra extremamente interessado em uma certa noticia de jornal
relacionada a uma provável e futura reviravolta na geometria
euclidiana, descoberta por um matemático e relacionada a alguns
erros de sua criação, o que acabou deixando seu amigo e narrador do
romance, Dr. Watson, intrigado, por causa do inusitado interesse de
Holmes em casos geométricos.
Após explicar o motivo de tal interesse, Watson fica interessado em
certo ponto citado por Holmes, relacionado ao problema das sete
pontes (construção localizada na cidade de Konigsberg, e proposto por
moradores locais enquanto a observavam). O desafio gira em torno de
uma pessoa que precisa, de alguma forma, ao sair de certo ponto,
atravessar todas as sete pontes de uma unica vez para depois
conseguir chegar ao mesmo ponto de partida.
Durante a conversa, Holmes conta sobre sua vida antes de se
tornarem amigos, algumas historias de sua época na faculdade, além
de citar alguns de seus casos antigos e resolvidos, professores
conhecidos (incluindo o famoso Lewis Carroll, autor do livro Alice no
País das Maravilhas) e suas grandes influencias no ramo acadêmico.
Ele lhe conta sobre alguns problemas matemáticos já resolvidos, sua
importância tanto na vida quanto na área de investigação, dando
exemplos do dia a dia e propondo desafios extremamente complexos e
interessantes a Watson, prendendo-o ao assunto, tornando o batepapo ainda mais cativante e iniciando o livro da melhor maneira
possível, mostrando uma grande variedade de informação e
conhecimento.

Capitulo 2 - As geometrias não-euclidianas
Neste capitulo, "As geometrias não-euclidianas", Holmes e Watson
voltam a rever a noticia do jornal, no qual Sherlock se mostra
intrigado com a hipótese de haver algum erro na geometria nãoeuclidianas, por serem criações admiráveis e com histórias tão longas
e complexas, mas não abandona o fato de tudo na ciência se torna
cada vez mais avançado enquanto o tempo passa.
Continuando a conversa, Holmes relembra, novamente, varias coisas
durante sua vida na faculdade e problemas de matemáticos e
geométricos que ainda não foram completamente aprofundados pelo
homem, como por exemplo a soma dos ângulos internos de um
triangulo, que dependendo da superfície em questão, pode apresentar
uma soma superior a 180° ou até mesmo certos problemas que ao
serem estudados de forma ainda mais detalhadamente, podem nos
deixar loucos com tais resultados obtidos, já que não condizem com os
resultados descobertos e estudados durante tanto tempo, por tanta
gente.
Watson se interessa pela noticia no jornal e aproveita para tirar
diversas duvidas com Holmes, que explica não só a matéria do jornal
em questão, como tantas outras. Watson acaba se interessando pelas
opiniões do detetive, que mostra ter uma visão bem diferente e
complexa do que aqueles estudados.
Ele cita uma coincidência entre um professor conhecido de Watson e,
novamente, as sete pontes de Konigsberg, já que, por ser um morador
da cidade, provavelmente deve ter tentado resolver o problema, como
tantos outros, citando sempre diversos exemplos do dia a dia,
facilitando o entendimento de Watson e do leitor.

Capitulo 3 - A lei de Tales
Este capitulo é um dos mais interessantes na minha opinião. Watson
se mostra bem interessado nas antigas investigações de Sherlock
Holmes, e a procura de um livro, encontra uma historia que gira em
torno de um caso, onde Holmes, solicitado pelo antigo amigo de
faculdade Musgrave, tenta resolver um mistério ocorrido na casa de tal
amigo, envolvendo seu mordomo Brunton, que trabalha com eles a
anos. Porém, após ser pego mexendo em documentos da família, faz
com que Musgrave perda tal confiança adquirida e seja demitido,
pedindo apenas alguns dias para deixar a casa. Porém, após certo
tempo, desaparece sem deixar nenhum sinal claro. Após o ocorrido,
Rachel, ex-namorada do mordomo e empregada de Musgrave, se
mostra nervosa e acaba desaparecendo também. Seguindo seus
rastros, acabam em uma lagoa, no qual não foi encontrado seu corpo
mas sim um certo pacote, cheio de pedras.
Para solucionar o caso dos dois empregados desaparecidos, Holmes
entra em contato com o documento acessado por Brunton: um tipo de
lista, com diversos detalhes e informações. Seguindo as informações
listadas, como a localização de certa arvore, a espera do sol no ponto
indicado, para se ir até o ponto final da sombra, seguidas de
coordenadas e indicações, Holmes encontra uma estranha laje em
baixo da casa. No subterrâneo, eles acabam encontrando um certo
bau, cheio do tesouro da coroa de Stuarts, deixado para Musgrave e o
cadáver do mordomo, que parece ter sido traído pela empregada, que
o matou por raiva, vingança e fugiu, como desvendado no final do
capitulo.

Capitulo 4 - As probabilidades
No capitulo "As probabilidades", Holmes começa a fazer diversos
desafios ao colega, Dr. Watson, relacionados a probabilidades, dando
como problemas, coisas simples como adivinhar, dentre três gavetas,
onde se encontra o charuto, ou até mesmo a quantidade de clientes
que podem fazer aniversários no mesmo dia.
Watson fica muito intrigado com os resultados e opiniões apresentados
por Holmes, por mostrar algo extramente diferente dos estudados.
Holmes explica sua percepção sobre cada um dos problemas,
mostrando que tal reação não foi demonstrada apenas por Watson e
sim por tantas outras pessoas que conviveu.
Logo depois, Holmes conta uma de suas "aventuras" na faculdade,
relacionada a esta sua habilidade de descobrir probabilidades, que o
fazia descobrir resultados em jogos de forma rápida, fazendo com que
ajudasse seus amigos a ganhar e lhe dando dicas, além de aproveitar
para aprimorar seus cálculos.
Certo dia, na faculdade, ele foi desafiado a competir com certo aluno
em um problema matemático. Ele se esforçou bastante, tomando
cuidado com os detalhes, porém ao notar que havia deixado a sala por
ultimo, percebeu que havia perdido. Contudo, ao fazer a correção, o
professor observou que Holmes, apesar da demora, conseguiu resolver
o problema corretamente, ao contrario de seu concorrente, levando-o
a vitória.
Mas nem tudo era sorte e esses seus envolvimentos em jogos de
probabilidades, mesmo que indiretamente, acabou quase em uma
expulsão da faculdade, por ser um ato proibido.
Graças a seu histórico acadêmico e as influencias de tantos mestres
profissionais que teve nos estudos, Holmes foi liberado, prometendo
nunca mais se envolver em certas situações.

Capitulo 5: A Aposta
O inspetor Lestrade faz uma visita a Holmes, pois o mesmo lhe trazia
uma mensagem. Sherlock Holmes, como sempre, desconfiava do caso
que o inspetor o trazia. Lestrade diz que o caso seria de interesse de
Holmes, pois o mesmo o envolvia. O caso falava sobre um criminoso
que havia quebrado os bustos de Napoleão, mas o detetive continua a
crer que o caso não pertence ao seu estilo, depois de certo tempo
Holmes resolve participar do caso por insistência de Lestrade.
Há um depoimento de que um doutor havia comprado dois bustos de
Napoleão quatro dias atrás, um para colocar em seu escritório e o
outro estava quebrado no jardim de sua casa.
Holmes acredita que o homem que fez isso tinha um ódio descomunal
por Napoleão. Depois de algum tempo o detetive recebe um telegrama
de Lestrade, o caso havia ficado mais sério: Houve um assassinato e
outro busto havia sido quebrado.
Holmes decide que deve ir à loja do senhor Morse para o mesmo
depor. Holmes questiona o homem e mostra a foto do defunto com a
garganta aberta, no qual Morse conhece por Beppo, um artesão
italiano que não é visto desde a semana passada. Holmes e Watson
deixam a loja e vão para Gelder & Cia.
Depois de grande esforço a causa da morte de Beppo havia sido
descoberta: Os bustos foram quebrados, pois em um deles tinha uma
joia e Beppo estava na procura da mesma. Mas isso acabou causando
sua morte, e a sorte não estava em seu favor.

Capítulo 6: Os números
Neste capítulo Holmes explica o que são todos os tipos de números e
nos dá uma explicação bem detalhada sobre o número Pi, dizendo
quem foram seus criadores, como chegar até ele, também como
utilizá-lo em determinadas situações matemáticas, e todas as outras
informações possíveis que se podiam chegar apenas com os conceitos
que encontramos em PI. Comenta também que seus descobridores
existem desde muito tempo, mas os seguintes são os principais:
Ludolph van Ceulen, Williebrord Snell, Snell Grienberger, John Wallis,
Zacharias Dase e William Shanks. Neste capítulo você encontrará que
o inventor da fórmula de PI parecia ter sido o famoso matemático
Arquimedes, mas há duvidas quanto a essa probabilidade. Remete
também ao tema dos números perfeitos, exemplificando o número seis
(6), depois usa o número vinte e oito (28). Holmes Menciona o
problema das agulhas, que eram jogadas num tabuleiro, e a agulha
que caísse sobre a linha, iria corresponder ao Conde Buffon. Comenta
das tentativas com pouco sucesso dos grandes matemáticos para
acharem um valor adequado e/ou aproximado para o número PI.
Mostra fórmulas e situações a Watson que questiona cada vez mais
sobre o número PI. Fala sobre os números amigos, mostrando
exemplos de alguns como 220 e 284, cujo a soma de seus divisores
resulta um ao outro. Obviamente não existem só esses números
amigos, vários outros podem ser encontrados, como você pode
encontrá-los? Pesquisando! Você irá aprender sobre circunferência no
capítulo sete, que se tem início aqui, neste capítulo. O que está
esperando para continuar a ler?

Capítulo 7: Os Teoremas
Holmes recorda de seu antigo e bom professor de Matemática, cujo
nome é Moriarty, relembrando de como seus dons de ensinar o
ajudaram a resolver casos como "Gloria Scott" e vários outros que
necessitavam da ajuda da Matemática. Recordou inclusive como esse
maravilhoso professor ensinava com ótima dinâmica, era preciso nas
informações, e fazia com que seus alunos entendessem assim, esse
mundo diferente e complicado da Matemática.
Holmes menciona o fato de como outras pessoas tinham na mente a
imagem do grande professor Moriarty.
Em seguida o detetive nos mostra alguns teoremas que, junto com o
professor, foram praticados. Um exemplo deste seria o que estava
escrito num papel entregue por Moriarty a Holmes durante o caso
denominado "O Problema Final" e alguns outros que foram preciso
usar durante a vasta carreira de detetive de Holmes.
Holmes mostra a Watson o “Ultimo teorema de Fermat”, o qual tratase da seguinte frase: não é possível encontrar três números inteiros e
nulos numa equação, sendo:
A+B=C
Quando viu este, Watson não entendeu o teorema, mas Holmes diz a
ele que segundo o matemático Fermat, não existem números inteiros,
os quais as somas das quartas potências dos dois seja igual a potência
do terceiro.
Watson ainda fica na dúvida sobre o teorema, questionando se
continuaria assim mesmo se ele mudasse a potencia do certo número.
Holmes o explica que não seria possível do mesmo jeito. E após
intermináveis horas de debate, Holmes o mostra o manuscrito, e
Watson acredita que só poderia ser o professor Moriarty para
influenciá-lo a estudar a matemática.

Capítulo 8: O Círculo
Nesse capítulo será vista a história da princesa Dido.
A princesa Dido, ou Elisa, é uma personagem do Elo Eneida que foi
escrito no séc. I a.C.
Na história, após o assassinato de seu amado marido, Dido precisa
fugir com alguns subordinados para criar uma nova aldeia. Ao
encontrar um local bom para seus seguidores, Elisa faz um acordo com
o rei Jarbas, a princesa compra as terras e fica concluído que ela
poderia ficar apenas com a quantidade de terra que conseguisse cercar
usando a pele de um touro.
Dido e seu secto decidem cortar a pele do animal em tiras e depois
juntá-las, tendo assim uma corda comprida que poderia cercar boa
parte das terras para a construção da nova cidade. A cidade é fundada
por Elisa.
De acordo com a Mitologia Romana, a Princesa Dido era filha do Rei
Mutto de Tiro, e mulher de Siqueu, depois que o mesmo foi morto pelo
Príncipe Pigmaleão, a princesa se escondeu na costa do Mar
Mediterrâneo, na África. Depois rumou a Jarbas e implorou certa
quantia de dinheiro para comprar as terras e envolvê-las com pedaços
de couro de touro.
Como o Rei Jarbas aceitou essa oferta, Dido cortou o couro em tiras,
ligou-as pelas pontas e envolveu-as a área de terra desejada. Optando
por terras ao longo do leito do mar, Dido não precisou usar fitas na
costa. Ao estender o couro, obteve a maior área de terra que poderia
conseguir. Dessa forma, Elisa criou o Estado de Cartago (hoje Tunísia),
em 850 a.C.
Capitulo 9 - A Helena da Geometria
Neste capítulo, Watson, estava justamente a pensar, em não consultar
sherlok holmes a respeito de como a princesa Dido, selecionou o
enigma, logo após Holmes o mostra um Ciclóide que tem dois
apelidos: Braquistócrona e A Helena da Geometria, cuja as suas curvas
são geradas por qualquer dos pontos de uma roda de trem, ou então
de uma bicicleta.Logo após Watson se levanta de onde estava, a
procura de um papel, para então fazer um desafio a qual se marca um
ponto A e um ponto B, esta explicação é devida a Galileu
Galileu(1590). Nesse livro, o é citado dois irmãos Johnn e Jacques
Bernolli que eram dois rivais na disputa de Helena da geometria no
século 17.
Holme explica a Wotson as propriedades dos círculos, falando que elas
podem ser construídas sobre uma mesa, ou seja uma figura plana.
Uma figura pode se considerar plana quando a figura em duas
dimensões como o círculo ou um quadrado.
Holmes diz para Watson as escolhas que a princesa Dido estava em
dúvida ou não de fazer, um dos exemplos foi em qual das figuras
escolher quadrado ou retângulo, qual das duas teriam a maior área,
Dido escolheu o semicírculo e mostrou que estava certa, pois o local
era cortado no meio por um rio.
Holmes depois começa a falar de cálculos de variações e suas origens
e por fim Holmes responde a Watson se alguém responderá o desafio
da princesa,e diz também que muitos matemáticos estudaram a
história de Dido e se aperfeiçoaram em entendê-lá.

Capitulo 10 - As incógnitas
O capítulo começa com um diálogo para uma nova investigação “O
Vale do Terror” e também sobre o Professor Moriarty, se alguém o
conhecia, ele foi um gênio matemático do universo sherlockiano que
enveredou para o crime. Watson tinha algumas duvidas, porque
Holmes tinha uma admiração por esse professor, e queria muito saber
da resposta, ai pensou: Por que Holmes guarda com zelo e dedicação
os manuscritos e livros oferecidos a ele pelo professor? Por que guarda
histórias que podem ser encontradas em enciclopédia? Watson tinha
mais dúvidas sobre o fim do professor.
Holmes e Watson vão para Cambridge, ao chegarem lá Lestrade os
explica a situação e depois o trio segue a viagem na presença do
reitor. Ao chegarem ao destino o reitor explica o porque chamou eles,
um homicídio dentro do espaço acadêmico e o sumiço das pesquisas
da vítima Sir John Hamilton. Holmes começa a investigar os papeis
que tinham provas de descobertas euclidianas que estavam na mesa
da vítima. Holmes começa a lembrar da notícia do matemático amador,
Holmes começa a investigar e a fazer perguntas para tentar desvendar
o mistério. Holmes e Watson saem do escritório de Hamilton
prometendo-lhe que iriam achar o assassino. Holmes e Watson ficam
se perguntando e tentando descobrir porque aquele manuscrito estaria
na mesa do senhor Hamilton? O que será que ele estava fazendo lá? O
porque estava estudando e lendo geometrias não euclidianas? Holmes
e Watson estavam empenhados em desvendar essas perguntas. E
assim inicia-se o caso Cabridge.

Capitulo 11 - Os cálculos
Em Londres novamente, Holmes está em seu aposento em Baker
Street, juntamente com o Dr. Watson. Os dois conversam e Holmes diz
que Sir Hamilton, morto cerca de um mês, julgava-se em perigo,
ameaçado por um insano, Holmes diz não perceber nada além do que
vestígios de paranoica e deduz ter sido uma morte acidental, pois os
resultados de pesquisa do professor havia sumido provavelmente a
pessoa também estaria interessado em sua morte. Watson pergunta
qual foi a grande descoberta e Holmes responde explicando como
soube disso apenas avaliando os livros e os papéis do finado.
A Sra. Hudson chega, interrompendo a conversa, entregando uma
mensagem para Sherlock Holmes. A mensagem era do inspetor
Lestrade, dizendo que tinha novidades sobre o caso de Cambridge,
Watson vai junto. Chegando a Scotland Yard, o inspetor diz que causa
da morte já estava esclarecida e que o suspeito, o Sr. Hopkins, havia
sido detido, após insistentemente querer uma entrevista como o
falecido professor, pois havia enviado ao mesmo um manuscrito que
expunha a prova de um notável resultado em geometria. Depois de
explicar tudo Lestrade pergunta se Holmes quer fazer perguntas ao
acusado, o mesmo diz que sim, porém apenas uma única pergunta.
Ao ir de encontro com o prisioneiro, Holmes escuta e observa o Sr.
Hopkins e lhe pergunta quando foi que o mesmo saiu do continente
nos últimos meses, após a resposta Holmes volta a seus aposentos e
vê o caso no jornal. Arredio para falar do caso, Holmes apenas diz que
se fosse há outros tempos ele não teria duvidas de ligar o professor
Moriarty à morte e ao roubo dos estudos de Sir. Hamilton. Dr. Watson
pensa em tudo e diz estar preocupado com Holmes, pelo seu
comportamento.

Capitulo 12 - A Solução
Na manhã seguinte, Holmes anda de um lado para o outro com seu
cachimbo e quando avista Watson o alerta que terão surpresas sobre o
caso de Cambridge. Logo a campainha toca a Sra. Hudson vai atender,
por um instante, Holmes pensa que o rapaz havia errado o endereço,
percebendo a timidez o convida para entrar e se sentar na poltrona,
apresenta o Dr. Watson que logo após lhe avalia com no máximo 25
anos, de olhos claros e inteligentes de uma fisionomia de palidez, as
roupas de fazenda barata estavam bem usadas e sujas, e o rapaz era
de poucos cuidados consigo mesmo. Outra batida na porta, essa
anunciou a chegada do inspetor Lestrade, que se surpreendeu ao ver o
rapaz, mas soube que o chamado de Holmes teria contratempos.
Holmes diz que o Sr. Andersen o procurou para que ele ajudasse o
mesmo com sua triste história, e acrescenta dizendo o quão seria
importante à presença de um oficial da Scotland Yard. O jovem
começa a contar sua história e diz o que o levou a Cambridge, como
conheceu o Sr. Hopkins, e como o mesmo roubou sua ideia sobre o
Teorema de Fermat, o seu interesse em falar o com o professor
Hamilton, e como sem menor pretensão ele o encontrou de cabeça
inclinada e apoiada sobre a mesa parecendo que já havia bebido vários
copos. Ele conta como foi abordar o professor e como lhe deu a notícia
que o a prova continha um erro lógico. A história termina de um
modo inusitado e surpreendente que você, caro leitor terá que
descobrir.

Matemática e Mistério em Baker Street

  • 1.
    Este trabalho solicitadopelos professores Carlos Ossamu Cardoso Narita e Ms Maria Piedade Teodoro da Silva das disciplinas de Matemática e Língua Portuguesa tem por objetivo apresentar, de forma clara e resumida, o livro "Matemática e Mistério em Baker Street" de Lázaro Coutinho. Lázaro Coutinho: O escritor Lázaro Coutinho criou um gênero especial de narrativa seus personagens são números em complexas relações de lógica Lázaro Coutinho é mestre em matemática, publicou dois livros além de "Mátematica e mistério em Baker Street". Trabalha no centro de Análises de sistemas navais na área de segurança da informaçao e criptologia e se interessa sobre tudo a respeito do conhecido detetive consultor de baker street. Resumo do livro "Matemática e Mistério em Baker Street": Matemática & Mistério em baker street é um livro paradidático que aborda fatos matemáticos nos fazendo involver com a história e aprender muito sobre curiosidades sobre matemática. Contada através de um jeito fácil, uma escrita simples, o livro tem como seguintes personagens principais: Sherlock Homes e Watson, personagens criados por Sir Arthur Connan doyle.
  • 2.
    Resumo dos capitulos: Capitulo1 - A notícia Já no primeiro capitulo do livro Matemática e Mistério em Baker Street escrito por Lázaro Coutinho, o famoso detetive Sherlock Holmes se mostra extremamente interessado em uma certa noticia de jornal relacionada a uma provável e futura reviravolta na geometria euclidiana, descoberta por um matemático e relacionada a alguns erros de sua criação, o que acabou deixando seu amigo e narrador do romance, Dr. Watson, intrigado, por causa do inusitado interesse de Holmes em casos geométricos. Após explicar o motivo de tal interesse, Watson fica interessado em certo ponto citado por Holmes, relacionado ao problema das sete pontes (construção localizada na cidade de Konigsberg, e proposto por moradores locais enquanto a observavam). O desafio gira em torno de uma pessoa que precisa, de alguma forma, ao sair de certo ponto, atravessar todas as sete pontes de uma unica vez para depois conseguir chegar ao mesmo ponto de partida. Durante a conversa, Holmes conta sobre sua vida antes de se tornarem amigos, algumas historias de sua época na faculdade, além
  • 3.
    de citar algunsde seus casos antigos e resolvidos, professores conhecidos (incluindo o famoso Lewis Carroll, autor do livro Alice no País das Maravilhas) e suas grandes influencias no ramo acadêmico. Ele lhe conta sobre alguns problemas matemáticos já resolvidos, sua importância tanto na vida quanto na área de investigação, dando exemplos do dia a dia e propondo desafios extremamente complexos e interessantes a Watson, prendendo-o ao assunto, tornando o batepapo ainda mais cativante e iniciando o livro da melhor maneira possível, mostrando uma grande variedade de informação e conhecimento. Capitulo 2 - As geometrias não-euclidianas Neste capitulo, "As geometrias não-euclidianas", Holmes e Watson voltam a rever a noticia do jornal, no qual Sherlock se mostra intrigado com a hipótese de haver algum erro na geometria nãoeuclidianas, por serem criações admiráveis e com histórias tão longas e complexas, mas não abandona o fato de tudo na ciência se torna cada vez mais avançado enquanto o tempo passa. Continuando a conversa, Holmes relembra, novamente, varias coisas durante sua vida na faculdade e problemas de matemáticos e geométricos que ainda não foram completamente aprofundados pelo homem, como por exemplo a soma dos ângulos internos de um triangulo, que dependendo da superfície em questão, pode apresentar uma soma superior a 180° ou até mesmo certos problemas que ao serem estudados de forma ainda mais detalhadamente, podem nos deixar loucos com tais resultados obtidos, já que não condizem com os resultados descobertos e estudados durante tanto tempo, por tanta gente. Watson se interessa pela noticia no jornal e aproveita para tirar diversas duvidas com Holmes, que explica não só a matéria do jornal em questão, como tantas outras. Watson acaba se interessando pelas opiniões do detetive, que mostra ter uma visão bem diferente e complexa do que aqueles estudados. Ele cita uma coincidência entre um professor conhecido de Watson e, novamente, as sete pontes de Konigsberg, já que, por ser um morador
  • 4.
    da cidade, provavelmentedeve ter tentado resolver o problema, como tantos outros, citando sempre diversos exemplos do dia a dia, facilitando o entendimento de Watson e do leitor. Capitulo 3 - A lei de Tales Este capitulo é um dos mais interessantes na minha opinião. Watson se mostra bem interessado nas antigas investigações de Sherlock Holmes, e a procura de um livro, encontra uma historia que gira em torno de um caso, onde Holmes, solicitado pelo antigo amigo de faculdade Musgrave, tenta resolver um mistério ocorrido na casa de tal amigo, envolvendo seu mordomo Brunton, que trabalha com eles a anos. Porém, após ser pego mexendo em documentos da família, faz com que Musgrave perda tal confiança adquirida e seja demitido, pedindo apenas alguns dias para deixar a casa. Porém, após certo tempo, desaparece sem deixar nenhum sinal claro. Após o ocorrido, Rachel, ex-namorada do mordomo e empregada de Musgrave, se mostra nervosa e acaba desaparecendo também. Seguindo seus rastros, acabam em uma lagoa, no qual não foi encontrado seu corpo mas sim um certo pacote, cheio de pedras. Para solucionar o caso dos dois empregados desaparecidos, Holmes entra em contato com o documento acessado por Brunton: um tipo de lista, com diversos detalhes e informações. Seguindo as informações listadas, como a localização de certa arvore, a espera do sol no ponto indicado, para se ir até o ponto final da sombra, seguidas de coordenadas e indicações, Holmes encontra uma estranha laje em baixo da casa. No subterrâneo, eles acabam encontrando um certo bau, cheio do tesouro da coroa de Stuarts, deixado para Musgrave e o cadáver do mordomo, que parece ter sido traído pela empregada, que o matou por raiva, vingança e fugiu, como desvendado no final do capitulo. Capitulo 4 - As probabilidades No capitulo "As probabilidades", Holmes começa a fazer diversos desafios ao colega, Dr. Watson, relacionados a probabilidades, dando
  • 5.
    como problemas, coisassimples como adivinhar, dentre três gavetas, onde se encontra o charuto, ou até mesmo a quantidade de clientes que podem fazer aniversários no mesmo dia. Watson fica muito intrigado com os resultados e opiniões apresentados por Holmes, por mostrar algo extramente diferente dos estudados. Holmes explica sua percepção sobre cada um dos problemas, mostrando que tal reação não foi demonstrada apenas por Watson e sim por tantas outras pessoas que conviveu. Logo depois, Holmes conta uma de suas "aventuras" na faculdade, relacionada a esta sua habilidade de descobrir probabilidades, que o fazia descobrir resultados em jogos de forma rápida, fazendo com que ajudasse seus amigos a ganhar e lhe dando dicas, além de aproveitar para aprimorar seus cálculos. Certo dia, na faculdade, ele foi desafiado a competir com certo aluno em um problema matemático. Ele se esforçou bastante, tomando cuidado com os detalhes, porém ao notar que havia deixado a sala por ultimo, percebeu que havia perdido. Contudo, ao fazer a correção, o professor observou que Holmes, apesar da demora, conseguiu resolver o problema corretamente, ao contrario de seu concorrente, levando-o a vitória. Mas nem tudo era sorte e esses seus envolvimentos em jogos de probabilidades, mesmo que indiretamente, acabou quase em uma expulsão da faculdade, por ser um ato proibido. Graças a seu histórico acadêmico e as influencias de tantos mestres profissionais que teve nos estudos, Holmes foi liberado, prometendo nunca mais se envolver em certas situações. Capitulo 5: A Aposta O inspetor Lestrade faz uma visita a Holmes, pois o mesmo lhe trazia uma mensagem. Sherlock Holmes, como sempre, desconfiava do caso que o inspetor o trazia. Lestrade diz que o caso seria de interesse de Holmes, pois o mesmo o envolvia. O caso falava sobre um criminoso que havia quebrado os bustos de Napoleão, mas o detetive continua a crer que o caso não pertence ao seu estilo, depois de certo tempo
  • 6.
    Holmes resolve participardo caso por insistência de Lestrade. Há um depoimento de que um doutor havia comprado dois bustos de Napoleão quatro dias atrás, um para colocar em seu escritório e o outro estava quebrado no jardim de sua casa. Holmes acredita que o homem que fez isso tinha um ódio descomunal por Napoleão. Depois de algum tempo o detetive recebe um telegrama de Lestrade, o caso havia ficado mais sério: Houve um assassinato e outro busto havia sido quebrado. Holmes decide que deve ir à loja do senhor Morse para o mesmo depor. Holmes questiona o homem e mostra a foto do defunto com a garganta aberta, no qual Morse conhece por Beppo, um artesão italiano que não é visto desde a semana passada. Holmes e Watson deixam a loja e vão para Gelder & Cia. Depois de grande esforço a causa da morte de Beppo havia sido descoberta: Os bustos foram quebrados, pois em um deles tinha uma joia e Beppo estava na procura da mesma. Mas isso acabou causando sua morte, e a sorte não estava em seu favor. Capítulo 6: Os números Neste capítulo Holmes explica o que são todos os tipos de números e nos dá uma explicação bem detalhada sobre o número Pi, dizendo quem foram seus criadores, como chegar até ele, também como utilizá-lo em determinadas situações matemáticas, e todas as outras informações possíveis que se podiam chegar apenas com os conceitos que encontramos em PI. Comenta também que seus descobridores existem desde muito tempo, mas os seguintes são os principais: Ludolph van Ceulen, Williebrord Snell, Snell Grienberger, John Wallis, Zacharias Dase e William Shanks. Neste capítulo você encontrará que o inventor da fórmula de PI parecia ter sido o famoso matemático Arquimedes, mas há duvidas quanto a essa probabilidade. Remete também ao tema dos números perfeitos, exemplificando o número seis (6), depois usa o número vinte e oito (28). Holmes Menciona o problema das agulhas, que eram jogadas num tabuleiro, e a agulha que caísse sobre a linha, iria corresponder ao Conde Buffon. Comenta
  • 7.
    das tentativas compouco sucesso dos grandes matemáticos para acharem um valor adequado e/ou aproximado para o número PI. Mostra fórmulas e situações a Watson que questiona cada vez mais sobre o número PI. Fala sobre os números amigos, mostrando exemplos de alguns como 220 e 284, cujo a soma de seus divisores resulta um ao outro. Obviamente não existem só esses números amigos, vários outros podem ser encontrados, como você pode encontrá-los? Pesquisando! Você irá aprender sobre circunferência no capítulo sete, que se tem início aqui, neste capítulo. O que está esperando para continuar a ler? Capítulo 7: Os Teoremas Holmes recorda de seu antigo e bom professor de Matemática, cujo nome é Moriarty, relembrando de como seus dons de ensinar o ajudaram a resolver casos como "Gloria Scott" e vários outros que necessitavam da ajuda da Matemática. Recordou inclusive como esse maravilhoso professor ensinava com ótima dinâmica, era preciso nas informações, e fazia com que seus alunos entendessem assim, esse mundo diferente e complicado da Matemática. Holmes menciona o fato de como outras pessoas tinham na mente a imagem do grande professor Moriarty. Em seguida o detetive nos mostra alguns teoremas que, junto com o professor, foram praticados. Um exemplo deste seria o que estava escrito num papel entregue por Moriarty a Holmes durante o caso denominado "O Problema Final" e alguns outros que foram preciso usar durante a vasta carreira de detetive de Holmes. Holmes mostra a Watson o “Ultimo teorema de Fermat”, o qual tratase da seguinte frase: não é possível encontrar três números inteiros e nulos numa equação, sendo: A+B=C Quando viu este, Watson não entendeu o teorema, mas Holmes diz a ele que segundo o matemático Fermat, não existem números inteiros, os quais as somas das quartas potências dos dois seja igual a potência do terceiro.
  • 8.
    Watson ainda ficana dúvida sobre o teorema, questionando se continuaria assim mesmo se ele mudasse a potencia do certo número. Holmes o explica que não seria possível do mesmo jeito. E após intermináveis horas de debate, Holmes o mostra o manuscrito, e Watson acredita que só poderia ser o professor Moriarty para influenciá-lo a estudar a matemática. Capítulo 8: O Círculo Nesse capítulo será vista a história da princesa Dido. A princesa Dido, ou Elisa, é uma personagem do Elo Eneida que foi escrito no séc. I a.C. Na história, após o assassinato de seu amado marido, Dido precisa fugir com alguns subordinados para criar uma nova aldeia. Ao encontrar um local bom para seus seguidores, Elisa faz um acordo com o rei Jarbas, a princesa compra as terras e fica concluído que ela poderia ficar apenas com a quantidade de terra que conseguisse cercar usando a pele de um touro. Dido e seu secto decidem cortar a pele do animal em tiras e depois juntá-las, tendo assim uma corda comprida que poderia cercar boa parte das terras para a construção da nova cidade. A cidade é fundada por Elisa. De acordo com a Mitologia Romana, a Princesa Dido era filha do Rei Mutto de Tiro, e mulher de Siqueu, depois que o mesmo foi morto pelo Príncipe Pigmaleão, a princesa se escondeu na costa do Mar Mediterrâneo, na África. Depois rumou a Jarbas e implorou certa quantia de dinheiro para comprar as terras e envolvê-las com pedaços de couro de touro. Como o Rei Jarbas aceitou essa oferta, Dido cortou o couro em tiras, ligou-as pelas pontas e envolveu-as a área de terra desejada. Optando por terras ao longo do leito do mar, Dido não precisou usar fitas na costa. Ao estender o couro, obteve a maior área de terra que poderia conseguir. Dessa forma, Elisa criou o Estado de Cartago (hoje Tunísia), em 850 a.C.
  • 9.
    Capitulo 9 -A Helena da Geometria Neste capítulo, Watson, estava justamente a pensar, em não consultar sherlok holmes a respeito de como a princesa Dido, selecionou o enigma, logo após Holmes o mostra um Ciclóide que tem dois apelidos: Braquistócrona e A Helena da Geometria, cuja as suas curvas são geradas por qualquer dos pontos de uma roda de trem, ou então de uma bicicleta.Logo após Watson se levanta de onde estava, a procura de um papel, para então fazer um desafio a qual se marca um ponto A e um ponto B, esta explicação é devida a Galileu Galileu(1590). Nesse livro, o é citado dois irmãos Johnn e Jacques Bernolli que eram dois rivais na disputa de Helena da geometria no século 17. Holme explica a Wotson as propriedades dos círculos, falando que elas podem ser construídas sobre uma mesa, ou seja uma figura plana. Uma figura pode se considerar plana quando a figura em duas dimensões como o círculo ou um quadrado. Holmes diz para Watson as escolhas que a princesa Dido estava em dúvida ou não de fazer, um dos exemplos foi em qual das figuras escolher quadrado ou retângulo, qual das duas teriam a maior área, Dido escolheu o semicírculo e mostrou que estava certa, pois o local era cortado no meio por um rio. Holmes depois começa a falar de cálculos de variações e suas origens e por fim Holmes responde a Watson se alguém responderá o desafio da princesa,e diz também que muitos matemáticos estudaram a história de Dido e se aperfeiçoaram em entendê-lá. Capitulo 10 - As incógnitas O capítulo começa com um diálogo para uma nova investigação “O Vale do Terror” e também sobre o Professor Moriarty, se alguém o conhecia, ele foi um gênio matemático do universo sherlockiano que enveredou para o crime. Watson tinha algumas duvidas, porque Holmes tinha uma admiração por esse professor, e queria muito saber da resposta, ai pensou: Por que Holmes guarda com zelo e dedicação
  • 10.
    os manuscritos elivros oferecidos a ele pelo professor? Por que guarda histórias que podem ser encontradas em enciclopédia? Watson tinha mais dúvidas sobre o fim do professor. Holmes e Watson vão para Cambridge, ao chegarem lá Lestrade os explica a situação e depois o trio segue a viagem na presença do reitor. Ao chegarem ao destino o reitor explica o porque chamou eles, um homicídio dentro do espaço acadêmico e o sumiço das pesquisas da vítima Sir John Hamilton. Holmes começa a investigar os papeis que tinham provas de descobertas euclidianas que estavam na mesa da vítima. Holmes começa a lembrar da notícia do matemático amador, Holmes começa a investigar e a fazer perguntas para tentar desvendar o mistério. Holmes e Watson saem do escritório de Hamilton prometendo-lhe que iriam achar o assassino. Holmes e Watson ficam se perguntando e tentando descobrir porque aquele manuscrito estaria na mesa do senhor Hamilton? O que será que ele estava fazendo lá? O porque estava estudando e lendo geometrias não euclidianas? Holmes e Watson estavam empenhados em desvendar essas perguntas. E assim inicia-se o caso Cabridge. Capitulo 11 - Os cálculos Em Londres novamente, Holmes está em seu aposento em Baker Street, juntamente com o Dr. Watson. Os dois conversam e Holmes diz que Sir Hamilton, morto cerca de um mês, julgava-se em perigo, ameaçado por um insano, Holmes diz não perceber nada além do que vestígios de paranoica e deduz ter sido uma morte acidental, pois os resultados de pesquisa do professor havia sumido provavelmente a pessoa também estaria interessado em sua morte. Watson pergunta qual foi a grande descoberta e Holmes responde explicando como soube disso apenas avaliando os livros e os papéis do finado. A Sra. Hudson chega, interrompendo a conversa, entregando uma mensagem para Sherlock Holmes. A mensagem era do inspetor Lestrade, dizendo que tinha novidades sobre o caso de Cambridge, Watson vai junto. Chegando a Scotland Yard, o inspetor diz que causa da morte já estava esclarecida e que o suspeito, o Sr. Hopkins, havia sido detido, após insistentemente querer uma entrevista como o
  • 11.
    falecido professor, poishavia enviado ao mesmo um manuscrito que expunha a prova de um notável resultado em geometria. Depois de explicar tudo Lestrade pergunta se Holmes quer fazer perguntas ao acusado, o mesmo diz que sim, porém apenas uma única pergunta. Ao ir de encontro com o prisioneiro, Holmes escuta e observa o Sr. Hopkins e lhe pergunta quando foi que o mesmo saiu do continente nos últimos meses, após a resposta Holmes volta a seus aposentos e vê o caso no jornal. Arredio para falar do caso, Holmes apenas diz que se fosse há outros tempos ele não teria duvidas de ligar o professor Moriarty à morte e ao roubo dos estudos de Sir. Hamilton. Dr. Watson pensa em tudo e diz estar preocupado com Holmes, pelo seu comportamento. Capitulo 12 - A Solução Na manhã seguinte, Holmes anda de um lado para o outro com seu cachimbo e quando avista Watson o alerta que terão surpresas sobre o caso de Cambridge. Logo a campainha toca a Sra. Hudson vai atender, por um instante, Holmes pensa que o rapaz havia errado o endereço, percebendo a timidez o convida para entrar e se sentar na poltrona, apresenta o Dr. Watson que logo após lhe avalia com no máximo 25 anos, de olhos claros e inteligentes de uma fisionomia de palidez, as roupas de fazenda barata estavam bem usadas e sujas, e o rapaz era de poucos cuidados consigo mesmo. Outra batida na porta, essa anunciou a chegada do inspetor Lestrade, que se surpreendeu ao ver o rapaz, mas soube que o chamado de Holmes teria contratempos. Holmes diz que o Sr. Andersen o procurou para que ele ajudasse o mesmo com sua triste história, e acrescenta dizendo o quão seria importante à presença de um oficial da Scotland Yard. O jovem começa a contar sua história e diz o que o levou a Cambridge, como conheceu o Sr. Hopkins, e como o mesmo roubou sua ideia sobre o Teorema de Fermat, o seu interesse em falar o com o professor Hamilton, e como sem menor pretensão ele o encontrou de cabeça inclinada e apoiada sobre a mesa parecendo que já havia bebido vários copos. Ele conta como foi abordar o professor e como lhe deu a notícia que o a prova continha um erro lógico. A história termina de um
  • 12.
    modo inusitado esurpreendente que você, caro leitor terá que descobrir.