O documento descreve como as mulheres eram discriminadas e tinham poucos direitos na sociedade judaica da época de Jesus. Elas eram vistas como inferiores aos homens e deviam obedecer a eles. No templo e na sinagoga, espaços eram reservados separando as mulheres dos homens. A educação das meninas era limitada e elas podiam até ser vendidas como escravas. Apesar disso, o documento também destaca a importância de Maria e como ela desafiou essas normas ao aceitar ser a mãe de Jesus.