O documento discute o lixo eletrônico, definindo-o como resíduos de equipamentos eletrônicos que contêm metais pesados tóxicos. Aponta que cerca de 50 milhões de toneladas de lixo eletrônico são produzidas anualmente, sendo que apenas 10 milhões são reciclados. Também destaca que o Brasil não tem legislação adequada para descarte correto desse tipo de lixo.