“Mas, como é santo aquele que vos
chamou, sede vós também santos em toda
a vossa maneira de viver, porquanto
escrito está: Sede santos, porque eu sou
santo.”
1 Pe 1.15,16
A santidade de Deus, o atributo da
sua perfeição moral, é a razão que nos
inspira ao vivermos de maneira santa e
íntegra neste mundo.
I – CONSELHOS PARA UMA
VIDA DE SANTIDADE
II – A ORDEM DA SANTIDADE
III – A NATUREZA DA IGREJA
• COMPREENDER que os conselhos de Pedro para
uma vida de santidade;
• REFLETIR a respeito do mandamento divino para
sermos santos em toda nossa maneira de viver;
• SABER acerca do fundamento e da natureza da
Igreja.
Depois de falar sobre a esperança da salvação, Pedro exorta os leitores da
sua Carta para uma vida de santidade. O apóstolo estava preocupado com a
salvação dos crentes, mas também com a santidade e integridade moral deles.
Afinal, uma coisa está intimamente ligada à outra. Em nossos dias, falar em
santificação parece algo antiquado e politicamente incorreto. Para os relativistas
morais da pós-modernidade, ninguém deve dizer a outra pessoa como se comportar
em termos éticos, pois cada um possui o seu próprio conceito do certo e do errado,
sobrando pouco espaço para falar de retidão, caráter e virtudes morais. Em meio ao
caos moral da presente era, o chamamento dos cristãos à santidade pelo apóstolo
Pedro mostra-se altamente relevante.
Estimado(a) professor(a), nesta lição teremos a oportunidade de ensinar
aos nossos alunos a respeito da santidade e santificação. Recorde que,
segundo a Bíblia, a santificação refere-se ao estado daqueles que foram salvos
por Cristo (1 Co 6.11; Cl 2.10; Hb 10.10), mas também ao processo de contínuo
aperfeiçoamento dos crentes (2 Co 7.1). Além disso, se possível, esclareça o
significado das palavras santidade, santificação, santificar, santíssimo, santo e
santuário, utilizando o quadro abaixo:
1 Pedro 1.13-16; 22-25
13 Portanto, cingindo os lombos do vosso entendimento, sede sóbrios e esperai
inteiramente na graça que se vos ofereceu na revelação de Jesus Cristo,
14 como filhos obedientes, não vos conformando com as concupiscências que antes
havia em vossa ignorância;
15 mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a
vossa maneira de viver,
16 porquanto escrito está: Sede santos, porque eu sou santo.
22 Purificando a vossa alma na obediência à verdade, para caridade fraternal, não
fingida, amai-vos ardentemente uns aos outros, com um coração puro;
23 sendo de novo gerados, não de semente corruptível, mas da incorruptível, pela
palavra de Deus, viva e que permanece para sempre.
24 Porque toda carne é como erva, e toda a glória do homem, como a flor da erva.
Secou-se a erva, e caiu a sua flor;
25 mas a palavra do Senhor permanece para sempre. E esta é a palavra que entre
vós foi evangelizada.
1 Pedro 2.9,10
9 Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido,
para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua
maravilhosa luz;
10 vós que, em outro tempo, não éreis povo, mas, agora, sois povo de Deus; que
não tínheis alcançado misericórdia, mas, agora, alcançastes misericórdia.
Para muitos estudiosos, a Primeira Carta de Pedro, além de
“Epístola da Esperança”, também poderia ser chamada de “Epístola da Vida
Santa”, pois enfatiza a importância da santidade após o novo nascimento.
Uma vez que os crentes foram agraciados pela salvação, e adquiriram uma
esperança viva, agora devem dar mostras da nova vida por meio de uma
conduta íntegra. Apesar de remeter à ideia de separação e consagração,
santidade não significa isolamento social ou afastamento de outras
pessoas.
Os salvos testificam que são santos vivendo de acordo com a
vontade de Deus, e interagindo em uma sociedade contaminada pelo
pecado. Isso exige ter contato com o mundo. Por tal razão, faz todo o
sentido a oração de Jesus acerca dos seus discípulos: “Não peço que os
tires do mundo, mas que os livres do mal” (Jo 17.15). Como isso em mente,
aprenderemos nesta lição a respeito do santo estilo de vida dos salvos.
O que é santidade?
Santidade é a pureza perfeita de Deus, que não tem mancha alguma de
pecado. Na Bíblia, santidade também pode significar a dedicação a Deus, se
afastando da impureza do pecado. Todo crente é chamado para ser santo.
A Bíblia diz que Deus é santo. Esse é Seu caráter. Deus é perfeito, Ele não
tem falha nem erro algum. O pecado nem sequer pode entrar em Sua
presença! Somente o que é santo pode se aproximar de Deus (Hebreus
12:14).
A santidade de Deus é descrita na Bíblia como um fogo – brilhante, poderoso,
purificador (Isaías 33:13-14). Assim como um fogo muito quente consome as
impurezas e deixa apenas ouro refinado, a santidade de Deus destrói todo
pecado e deixa apenas pureza.
Ninguém tem a santidade de Deus mas existe outro tipo de santidade, que é
dedicação total a Deus. Essa é a santidade que todo crente deve procurar (1
Pedro 1:15-16). Enquanto esteve na terra, Jesus nos mostrou um pouco da
santidade de Deus e da santidade de ser completamente dedicado a Deus.
A palavra “portanto” empregada por Pedro em 1.13 conecta o raciocínio anterior
com o tema a seguir apresentado. Assim, o apóstolo apresenta três conselhos para
uma vida de santidade:
1. Prepare a mente. A expressão “cingindo os lombos do vosso entendimento”
tem um sentido metafórico; remete à prática da época de amarrar a vestimenta
acima da cintura para ficar pronto para a ação. O conselho é que os crentes
preparem as suas mentes, a fim de poderem pensar adequadamente e com
profundidade nas coisas de Deus. Isso porque a santificação abrange
primeiramente a mente, o centro das decisões e das faculdades da pessoa.
Quando aceitamos Cristo, em arrependimento, passamos por um processo de
conversão, do grego metanoia (At 3.19), que significa mudança de pensamento.
Por isso, Paulo diz que temos a mente de Cristo! (1 Co 2.16). Quando preparamos
e entregamos a mente para o Senhor, deixamos que Ele seja o guia das nossas
decisões. Obviamente, ainda assim, não podemos impedir que determinados
pensamentos entrem em nossa mente. Nesse caso, Stan Toler, na obra Repense a
Vida, aconselha que “tudo que podemos fazer é administrá-lo quando já se é um
pensamento negativo, pecador e destrutivo, podemos prendê-lo, rejeitá-lo e lançá-
lo fora da mente. Se é um pensamento positivo, santo e produtivo, podemos detê-
lo, meditar sobre ele e aplicá-lo à vida.
O pecado não acontece quando temos um pensamento passageiro, mas quando
nos concentramos em um pensamento pecador em vez de expulsá-lo”.
A verdadeira santidade requer a compreensão daquilo que estamos fazendo
ou deixando de fazer. Agir pela simples obrigatoriedade, sem saber a razão, não é
santidade, é mera religiosidade farisaica! Uma mentalidade regenerada pelo
Senhor nos habilita a entender a importância de uma vida íntegra e sincera.
2. Seja sóbrio. Pedro também assevera que o cristão deve ser sóbrio, ou seja, ter
domínio próprio, autocontrole, pois a vida cristã é incompatível com os excessos.
Além de significar ao crente abster-se da embriaguez, a sobriedade refere-se
também ao viver com moderação, em constante equilíbrio (Ef 5.18; Rm 12.3). Tal
virtude deve ser uma característica dos salvos, porquanto as Escrituras assim nos
exortam reiteradamente (1 Ts 5.6; 2 Tm 4.5). Aplicada ao consumo, a santificação
promove na vida do crente uma postura contracultural, no sentido de rejeitar e se
afastar da cultura dominante que valoriza a moda e tudo aquilo que é supérfluo. O
consumo santificado significa apartar-se do modelo consumista em curso na
sociedade contemporânea, e desenvolver um estilo de vida frugal, com hábitos de
consumo santos, disciplinados pelo fruto do Espírito (Gl 5.22).
3. Espere na graça. A santificação envolve ainda esperar inteiramente na graça.
Diante do contexto sombrio a que estavam submetidos, os destinatários são
encorajados a olharem para frente e aguardarem em Deus. Isso não é passividade,
é paciência: o ato de confiar na providência divina. Vivemos em uma cultura
imediatista e acelerada, na qual as pessoas perderam o hábito de esperar. “Tudo ao
mesmo tempo e agora” é um dos slogans que caracterizam a sociedade
contemporânea. O adoecimento emocional e psíquico que acomete boa parte da
população de hoje é em grande parte consequência da ansiedade descontrolada.
Portanto, a espera confiante em Deus, além de preparar o coração para o futuro,
contribui para que o crente tenha uma vida emocionalmente saudável.
1. Filhos obedientes e inconformados. Considerando que a santificação se
prova com ações reais, somos exortados como “filhos da obediência’ (ARA) a ter um
padrão de conduta exemplar. Tal expressão, comum naquele tempo, é uma maneira
de dizer “que nossas vidas são caracterizadas por um obediência contínua ao
Senhor e à sua Palavra”, como bem observou o teólogo pentecostal Stanley Horton.
A prova dessa obediência sincera é a inconformidade com o mundo (Rm 12.2) e
com as concupiscências — os desejos e as paixões carnais da antiga vida. Quando
a santidade de Deus molda o nosso caráter, não nos conformamos com o pecado.
Ainda que o cristão esteja sujeito a uma batalha interna contra a carne (Rm 7.20),
não deve achar normal cometer qualquer tipo de pecado, muitas vezes sob a
justificativa do “não tem problema”.
2. O imperativo da santidade. O apóstolo Pedro reitera uma ordem divina: Sede
santos, porque eu sou santo! (Lv 11.44; 19.2). A santidade não é uma opção na vida
cristã. É um imperativo para nos tornarmos cada vez mais parecidos com aquele
que nos chamou (Sl 99.9; Ap 4.8). A santidade é o atributo moral de Deus. Nenhum
outro atributo divino é tão solenizado nas Escrituras como esse: “Não há santo como
é o SENHOR; porque não há outro fora de ti” (1 Sm 2.2).
Muitos concebem a santidade como algo bastante severo e até mesmo opressor,
resultado do esforço humano. Longe disso, a santificação decorre da ação
libertadora e transformadora de Deus em nós. Quando o Senhor nos ordena à
santidade, na verdade está querendo que o deixemos trabalhar em nós, corrigindo,
guiando e purificando as nossas vidas (Jo 17.17; 1 Ts 5.23). A santificação não
decorre do mérito do homem, mas da graça de Deus. Mas este processo requer a
disposição e a cooperação do indivíduo (1 Jo 3.3). O Espírito Santo é o agente da
santificação (Rm 1.4) e a Palavra de Deus, o instrumento (Jo 17.17).
3. Santidade que gera integridade. Vale notar que a santidade não envolve
somente uma área de nossas vidas, mas se aplica a toda a nossa maneira de viver.
Isso porque santidade tem a ver com integridade; santificação produz uma conduta
autêntica, honesta e virtuosa, que afasta o salvo das práticas reprováveis. Nas
palavras de John Eldredge: “Você não consegue se tornar íntegro sem se tornar
santo, nem pode se tornar santo sem se tornar íntegro. As duas coisas andam
juntas”. Por esse motivo, logo adiante, Pedro apresenta uma lista de cincos vícios
morais que os cristãos devem deixar: malícia, engano, fingimentos, invejas e
murmurações (2.1).
4. A razão da nossa santidade. Depois de recomendá-los a uma vida de temor a
Deus (v.17), Pedro faz recordar da razão para uma conduta digna por parte do
crente. Não fomos resgatados por ouro e prata, e sim pelo precioso sangue de
Jesus (v. 18,19). Que maravilha sabermos que a nossa salvação não está firmada
em coisas perecíveis e passageiras, mas sim no sangue do Filho de Deus.
Quais são as características da "pedra angular"?
Como a pedra angular era preparada pelos edificadores para o seu uso em construções? Qual o
significado dos textos bíblicos que falam sobre a pedra angular?
“Quais são as características da “pedra angular”? Como era preparada pelos edificadores para o
seu uso em construções?”
“Pois as Escrituras Sagradas dizem: Eu escolhi uma pedra de muito valor, que agora ponho em
Sião como a pedra principal do alicerce. Quem crer nela não ficará desiludido. Essa pedra é de
muito valor para vocês, os que creem. Mas, para os que não creem, a pedra que os construtores
rejeitaram veio a ser a mais importante de todas. E em outra parte as Escrituras Sagradas dizem:
Esta é a pedra em que as pessoas vão tropeçar, a rocha que vai fazê-las cair. Essas pessoas
tropeçaram porque não creram na mensagem, de acordo com a vontade de Deus para elas” (1
Pedro 2:6-8 NTLH).
Vamos falar um pouco de arquitetura e construção.
Quando vamos construir uma casa o que fazemos? Achamos o terreno. Limpamos.
Preparamos os alicerces para depois começarmos a construir ou levantar as paredes, não é
assim? Pois bem, ao levantarmos as paredes, no canto, na união entre uma e outra parede
normalmente colocamos, o que? Pilastras de concreto, não é mesmo? Essas pilastras são
fortes e proveem a sustentação da casa. Estas pilastras são angulares pois situam-se num
ângulo apropriado para dar sustentação, normalmente na junção entre duas paredes. As
pilastras sustentam as paredes e o telhado e mantém a casa de pé.
Hoje em dia usamos pilastras para dar sustentação a um edifício. Na arquitetura antiga,
quando as construções eram feitas com pedras, uma pedra muito forte era utilizada como
“pedra angular”. Esta pedra era cuidadosamente selecionada na pedreira e talhada no
tamanho e formato corretos para ser a “pedra angular” – a pedra que iria receber o maior peso
do edifício e sustentá-lo.
Pois é, assim é Jesus, o Nosso Deus. Ele é a “pedra de sustentação” da nossa vida. Ele é
quem nos mantêm de pé quando as tempestades nos assolam. Ele é quem nos dá segurança
verdadeira, ouvindo nossas orações, enviando os seus anjos para nos protegerem e
concedendo-nos a vida eterna.
1. Cristo, a pedra de esquina. No início do capítulo 2, Pedro reflete sobre a
natureza da Igreja de Cristo. Numa interpretação distorcida de Mateus 16.18, muitos
acreditam que Pedro seja o fundamento da Igreja. Mas enquanto Pedro é um pedra
pequena, por isso também chamado de Cefas, Jesus é a rocha sobre a qual a Igreja
está edificada. A metáfora da pedra de esquina é uma referência direta a Cristo.
Naquele tempo, pedra de esquina ou pedra angular era a mais importante de uma
construção, aquela que ficava na base e dava a direção do edifício. Logo, a base
sobre a qual a Igreja está edificada não é o apóstolo, mas o próprio Senhor Jesus.
Ele é a pedra principal, o firmamento espiritual da sua Igreja. Através dele nos
tornamos pedras vivas (v.5). Embora rejeitada pelos homens incrédulos e
desobedientes, Ele é a rocha eleita e preciosa para os crentes (v. 6,7).
2. Igreja, o povo eleito de Deus. O objetivo do apóstolo é demonstrar que os
crentes encontram-se numa posição privilegiada: “Mas vós sois a geração eleita, o
sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido [...]”(v.9). Tais designações,
anteriormente aplicadas à nação de Israel, referem-se agora à Igreja. Na antiga
aliança, a nação de Israel foi eleita para ser um canal de bênção para as demais
nações (Gn 12.3). Mas, devido à sua desobediência e fracasso, Deus faz surgir um
novo povo, formado por todos aqueles que creram em Cristo e em sua obra
salvadora, sejam judeus, sejam gentios (Ef 2.14). A missão desse povo é anunciar
as virtudes daquele que nos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz (2.9).
A expressão geração eleita evidencia que, em termos bíblicos, a eleição para a
salvação não é só individual, mas também corporativa (cf. 2 Ts 2.13), sempre por
intermédio de Cristo. A nossa eleição vem de Deus: “sabendo, amados irmãos, que
a vossa eleição é de Deus” (1 Ts 1.4)
3. Sacerdócio real. Ao dizer que somos o sacerdócio real, Pedro destaca que,
enquanto o ofício de sacerdote era privilégio dos membros da tribo de Levi, na Nova
Aliança a Igreja ocupa a posição de sacerdócio real. Portanto, não precisamos de
mediadores entre nós e Deus. A Reforma Protestante revigorou a doutrina do
sacerdócio de todos os crentes, no sentido de que cada cristão tem livre acesso à
presença do Pai, tendo como único mediador o Senhor Jesus Cristo (1 Tm 2.5).
Como vimos nesta lição, para os salvos a santidade nunca sai de
moda. Mesmo em tempos de relativismo moral e inversão de valores,
nós cristãos temos a responsabilidade de sermos santos em toda a
nossa maneira de viver. Isso porque, a santificação verdadeira leva a
uma vida íntegra, a ser testemunhada em todas as esferas da
sociedade. Não podemos nos esquecer que fazemos parte não de um
clube social ou de uma associação religiosa, e sim da Igreja de Cristo,
o povo eleito de Deus.
O cristão está no mundo (Jo 17:11), mas não é do mundo (Jo 17:14). O
cristão é chamado do mundo e enviado de volta ao mundo como luz e
testemunho (Jo 17:18).
• Temos que ter cuidado porque o mundo entra no cristão pela porta do
coração: “Não ameis o mundo...” (1 Jo 2:15). Que possamos viver
sempre lembrando que o amor ao mundo é o amor que Deus odeia!.
Aquele que faz a vontade do Senhor permanece para sempre. Amém.
1. Qual o sentido da expressão “cingindo os lombos do vosso entendimento”?
A expressão tem um sentido metafórico; remete à prática da época de amarrar a
vestimenta acima da cintura para ficar pronto para a ação. Em nossos dias, possui a
mesma acepção de “arregaçar as mangas”.
2. Qual a principal razão pela qual os crentes devem ser santos?
Porque Deus é santo (1 Pe 1.15, 16).
3. O que era uma pedra de esquina?
Pedra de esquina ou pedra angular era a mais importante de uma construção, aquela
que ficava na base e dava a direção do edifício.
4. Quais são os cinco vícios morais que Pedro aponta em sua Primeira Carta?
Malícia, engano, fingimentos, invejas e murmurações (1 Pe 2.1).
5. Conforme a lição, qual doutrina foi revigorada na Reforma Protestante?
A doutrina do sacerdócio de todos os crentes, no sentido de que cada cristão tem
livre acesso à presença do Pai, tendo como único mediador o Senhor Jesus Cristo
(1Tm 2.5).
LICAO 7 - SANTIDADE.pdf
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  • 2.
    “Mas, como ésanto aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver, porquanto escrito está: Sede santos, porque eu sou santo.” 1 Pe 1.15,16
  • 3.
    A santidade deDeus, o atributo da sua perfeição moral, é a razão que nos inspira ao vivermos de maneira santa e íntegra neste mundo.
  • 4.
    I – CONSELHOSPARA UMA VIDA DE SANTIDADE II – A ORDEM DA SANTIDADE III – A NATUREZA DA IGREJA
  • 5.
    • COMPREENDER queos conselhos de Pedro para uma vida de santidade; • REFLETIR a respeito do mandamento divino para sermos santos em toda nossa maneira de viver; • SABER acerca do fundamento e da natureza da Igreja.
  • 6.
    Depois de falarsobre a esperança da salvação, Pedro exorta os leitores da sua Carta para uma vida de santidade. O apóstolo estava preocupado com a salvação dos crentes, mas também com a santidade e integridade moral deles. Afinal, uma coisa está intimamente ligada à outra. Em nossos dias, falar em santificação parece algo antiquado e politicamente incorreto. Para os relativistas morais da pós-modernidade, ninguém deve dizer a outra pessoa como se comportar em termos éticos, pois cada um possui o seu próprio conceito do certo e do errado, sobrando pouco espaço para falar de retidão, caráter e virtudes morais. Em meio ao caos moral da presente era, o chamamento dos cristãos à santidade pelo apóstolo Pedro mostra-se altamente relevante.
  • 7.
    Estimado(a) professor(a), nestalição teremos a oportunidade de ensinar aos nossos alunos a respeito da santidade e santificação. Recorde que, segundo a Bíblia, a santificação refere-se ao estado daqueles que foram salvos por Cristo (1 Co 6.11; Cl 2.10; Hb 10.10), mas também ao processo de contínuo aperfeiçoamento dos crentes (2 Co 7.1). Além disso, se possível, esclareça o significado das palavras santidade, santificação, santificar, santíssimo, santo e santuário, utilizando o quadro abaixo:
  • 9.
    1 Pedro 1.13-16;22-25 13 Portanto, cingindo os lombos do vosso entendimento, sede sóbrios e esperai inteiramente na graça que se vos ofereceu na revelação de Jesus Cristo, 14 como filhos obedientes, não vos conformando com as concupiscências que antes havia em vossa ignorância; 15 mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver, 16 porquanto escrito está: Sede santos, porque eu sou santo.
  • 10.
    22 Purificando avossa alma na obediência à verdade, para caridade fraternal, não fingida, amai-vos ardentemente uns aos outros, com um coração puro; 23 sendo de novo gerados, não de semente corruptível, mas da incorruptível, pela palavra de Deus, viva e que permanece para sempre. 24 Porque toda carne é como erva, e toda a glória do homem, como a flor da erva. Secou-se a erva, e caiu a sua flor; 25 mas a palavra do Senhor permanece para sempre. E esta é a palavra que entre vós foi evangelizada.
  • 11.
    1 Pedro 2.9,10 9Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz; 10 vós que, em outro tempo, não éreis povo, mas, agora, sois povo de Deus; que não tínheis alcançado misericórdia, mas, agora, alcançastes misericórdia.
  • 12.
    Para muitos estudiosos,a Primeira Carta de Pedro, além de “Epístola da Esperança”, também poderia ser chamada de “Epístola da Vida Santa”, pois enfatiza a importância da santidade após o novo nascimento. Uma vez que os crentes foram agraciados pela salvação, e adquiriram uma esperança viva, agora devem dar mostras da nova vida por meio de uma conduta íntegra. Apesar de remeter à ideia de separação e consagração, santidade não significa isolamento social ou afastamento de outras pessoas.
  • 13.
    Os salvos testificamque são santos vivendo de acordo com a vontade de Deus, e interagindo em uma sociedade contaminada pelo pecado. Isso exige ter contato com o mundo. Por tal razão, faz todo o sentido a oração de Jesus acerca dos seus discípulos: “Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal” (Jo 17.15). Como isso em mente, aprenderemos nesta lição a respeito do santo estilo de vida dos salvos.
  • 15.
    O que ésantidade? Santidade é a pureza perfeita de Deus, que não tem mancha alguma de pecado. Na Bíblia, santidade também pode significar a dedicação a Deus, se afastando da impureza do pecado. Todo crente é chamado para ser santo. A Bíblia diz que Deus é santo. Esse é Seu caráter. Deus é perfeito, Ele não tem falha nem erro algum. O pecado nem sequer pode entrar em Sua presença! Somente o que é santo pode se aproximar de Deus (Hebreus 12:14).
  • 16.
    A santidade deDeus é descrita na Bíblia como um fogo – brilhante, poderoso, purificador (Isaías 33:13-14). Assim como um fogo muito quente consome as impurezas e deixa apenas ouro refinado, a santidade de Deus destrói todo pecado e deixa apenas pureza. Ninguém tem a santidade de Deus mas existe outro tipo de santidade, que é dedicação total a Deus. Essa é a santidade que todo crente deve procurar (1 Pedro 1:15-16). Enquanto esteve na terra, Jesus nos mostrou um pouco da santidade de Deus e da santidade de ser completamente dedicado a Deus.
  • 17.
    A palavra “portanto”empregada por Pedro em 1.13 conecta o raciocínio anterior com o tema a seguir apresentado. Assim, o apóstolo apresenta três conselhos para uma vida de santidade: 1. Prepare a mente. A expressão “cingindo os lombos do vosso entendimento” tem um sentido metafórico; remete à prática da época de amarrar a vestimenta acima da cintura para ficar pronto para a ação. O conselho é que os crentes preparem as suas mentes, a fim de poderem pensar adequadamente e com profundidade nas coisas de Deus. Isso porque a santificação abrange primeiramente a mente, o centro das decisões e das faculdades da pessoa. Quando aceitamos Cristo, em arrependimento, passamos por um processo de conversão, do grego metanoia (At 3.19), que significa mudança de pensamento.
  • 18.
    Por isso, Paulodiz que temos a mente de Cristo! (1 Co 2.16). Quando preparamos e entregamos a mente para o Senhor, deixamos que Ele seja o guia das nossas decisões. Obviamente, ainda assim, não podemos impedir que determinados pensamentos entrem em nossa mente. Nesse caso, Stan Toler, na obra Repense a Vida, aconselha que “tudo que podemos fazer é administrá-lo quando já se é um pensamento negativo, pecador e destrutivo, podemos prendê-lo, rejeitá-lo e lançá- lo fora da mente. Se é um pensamento positivo, santo e produtivo, podemos detê- lo, meditar sobre ele e aplicá-lo à vida.
  • 19.
    O pecado nãoacontece quando temos um pensamento passageiro, mas quando nos concentramos em um pensamento pecador em vez de expulsá-lo”. A verdadeira santidade requer a compreensão daquilo que estamos fazendo ou deixando de fazer. Agir pela simples obrigatoriedade, sem saber a razão, não é santidade, é mera religiosidade farisaica! Uma mentalidade regenerada pelo Senhor nos habilita a entender a importância de uma vida íntegra e sincera.
  • 20.
    2. Seja sóbrio.Pedro também assevera que o cristão deve ser sóbrio, ou seja, ter domínio próprio, autocontrole, pois a vida cristã é incompatível com os excessos. Além de significar ao crente abster-se da embriaguez, a sobriedade refere-se também ao viver com moderação, em constante equilíbrio (Ef 5.18; Rm 12.3). Tal virtude deve ser uma característica dos salvos, porquanto as Escrituras assim nos exortam reiteradamente (1 Ts 5.6; 2 Tm 4.5). Aplicada ao consumo, a santificação promove na vida do crente uma postura contracultural, no sentido de rejeitar e se afastar da cultura dominante que valoriza a moda e tudo aquilo que é supérfluo. O consumo santificado significa apartar-se do modelo consumista em curso na sociedade contemporânea, e desenvolver um estilo de vida frugal, com hábitos de consumo santos, disciplinados pelo fruto do Espírito (Gl 5.22).
  • 21.
    3. Espere nagraça. A santificação envolve ainda esperar inteiramente na graça. Diante do contexto sombrio a que estavam submetidos, os destinatários são encorajados a olharem para frente e aguardarem em Deus. Isso não é passividade, é paciência: o ato de confiar na providência divina. Vivemos em uma cultura imediatista e acelerada, na qual as pessoas perderam o hábito de esperar. “Tudo ao mesmo tempo e agora” é um dos slogans que caracterizam a sociedade contemporânea. O adoecimento emocional e psíquico que acomete boa parte da população de hoje é em grande parte consequência da ansiedade descontrolada. Portanto, a espera confiante em Deus, além de preparar o coração para o futuro, contribui para que o crente tenha uma vida emocionalmente saudável.
  • 23.
    1. Filhos obedientese inconformados. Considerando que a santificação se prova com ações reais, somos exortados como “filhos da obediência’ (ARA) a ter um padrão de conduta exemplar. Tal expressão, comum naquele tempo, é uma maneira de dizer “que nossas vidas são caracterizadas por um obediência contínua ao Senhor e à sua Palavra”, como bem observou o teólogo pentecostal Stanley Horton. A prova dessa obediência sincera é a inconformidade com o mundo (Rm 12.2) e com as concupiscências — os desejos e as paixões carnais da antiga vida. Quando a santidade de Deus molda o nosso caráter, não nos conformamos com o pecado. Ainda que o cristão esteja sujeito a uma batalha interna contra a carne (Rm 7.20), não deve achar normal cometer qualquer tipo de pecado, muitas vezes sob a justificativa do “não tem problema”.
  • 24.
    2. O imperativoda santidade. O apóstolo Pedro reitera uma ordem divina: Sede santos, porque eu sou santo! (Lv 11.44; 19.2). A santidade não é uma opção na vida cristã. É um imperativo para nos tornarmos cada vez mais parecidos com aquele que nos chamou (Sl 99.9; Ap 4.8). A santidade é o atributo moral de Deus. Nenhum outro atributo divino é tão solenizado nas Escrituras como esse: “Não há santo como é o SENHOR; porque não há outro fora de ti” (1 Sm 2.2).
  • 25.
    Muitos concebem asantidade como algo bastante severo e até mesmo opressor, resultado do esforço humano. Longe disso, a santificação decorre da ação libertadora e transformadora de Deus em nós. Quando o Senhor nos ordena à santidade, na verdade está querendo que o deixemos trabalhar em nós, corrigindo, guiando e purificando as nossas vidas (Jo 17.17; 1 Ts 5.23). A santificação não decorre do mérito do homem, mas da graça de Deus. Mas este processo requer a disposição e a cooperação do indivíduo (1 Jo 3.3). O Espírito Santo é o agente da santificação (Rm 1.4) e a Palavra de Deus, o instrumento (Jo 17.17).
  • 26.
    3. Santidade quegera integridade. Vale notar que a santidade não envolve somente uma área de nossas vidas, mas se aplica a toda a nossa maneira de viver. Isso porque santidade tem a ver com integridade; santificação produz uma conduta autêntica, honesta e virtuosa, que afasta o salvo das práticas reprováveis. Nas palavras de John Eldredge: “Você não consegue se tornar íntegro sem se tornar santo, nem pode se tornar santo sem se tornar íntegro. As duas coisas andam juntas”. Por esse motivo, logo adiante, Pedro apresenta uma lista de cincos vícios morais que os cristãos devem deixar: malícia, engano, fingimentos, invejas e murmurações (2.1).
  • 27.
    4. A razãoda nossa santidade. Depois de recomendá-los a uma vida de temor a Deus (v.17), Pedro faz recordar da razão para uma conduta digna por parte do crente. Não fomos resgatados por ouro e prata, e sim pelo precioso sangue de Jesus (v. 18,19). Que maravilha sabermos que a nossa salvação não está firmada em coisas perecíveis e passageiras, mas sim no sangue do Filho de Deus.
  • 29.
    Quais são ascaracterísticas da "pedra angular"? Como a pedra angular era preparada pelos edificadores para o seu uso em construções? Qual o significado dos textos bíblicos que falam sobre a pedra angular? “Quais são as características da “pedra angular”? Como era preparada pelos edificadores para o seu uso em construções?” “Pois as Escrituras Sagradas dizem: Eu escolhi uma pedra de muito valor, que agora ponho em Sião como a pedra principal do alicerce. Quem crer nela não ficará desiludido. Essa pedra é de muito valor para vocês, os que creem. Mas, para os que não creem, a pedra que os construtores rejeitaram veio a ser a mais importante de todas. E em outra parte as Escrituras Sagradas dizem: Esta é a pedra em que as pessoas vão tropeçar, a rocha que vai fazê-las cair. Essas pessoas tropeçaram porque não creram na mensagem, de acordo com a vontade de Deus para elas” (1 Pedro 2:6-8 NTLH).
  • 30.
    Vamos falar umpouco de arquitetura e construção. Quando vamos construir uma casa o que fazemos? Achamos o terreno. Limpamos. Preparamos os alicerces para depois começarmos a construir ou levantar as paredes, não é assim? Pois bem, ao levantarmos as paredes, no canto, na união entre uma e outra parede normalmente colocamos, o que? Pilastras de concreto, não é mesmo? Essas pilastras são fortes e proveem a sustentação da casa. Estas pilastras são angulares pois situam-se num ângulo apropriado para dar sustentação, normalmente na junção entre duas paredes. As pilastras sustentam as paredes e o telhado e mantém a casa de pé.
  • 31.
    Hoje em diausamos pilastras para dar sustentação a um edifício. Na arquitetura antiga, quando as construções eram feitas com pedras, uma pedra muito forte era utilizada como “pedra angular”. Esta pedra era cuidadosamente selecionada na pedreira e talhada no tamanho e formato corretos para ser a “pedra angular” – a pedra que iria receber o maior peso do edifício e sustentá-lo. Pois é, assim é Jesus, o Nosso Deus. Ele é a “pedra de sustentação” da nossa vida. Ele é quem nos mantêm de pé quando as tempestades nos assolam. Ele é quem nos dá segurança verdadeira, ouvindo nossas orações, enviando os seus anjos para nos protegerem e concedendo-nos a vida eterna.
  • 32.
    1. Cristo, apedra de esquina. No início do capítulo 2, Pedro reflete sobre a natureza da Igreja de Cristo. Numa interpretação distorcida de Mateus 16.18, muitos acreditam que Pedro seja o fundamento da Igreja. Mas enquanto Pedro é um pedra pequena, por isso também chamado de Cefas, Jesus é a rocha sobre a qual a Igreja está edificada. A metáfora da pedra de esquina é uma referência direta a Cristo. Naquele tempo, pedra de esquina ou pedra angular era a mais importante de uma construção, aquela que ficava na base e dava a direção do edifício. Logo, a base sobre a qual a Igreja está edificada não é o apóstolo, mas o próprio Senhor Jesus. Ele é a pedra principal, o firmamento espiritual da sua Igreja. Através dele nos tornamos pedras vivas (v.5). Embora rejeitada pelos homens incrédulos e desobedientes, Ele é a rocha eleita e preciosa para os crentes (v. 6,7).
  • 33.
    2. Igreja, opovo eleito de Deus. O objetivo do apóstolo é demonstrar que os crentes encontram-se numa posição privilegiada: “Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido [...]”(v.9). Tais designações, anteriormente aplicadas à nação de Israel, referem-se agora à Igreja. Na antiga aliança, a nação de Israel foi eleita para ser um canal de bênção para as demais nações (Gn 12.3). Mas, devido à sua desobediência e fracasso, Deus faz surgir um novo povo, formado por todos aqueles que creram em Cristo e em sua obra salvadora, sejam judeus, sejam gentios (Ef 2.14). A missão desse povo é anunciar as virtudes daquele que nos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz (2.9).
  • 34.
    A expressão geraçãoeleita evidencia que, em termos bíblicos, a eleição para a salvação não é só individual, mas também corporativa (cf. 2 Ts 2.13), sempre por intermédio de Cristo. A nossa eleição vem de Deus: “sabendo, amados irmãos, que a vossa eleição é de Deus” (1 Ts 1.4)
  • 35.
    3. Sacerdócio real.Ao dizer que somos o sacerdócio real, Pedro destaca que, enquanto o ofício de sacerdote era privilégio dos membros da tribo de Levi, na Nova Aliança a Igreja ocupa a posição de sacerdócio real. Portanto, não precisamos de mediadores entre nós e Deus. A Reforma Protestante revigorou a doutrina do sacerdócio de todos os crentes, no sentido de que cada cristão tem livre acesso à presença do Pai, tendo como único mediador o Senhor Jesus Cristo (1 Tm 2.5).
  • 36.
    Como vimos nestalição, para os salvos a santidade nunca sai de moda. Mesmo em tempos de relativismo moral e inversão de valores, nós cristãos temos a responsabilidade de sermos santos em toda a nossa maneira de viver. Isso porque, a santificação verdadeira leva a uma vida íntegra, a ser testemunhada em todas as esferas da sociedade. Não podemos nos esquecer que fazemos parte não de um clube social ou de uma associação religiosa, e sim da Igreja de Cristo, o povo eleito de Deus.
  • 37.
    O cristão estáno mundo (Jo 17:11), mas não é do mundo (Jo 17:14). O cristão é chamado do mundo e enviado de volta ao mundo como luz e testemunho (Jo 17:18). • Temos que ter cuidado porque o mundo entra no cristão pela porta do coração: “Não ameis o mundo...” (1 Jo 2:15). Que possamos viver sempre lembrando que o amor ao mundo é o amor que Deus odeia!. Aquele que faz a vontade do Senhor permanece para sempre. Amém.
  • 38.
    1. Qual osentido da expressão “cingindo os lombos do vosso entendimento”? A expressão tem um sentido metafórico; remete à prática da época de amarrar a vestimenta acima da cintura para ficar pronto para a ação. Em nossos dias, possui a mesma acepção de “arregaçar as mangas”. 2. Qual a principal razão pela qual os crentes devem ser santos? Porque Deus é santo (1 Pe 1.15, 16). 3. O que era uma pedra de esquina? Pedra de esquina ou pedra angular era a mais importante de uma construção, aquela que ficava na base e dava a direção do edifício.
  • 39.
    4. Quais sãoos cinco vícios morais que Pedro aponta em sua Primeira Carta? Malícia, engano, fingimentos, invejas e murmurações (1 Pe 2.1). 5. Conforme a lição, qual doutrina foi revigorada na Reforma Protestante? A doutrina do sacerdócio de todos os crentes, no sentido de que cada cristão tem livre acesso à presença do Pai, tendo como único mediador o Senhor Jesus Cristo (1Tm 2.5).