Capítulo 2Capítulo 2
Virtual Instruments
Instrumento Virtual
• O instrumento virtual consiste da combinação de
hardware, placas de aquisição de dados ou
instrumentos tradicionais, para aquisição de dados
e software para testes que analisa e apresenta os
dados adquiridos. Normalmente são utilizados com
PCs.
• A funcionalidade do instrumento virtual é
especificado pelo usuário e definido pelo software,
atendendo todas as suas necessidades; caso o
ensaio seja alterado ou criado um novo, basta alterar
o software para que novas funções sejam
incorporadas, oferecendo assim uma flexibilidade
enorme quando comparado com os instrumentos
tradicionais.
Instrumento Virtual - Cont.
• Ainda quando da existência dos instrumentos
tradicionais, estes podem ter as suas funções
incrementadas através de funções matemáticas e de
interfaces amigáveis com o usuário implementadas
via software. Isto permitirá uma sobrevida ao
instrumento passando este a contar com recursos
antes inexistentes ou excessivamente dispendiosos.
Considerações em um Sistema de
Aquisição de Dados
Para a correta especificação de um sistema de
aquisição de dados deve-se levar em conta o :
Tipo de sinal a ser medido
Verificar a grandeza a ser medida, para a escolha do
sensor e transdutor ; estas grandezas podem ser:
– Temperatura, Pressão, Força, Pressão, Peso,
Tensão, Corrente, Sinais de Vibração e Acústica e
Outros.
Considerações em um Sistema de
Aquisição de Dados - Cont. 1
Condicionamento do Sinal
Os sensores normalmente requerem a adequação do
sinal antes de serem conectados ao dispositivo de
aquisição de dados. Os condicionadores de sinal são
usados para :
– Amplificar
Isolar
Filtrar
Excitar
Multiplexar
Considerações em um Sistema de
Aquisição de Dados - Cont. 2
Dispositivo de Aquisição de Dados
Para a escolha do dispositivo de aquisição de dados
devemos observar os seguintes aspectos :
– Sinal a ser medido
Precisão
Resolução
Taxa de amostragem
Número de canais
Expansão do número de canais
Plataforma computacional
Tipo de barramento ou interface
Considerações em um Sistema de
Aquisição de Dados - Cont. 3
Software Aplicativo
Definir os recursos necessários no sistema de testes:
– Interface com o usuário
Dados devem serem armazenados
Formato do arquivo
Análises e cálculos
Relatórios
Banco de dados
Distribuição dos dados e relatórios
Publicação na Intranet ou Internet
Sistema operacional
Sistema de Aquisição de Dados e de
Testes e Medidas
• Atualmente os sistemas de aquisição de dados e de
testes e medidas seguem o conceito de
"Instrumentação Virtual", onde software é o
instrumento.
• Utilizando o ambiente gráfico de programação
LabVIEW, e placas de aquisição de dados da
National Instruments reduzimos drasticamente o
tempo de desenvolvimento e conseqüentemente o
valor do investimento a ser realizado pelo cliente.
Sistema de Aquisição de Dados e de
Testes e Medidas - Cont. 1
• A integração dos equipamentos já existentes
utilizando o PC como interface permite um melhor
aproveitamento e total controle sobre os testes. O
gerenciamento, sequenciamento e a parametrização
dos testes são realizados por uma interface comum e
a geração de relatórios e controle de resultados é
otimizado.
• Ainda permite a disponibilização dos dados coletados
e relatórios em qualquer ponto da rede corporativa,
por meio de um banco de dados, promovendo a
integração dos laboratórios com o sistema
corporativo.
Sistema de Aquisição de Dados e de
Testes e Medidas - Cont. 2
• O uso da tecnologia baseada em PC conferem
características de modularidade, flexibilidade,
portabilidade, integração e atualização que não são
encontradas em equipamentos convencionais.
• Um sistema deste tipo permite a realização de
testes totalmente automatizados, reduzindo a
necessidade de acompanhamento do ensaio por
parte do usuário, podendo este dedicar maior tempo
à análise dos resultados do ensaio.
Sistema de Aquisição de Dados e de
Testes e Medidas - Cont. 3
• O funcionamento do sistema pode ser descrito da
seguinte forma : coleta do sinal, adequação do sinal
para ser digitalizado, digitalização do sinal, software
para o gerenciamento do ensaio e coleta de dados.
Componentes de um Sistema de
Aquisição de Dados e de Testes e
Medidas
• Transdutor - converte uma grandeza física
(temperatura, força, pressão, etc.) em elétrica (V,
mV, A, freqüência, etc). TC, RTD.
• Atuadores - dispositivo para ativar equipamentos de
controle usando pneumática, hidráulica ou elétrica.
Atuador de válvula.
• Condicionadores de sinal - asseguram a qualidade
do sinal antes da conversão A/D, amplificando,
filtrando, linearizando, compensando a junta fria.
Amplificadores, filtros, etc.
Componentes de um Sistema de
Aquisição de Dados e de Testes e
Medidas - Cont.
• Placas de aquisição e controle - também
chamadas de placas "plug-in" elas realizam a
conversão do sinal analógico para digital (A/D) para
que o PC possa processar ou armazenar o sinal, ou
o contrário (D/A) permitindo ao PC controlar eventos,
I/O digitais para monitoração ou acionamento de
chaves, contadores e timers para medidas de largura
de pulso, freqüência, etc.
• Software - responsável por todas as funções do
sistemas de testes, interface com o usuário,
armazenamento e análise dos dados ; é o que
permite o uso do PC como instrumento.
Benefícios
• Os sistemas de testes automatizados permitem
inspecionar 100% da produção. A detecção de falhas
no produto pode ser realizada nas diversas fases da
montagem e isto garante a manutenção de altos
índices de qualidade.
• Os recursos utilizados na implementação de um
sistema automatizado de testes não deve ser
encarado como um custo e sim como um
investimento e um compromisso de qualidade e
confiança com o cliente.
Benefícios - Cont.
O controle efetivo de qualidade na linha de produção
permite :
• a correção do defeito antes do estágio final de
montagem, reduzindo os custos;
• reduzir o índice de remanufatura e rejeitos;
• facilitar a identificação de problemas no
processo;
• assegurar o controle de qualidade em 100% da
produção;
• conquistar a satisfação do cliente com relação
ao produto
Aplicações
As aplicações para sistemas de aquisição de dados e
testes e medidas são as mais variadas, limitado
somente por nossa criatividade. Como as mais usuais
podemos citar :
• Calibração ;
• Controle Dimensional ;
• Medidas de Grandezas Físicas e Elétricas ;
• Automatização da Seqüência de Testes ;
• Controle de Processos ;
• Coleta e Análise de Dados ;
• Sinóticos do Processo ;
• e Outras .
Instrumentos Virtuais - LabVIEW
LabVIEW (Laboratory Virtual Instruments Engineering
Workbench) é uma linguagem de programação
desenvolvida pela National Instruments.
O LabVIEW é diferente das usuais linguagens de
programação em um aspecto importante. Ao invés de
utilizar linhas de código, ele utiliza uma linguagem
gráfica conhecida como linguagem G que é composta
de muitos nodos conectados.
O LabVIEW tem um compilador gráfico aperfeiçoado
para maximizar o desempenho do sistema. O LabVIEW
simplifica o desenvolvimento do programa, e também
diz imediatamente ao usuário quando um erro foi
cometido. Como também produz um código que pode
ser reutilizável. LabVIEW é usado como um substituto
para as linguagens baseadas em linhas de código,
permitindo ao usuário observar o que o programa está
fazendo literalmente, deste modo, você pode inserir um
pedaço de código esquecido, e pode estudar como o
dados estão “viajando”. Ele tem extensivas bibliotecas
de funções para qualquer programa.
Os programas no LabVIEW são chamados de Virtual
Instruments (VI’s) porque a aparência e as operações
simulam instrumentos reais.
Exemplo de uma VI em LabVIEW
Osciloscópio de Dois Canais
Exemplo de outra VI em LabVIEW
Analisador de Espectro
Tutorial LabVIEW - 1
No Painel Frontal do LabVIEW, selecione Waveform
Chart do Arrays and Graphs palette.
Tutorial LabVIEW - 2
Próximo ao chart, adicione um Vertical Toggle Switch
selecionando - o no Boolean palette. .
Tutorial LabVIEW - 3
Mude para o Diagrama de Fluxo de Dados do LabVIEW
( CTRL + E ). Selecione o While Loop do Structures
palette e arraste-o de forma que os terminais chart e
o switch fiquem dentro do mesmo.
Tutorial LabVIEW - 4
Selecione o Digital Thermometer VI do Tutorial palette
e coloque a subVI dentro do While Loop. A cada tempo
da execução do loop , o valor de temperatura será lido.
Tutorial LabVIEW - 5
Usando a ferramenta wiring tool ( carretel ) , conecte a
Digital Thermometer VI no terminal chart. A cada loop
o valor da temperatura será lido e mostrado no chart
( gráfico registrador ).
Tutorial LabVIEW - 6
Conecte o terminal On/Off no controle do While Loop.
Enquanto a chave On/Off estiver na posição ON, o
programa continuará a adquirir o valores de
temperatura.
.
Tutorial LabVIEW - 7
Retorne ao Painel Frontal selecionado a opção Show
Panel do menu Window ou pelo atalho CTRL + E .
Coloque a chave na posição ON e pressione o botão
“Rodar”. “Salve” a VI .
Partes Principais de uma VI e subVI
• Vis e subVIS têm três partes principais : o front
panel, o block diagram e o icon/connector.
• Front panel ( painel frontal ) : é a interface
interativa do usuário com a VI. Contém
potenciômetors, botões pulsadores, gráficos e muitos
outros controles e indicadores. O termo control é
relacionado com entradas e o termo indicators com
as saídas do programa.
Partes Principais de uma VI
e subVI - Cont. 1
• Block diagram ( diagrama de fluxo de dados ) : é
o código fonte da VI. O código fonte é escrito em
linguagem de programação G. O código fonte de
uma VI na verdade não é escrito e sim feito com
ícones gráficos ligados através de conexões por fios.
O block diagram é o código executável. Os ícons
( ícones ) de um block diagram representam VIs de
baixo nível, funções internas ( built-in ) e estruturas
de controle de programa. A execução de um
programa em linguagem G é orientado por um fluxo
de dados e não por uma execução linear de linhas de
código.
Partes Principais de uma VI
e subVI - Cont. 2
• Icons e Connectors ( ícones e conectores ) :
especificam o caminho do fluxo de dados dentro e
fora das VIs. O icon é a representação gráfica da VI
no block diagram e o connector define as entradas e
saídas. Todas as VIs têm um ícone e um conector.
Icon Connector
ResumoResumo
Virtual Instruments - LabVIEW
Virtual Instrument
Criando Painéis e Diagramas
Diagrama
Caixa de Ferramentas
Menu Window / Show Tools Palette
Construindo uma VI
• Crie uma VI ( Simple Math.vi ) que execute as
seguintes funções :
– Some dois números e mostre o resultado ;
– Multiplique os mesmos dois números e mostre o resultado ;
– Compare os dois números de entrada e acenda um LED se
os números forem iguais.
Fluxo dos Dados no LabVIEW
• Considere o block diagram da VI mostrada abaixo que soma
dois números e e calcula o seno do resultado. Neste caso, o
block diagram executa da esquerda para direita, não porque os
objetos são colocados na ordem, mas porque uma das
entradas da função Sine & Cosine não é válida até que a
função Add tenha somado os números. ( DataFlowA.vi )
execução highlighting
Fluxo dos Dados no LabVIEW
• Considere o block diagram da VI mostrada abaixo. Qual código
executa primeiro? O código da esquerda ou da direita? Você
não pode responder esta questão somente olhando os códigos.
O código da esquerda não é executado necessariamente
primeiro. Nas situações onde um código deve ser executado
antes do outro e não existe nenhum tipo de dependência entre
as funções, você deve usar a estrutura SEQUENCE para forçar
a ordem de execução. ( DataFlowB.vi )
execução highlighting

Lab view(cap.2)

  • 1.
  • 2.
    Instrumento Virtual • Oinstrumento virtual consiste da combinação de hardware, placas de aquisição de dados ou instrumentos tradicionais, para aquisição de dados e software para testes que analisa e apresenta os dados adquiridos. Normalmente são utilizados com PCs. • A funcionalidade do instrumento virtual é especificado pelo usuário e definido pelo software, atendendo todas as suas necessidades; caso o ensaio seja alterado ou criado um novo, basta alterar o software para que novas funções sejam incorporadas, oferecendo assim uma flexibilidade enorme quando comparado com os instrumentos tradicionais.
  • 3.
    Instrumento Virtual -Cont. • Ainda quando da existência dos instrumentos tradicionais, estes podem ter as suas funções incrementadas através de funções matemáticas e de interfaces amigáveis com o usuário implementadas via software. Isto permitirá uma sobrevida ao instrumento passando este a contar com recursos antes inexistentes ou excessivamente dispendiosos.
  • 4.
    Considerações em umSistema de Aquisição de Dados Para a correta especificação de um sistema de aquisição de dados deve-se levar em conta o : Tipo de sinal a ser medido Verificar a grandeza a ser medida, para a escolha do sensor e transdutor ; estas grandezas podem ser: – Temperatura, Pressão, Força, Pressão, Peso, Tensão, Corrente, Sinais de Vibração e Acústica e Outros.
  • 5.
    Considerações em umSistema de Aquisição de Dados - Cont. 1 Condicionamento do Sinal Os sensores normalmente requerem a adequação do sinal antes de serem conectados ao dispositivo de aquisição de dados. Os condicionadores de sinal são usados para : – Amplificar Isolar Filtrar Excitar Multiplexar
  • 6.
    Considerações em umSistema de Aquisição de Dados - Cont. 2 Dispositivo de Aquisição de Dados Para a escolha do dispositivo de aquisição de dados devemos observar os seguintes aspectos : – Sinal a ser medido Precisão Resolução Taxa de amostragem Número de canais Expansão do número de canais Plataforma computacional Tipo de barramento ou interface
  • 7.
    Considerações em umSistema de Aquisição de Dados - Cont. 3 Software Aplicativo Definir os recursos necessários no sistema de testes: – Interface com o usuário Dados devem serem armazenados Formato do arquivo Análises e cálculos Relatórios Banco de dados Distribuição dos dados e relatórios Publicação na Intranet ou Internet Sistema operacional
  • 8.
    Sistema de Aquisiçãode Dados e de Testes e Medidas • Atualmente os sistemas de aquisição de dados e de testes e medidas seguem o conceito de "Instrumentação Virtual", onde software é o instrumento. • Utilizando o ambiente gráfico de programação LabVIEW, e placas de aquisição de dados da National Instruments reduzimos drasticamente o tempo de desenvolvimento e conseqüentemente o valor do investimento a ser realizado pelo cliente.
  • 9.
    Sistema de Aquisiçãode Dados e de Testes e Medidas - Cont. 1 • A integração dos equipamentos já existentes utilizando o PC como interface permite um melhor aproveitamento e total controle sobre os testes. O gerenciamento, sequenciamento e a parametrização dos testes são realizados por uma interface comum e a geração de relatórios e controle de resultados é otimizado. • Ainda permite a disponibilização dos dados coletados e relatórios em qualquer ponto da rede corporativa, por meio de um banco de dados, promovendo a integração dos laboratórios com o sistema corporativo.
  • 10.
    Sistema de Aquisiçãode Dados e de Testes e Medidas - Cont. 2 • O uso da tecnologia baseada em PC conferem características de modularidade, flexibilidade, portabilidade, integração e atualização que não são encontradas em equipamentos convencionais. • Um sistema deste tipo permite a realização de testes totalmente automatizados, reduzindo a necessidade de acompanhamento do ensaio por parte do usuário, podendo este dedicar maior tempo à análise dos resultados do ensaio.
  • 11.
    Sistema de Aquisiçãode Dados e de Testes e Medidas - Cont. 3 • O funcionamento do sistema pode ser descrito da seguinte forma : coleta do sinal, adequação do sinal para ser digitalizado, digitalização do sinal, software para o gerenciamento do ensaio e coleta de dados.
  • 12.
    Componentes de umSistema de Aquisição de Dados e de Testes e Medidas • Transdutor - converte uma grandeza física (temperatura, força, pressão, etc.) em elétrica (V, mV, A, freqüência, etc). TC, RTD. • Atuadores - dispositivo para ativar equipamentos de controle usando pneumática, hidráulica ou elétrica. Atuador de válvula. • Condicionadores de sinal - asseguram a qualidade do sinal antes da conversão A/D, amplificando, filtrando, linearizando, compensando a junta fria. Amplificadores, filtros, etc.
  • 13.
    Componentes de umSistema de Aquisição de Dados e de Testes e Medidas - Cont. • Placas de aquisição e controle - também chamadas de placas "plug-in" elas realizam a conversão do sinal analógico para digital (A/D) para que o PC possa processar ou armazenar o sinal, ou o contrário (D/A) permitindo ao PC controlar eventos, I/O digitais para monitoração ou acionamento de chaves, contadores e timers para medidas de largura de pulso, freqüência, etc. • Software - responsável por todas as funções do sistemas de testes, interface com o usuário, armazenamento e análise dos dados ; é o que permite o uso do PC como instrumento.
  • 14.
    Benefícios • Os sistemasde testes automatizados permitem inspecionar 100% da produção. A detecção de falhas no produto pode ser realizada nas diversas fases da montagem e isto garante a manutenção de altos índices de qualidade. • Os recursos utilizados na implementação de um sistema automatizado de testes não deve ser encarado como um custo e sim como um investimento e um compromisso de qualidade e confiança com o cliente.
  • 15.
    Benefícios - Cont. Ocontrole efetivo de qualidade na linha de produção permite : • a correção do defeito antes do estágio final de montagem, reduzindo os custos; • reduzir o índice de remanufatura e rejeitos; • facilitar a identificação de problemas no processo; • assegurar o controle de qualidade em 100% da produção; • conquistar a satisfação do cliente com relação ao produto
  • 16.
    Aplicações As aplicações parasistemas de aquisição de dados e testes e medidas são as mais variadas, limitado somente por nossa criatividade. Como as mais usuais podemos citar : • Calibração ; • Controle Dimensional ; • Medidas de Grandezas Físicas e Elétricas ; • Automatização da Seqüência de Testes ; • Controle de Processos ; • Coleta e Análise de Dados ; • Sinóticos do Processo ; • e Outras .
  • 17.
    Instrumentos Virtuais -LabVIEW LabVIEW (Laboratory Virtual Instruments Engineering Workbench) é uma linguagem de programação desenvolvida pela National Instruments. O LabVIEW é diferente das usuais linguagens de programação em um aspecto importante. Ao invés de utilizar linhas de código, ele utiliza uma linguagem gráfica conhecida como linguagem G que é composta de muitos nodos conectados.
  • 18.
    O LabVIEW temum compilador gráfico aperfeiçoado para maximizar o desempenho do sistema. O LabVIEW simplifica o desenvolvimento do programa, e também diz imediatamente ao usuário quando um erro foi cometido. Como também produz um código que pode ser reutilizável. LabVIEW é usado como um substituto para as linguagens baseadas em linhas de código, permitindo ao usuário observar o que o programa está fazendo literalmente, deste modo, você pode inserir um pedaço de código esquecido, e pode estudar como o dados estão “viajando”. Ele tem extensivas bibliotecas de funções para qualquer programa. Os programas no LabVIEW são chamados de Virtual Instruments (VI’s) porque a aparência e as operações simulam instrumentos reais.
  • 19.
    Exemplo de umaVI em LabVIEW Osciloscópio de Dois Canais
  • 20.
    Exemplo de outraVI em LabVIEW Analisador de Espectro
  • 21.
    Tutorial LabVIEW -1 No Painel Frontal do LabVIEW, selecione Waveform Chart do Arrays and Graphs palette.
  • 22.
    Tutorial LabVIEW -2 Próximo ao chart, adicione um Vertical Toggle Switch selecionando - o no Boolean palette. .
  • 23.
    Tutorial LabVIEW -3 Mude para o Diagrama de Fluxo de Dados do LabVIEW ( CTRL + E ). Selecione o While Loop do Structures palette e arraste-o de forma que os terminais chart e o switch fiquem dentro do mesmo.
  • 24.
    Tutorial LabVIEW -4 Selecione o Digital Thermometer VI do Tutorial palette e coloque a subVI dentro do While Loop. A cada tempo da execução do loop , o valor de temperatura será lido.
  • 25.
    Tutorial LabVIEW -5 Usando a ferramenta wiring tool ( carretel ) , conecte a Digital Thermometer VI no terminal chart. A cada loop o valor da temperatura será lido e mostrado no chart ( gráfico registrador ).
  • 26.
    Tutorial LabVIEW -6 Conecte o terminal On/Off no controle do While Loop. Enquanto a chave On/Off estiver na posição ON, o programa continuará a adquirir o valores de temperatura. .
  • 27.
    Tutorial LabVIEW -7 Retorne ao Painel Frontal selecionado a opção Show Panel do menu Window ou pelo atalho CTRL + E . Coloque a chave na posição ON e pressione o botão “Rodar”. “Salve” a VI .
  • 28.
    Partes Principais deuma VI e subVI • Vis e subVIS têm três partes principais : o front panel, o block diagram e o icon/connector. • Front panel ( painel frontal ) : é a interface interativa do usuário com a VI. Contém potenciômetors, botões pulsadores, gráficos e muitos outros controles e indicadores. O termo control é relacionado com entradas e o termo indicators com as saídas do programa.
  • 29.
    Partes Principais deuma VI e subVI - Cont. 1 • Block diagram ( diagrama de fluxo de dados ) : é o código fonte da VI. O código fonte é escrito em linguagem de programação G. O código fonte de uma VI na verdade não é escrito e sim feito com ícones gráficos ligados através de conexões por fios. O block diagram é o código executável. Os ícons ( ícones ) de um block diagram representam VIs de baixo nível, funções internas ( built-in ) e estruturas de controle de programa. A execução de um programa em linguagem G é orientado por um fluxo de dados e não por uma execução linear de linhas de código.
  • 30.
    Partes Principais deuma VI e subVI - Cont. 2 • Icons e Connectors ( ícones e conectores ) : especificam o caminho do fluxo de dados dentro e fora das VIs. O icon é a representação gráfica da VI no block diagram e o connector define as entradas e saídas. Todas as VIs têm um ícone e um conector. Icon Connector
  • 31.
  • 32.
  • 33.
  • 34.
  • 35.
    Caixa de Ferramentas MenuWindow / Show Tools Palette
  • 36.
    Construindo uma VI •Crie uma VI ( Simple Math.vi ) que execute as seguintes funções : – Some dois números e mostre o resultado ; – Multiplique os mesmos dois números e mostre o resultado ; – Compare os dois números de entrada e acenda um LED se os números forem iguais.
  • 37.
    Fluxo dos Dadosno LabVIEW • Considere o block diagram da VI mostrada abaixo que soma dois números e e calcula o seno do resultado. Neste caso, o block diagram executa da esquerda para direita, não porque os objetos são colocados na ordem, mas porque uma das entradas da função Sine & Cosine não é válida até que a função Add tenha somado os números. ( DataFlowA.vi ) execução highlighting
  • 38.
    Fluxo dos Dadosno LabVIEW • Considere o block diagram da VI mostrada abaixo. Qual código executa primeiro? O código da esquerda ou da direita? Você não pode responder esta questão somente olhando os códigos. O código da esquerda não é executado necessariamente primeiro. Nas situações onde um código deve ser executado antes do outro e não existe nenhum tipo de dependência entre as funções, você deve usar a estrutura SEQUENCE para forçar a ordem de execução. ( DataFlowB.vi ) execução highlighting