O documento explora a autoridade e o poder do nome de Jesus, destacando como ele é crucial na oração, no combate a forças malignas e na cura. O autor compartilha sua experiência pessoal e a influência de E.W. Kenyon, enfatizando que a igreja possui o direito legal de usar o nome de Jesus em suas práticas. Além disso, aborda a importância da fé e do entendimento para que a oração seja eficaz.