O documento discute os riscos e perigos enfrentados por jovens que vivem em áreas periféricas, como uma maior probabilidade de entrar em conflito com a lei. A análise de processos judiciais mostrou que os jovens envolvidos vinham de bairros periféricos. A classificação desses bairros como mais perigosos estigmatiza os jovens que neles vivem como propensos ao crime. Essa classificação também afeta como esses jovens são tratados pelo sistema policial e programas assistenciais.