O documento discute os 10 anos de paz em Angola desde 2002. Apresenta melhorias como livre circulação de pessoas e bens, crescimento econômico, e trabalho das igrejas. No entanto, ainda há desafios como falta de reconciliação, problemas de terras, e jovens armados. O autor argumenta que a educação cívica e participação nas eleições gerais ajudarão a consolidar a paz.