Este documento discute as controvérsias em torno da figura histórica de Joana d'Arc. Alguns a exaltam como heroína nacional enquanto outros procuram diminuir seu papel, alegando que foi guiada por sua própria consciência e não por vozes. O autor argumenta que nem os devaneios místicos dos crentes nem as visões positivistas compreendem totalmente seu papel, sendo necessário estudar fenômenos psíquicos para entendê-la.