PEDRO ROBERTO COSTA LOBATO
Supervisor Enfermagem Internação
RELATÓRIO DE DESEMPENHO
ENFERMARIAS CIRÚRGICAS
HOSPITAL AQUILES LISBOA
03.2025
TAXA DE OCUPAÇÃO
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
75%
76%
CM CC
Total
de
paciente
dia/total
de
leito
dia
operacional
x
100
Análise crítica Durante o mês atual, houve um aumento na taxa de ocupação na Clínica Cirúrgica quanto na Clínica Médica uma
diminuição. A maioria dos pacientes internados é composta por casos de hanseníase, e o bloqueio de leitos foi necessário devido à
adoção de medidas de precaução de contato. Ciclos de Melhoria: Manter a rotina para avaliação de altas e analisar o perfil dos
pacientes internados.
Nº DE INTERNAÇÕES
Análise crítica: : Houve uma redução no mês atual sendo que parte das internações são oriundas da
Central de regulação de leitos e ambulatório, os pacientes continuam sendo liberados conforme a relação
entres as patologia e procedimentos e suporte de nossa unidade hospitalar e também alguns leitos por
isolamento de precaução de contato e devido as festividades de final de ano, ocasionou uma redução de
admissão.
Ciclos de Melhoria: Continuar o processo de trabalhando e analisando nosso perfil e planejar reformas que
minimizem a interrupção dos serviços para melhorar a capacidade de resposta do setor.
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
258
198
271
242 252 260 263 253 251
227
345
218
202
2024 2023
Total
de
internações
na
unidade
Nº DE REINTERNAÇÕES <48H
Análise crítica: Foram registradas 04 reinternações no setor de clínica cirúrgica, todas sem relação com infecção do sítio
cirúrgico, enquanto na clínica médica não houve nenhum caso de reinternação.
Ciclos de Melhoria: É crucial revisar e aprimorar os procedimentos cirúrgicos e pós-operatórios, implementar medidas
rigorosas de controle de infecção e realizar treinamentos contínuos para a equipe.
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
4
0
CC CM
Quantidade
Procedimentos Cirúrgicos Realizado
Análise crítica: A maior parte das internações estão voltados para clínica cirúrgica, tivemos alguns
procedimentos RTU de próstata, HTA, entre outros e alguns pacientes diretamente da recepção para
realizar biopsias como : pele, mama e lesão.
Ciclos de Melhoria: Os diagnósticos variaram, e em sua maioria são procedentes de pacientes
cirúrgicos.
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
1 9 10
14
25 18
27
16 30
0
0
0
27 15
15
12
2
10
13
14
11
3
3
1
0
0
0
0
0
0
0
0
0
7
3
6
2
1
1
0
0
0
0
0
27
Calculose de Rim RTU de Próstata Hernioplastia
úlcera infectada apendicectomia HTA
CVL Laqueadura ENH + NEURITE
Vasectomia Postectomia Segmentectomia de mama
Retirada de duplo J nodulectomia Biópsias
Diagnóstico
da
admissão
PROCEDÊNCIA
Análise crítica: Foram atendidos 126 pacientes provenientes do ambulatório do hospital, enquanto 76 pacientes chegaram
através de transferências de outras unidades que fazem parte da rede estadual de saúde. Ciclos de Melhoria: A análise dos
fluxos de pacientes, tanto do ambulatório quanto das transferências, pode servir como base para o desenvolvimento de ações
focadas na otimização da gestão de leitos e no aprimoramento da comunicação entre as unidades da rede estadual.
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
0
50
100
150
200
250
76
126
EXTERNO AMBULATÓRIO REGULAÇÃO
MÉDIA DE PERMANÊNCIA
Análise crítica: Houve uma diminuição no tempo de permanência da clinica médica comparando
com os meses anteriores, devido ser pacientes em tratamento da hanseníase e pacientes com
reações hansenianas e alguns leitos bloqueados devido não ter leitos de precaução de contato.
Ciclos de Melhoria: Para melhorar, é essencial avaliar o impacto dos leitos bloqueados, otimizar a
alocação de recursos e garantir a disponibilidade de leitos adequados para pacientes com
hanseníase, ajustando protocolos de precaução conforme necessário..
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
3.9
18.92
CC CM
Total
de
paciente
dia/total
de
saídas
do
setor
GIRO DE LEITO
Análise crítica: O giro de leitos de 5,60 indica que, em média cada leito foi ocupado cerca de 5 a 6 vezes. Como ponto positivo de
redução do tempo de internação.
Ciclos de Melhoria: Seria interessante analisar a relação entre tempo de internação e qualidade do atendimento, . Na clínica médica,
é crucial identificar e abordar causas de alta lenta, ajustando protocolos de tratamento e processos de alta para melhorar a rotatividade
dos leitos.
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
0
2
4
6
8
10
12
14
16
18
0.02 0.5
1.1 1.52 1.02 1.14 1.23 0.69 1.21 1.4 0.93
0.18 0.23
16.3
5.9
4.1 3.8 4 3.51
5.69
3.1
5.6
Rotatividade – Quantos pacientes ocuparam cada leito no
mês
CC CM
Total
de
saídas/n°
de
leitos
ÍNDICE DE INTERVALO DE SUBSTITUIÇÃO
DE LEITO
Análise crítica:
Ciclos de Melhoria:
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
0
0.5
1
1.5
2
2.5
1.74 1.67
1.59
2.06
0.77
2.09
1.1
1.87
2.22
1.54
1.76
1.94
Ociosidade do leito – avaliado em dias ALA I
Taxa
de
desocupação/taxa
de
ocupação
hospitalar
x
média
de
permanência
ÍNDICE DE INTERVALO DE SUBSTITUIÇÃO
DE LEITO
Análise crítica:
Ciclos de Melhoria:
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
0
0.5
1
1.5
2
2.5
2.05
1.54
1.71 1.73
Ociosidade do leito – avaliado em dias ALA II
Taxa
de
desocupação/taxa
de
ocupação
hospitalar
x
média
de
permanência
ÍNDICE DE INTERVALO DE SUBSTITUIÇÃO
DE LEITO
Análise crítica:
Ciclos de Melhoria:
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
0
1
2
3
4
5
6
1.54
3.94
4.81
Ociosidade do leito – avaliado em dias- CLINÍCA MÉDICA
Taxa
de
desocupação/taxa
de
ocupação
hospitalar
x
média
de
permanência
TRANSFERÊNCIAS INTERNAS
Análise crítica: Houve 07 transferências interna na Clinica Médica para UCI e clinica cirúrgica houve 24 na
Clinica Cirúrgica para UCI e CM. Por motivos de pacientes em recuperação pós anestésica.
Ciclos de Melhoria: Para reduzir transferências internas, é essencial fortalecer a capacidade dos setores
através de treinamento, otimização de processos e investimento em recursos, garantindo que os pacientes
sejam gerenciados de forma mais eficaz na origem.
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
21
23
21
19
12
17
13
11
10
23
26
24
3
6
3
6
2 2
3
2 2
4
3
7
CM CC
Total
de
transferências
para
outros
setores
TRANSFERÊNCIAS EXTERNAS
Análise crítica: A não triagem deste pacientes o que podem impactar a continuidade e qualidade do cuidados.
Ciclos de Melhoria: Para reduzir transferências externas, é crucial aprimorar a capacidade interna, reforçar a
formação da equipe e implementar sistemas de triagem eficazes, garantindo uma abordagem mais integrada e
eficiente.
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
3
1
6
4 4
7
9
8
12 12
10
7
0 0 0 0 0
2
0 0 0
3
0 0
CC CM
Total
de
transferências
para
outros
hospitais
EVASÕES/ DESISTÊNCIAS DE
TRATAMENTO
Análise crítica: Quando paciente desiste do tratamento, isso pode ter impactos significativos na qualidade
atendimento e gerando aspectos psicológico.
Ciclos de Melhoria: Mesmo que haja apenas um paciente que desistiu, é fundamental realizar uma análise
crítica para entender as causas e implementar melhorias.
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
0
1
0
2
0 0 0 0 0 0 0
1
1
0 0
1
0 0 0 0 0 0 0 0
CM CC
Total
de
evasões
/
desistência
de
tratamento
ALTAS
Análise crítica: Houve um aumento de alta na CC comprando ao mês anterior.
Ciclos de Melhoria: É necessário revisar a gestão de leitos, aprimorar a coordenação entre as
clínicas e implementar estratégias de otimização para assegurar
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
10 8 5 10 10 9 10 5 11 12 13 14
244
177
217 212
258
215 214 219
227
202
194
227
CM CC
Total
de
altas
(curado,
inalterado,
melhorado)
ÓBITOS - GERAL
Análise crítica: Houve zero óbitos no setor da clínica cirúrgica.
Ciclos de Melhoria: Manter zero óbitos requer monitoramento constante da qualidade, revisão e atualização de
protocolos clínicos, e treinamento contínuo da equipe .
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
0 0 0 0 0
1
0 0 0
1 1
0
CC CM
N°
total
de
óbitos
na
unidade
ÓBITOS
Análise crítica: Teve zero óbito no setor.
Ciclos de Melhoria: Manter zero óbitos requer monitoramento constante da qualidade, revisão e atualização de
protocolos clínicos, e treinamento contínuo da equipe .
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
0 0 0 0 0
1
0 0 0
1
0 0
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
1
0
Óbitos > 24 horas
CC CM
Total
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Óbitos < 24 horas
Total
TAXA DE MORTALIDADE
Análise crítica: Uma taxa de mortalidade de 0% é um indicativo de excelência nos cuidados prestados, refletindo a
eficácia das práticas clínicas
Ciclos de Melhoria: É essencial revisar constantemente os protocolos de atendimento, realizar análises de casos e
promover a capacitação contínua da equipe, garantindo a adoção das melhores práticas e a gestão de riscos.
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0%
0% 0% 0% 0% 0%
1%
0% 0% 0% 0% 0% 0%
Taxa de Mortalidade Institucional
CC CM
N°
de
óbitos
>
24horas
/
saídas
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
0% 0% 0% 0% 0%
1%
0% 0% 0% 0% 0% 0%
0
Taxa de Mortalidade Global
Total
geral
de
óbitos/saídas
ADESÃO AOS BUNDLES
Análise crítica:
Ciclos de Melhoria:
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
Taxa de adesão aos Bundles para prevenção de
infecções
ICS-CVC ITU-CV
N°
de
bundles
positivos
/
n°
total
de
bundles
realizados
x
100
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
Incidência
ICS-CVC ITU-CV
N°
de
bundles
realizados
/
n°
de
cateteres
inseridos
x
100
TOTAL DE INCIDENTES/EVENTOS ADVERSOS
Análise crítica: Houve 88 incidentes/eventos adversos pode indicar áreas de vulnerabilidade no sistema,
necessitando revisão dos processos e procedimentos para reduzir a ocorrência de tais eventos.
Ciclos de Melhoria: Implementar um sistema de monitoramento e análise detalhada dos eventos, promover
treinamentos focados em prevenção e revisar constantemente as práticas de segurança para mitigar futuros incidentes..
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
12
25
16
21
17
13
21 20
15
57
88
Total Geral
Quantidade
INCIDENTES/EVENTOS ADVERSOS
Análise crítica: No mês atual tivemos também outros casos de incidentes. ( 30) (10) Não preenchimento de indicadores assistenciais, (04) pacientes com pulseira
de outra unidade, (04) pacientes sem pulseira amarela , (01) paciente sem pulseira vermelha, (01) svd sem identificação (01) paciente sem identificação de cabeceira, (01)
paciente sem rótulo de medicação, (05) pacientes sem pulseira de identificação, (01) paciente admitido com avp de outra unidade, (01) checlist de cvc não preenchido,
(01) avp vencido sem realização de troca. (22) não preenchimento de indicadores assistenciais, (10) pacientes sem pulseira de identificação ,(01) identificação de cabeceira
com data da admissão errada, (01) paciente sem pulseira vermelha (04 ) pacientes sem pulseira amarela , (01) paciente com pulseira de outra unidade, (02) identificação
de cabeceira com de data de nascimento errada (01) uso de adorno em área assistencial, (01) retirada de dispositivo pelo paciente (SNG).
(08) não preenchimento de indicadores assistenciais , ( 06) pacientes sem pulseira de identificação e ( 01) dieta enteral em curso com data de validade vencida.
Ciclos de Melhoria: Orientação quantos aos cuidados, observação e realização do procedimentos no paciente . E
realizar supervisão diária e capacitação das equipes quando a importância do preenchimento dos indicadores.
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
0
1
0
2
0 0 0 0 0 0 0
5
4
0
5
8
1
2
1 1 1
0
0 0
0
0
2
6
0
1 1
0
0
5
0
0
0
2
0
0 0 0
0
0
0
1
0
0
0
LPP Flebite Queda Prescrição Alergia medicamentosa
Quantidade
TAXA DE PREVENÇÃO DE
INCIDENTES/EVENTOS ADVERSOS
Análise crítica: Uma taxa de prevenção de incidentes/eventos adversos de uma gestão de riscos eficiente e uma cultura
de segurança sólida, mas também sugere a necessidade de revisão constante para manter e melhorar essa taxa.
Ciclos de Melhoria: O treinamento contínuo da equipe e a implementação de novas práticas de segurança, garantindo
uma monitorização constante e ajustes conforme necessário para manter a baixa taxa de eventos adversos.
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
1% 1% 1% 2% 2% 2% 1% 2% 2% 7% 92%
0 2 0.4 1.04 1.5 1.8 0.0115 0.084 0.0226 0.0645
93.51
CC CM
Total
de
incidentes/eventos
adversos
/
total
de
pacientes
dia
x
100
-
100
ANÁLISE DE QUEDA
Análise crítica: A falta de comunicação sobre a queda pelo familiar e a ausência de evidências encontradas pela
equipe podem indicar falhas na vigilância e no diálogo entre familiares e profissionais, comprometendo a
segurança do paciente.
Ciclos de Melhoria: Implementar protocolos que incentivem a comunicação ativa dos familiares e reforçar a
vigilância contínua por parte da equipe, garantindo que qualquer incidente seja prontamente identificado e
registrado.
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
0 0 0 0 0 0
1
0 0
1
0
0 0 0 0
1
0
0
0 0
0
0
CC CM
Quantidade
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
0% 0% 0% 0%
0%
0%
0%
0% 0% 0% 0%
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
CC CM
nº
de
quedas/nº
de
pacientes-dia
x
100
-
100
ANÁLISE DE LESÃO POR PRESSÃO
Análise crítica: O fato de 32 pacientes terem sido expostos a lesões por pressão no mês atual sugere uma
necessidade urgente de revisão dos protocolos de prevenção, indicando possíveis falhas na mobilização dos
pacientes e no uso de medidas preventivas adequadas.
Ciclos de Melhoria: Adotar protocolos de avaliação precoce e utilizar tecnologias para monitorar riscos,
visando reduzir a incidência de lesões..
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
0
1
2
0 0 0 0 0
2
0 0
CC CM
Quantidade
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0%
0 0 0 0 0 0 0 0 0
CC CM
nº
de
casos
novos
de
pacientes
com
LPP
/
nº
de
pessoas
expostas
ao
risco
de
adquirir
LPP
x
100
-
100
ANÁLISE DE FLEBITE
Análise crítica: Revisar a necessidade das práticas de inserção e manutenção de cateteres, tendo possíveis falhas nos
protocolos de assepsia ou no monitoramento contínuo dos pacientes.
Ciclos de Melhoria: Reforçar a capacitação da equipe sobre técnicas assépticas, revisar e padronizar os protocolos de cuidados
com cateteres, e implementar auditorias regulares para prevenir novos casos.
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
4 4 3 3
5
1 1 1 0 1 0
1 1
2
5
3
0 0 0
0
0
0
CC CM
Quantidade
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
1%
1% 1% 1%
0% 0% 0%
0%
0% 0% 0%
Taxa de Prevenção de Flebite
nº
de
casos
de
flebite
/
nº
de
pacientes-dia
com
acesso
venoso
periférico
x
100
-
100
ANÁLISE DE NÃO CONFORMIDADE
RELACIONADO À ADM DE MEDICAMENTO
Análise crítica: Houve um caso de não conformidade de não administração de medicamentos.
Ciclos de Melhoria: manter e aprimorar esses resultados, é essencial reforçar a educação continuada, monitorar
regularmente os processos e implementar feedbacks rápidos para prevenir falhas futuras.
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
0 0 0 0
1
5
0
1 1 1
0
0 0 0 0
1
0
0
0 0 0
0
CC CM
Quantidade
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0%
0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
CC CM
nº
de
não
conformidades
relacionadas
a
adm.
de
medicamentos/n°
de
pacientes
dia
x
100
-
100
PLANO DE AÇÃO
Plano de ação
para:
Setor: Clínica Cirugica
Análise crítica: O que será feito? Como será
feito?
Onde será feito? Quem irá fazer? Quando será feito? Status
O não
preenchimento
adequado dos
impressos
assistenciais pode
resultar em falhas
na comunicação
entre as equipes,
erros no cuidado ao
paciente, falta de
registro para
auditorias e
dificultar o controle
da qualidade dos
serviços prestados.
1. Será
implementada
uma campanha
de
conscientização e
capacitação dos
profissionais de
saúde para o
correto
preenchimento
dos impressos
assistenciais.
Serão realizadas
auditorias
periódicas para
verificar a adesão
ao
preenchimento.
Treinamento
presencial e com a
equipe de
enfermagem, sobre
a importância e a
obrigatoriedade do
preenchimento.
Feedback contínuo
aos colaboradores
com base nos
resultados das
auditorias, com
ações corretivas
imediatas quando
necessário.
As ações serão
realizadas dentro da
Nas unidades de
internação, com
auditorias feitas no
local e treinamentos
realizados em sessões
programadas.
Supervisor de
enfermagem/
Coordenação de
enfermagem. Equipe da
educação continuada.
Início imediato, com revisões
semanais durante o primeiro mês
e depois mensais.
em processso.
Obrigado!

INTERNAÇÃO - Dezembro.pptx DWDWDWDCDVREQ

  • 1.
    PEDRO ROBERTO COSTALOBATO Supervisor Enfermagem Internação RELATÓRIO DE DESEMPENHO ENFERMARIAS CIRÚRGICAS HOSPITAL AQUILES LISBOA 03.2025
  • 2.
    TAXA DE OCUPAÇÃO JanFev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 75% 76% CM CC Total de paciente dia/total de leito dia operacional x 100 Análise crítica Durante o mês atual, houve um aumento na taxa de ocupação na Clínica Cirúrgica quanto na Clínica Médica uma diminuição. A maioria dos pacientes internados é composta por casos de hanseníase, e o bloqueio de leitos foi necessário devido à adoção de medidas de precaução de contato. Ciclos de Melhoria: Manter a rotina para avaliação de altas e analisar o perfil dos pacientes internados.
  • 3.
    Nº DE INTERNAÇÕES Análisecrítica: : Houve uma redução no mês atual sendo que parte das internações são oriundas da Central de regulação de leitos e ambulatório, os pacientes continuam sendo liberados conforme a relação entres as patologia e procedimentos e suporte de nossa unidade hospitalar e também alguns leitos por isolamento de precaução de contato e devido as festividades de final de ano, ocasionou uma redução de admissão. Ciclos de Melhoria: Continuar o processo de trabalhando e analisando nosso perfil e planejar reformas que minimizem a interrupção dos serviços para melhorar a capacidade de resposta do setor. Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 258 198 271 242 252 260 263 253 251 227 345 218 202 2024 2023 Total de internações na unidade
  • 4.
    Nº DE REINTERNAÇÕES<48H Análise crítica: Foram registradas 04 reinternações no setor de clínica cirúrgica, todas sem relação com infecção do sítio cirúrgico, enquanto na clínica médica não houve nenhum caso de reinternação. Ciclos de Melhoria: É crucial revisar e aprimorar os procedimentos cirúrgicos e pós-operatórios, implementar medidas rigorosas de controle de infecção e realizar treinamentos contínuos para a equipe. Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 4 0 CC CM Quantidade
  • 5.
    Procedimentos Cirúrgicos Realizado Análisecrítica: A maior parte das internações estão voltados para clínica cirúrgica, tivemos alguns procedimentos RTU de próstata, HTA, entre outros e alguns pacientes diretamente da recepção para realizar biopsias como : pele, mama e lesão. Ciclos de Melhoria: Os diagnósticos variaram, e em sua maioria são procedentes de pacientes cirúrgicos. Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 1 9 10 14 25 18 27 16 30 0 0 0 27 15 15 12 2 10 13 14 11 3 3 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 7 3 6 2 1 1 0 0 0 0 0 27 Calculose de Rim RTU de Próstata Hernioplastia úlcera infectada apendicectomia HTA CVL Laqueadura ENH + NEURITE Vasectomia Postectomia Segmentectomia de mama Retirada de duplo J nodulectomia Biópsias Diagnóstico da admissão
  • 6.
    PROCEDÊNCIA Análise crítica: Foramatendidos 126 pacientes provenientes do ambulatório do hospital, enquanto 76 pacientes chegaram através de transferências de outras unidades que fazem parte da rede estadual de saúde. Ciclos de Melhoria: A análise dos fluxos de pacientes, tanto do ambulatório quanto das transferências, pode servir como base para o desenvolvimento de ações focadas na otimização da gestão de leitos e no aprimoramento da comunicação entre as unidades da rede estadual. Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 0 50 100 150 200 250 76 126 EXTERNO AMBULATÓRIO REGULAÇÃO
  • 7.
    MÉDIA DE PERMANÊNCIA Análisecrítica: Houve uma diminuição no tempo de permanência da clinica médica comparando com os meses anteriores, devido ser pacientes em tratamento da hanseníase e pacientes com reações hansenianas e alguns leitos bloqueados devido não ter leitos de precaução de contato. Ciclos de Melhoria: Para melhorar, é essencial avaliar o impacto dos leitos bloqueados, otimizar a alocação de recursos e garantir a disponibilidade de leitos adequados para pacientes com hanseníase, ajustando protocolos de precaução conforme necessário.. Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 3.9 18.92 CC CM Total de paciente dia/total de saídas do setor
  • 8.
    GIRO DE LEITO Análisecrítica: O giro de leitos de 5,60 indica que, em média cada leito foi ocupado cerca de 5 a 6 vezes. Como ponto positivo de redução do tempo de internação. Ciclos de Melhoria: Seria interessante analisar a relação entre tempo de internação e qualidade do atendimento, . Na clínica médica, é crucial identificar e abordar causas de alta lenta, ajustando protocolos de tratamento e processos de alta para melhorar a rotatividade dos leitos. Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 0.02 0.5 1.1 1.52 1.02 1.14 1.23 0.69 1.21 1.4 0.93 0.18 0.23 16.3 5.9 4.1 3.8 4 3.51 5.69 3.1 5.6 Rotatividade – Quantos pacientes ocuparam cada leito no mês CC CM Total de saídas/n° de leitos
  • 9.
    ÍNDICE DE INTERVALODE SUBSTITUIÇÃO DE LEITO Análise crítica: Ciclos de Melhoria: Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 0 0.5 1 1.5 2 2.5 1.74 1.67 1.59 2.06 0.77 2.09 1.1 1.87 2.22 1.54 1.76 1.94 Ociosidade do leito – avaliado em dias ALA I Taxa de desocupação/taxa de ocupação hospitalar x média de permanência
  • 10.
    ÍNDICE DE INTERVALODE SUBSTITUIÇÃO DE LEITO Análise crítica: Ciclos de Melhoria: Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 0 0.5 1 1.5 2 2.5 2.05 1.54 1.71 1.73 Ociosidade do leito – avaliado em dias ALA II Taxa de desocupação/taxa de ocupação hospitalar x média de permanência
  • 11.
    ÍNDICE DE INTERVALODE SUBSTITUIÇÃO DE LEITO Análise crítica: Ciclos de Melhoria: Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 0 1 2 3 4 5 6 1.54 3.94 4.81 Ociosidade do leito – avaliado em dias- CLINÍCA MÉDICA Taxa de desocupação/taxa de ocupação hospitalar x média de permanência
  • 12.
    TRANSFERÊNCIAS INTERNAS Análise crítica:Houve 07 transferências interna na Clinica Médica para UCI e clinica cirúrgica houve 24 na Clinica Cirúrgica para UCI e CM. Por motivos de pacientes em recuperação pós anestésica. Ciclos de Melhoria: Para reduzir transferências internas, é essencial fortalecer a capacidade dos setores através de treinamento, otimização de processos e investimento em recursos, garantindo que os pacientes sejam gerenciados de forma mais eficaz na origem. Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 21 23 21 19 12 17 13 11 10 23 26 24 3 6 3 6 2 2 3 2 2 4 3 7 CM CC Total de transferências para outros setores
  • 13.
    TRANSFERÊNCIAS EXTERNAS Análise crítica:A não triagem deste pacientes o que podem impactar a continuidade e qualidade do cuidados. Ciclos de Melhoria: Para reduzir transferências externas, é crucial aprimorar a capacidade interna, reforçar a formação da equipe e implementar sistemas de triagem eficazes, garantindo uma abordagem mais integrada e eficiente. Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 3 1 6 4 4 7 9 8 12 12 10 7 0 0 0 0 0 2 0 0 0 3 0 0 CC CM Total de transferências para outros hospitais
  • 14.
    EVASÕES/ DESISTÊNCIAS DE TRATAMENTO Análisecrítica: Quando paciente desiste do tratamento, isso pode ter impactos significativos na qualidade atendimento e gerando aspectos psicológico. Ciclos de Melhoria: Mesmo que haja apenas um paciente que desistiu, é fundamental realizar uma análise crítica para entender as causas e implementar melhorias. Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 0 1 0 2 0 0 0 0 0 0 0 1 1 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 CM CC Total de evasões / desistência de tratamento
  • 15.
    ALTAS Análise crítica: Houveum aumento de alta na CC comprando ao mês anterior. Ciclos de Melhoria: É necessário revisar a gestão de leitos, aprimorar a coordenação entre as clínicas e implementar estratégias de otimização para assegurar Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 10 8 5 10 10 9 10 5 11 12 13 14 244 177 217 212 258 215 214 219 227 202 194 227 CM CC Total de altas (curado, inalterado, melhorado)
  • 16.
    ÓBITOS - GERAL Análisecrítica: Houve zero óbitos no setor da clínica cirúrgica. Ciclos de Melhoria: Manter zero óbitos requer monitoramento constante da qualidade, revisão e atualização de protocolos clínicos, e treinamento contínuo da equipe . Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 0 0 0 1 1 0 CC CM N° total de óbitos na unidade
  • 17.
    ÓBITOS Análise crítica: Tevezero óbito no setor. Ciclos de Melhoria: Manter zero óbitos requer monitoramento constante da qualidade, revisão e atualização de protocolos clínicos, e treinamento contínuo da equipe . Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 0 0 0 0 0 1 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 0 Óbitos > 24 horas CC CM Total Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Óbitos < 24 horas Total
  • 18.
    TAXA DE MORTALIDADE Análisecrítica: Uma taxa de mortalidade de 0% é um indicativo de excelência nos cuidados prestados, refletindo a eficácia das práticas clínicas Ciclos de Melhoria: É essencial revisar constantemente os protocolos de atendimento, realizar análises de casos e promover a capacitação contínua da equipe, garantindo a adoção das melhores práticas e a gestão de riscos. Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 1% 0% 0% 0% 0% 0% 0% Taxa de Mortalidade Institucional CC CM N° de óbitos > 24horas / saídas Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 0% 0% 0% 0% 0% 1% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0 Taxa de Mortalidade Global Total geral de óbitos/saídas
  • 19.
    ADESÃO AOS BUNDLES Análisecrítica: Ciclos de Melhoria: Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Taxa de adesão aos Bundles para prevenção de infecções ICS-CVC ITU-CV N° de bundles positivos / n° total de bundles realizados x 100 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Incidência ICS-CVC ITU-CV N° de bundles realizados / n° de cateteres inseridos x 100
  • 20.
    TOTAL DE INCIDENTES/EVENTOSADVERSOS Análise crítica: Houve 88 incidentes/eventos adversos pode indicar áreas de vulnerabilidade no sistema, necessitando revisão dos processos e procedimentos para reduzir a ocorrência de tais eventos. Ciclos de Melhoria: Implementar um sistema de monitoramento e análise detalhada dos eventos, promover treinamentos focados em prevenção e revisar constantemente as práticas de segurança para mitigar futuros incidentes.. Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 12 25 16 21 17 13 21 20 15 57 88 Total Geral Quantidade
  • 21.
    INCIDENTES/EVENTOS ADVERSOS Análise crítica:No mês atual tivemos também outros casos de incidentes. ( 30) (10) Não preenchimento de indicadores assistenciais, (04) pacientes com pulseira de outra unidade, (04) pacientes sem pulseira amarela , (01) paciente sem pulseira vermelha, (01) svd sem identificação (01) paciente sem identificação de cabeceira, (01) paciente sem rótulo de medicação, (05) pacientes sem pulseira de identificação, (01) paciente admitido com avp de outra unidade, (01) checlist de cvc não preenchido, (01) avp vencido sem realização de troca. (22) não preenchimento de indicadores assistenciais, (10) pacientes sem pulseira de identificação ,(01) identificação de cabeceira com data da admissão errada, (01) paciente sem pulseira vermelha (04 ) pacientes sem pulseira amarela , (01) paciente com pulseira de outra unidade, (02) identificação de cabeceira com de data de nascimento errada (01) uso de adorno em área assistencial, (01) retirada de dispositivo pelo paciente (SNG). (08) não preenchimento de indicadores assistenciais , ( 06) pacientes sem pulseira de identificação e ( 01) dieta enteral em curso com data de validade vencida. Ciclos de Melhoria: Orientação quantos aos cuidados, observação e realização do procedimentos no paciente . E realizar supervisão diária e capacitação das equipes quando a importância do preenchimento dos indicadores. Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 0 1 0 2 0 0 0 0 0 0 0 5 4 0 5 8 1 2 1 1 1 0 0 0 0 0 2 6 0 1 1 0 0 5 0 0 0 2 0 0 0 0 0 0 0 1 0 0 0 LPP Flebite Queda Prescrição Alergia medicamentosa Quantidade
  • 22.
    TAXA DE PREVENÇÃODE INCIDENTES/EVENTOS ADVERSOS Análise crítica: Uma taxa de prevenção de incidentes/eventos adversos de uma gestão de riscos eficiente e uma cultura de segurança sólida, mas também sugere a necessidade de revisão constante para manter e melhorar essa taxa. Ciclos de Melhoria: O treinamento contínuo da equipe e a implementação de novas práticas de segurança, garantindo uma monitorização constante e ajustes conforme necessário para manter a baixa taxa de eventos adversos. Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 1% 1% 1% 2% 2% 2% 1% 2% 2% 7% 92% 0 2 0.4 1.04 1.5 1.8 0.0115 0.084 0.0226 0.0645 93.51 CC CM Total de incidentes/eventos adversos / total de pacientes dia x 100 - 100
  • 23.
    ANÁLISE DE QUEDA Análisecrítica: A falta de comunicação sobre a queda pelo familiar e a ausência de evidências encontradas pela equipe podem indicar falhas na vigilância e no diálogo entre familiares e profissionais, comprometendo a segurança do paciente. Ciclos de Melhoria: Implementar protocolos que incentivem a comunicação ativa dos familiares e reforçar a vigilância contínua por parte da equipe, garantindo que qualquer incidente seja prontamente identificado e registrado. Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 0 0 0 0 0 0 1 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 CC CM Quantidade Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 CC CM nº de quedas/nº de pacientes-dia x 100 - 100
  • 24.
    ANÁLISE DE LESÃOPOR PRESSÃO Análise crítica: O fato de 32 pacientes terem sido expostos a lesões por pressão no mês atual sugere uma necessidade urgente de revisão dos protocolos de prevenção, indicando possíveis falhas na mobilização dos pacientes e no uso de medidas preventivas adequadas. Ciclos de Melhoria: Adotar protocolos de avaliação precoce e utilizar tecnologias para monitorar riscos, visando reduzir a incidência de lesões.. Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 2 0 0 0 0 0 2 0 0 CC CM Quantidade Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0 0 0 0 0 0 0 0 0 CC CM nº de casos novos de pacientes com LPP / nº de pessoas expostas ao risco de adquirir LPP x 100 - 100
  • 25.
    ANÁLISE DE FLEBITE Análisecrítica: Revisar a necessidade das práticas de inserção e manutenção de cateteres, tendo possíveis falhas nos protocolos de assepsia ou no monitoramento contínuo dos pacientes. Ciclos de Melhoria: Reforçar a capacitação da equipe sobre técnicas assépticas, revisar e padronizar os protocolos de cuidados com cateteres, e implementar auditorias regulares para prevenir novos casos. Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 4 4 3 3 5 1 1 1 0 1 0 1 1 2 5 3 0 0 0 0 0 0 CC CM Quantidade Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 1% 1% 1% 1% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% Taxa de Prevenção de Flebite nº de casos de flebite / nº de pacientes-dia com acesso venoso periférico x 100 - 100
  • 26.
    ANÁLISE DE NÃOCONFORMIDADE RELACIONADO À ADM DE MEDICAMENTO Análise crítica: Houve um caso de não conformidade de não administração de medicamentos. Ciclos de Melhoria: manter e aprimorar esses resultados, é essencial reforçar a educação continuada, monitorar regularmente os processos e implementar feedbacks rápidos para prevenir falhas futuras. Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 0 0 0 0 1 5 0 1 1 1 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 CC CM Quantidade Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 CC CM nº de não conformidades relacionadas a adm. de medicamentos/n° de pacientes dia x 100 - 100
  • 27.
    PLANO DE AÇÃO Planode ação para: Setor: Clínica Cirugica Análise crítica: O que será feito? Como será feito? Onde será feito? Quem irá fazer? Quando será feito? Status O não preenchimento adequado dos impressos assistenciais pode resultar em falhas na comunicação entre as equipes, erros no cuidado ao paciente, falta de registro para auditorias e dificultar o controle da qualidade dos serviços prestados. 1. Será implementada uma campanha de conscientização e capacitação dos profissionais de saúde para o correto preenchimento dos impressos assistenciais. Serão realizadas auditorias periódicas para verificar a adesão ao preenchimento. Treinamento presencial e com a equipe de enfermagem, sobre a importância e a obrigatoriedade do preenchimento. Feedback contínuo aos colaboradores com base nos resultados das auditorias, com ações corretivas imediatas quando necessário. As ações serão realizadas dentro da Nas unidades de internação, com auditorias feitas no local e treinamentos realizados em sessões programadas. Supervisor de enfermagem/ Coordenação de enfermagem. Equipe da educação continuada. Início imediato, com revisões semanais durante o primeiro mês e depois mensais. em processso.
  • 28.