Usabilidade em Apps
Marcos Devaner
Interação Humano Computador
Aula 11
“Apps” é a abreviação da palavra
“applications”, ou aplicativos. No
contexto dos smartphones,
”apps” são os programas que você
pode instalar em seu celular, ou
seja, a tela que mostra a previsão do
tempo, o joguinho ou aquela câmera
cheia de efeitos, entre outros.20 de
dez de 2012
Apps
Etapas do processo
Sistemas, Usuário e Apps
Fonte: https://www.tecmundo.com.br
Acessado em: 09/12/2016
Android IOs Windows
Regras Gerais de Usabilidade em Apps
• Instruções básicas de operação nas primeiras interações
• Não se faz necessário que as instruções já descritas em passos anteriores sejam
repetidas em todas as telas
• As atividades devem ser ações rápidas e simples, que não exijam a fixação do
olhar na tela pequena, por um tempo prolongado.
• As atividades quando bem descritas contribuem para prevenção de erros que são
as principais fontes de frustração, ineficiência e ineficácia durante a utilização do
aplicativo.
Textos em Apps
• Utilizar frases curtas.
• Alinhar o texto à esquerda.
• Utilizar espaço simples entre as linhas, já que a tela é pequena.
• Não colocar informações redundantes.
• Destacar as partes do texto mais relevantes.
• Usar texto sem serifa Galinkin (2010) com tamanho igual ou superior a
10 pixels.
Botões em Apps
• É recomendado que botões
apresente algum tipo de retorno
visual ou sensitivo do seu
pressionamento. Os botões podem
ser utilizados com dimensões iguais
ou superiores a 62 pixels
Navegação em Apps
• Modelo linear com uso de botões para troca entre telas:
1. Troca da aparência do botão quando pressionado.
2. Animações entre as telas podem ser utilizadas como ajuda
para confirmar que o comando foi aceito.
3. Recomenda-se que o botão de navegação esteja
posicionado sempre no mesmo local.
• Touch screen para paginação
Esse modelo de navegação apresenta menor índice de erros quando comparado com o
uso dos botões para navegação. Mesmo sem o retorno sensitivo, a transição entre as
telas permitiu aos usuários a confirmação da interação e foi mais fácil de ser
memorizada.
Lista de opções
O uso da lista de opções é recomendado desde
que os itens apresentados obedeçam as
dimensões de texto e opções selecionáveis
apresentadas nos itens de fonte e botões dessa
lista de recomendações. A rolagem de tela para
navegar pelos itens não influi no uso do
componente. Os itens da tela devem possuir um
retorno de interação para deixar clara a sua
seleção.
Grade de imagens
As grades de imagens podem ser utilizadas, desde
que as dimensões dos itens a serem selecionados
sejam iguais ou superiores 62 pixels.
Rolagem de texto
A rolagem de tela em substituição da barra de rolagem é recomendada.
Deve-se no entanto utilizar algum item de marcação no final de cada tela
para auxiliar o usuário.
Botões de rádio e checagem
Eles podem ser utilizados. A compreensão do
funcionamento e interação com o componente
são de fácil entendimento. Deve-se respeitar as
dimensões de fonte e dos itens selecionáveis
descritas nesta lista de recomendações.
Animação
As animações são recomendadas para destacar as
transições entre os ambientes do aplicativo
(HUHTALA et al., 2010), e elas facilitam a
percepção do usuário na troca de contexto e
funcionam como um retorno visual da aceitação de
comandos dados ao aplicativo
Prototipação e validação
POP é um aplicativo que através da câmera do smartphone consegue
fotografar telas feitas a mão e personaliza-las para serem navegadas como
se fossem um APP nativo. É possível importar várias imagens/telas ao
mesmo tempo e adapta-las através de recursos básicos de edição.
O aplicativo para Android, iOS e WP POP pode ser baixado gratuitamente
através das lojas oficiais da Apple, Google e Microsoft.
Fontes
MOL, M. A. Recomendações de usabilidade para interface de aplicativos para
smartphones com foco na terceira idade. Pontifícia Universidade Católica de
Minas Gerais-Belo Horizonte, 2011.
Pirâmides para imersão
Ideação
Fonte de imagem: http://br.freepik.com/
Essa fase tem como intuito gerar ideias inovadoras para o
tema do projeto e, para isso, utilizam-se as ferramentas de
síntese criadas na fase de análise para estimular a criatividade
e gerar soluções que estejam de acordo com o contexto do
assunto trabalhado.
A fase de ideação geralmente se inicia com a equipe de
projeto realizando Brainstormings (uma das técnicas de
geração de ideias mais conhecidas) ao redor do tema a ser
explorado e com base nas ferramentas
As ideias geradas ao longo desse processo são capturadas
em Cardápios de Ideias que são constantemente validadas
em reuniões com o cliente utilizando, por exemplo,
Prototipações.
Prototipação
O protótipo é a tangibilização de uma ideia, a passagem do abstrato para o físico de
forma a representar a realidade - mesmo que simplificada - e propiciar validações. É
um instrumento de aprendizado sob dois aspectos:
Benefícios da prototipação
1. Selecionar e refinar de forma assertiva as ideias;
2. Tangibilizar e avaliar interativamente ideias;
3. Validar as soluções junto a uma amostra do público;
4. Antecipar eventuais gargalos e problemas, reduzindo riscos e
otimizando gastos.
Níveis de fidelidade
Um protótipo pode ser desde uma representação conceitual ou análoga da solução
(baixa fidelidade), passando por aspectos da ideia, até a construção de algo o mais
próximo possível da solução final (alta fidelidade).
Exemplos de Níveis de fidelidade
Baixa Média Alta
• Rascunhos
• Protótipos desenhados
utilizando lápis e papel
• Storyboards
• Desenhos com programas
especializados
• Protótipos funcionais
• Animações
Mãos a obra
Dadas as problemáticas, escolha uma delas e aplique os processos do Design
Thinking para propor um sistema que ajude a atacar o problema.
Pessoas com deficiência, encontram vários
problemas de mobilidade e acesso a alguns
serviços em seu dia a dia entre eles estão:
•Calçadas em péssimas condições
•Falta de guias rebaixadas
•Inadequação de lojas e restaurantes
•Transporte deficiente
•Ensino profissional precário
•Preconceito
•Diversas barreiras em prédios comerciais e
públicos.

ihc-aula11-auladecores-161024164037.pdf

  • 1.
    Usabilidade em Apps MarcosDevaner Interação Humano Computador Aula 11
  • 2.
    “Apps” é aabreviação da palavra “applications”, ou aplicativos. No contexto dos smartphones, ”apps” são os programas que você pode instalar em seu celular, ou seja, a tela que mostra a previsão do tempo, o joguinho ou aquela câmera cheia de efeitos, entre outros.20 de dez de 2012 Apps
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    Etapas do processo Sistemas,Usuário e Apps Fonte: https://www.tecmundo.com.br Acessado em: 09/12/2016 Android IOs Windows
  • 4.
    Regras Gerais deUsabilidade em Apps • Instruções básicas de operação nas primeiras interações • Não se faz necessário que as instruções já descritas em passos anteriores sejam repetidas em todas as telas • As atividades devem ser ações rápidas e simples, que não exijam a fixação do olhar na tela pequena, por um tempo prolongado. • As atividades quando bem descritas contribuem para prevenção de erros que são as principais fontes de frustração, ineficiência e ineficácia durante a utilização do aplicativo.
  • 5.
    Textos em Apps •Utilizar frases curtas. • Alinhar o texto à esquerda. • Utilizar espaço simples entre as linhas, já que a tela é pequena. • Não colocar informações redundantes. • Destacar as partes do texto mais relevantes. • Usar texto sem serifa Galinkin (2010) com tamanho igual ou superior a 10 pixels.
  • 6.
    Botões em Apps •É recomendado que botões apresente algum tipo de retorno visual ou sensitivo do seu pressionamento. Os botões podem ser utilizados com dimensões iguais ou superiores a 62 pixels
  • 7.
    Navegação em Apps •Modelo linear com uso de botões para troca entre telas: 1. Troca da aparência do botão quando pressionado. 2. Animações entre as telas podem ser utilizadas como ajuda para confirmar que o comando foi aceito. 3. Recomenda-se que o botão de navegação esteja posicionado sempre no mesmo local. • Touch screen para paginação Esse modelo de navegação apresenta menor índice de erros quando comparado com o uso dos botões para navegação. Mesmo sem o retorno sensitivo, a transição entre as telas permitiu aos usuários a confirmação da interação e foi mais fácil de ser memorizada.
  • 8.
    Lista de opções Ouso da lista de opções é recomendado desde que os itens apresentados obedeçam as dimensões de texto e opções selecionáveis apresentadas nos itens de fonte e botões dessa lista de recomendações. A rolagem de tela para navegar pelos itens não influi no uso do componente. Os itens da tela devem possuir um retorno de interação para deixar clara a sua seleção.
  • 9.
    Grade de imagens Asgrades de imagens podem ser utilizadas, desde que as dimensões dos itens a serem selecionados sejam iguais ou superiores 62 pixels.
  • 10.
    Rolagem de texto Arolagem de tela em substituição da barra de rolagem é recomendada. Deve-se no entanto utilizar algum item de marcação no final de cada tela para auxiliar o usuário.
  • 11.
    Botões de rádioe checagem Eles podem ser utilizados. A compreensão do funcionamento e interação com o componente são de fácil entendimento. Deve-se respeitar as dimensões de fonte e dos itens selecionáveis descritas nesta lista de recomendações.
  • 12.
    Animação As animações sãorecomendadas para destacar as transições entre os ambientes do aplicativo (HUHTALA et al., 2010), e elas facilitam a percepção do usuário na troca de contexto e funcionam como um retorno visual da aceitação de comandos dados ao aplicativo
  • 13.
    Prototipação e validação POPé um aplicativo que através da câmera do smartphone consegue fotografar telas feitas a mão e personaliza-las para serem navegadas como se fossem um APP nativo. É possível importar várias imagens/telas ao mesmo tempo e adapta-las através de recursos básicos de edição. O aplicativo para Android, iOS e WP POP pode ser baixado gratuitamente através das lojas oficiais da Apple, Google e Microsoft.
  • 14.
    Fontes MOL, M. A.Recomendações de usabilidade para interface de aplicativos para smartphones com foco na terceira idade. Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais-Belo Horizonte, 2011.
  • 15.
  • 16.
    Ideação Fonte de imagem:http://br.freepik.com/ Essa fase tem como intuito gerar ideias inovadoras para o tema do projeto e, para isso, utilizam-se as ferramentas de síntese criadas na fase de análise para estimular a criatividade e gerar soluções que estejam de acordo com o contexto do assunto trabalhado. A fase de ideação geralmente se inicia com a equipe de projeto realizando Brainstormings (uma das técnicas de geração de ideias mais conhecidas) ao redor do tema a ser explorado e com base nas ferramentas As ideias geradas ao longo desse processo são capturadas em Cardápios de Ideias que são constantemente validadas em reuniões com o cliente utilizando, por exemplo, Prototipações.
  • 17.
    Prototipação O protótipo éa tangibilização de uma ideia, a passagem do abstrato para o físico de forma a representar a realidade - mesmo que simplificada - e propiciar validações. É um instrumento de aprendizado sob dois aspectos:
  • 18.
    Benefícios da prototipação 1.Selecionar e refinar de forma assertiva as ideias; 2. Tangibilizar e avaliar interativamente ideias; 3. Validar as soluções junto a uma amostra do público; 4. Antecipar eventuais gargalos e problemas, reduzindo riscos e otimizando gastos.
  • 19.
    Níveis de fidelidade Umprotótipo pode ser desde uma representação conceitual ou análoga da solução (baixa fidelidade), passando por aspectos da ideia, até a construção de algo o mais próximo possível da solução final (alta fidelidade).
  • 20.
    Exemplos de Níveisde fidelidade Baixa Média Alta • Rascunhos • Protótipos desenhados utilizando lápis e papel • Storyboards • Desenhos com programas especializados • Protótipos funcionais • Animações
  • 21.
    Mãos a obra Dadasas problemáticas, escolha uma delas e aplique os processos do Design Thinking para propor um sistema que ajude a atacar o problema. Pessoas com deficiência, encontram vários problemas de mobilidade e acesso a alguns serviços em seu dia a dia entre eles estão: •Calçadas em péssimas condições •Falta de guias rebaixadas •Inadequação de lojas e restaurantes •Transporte deficiente •Ensino profissional precário •Preconceito •Diversas barreiras em prédios comerciais e públicos.