O documento discute os desafios da sustentabilidade no Brasil. Primeiramente, reconhece que embora a tese da sustentabilidade seja essencial, existem barreiras como o desejo de desenvolvimento econômico e consumo. Em seguida, argumenta que é necessário regular a produção para que seja feita de forma sustentável, mas que há falta de comunicação entre leis, fiscalização e sociedade. Por fim, discute os impactos econômicos, sociais e ambientais das atividades potencialmente poluidoras e a necessidade de reciprocidade nas normas