O documento discute a perda da "guerra cultural" pelos conservadores e liberais no Brasil. Especificamente, ele argumenta que (1) os conservadores reduziram a cultura à propaganda e passaram a aceitar a visão esquerdista, enquanto (2) os liberais se concentraram demais na economia e negligenciaram a batalha das ideias, permitindo que a esquerda dominasse o debate cultural. Como resultado, (3) a esquerda manteve o monopólio da autoridade intelectual no país, mesmo quando enfraquecida intelectual