O documento discute o esforço do governo Vargas para organizar e proteger a mão de obra industrial como parte de seu projeto de desenvolver um mercado interno de consumo sustentável. Isso incluiu a implementação de legislação trabalhista para criar "ilhas de fordismo periférico" e tentar reorganizar a vida dos trabalhadores para além da fábrica. No entanto, o governo enfrentou limites devido à estrutura fundiária agrária desigual e concentrada, e teve que equilibrar seus objetivos econômicos