O documento explora a figura do òrìsà Ògún, deus do ferro e guerreiro, destacando sua importância na agricultura e em rituais afro-brasileiros. Menciona diversos elementos simbólicos associados a Ògún, como o dendezeiro e o inhame, além da dualidade entre vida e morte no contexto de oferendas e iniciações. Também são relatadas as propriedades medicinais de várias plantas e suas utilizações em rituais de limpeza e proteção.