O documento discute iniciativas de países africanos para promover a agricultura orgânica e energias renováveis, gerando empregos sustentáveis e reduzindo emissões de carbono. O Quênia criou incentivos para investir em energia geotérmica, eólica e cana-de-açúcar, com o objetivo de aumentar sua capacidade energética em 40% e reduzir carbono. A Uganda certificou 200 mil fazendeiros orgânicos e aumentou suas exportações agrícolas.