Estudo sobre a mulher e a besta de Apoc. 17.




Por Edwin R. Thiele

I. TEXTO BÁSICO: Apocalipse 17.
II. UMA MENSAGEM DE JUÍZOS.
A. O anjo que falou com João – um dos anjos das sete taças. Apoc. 17:1; comp. com
Apoc. 16:17, 19; 17:5.
B. A revelação da cena.
1. Juízo sobre a meretriz – Apoc. 17:1, 16.
2. Juízo sobre a besta – Apoc. 17:8, 11.
3. Juízo sobre os sete cabeças – Apoc. 17:10.
4. Juízo sobre os dez chifres – Ap. 17:14.
III. A Cena da visão.
A. João transportado para o deserto – Ap. 17:3.
1. O termo grego ereemos.
a. Exemplos do uso do radical ereemos.
NO NOVO TESTAMENTO GREGO.
Apoc. 17:16 – fá-la-ão desolada.
Apoc. 18:17 – tão grandes riquezas vieram a ser nada
Apoc. 18:19 – numa hora foi feita desolada.
Mat. 24:15 – a abominação da desolação.
Mar. 13:14 – a abominação da desolação.
Luc. 21:20 – a desolação à vista disto está perto.
Luc. 13:35 – a vossa casa se vos deixou desolada.
Atos. 1:20 – fique desolada sua habitação.
NA SEPTUAGINTA ( LXX).
Sal. 69:25 – sua habitação seja feita desolada.
Dan. 8:13 – a transgressão da desolação.
Dan. 9:27 – a abominação das desolações.
Isa. 14:17 – tornou o mundo como um deserto.
Jer. 4:7 – para fazer tua terra desolada.
Jer. 4:26 – o lugar frutífero como um deserto.
Jer. 4:27 – toda a terra será desolada.
2. O mundo, um deserto de desolação depois das sete últimas pragas e depois da vinda
de Cristo. Jer. 4:23, 27; Apoc. 20:3.
“A ira de Deus, nas sete últimas pragas, fora derramada sobre os habitantes da Terra...
havia cadáveres de uma extremidade dela a outra.
“A Terra tinha a aparência de um deserto solitário. Cidades e vilas, derrubadas pelo
terremoto, jaziam em montões. ... Aqui deve ser a morada de Satanás com seus anjos
maus, durante mil anos. Aqui estará ele circunscrito, para errar para cá e acolá, sobre a
revolvida superfície da Terra, e para ver os efeitos de sua rebelião contra a lei de
Deus.” – PE., 289, 290.
“Satanás será banido para a Terra desolada, que se encontrará como um deserto
despovoado e horrendo.
O escritor do Apocalipse prediz o banimento de Satanás, e a condição de caos e
desolação a que a Terra deve ser reduzida...
“Ele tornou „o mundo como um deserto‟, e destruiu „as suas cidades‟. – GC., 658,
659.
IV. A Descrição das Potestades:
A. A meretriz – infiel a Deus, corrompida em fé religiosa: Jer. 3:20; Eze. 16:8, 15,32,34;
Osé. 2:2,5, 8, 13; Isa. 1:21.
“Em Apocalipse, capítulo 17, Babilônia é representada por uma mulher - figura que a
Bíblia usa como símbolo de igreja, sendo uma mulher virtuosa a igreja pura, e uma
mulher desprezível, a igreja apóstata.” – GC., 381.
1. Sua união corrupta com os poderes da terra.
a. assentada sobre muitas águas. Apoc. 17:1.
(1) Águas: povos, nações e línguas. Apoc. 17:15
b. Assentada sobre uma besta. Apo. 17:3.
c. Fornicação com os reis da terra. Apo. 17:2, 18:3.
2. Os habitantes da terra embriagada com o vinho de sua fornicação: Apo. 17:2; 14;8;
18;3; Jer. 51:7. C.S. p. 580.
“Babilônia tem criado doutrinas envenenadoras, o vinho do erro. Este vinho do erro é
formado pelas doutrinas falsas” – TM., p.61.
3. Sua suntuosa aparência exterior.
a. vestida de púrpura e escarlata: Apo. 17:4; 18:16. C.S. 413.
“Não pode haver dúvida nenhuma de que muito cerimonial esplêndido, que a Igreja de
Roma conhece para tão bem fascinar as raças impressionáveis do sul da Europa, deve
sua origem a uma amalgamação, ou a uma imitação das formas mais familiares do
ritual pagão. As maravilhosas obras primas da escultura e da pintura antiga; as vestes
de púrpura, longos cortejos triunfais, fulgurantes, encaminhando-se através de ruas
festivas para os tempos dos deuses imortais: as variadas exibições aparatosas que
século após século embelezaram as mais refinadas devoções de uma fé que apela aos
sentidos, e subordina as supersticiosas imaginações do vulgo, sugeriam naturalmente,
ou como dizem alguns, tornaram necessário a pompa do culto católico.” – Jolin G.
Sheppard, The Fall of Rome, p. 669.
b. Coberta de ouro, pedras preciosas e pérolas. Apoc. 17:4; 18:16; Dan. 11:38.
4. Um cálice de ouro na mão, cheio de abominações Apoc. 17:4; Jer. 51:7.
5. O nome em sua testa. Apoc. 17:5; Comp. Apoc. 14:1; 22:4; Jer. 3:2,3.
a. Mistério. Apoc. 17:5; II Tess. 2:7.
b. A grande babilônia. Apoc. 17:5; 14:8; 16:19; 18:2,10,21.
c. Mãe das prostituições e abominações da terra. Apoc. 17:5.
Babilônia antiga, um centro de corrupção do mundo.
“...a apostasia logo determinou a divisão. Aqueles que desejavam esquecer-se de seu
Criador, e lançar de si as restrições de Sua lei...
resolveram separar-se dos adoradores de Deus. Portanto viajaram para a planície de
Sinear, nas margens do rio Eufrates ... Ali resolveram edificar uma cidade ... mas estes
construtores de Babel resolveram conservar unida a sua comunidade, em um corpo, e
fundar uma monarquia que finalmente abrangesse a Terra inteira. Assim, a sua cidade
tornar-se-ia a metrópole de um império universal...
“Todo o empreendimento destinava-se a exaltar ainda mais o orgulho dos que o
projetaram, e desviar de Deus a mente das futuras gerações e levá-las à idolatria. ...
“Os homens de Babel tinham-se decidido a estabelecer um governo que fosse
independente de Deus. ... Houvessem eles continuado sem serem impedidos, e teriam
aviltado o mundo em sua infância....
“De tempos em tempos a mão invisível que segura o cetro do governo estende-se para
restringir a iniqüidade....
“Os planos dos construtores de Babel terminaram com vergonha e derrota. O
monumento ao seu orgulho tornou-se no memorial de sua loucura. Os homens,
todavia, estão continuamente a prosseguir no mesmo caminho.” – PP., 118, 119, 123.
“A terra mãe da mitologia astral deve ser procurada, não nas margens do Nilo, mas nas
margens do Eufrates...
“De que Babilônia era a mãe da astronomia, do culto das estrelas, da astrologia, e que
de lá estas ciências e estas crenças se espalham pelo mundo, é um fato que já nos foi
contado pelos artigos.” – F. Cumont, Astrology and religion Among the Greeks and
Romans, 24.
“A religião sumeriana... foi completamente adotada pelos Acádios, e posteriormente
através dos reinos da Babilônia e da Assíria este tipo extremo de plytheism, rico em
mitologia e especulação teológica, influência de crenças religiosas de quase toda a raça
Semítica na Ásia ocidental... Quando tratarmos da mitologia e da teologia das raças
semíticas do norte e do ocidente, veremos que a Babilônia é a fonte da qual a
absorveram quase todas as sua idéias fundamentais.” – Stephen H. Langdon, The
Mythology of All Races – Semitic, Vol. V, 6-7.
6. Embriagada com o sangue de santos e de mártires. Apoc. 17:6; 13:7; 18:24; Dan.
7:21.
7. Provoca admiração em João. Apoc. 17:6.
8. Reina sobre os reis da terra. Apoc. 17:18.
B. A BESTA
1. Cor de escarlata. Apoc. 17:3; Comp. Apoc. 12:3.
2. Cheia de nomes de blasfêmia. Apoc. 17:3.
3. Sete cabeças. Apoc. 17:3 Comp. 12:3; 13:1; Dan. 7:6.
4. Dez chifres. Apoc. 17:3 Comp. 12:3; 13:1; Dan. 7:7,24.
V. A explicação do Mistério da besta e da mulher Apoc. 17:7-18.
A. Uma besta com sete cabeças
1. O monstro de sete cabeças na mitologia antiga.
“O tema dragão pode ser classificado como quase universal na mitologia...
“Os textos de “Ras Shamra”... relatam mitos cananitas do período de 1700 a 1400 a.C...
O trecho de um texto fala da luta de “Anath” e o dragão. Em certo ponto “Anath”
exclama:
“Destruí o dragão do mar...
Destruí a sinuosa serpente,
Aquela de sete cabeças,
destruí o dragão das profundezas do mundo, amado de “El.”
Um outro texto (Baal e as Águas), nos fala de um “Lotan” de sete cabeças, a mesma
palavra da qual deriva o nome levitam do velho testamento...
Duas palavras que descrevem “Lotan” e Levitam são idênticas em duas línguas. São
elas brh, traduzidos geralmente por “veloz” ou “desliza”, e “qltn”, geralmente
traduzidos por “curvo”ou “tortuoso”.
“Um selo de cilindro encontrado em Tell Asmar na Mesopotâmia mostra um dragão de
sete cabeças sendo dominado por suas deidades... Este é o tipo de monstro que
bramia contra os deuses dominantes na mitologia Barramita, o Levitam ao qual se
refere o Velho Testamento”. H. Wallace, Leirathan and the Beast in Revelation”, The
Biblical Archaeologist, 1948, nº3.
2. O Leviatã e a besta na Bíblia
“O conceito de levitam alta o uso de besta no Apocalipse. A mais completa passagem
que se refere ao Levitam no Velho testamento é o Cap. 41 de Jó...
“Sabemos agora que Levitam é uma serpente de sete cabeças relacionadas com água.
Este conhecimento nos veio através do material remoto fornecido pelos textos de Ras
Shamra...
“Evocando o que aprendemos do Levitam em (1) Jó 41:1-11 que indica ser ele uma
criatura poderosa que homem algum pode prender... (2) Anversos 12-32 são uma
descrição do monstro; sua forma infunde terror aos homens... (3) Nos versos 33-34
achamos que é rei de todos os filhos do orgulho.
“Uma segunda passagem sobre o Levitam nós encontramos em Jó 3:8. Amaldiçoem-na
encontramos em Jó 3:8.
Amaldiçoem- na aqueles que sabem amaldiçoar, o dia, e sabem excitar o monstro
marinho...
“Quando unimos isto á próxima passagem, indica que o Levitam é concedido como
tendo lutado e sido conquistado por Deus.
“Uma terceira passagem, que indica que o Levitam tem mais de uma cabeça, é Sal.
74:14...
“A idéia de importância é que Deus formou estes monstros e era poderoso bastante
para destruí-los...
“Uma quarta passagem sobre o Levitam é Sal. 104:26...
“A última, e Talvez principal, passagem focalizando o Levitam no V.T é Is. 27:1. O autor
está falando do dia em que Israel será liberto de todos os seus inimigos. Eles será
redimido por Jeová. As foras do mal estão personificadas na Serpente, levitam...
“Deve-se notar que varias palavras do V.T estão relacionadas basicamente com o
Levitam. Uma delas é theom, uma palavra que designa caos original. Embora não
esteja personificado, ele é mencionado em Jó 41:31,32 como sendo o lugar em que
habita o Levitam... Yam, “mar”, em muitas passagens é mais do que um simples corpo
de água; é uma força ativa, que provavelmente reflete o velho mito da luta entre a
ordem e o caos... O Levitam habita no mar. Rahab, um monstro marinho, pode ser
igualado com o Levitam em várias passagens do V.T. ( Jó 9-13; 26:12; Is. 51:9; Sal.
89:10)...
“Drakon, Dragão, é o que a Septuaginta apresenta em geral como Levitam. Somente
uma vez Levitam é traduzido Ketos, monstro marinho (Jó 3:8). De Apoc. 13:1 em
diante, besta e dragão são usados indiscriminadamente, tal como são Levitam e Rahab
e Tanin no V.T. Também se pode notar que a LXX traz abysos para theom, o profundo
das águas...
“A guerra no Céu entre o dragão e Miguel e seus anjos (Apoc. 12:7-12).. é um eco da
guerra em que tiamat e suas hordas foram derrotadas por Marduc e os deuses na
História da Criação de Babilônia e, em que Baal das Lendas Cananta lutou contra as
águas rebeldes. Jeová destruiu o Levitam na obscuridade do passado... a luta original
entre Jeová e os poderes do caos é transformada no contexto cristão em uma luta
entre Deus e Satanás...
“A última parte do cap. 19 e a primeira parte do cap. 20 descrevem a derrota da besta
e seus exércitos. O dragão, a antiga serpente, que é o Diabo e Satanás em Apoc. 20:2 é
amarrado e lançado no abismo. O abyssos e sua relação com tehoin é de novo uma
indicação de toda a estirpe do levitam em que ele representa as inquietas forças do
Caos...
“Levitam... em Isaías 27:1, e nos escritos subseqüentes apócrifos e rabínicos,
manifesta-se num símbolo terrível e magnificente do mal e da desordem.
“Levitam é a fonte do uso de besta, therion, e a de dragão, drakon na revelação a João.
Neste apocalipse do N.T, o conflito entre o bem e o mal é apresentado de uma forma
intensa e as figuras da besta terrível e do dragão vermelho descem para a derrota na
batalha cataclismática da qual resulta um novo céu e uma nova terra”. – Ibidem.
B. A Besta que era, não é, subirá do abismo, e irá a perdição. Apoc. 17:8.
1. O abismo – o mundo desolado durante o milênio. Apoc. 20:1.
2. Satanás e seu reino – em ruínas durante o milênio. Apoc. 20:2.
3. A libertação de Satanás após o milênio. Apoc. 20:3.
4. A perdição final de Satanás após o milênio. Apoc. 20:3.
5. A admiração dos não inscritos no livro da vida. Apoc. 17:8, Comp. Apoc. 13:3.
Tradução de Knox: “A visão desta besta que viveu, e agora esta morta, incutirá temor
em todos habitantes da terra, exceto naqueles cujos nomes foram escritos, antes que
o mundo existisse, no livro da vida”.
C. As sete cabeças da Besta
1. Sete montes sobre os quais a mulher se assenta. Apoc. 17:9.
a. Monte: um poder ou reino. Jer. 51:24,25; Dan. 2:35,44; Is. 13:4.
2. Sete reis Apoc. 17:10. Comp. Dan 7:17,23.
Tradução de Moffat : “Eles também são sete reis”.
Tradução Americana: “Eles são também sete reis”.
Tradução de Weymouth: “E eles são sete reis”.
3. As sete cabeças são sucessivas, existem cada uma num tempo. Apoc. 17:10.
4. O esforço de Satanás para estabelecer-se como regente do mundo.
“...Depois de tentar o homem a pecar, Satanás reclamou a Terra como sua, e intitulou-
se príncipe deste mundo. Havendo levado os pais de nossa raça à semelhança com sua
própria natureza, julgou estabelecer aqui seu império. ... Através de seu domínio sobre
os homens, adquiriu império sobre o mundo.” – DTN, pp. 114, 115.
“Os edificadores de Babel tinham alimentado o espírito de murmuração contra Deus.
... Entretanto enquanto murmuravam contra Deus, como sendo arbitrário e severo,
estavam a aceitar o governo do mais cruel dos tiranos. Satanás estava procurando
levar o desdém às ofertas sacrificais que prefiguravam a morte de Cristo...
“Os homens de Babel tinham-se decidido a estabelecer um governo que fosse
independente de Deus. ... A confederação foi fundada de modo revoltoso;
estabelecido fora um reino para a exaltação própria, mas no qual Deus não deveria ter
domínio ou honra. Houvesse sido permitida esta confederação, e uma grande potência
teria exercido o domínio para banir da Terra a justiça, e com esta a paz, a felicidade e a
segurança.” – PP., pp. 120, 123.
5. A queda do governos do mal por decretos divinos.
Babilônia. Gên. 11:6-9; Is. 14:4, 11-17; Dan. 5:18-21, 26-28; Jer 51:24-26,29. Egito. Êx.
7:5; 14:27; Jer. 46:25; Eze. 29:3,9. Assíria. Isa. 14:24-27; Naum 31:7,18,19.
Medo-Pérsia. Dan. 8:7,20.
Grécia. Dan 8:8, 21, 22.
Roma Pagã. Dan. 2:33, 41.
Roma Papal e seu satélites. Dan. 7:11, 24-26; II Tess. 2:7-9; Apoc. 18:10,21; 19:19,20.
“... Os discípulos de Cristo foram guiados a olhar acima de todo poder e domínio do
mal, ao Senhor seu Deus, cujo reino domina sobre todos ...
“O programa dos acontecimentos por vir está nas mãos de nosso Criador. A Majestade
do Céu tem a Seu cargo o destino das nações, bem como os interesses de Sua igreja.” –
MDC., 120, 121.
6. Cinco já caíram – Babilônia, Egito, Assíria, Medo-Pérsia, Grécia. Apoc. 17:10.
7. Um existe – é Roma pagã. Apoc. 17:10.
8. Um ainda não chegou – Roma Papal. Apoc. 17:10.
a. Durará um pouco de tempo Apoc. 17:10; comp. Sal 37:10; Hab 10:37; Ageu 2:3; João
16:16; Apoc. 1:1; 22:12.
D. O oitavo rei. Apoc. 17:11.
Tradução de Knox: “É a besta que já viveu e agora está morta deve ser contada como a
oitava, pois é uma das sete; agora se encaminhará para destruição total.”
1. Irá à perdição.
“Ao fim dos mil anos, Cristo volta novamente à Terra. ... Descendo com grande
majestade, ordena aos ímpios mortos que ressuscitem para receber a condenação. ...
"Os ímpios saem da sepultura tais quais a ela baixaram, com a mesma inimizade contra
Cristo, e com o mesmo espírito de rebelião...
“Agora Satanás se prepara para a última e grande luta pela supremacia. ... Pretende
ser o príncipe que é o legítimo dono do mundo ...
“Diz o Senhor: ... E te tornei em cinza sobre a Terra, aos olhos de todos os que te vêem.
... Em grande espanto te tornaste e nunca mais serás para sempre.‟ Ezeq. 28:6-8, 16-
19.
“Nas chamas purificadoras os ímpios são finalmente destruídos, raiz e ramos – Satanás
a raiz, seus seguidores os ramos. ...
“Está para sempre terminada a obra de ruína de Satanás.” – GC., pp. 662, 663, 672,
673.
E. Os dez chifres Apoc. 17:12.
1. São dez reis. Apoc. 17:12.
2. Não receberam ainda o reino. Apoc. 17:12.
3. Receberão poder como reis por uma hora com a besta. Apoc. 17:12.
4. Têm o mesmo intento. Apoc. 17:13.
“O assim chamado mundo cristão será o teatro de atos grandes e decisivos. Homens
com autoridade decretarão leis para combater as consciências, segundo o exemplo do
papado. Babilônia fará com que todas as nações bebam do vinho da ira, de sua
fornicação. Toadas as nações serão envolvidas... Estes têm o mesmo intento, e
entregarão o seu poder e autoridade à besta.
"Haverá um grande laço de união universal, uma grande harmonia, uma confederação,
das forças de Satanás...
"No grande conflito a ser travado nos últimos dias estarão unidos em oposição ao povo
de Deus todos os poderes corrompidos que apostataram Tradução de Knox: “É a besta
que já viveu e agora está morta deve ser contada como a oitava, pois é uma das sete;
agora se encaminhará para destruição total.”
1. Irá à perdição.
“Ao fim dos mil anos, Cristo volta novamente à Terra. ... Descendo com grande
majestade, ordena aos ímpios mortos que ressuscitem para receber a condenação. ...
"Os ímpios saem da sepultura tais quais a ela baixaram, com a mesma inimizade contra
Cristo, e com o mesmo espírito de rebelião...
“Agora Satanás se prepara para a última e grande luta pela supremacia. ... Pretende
ser o príncipe que é o legítimo dono do mundo ...
“Diz o Senhor: ... E te tornei em cinza sobre a Terra, aos olhos de todos os que te vêem.
... Em grande espanto te tornaste e nunca mais serás para sempre.‟ Ezeq. 28:6-8, 16-
19.
“Nas chamas purificadoras os ímpios são finalmente destruídos, raiz e ramos – Satanás
a raiz, seus seguidores os ramos. ...
“Está para sempre terminada a obra de ruína de Satanás.” – GC., pp. 662, 663, 672,
673.
E. Os dez chifres Apoc. 17:12.
1. São dez reis. Apoc. 17:12.
2. Não receberam ainda o reino. Apoc. 17:12.
3. Receberão poder como reis por uma hora com a besta. Apoc. 17:12.
4. Têm o mesmo intento. Apoc. 17:13.
“O assim chamado mundo cristão será o teatro de atos grandes e decisivos. Homens
com autoridade decretarão leis para combater as consciências, segundo o exemplo do
papado. Babilônia fará com que todas as nações bebam do vinho da ira, de sua
fornicação. Toadas as nações serão envolvidas... Estes têm o mesmo intento, e
entregarão o seu poder e autoridade à besta.
"Haverá um grande laço de união universal, uma grande harmonia, uma confederação,
das forças de Satanás...
"No grande conflito a ser travado nos últimos dias estarão unidos em oposição ao povo
de Deus todos os poderes corrompidos que apostataram poderes dez trevas." – E. G,
White, Review and Herald, Extra, 24 de dezembro de 1889.
6. Fará guerra ao Cordeiro. Apoc. 17:14. Comp. Apoc. 16:14; 19:19.
“O grande conflito que Satanás originou nas cortes celestiais cedo, bem cedo, há de ser
para sempre decidido, logo todos habitantes da Terra terão tomado partido, ou a favor
ou contra o governo do Céu.” – 3 TS, p. 143.
“Os espíritos diabólicos sairão aos reis da Terra e ao mundo inteiro, para segurá-los no
engano, e forçá-los a se unirem a Satanás em sua última luta contra o governo do
Céu.” – GC., 624.
7. O Cordeiro os vencerá. Apoc. 17:14; 19:20, 21.
a. Ele é Senhor dos Senhores o Rei dos reis. Apoc. 17:14; 19:10.
b. Os que estão com Ele são chamados, eleitos e fiéis. Ap. 17:14.
8. As águas sobre as quais a meretriz se assenta – povos e nações. Apoc. 17:15.
9. Os dez chifres odiando a meretriz. Apoc. 17:16.
a. Pô-la-ão desolada e nua. Apoc. 17:16; cf. Jer. 50:3, 9, 13, 23, 38 - 41; 51:25, 26, 29,
48, 49; Apoc. 16:12, 19.
10. Deus pôs em seus corações o cumprir a Sua vontade. Apoc. 17:17; comp. Isa. 10:5 -
7:15; Jer. 46:25, 26.
F. A mulher – a grande cidade que reina sobre os reis da terra. Apoc. 17:18; 16:19;
14:8; 18:10, 18.
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Estudo sobre a mulher e a besta de apoc 17

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    Estudo sobre amulher e a besta de Apoc. 17. Por Edwin R. Thiele I. TEXTO BÁSICO: Apocalipse 17. II. UMA MENSAGEM DE JUÍZOS. A. O anjo que falou com João – um dos anjos das sete taças. Apoc. 17:1; comp. com Apoc. 16:17, 19; 17:5. B. A revelação da cena. 1. Juízo sobre a meretriz – Apoc. 17:1, 16. 2. Juízo sobre a besta – Apoc. 17:8, 11. 3. Juízo sobre os sete cabeças – Apoc. 17:10. 4. Juízo sobre os dez chifres – Ap. 17:14. III. A Cena da visão. A. João transportado para o deserto – Ap. 17:3. 1. O termo grego ereemos. a. Exemplos do uso do radical ereemos. NO NOVO TESTAMENTO GREGO. Apoc. 17:16 – fá-la-ão desolada. Apoc. 18:17 – tão grandes riquezas vieram a ser nada Apoc. 18:19 – numa hora foi feita desolada. Mat. 24:15 – a abominação da desolação. Mar. 13:14 – a abominação da desolação. Luc. 21:20 – a desolação à vista disto está perto. Luc. 13:35 – a vossa casa se vos deixou desolada. Atos. 1:20 – fique desolada sua habitação. NA SEPTUAGINTA ( LXX). Sal. 69:25 – sua habitação seja feita desolada. Dan. 8:13 – a transgressão da desolação. Dan. 9:27 – a abominação das desolações. Isa. 14:17 – tornou o mundo como um deserto. Jer. 4:7 – para fazer tua terra desolada. Jer. 4:26 – o lugar frutífero como um deserto. Jer. 4:27 – toda a terra será desolada. 2. O mundo, um deserto de desolação depois das sete últimas pragas e depois da vinda de Cristo. Jer. 4:23, 27; Apoc. 20:3. “A ira de Deus, nas sete últimas pragas, fora derramada sobre os habitantes da Terra... havia cadáveres de uma extremidade dela a outra. “A Terra tinha a aparência de um deserto solitário. Cidades e vilas, derrubadas pelo terremoto, jaziam em montões. ... Aqui deve ser a morada de Satanás com seus anjos
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    maus, durante milanos. Aqui estará ele circunscrito, para errar para cá e acolá, sobre a revolvida superfície da Terra, e para ver os efeitos de sua rebelião contra a lei de Deus.” – PE., 289, 290. “Satanás será banido para a Terra desolada, que se encontrará como um deserto despovoado e horrendo. O escritor do Apocalipse prediz o banimento de Satanás, e a condição de caos e desolação a que a Terra deve ser reduzida... “Ele tornou „o mundo como um deserto‟, e destruiu „as suas cidades‟. – GC., 658, 659. IV. A Descrição das Potestades: A. A meretriz – infiel a Deus, corrompida em fé religiosa: Jer. 3:20; Eze. 16:8, 15,32,34; Osé. 2:2,5, 8, 13; Isa. 1:21. “Em Apocalipse, capítulo 17, Babilônia é representada por uma mulher - figura que a Bíblia usa como símbolo de igreja, sendo uma mulher virtuosa a igreja pura, e uma mulher desprezível, a igreja apóstata.” – GC., 381. 1. Sua união corrupta com os poderes da terra. a. assentada sobre muitas águas. Apoc. 17:1. (1) Águas: povos, nações e línguas. Apoc. 17:15 b. Assentada sobre uma besta. Apo. 17:3. c. Fornicação com os reis da terra. Apo. 17:2, 18:3. 2. Os habitantes da terra embriagada com o vinho de sua fornicação: Apo. 17:2; 14;8; 18;3; Jer. 51:7. C.S. p. 580. “Babilônia tem criado doutrinas envenenadoras, o vinho do erro. Este vinho do erro é formado pelas doutrinas falsas” – TM., p.61. 3. Sua suntuosa aparência exterior. a. vestida de púrpura e escarlata: Apo. 17:4; 18:16. C.S. 413. “Não pode haver dúvida nenhuma de que muito cerimonial esplêndido, que a Igreja de Roma conhece para tão bem fascinar as raças impressionáveis do sul da Europa, deve sua origem a uma amalgamação, ou a uma imitação das formas mais familiares do ritual pagão. As maravilhosas obras primas da escultura e da pintura antiga; as vestes de púrpura, longos cortejos triunfais, fulgurantes, encaminhando-se através de ruas festivas para os tempos dos deuses imortais: as variadas exibições aparatosas que século após século embelezaram as mais refinadas devoções de uma fé que apela aos sentidos, e subordina as supersticiosas imaginações do vulgo, sugeriam naturalmente, ou como dizem alguns, tornaram necessário a pompa do culto católico.” – Jolin G. Sheppard, The Fall of Rome, p. 669. b. Coberta de ouro, pedras preciosas e pérolas. Apoc. 17:4; 18:16; Dan. 11:38. 4. Um cálice de ouro na mão, cheio de abominações Apoc. 17:4; Jer. 51:7. 5. O nome em sua testa. Apoc. 17:5; Comp. Apoc. 14:1; 22:4; Jer. 3:2,3. a. Mistério. Apoc. 17:5; II Tess. 2:7. b. A grande babilônia. Apoc. 17:5; 14:8; 16:19; 18:2,10,21. c. Mãe das prostituições e abominações da terra. Apoc. 17:5. Babilônia antiga, um centro de corrupção do mundo. “...a apostasia logo determinou a divisão. Aqueles que desejavam esquecer-se de seu Criador, e lançar de si as restrições de Sua lei... resolveram separar-se dos adoradores de Deus. Portanto viajaram para a planície de Sinear, nas margens do rio Eufrates ... Ali resolveram edificar uma cidade ... mas estes
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    construtores de Babelresolveram conservar unida a sua comunidade, em um corpo, e fundar uma monarquia que finalmente abrangesse a Terra inteira. Assim, a sua cidade tornar-se-ia a metrópole de um império universal... “Todo o empreendimento destinava-se a exaltar ainda mais o orgulho dos que o projetaram, e desviar de Deus a mente das futuras gerações e levá-las à idolatria. ... “Os homens de Babel tinham-se decidido a estabelecer um governo que fosse independente de Deus. ... Houvessem eles continuado sem serem impedidos, e teriam aviltado o mundo em sua infância.... “De tempos em tempos a mão invisível que segura o cetro do governo estende-se para restringir a iniqüidade.... “Os planos dos construtores de Babel terminaram com vergonha e derrota. O monumento ao seu orgulho tornou-se no memorial de sua loucura. Os homens, todavia, estão continuamente a prosseguir no mesmo caminho.” – PP., 118, 119, 123. “A terra mãe da mitologia astral deve ser procurada, não nas margens do Nilo, mas nas margens do Eufrates... “De que Babilônia era a mãe da astronomia, do culto das estrelas, da astrologia, e que de lá estas ciências e estas crenças se espalham pelo mundo, é um fato que já nos foi contado pelos artigos.” – F. Cumont, Astrology and religion Among the Greeks and Romans, 24. “A religião sumeriana... foi completamente adotada pelos Acádios, e posteriormente através dos reinos da Babilônia e da Assíria este tipo extremo de plytheism, rico em mitologia e especulação teológica, influência de crenças religiosas de quase toda a raça Semítica na Ásia ocidental... Quando tratarmos da mitologia e da teologia das raças semíticas do norte e do ocidente, veremos que a Babilônia é a fonte da qual a absorveram quase todas as sua idéias fundamentais.” – Stephen H. Langdon, The Mythology of All Races – Semitic, Vol. V, 6-7. 6. Embriagada com o sangue de santos e de mártires. Apoc. 17:6; 13:7; 18:24; Dan. 7:21. 7. Provoca admiração em João. Apoc. 17:6. 8. Reina sobre os reis da terra. Apoc. 17:18. B. A BESTA 1. Cor de escarlata. Apoc. 17:3; Comp. Apoc. 12:3. 2. Cheia de nomes de blasfêmia. Apoc. 17:3. 3. Sete cabeças. Apoc. 17:3 Comp. 12:3; 13:1; Dan. 7:6. 4. Dez chifres. Apoc. 17:3 Comp. 12:3; 13:1; Dan. 7:7,24. V. A explicação do Mistério da besta e da mulher Apoc. 17:7-18. A. Uma besta com sete cabeças 1. O monstro de sete cabeças na mitologia antiga. “O tema dragão pode ser classificado como quase universal na mitologia... “Os textos de “Ras Shamra”... relatam mitos cananitas do período de 1700 a 1400 a.C... O trecho de um texto fala da luta de “Anath” e o dragão. Em certo ponto “Anath” exclama: “Destruí o dragão do mar... Destruí a sinuosa serpente, Aquela de sete cabeças, destruí o dragão das profundezas do mundo, amado de “El.”
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    Um outro texto(Baal e as Águas), nos fala de um “Lotan” de sete cabeças, a mesma palavra da qual deriva o nome levitam do velho testamento... Duas palavras que descrevem “Lotan” e Levitam são idênticas em duas línguas. São elas brh, traduzidos geralmente por “veloz” ou “desliza”, e “qltn”, geralmente traduzidos por “curvo”ou “tortuoso”. “Um selo de cilindro encontrado em Tell Asmar na Mesopotâmia mostra um dragão de sete cabeças sendo dominado por suas deidades... Este é o tipo de monstro que bramia contra os deuses dominantes na mitologia Barramita, o Levitam ao qual se refere o Velho Testamento”. H. Wallace, Leirathan and the Beast in Revelation”, The Biblical Archaeologist, 1948, nº3. 2. O Leviatã e a besta na Bíblia “O conceito de levitam alta o uso de besta no Apocalipse. A mais completa passagem que se refere ao Levitam no Velho testamento é o Cap. 41 de Jó... “Sabemos agora que Levitam é uma serpente de sete cabeças relacionadas com água. Este conhecimento nos veio através do material remoto fornecido pelos textos de Ras Shamra... “Evocando o que aprendemos do Levitam em (1) Jó 41:1-11 que indica ser ele uma criatura poderosa que homem algum pode prender... (2) Anversos 12-32 são uma descrição do monstro; sua forma infunde terror aos homens... (3) Nos versos 33-34 achamos que é rei de todos os filhos do orgulho. “Uma segunda passagem sobre o Levitam nós encontramos em Jó 3:8. Amaldiçoem-na encontramos em Jó 3:8. Amaldiçoem- na aqueles que sabem amaldiçoar, o dia, e sabem excitar o monstro marinho... “Quando unimos isto á próxima passagem, indica que o Levitam é concedido como tendo lutado e sido conquistado por Deus. “Uma terceira passagem, que indica que o Levitam tem mais de uma cabeça, é Sal. 74:14... “A idéia de importância é que Deus formou estes monstros e era poderoso bastante para destruí-los... “Uma quarta passagem sobre o Levitam é Sal. 104:26... “A última, e Talvez principal, passagem focalizando o Levitam no V.T é Is. 27:1. O autor está falando do dia em que Israel será liberto de todos os seus inimigos. Eles será redimido por Jeová. As foras do mal estão personificadas na Serpente, levitam... “Deve-se notar que varias palavras do V.T estão relacionadas basicamente com o Levitam. Uma delas é theom, uma palavra que designa caos original. Embora não esteja personificado, ele é mencionado em Jó 41:31,32 como sendo o lugar em que habita o Levitam... Yam, “mar”, em muitas passagens é mais do que um simples corpo de água; é uma força ativa, que provavelmente reflete o velho mito da luta entre a ordem e o caos... O Levitam habita no mar. Rahab, um monstro marinho, pode ser igualado com o Levitam em várias passagens do V.T. ( Jó 9-13; 26:12; Is. 51:9; Sal. 89:10)... “Drakon, Dragão, é o que a Septuaginta apresenta em geral como Levitam. Somente uma vez Levitam é traduzido Ketos, monstro marinho (Jó 3:8). De Apoc. 13:1 em diante, besta e dragão são usados indiscriminadamente, tal como são Levitam e Rahab e Tanin no V.T. Também se pode notar que a LXX traz abysos para theom, o profundo das águas...
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    “A guerra noCéu entre o dragão e Miguel e seus anjos (Apoc. 12:7-12).. é um eco da guerra em que tiamat e suas hordas foram derrotadas por Marduc e os deuses na História da Criação de Babilônia e, em que Baal das Lendas Cananta lutou contra as águas rebeldes. Jeová destruiu o Levitam na obscuridade do passado... a luta original entre Jeová e os poderes do caos é transformada no contexto cristão em uma luta entre Deus e Satanás... “A última parte do cap. 19 e a primeira parte do cap. 20 descrevem a derrota da besta e seus exércitos. O dragão, a antiga serpente, que é o Diabo e Satanás em Apoc. 20:2 é amarrado e lançado no abismo. O abyssos e sua relação com tehoin é de novo uma indicação de toda a estirpe do levitam em que ele representa as inquietas forças do Caos... “Levitam... em Isaías 27:1, e nos escritos subseqüentes apócrifos e rabínicos, manifesta-se num símbolo terrível e magnificente do mal e da desordem. “Levitam é a fonte do uso de besta, therion, e a de dragão, drakon na revelação a João. Neste apocalipse do N.T, o conflito entre o bem e o mal é apresentado de uma forma intensa e as figuras da besta terrível e do dragão vermelho descem para a derrota na batalha cataclismática da qual resulta um novo céu e uma nova terra”. – Ibidem. B. A Besta que era, não é, subirá do abismo, e irá a perdição. Apoc. 17:8. 1. O abismo – o mundo desolado durante o milênio. Apoc. 20:1. 2. Satanás e seu reino – em ruínas durante o milênio. Apoc. 20:2. 3. A libertação de Satanás após o milênio. Apoc. 20:3. 4. A perdição final de Satanás após o milênio. Apoc. 20:3. 5. A admiração dos não inscritos no livro da vida. Apoc. 17:8, Comp. Apoc. 13:3. Tradução de Knox: “A visão desta besta que viveu, e agora esta morta, incutirá temor em todos habitantes da terra, exceto naqueles cujos nomes foram escritos, antes que o mundo existisse, no livro da vida”. C. As sete cabeças da Besta 1. Sete montes sobre os quais a mulher se assenta. Apoc. 17:9. a. Monte: um poder ou reino. Jer. 51:24,25; Dan. 2:35,44; Is. 13:4. 2. Sete reis Apoc. 17:10. Comp. Dan 7:17,23. Tradução de Moffat : “Eles também são sete reis”. Tradução Americana: “Eles são também sete reis”. Tradução de Weymouth: “E eles são sete reis”. 3. As sete cabeças são sucessivas, existem cada uma num tempo. Apoc. 17:10. 4. O esforço de Satanás para estabelecer-se como regente do mundo. “...Depois de tentar o homem a pecar, Satanás reclamou a Terra como sua, e intitulou- se príncipe deste mundo. Havendo levado os pais de nossa raça à semelhança com sua própria natureza, julgou estabelecer aqui seu império. ... Através de seu domínio sobre os homens, adquiriu império sobre o mundo.” – DTN, pp. 114, 115. “Os edificadores de Babel tinham alimentado o espírito de murmuração contra Deus. ... Entretanto enquanto murmuravam contra Deus, como sendo arbitrário e severo, estavam a aceitar o governo do mais cruel dos tiranos. Satanás estava procurando levar o desdém às ofertas sacrificais que prefiguravam a morte de Cristo... “Os homens de Babel tinham-se decidido a estabelecer um governo que fosse independente de Deus. ... A confederação foi fundada de modo revoltoso; estabelecido fora um reino para a exaltação própria, mas no qual Deus não deveria ter domínio ou honra. Houvesse sido permitida esta confederação, e uma grande potência
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    teria exercido odomínio para banir da Terra a justiça, e com esta a paz, a felicidade e a segurança.” – PP., pp. 120, 123. 5. A queda do governos do mal por decretos divinos. Babilônia. Gên. 11:6-9; Is. 14:4, 11-17; Dan. 5:18-21, 26-28; Jer 51:24-26,29. Egito. Êx. 7:5; 14:27; Jer. 46:25; Eze. 29:3,9. Assíria. Isa. 14:24-27; Naum 31:7,18,19. Medo-Pérsia. Dan. 8:7,20. Grécia. Dan 8:8, 21, 22. Roma Pagã. Dan. 2:33, 41. Roma Papal e seu satélites. Dan. 7:11, 24-26; II Tess. 2:7-9; Apoc. 18:10,21; 19:19,20. “... Os discípulos de Cristo foram guiados a olhar acima de todo poder e domínio do mal, ao Senhor seu Deus, cujo reino domina sobre todos ... “O programa dos acontecimentos por vir está nas mãos de nosso Criador. A Majestade do Céu tem a Seu cargo o destino das nações, bem como os interesses de Sua igreja.” – MDC., 120, 121. 6. Cinco já caíram – Babilônia, Egito, Assíria, Medo-Pérsia, Grécia. Apoc. 17:10. 7. Um existe – é Roma pagã. Apoc. 17:10. 8. Um ainda não chegou – Roma Papal. Apoc. 17:10. a. Durará um pouco de tempo Apoc. 17:10; comp. Sal 37:10; Hab 10:37; Ageu 2:3; João 16:16; Apoc. 1:1; 22:12. D. O oitavo rei. Apoc. 17:11. Tradução de Knox: “É a besta que já viveu e agora está morta deve ser contada como a oitava, pois é uma das sete; agora se encaminhará para destruição total.” 1. Irá à perdição. “Ao fim dos mil anos, Cristo volta novamente à Terra. ... Descendo com grande majestade, ordena aos ímpios mortos que ressuscitem para receber a condenação. ... "Os ímpios saem da sepultura tais quais a ela baixaram, com a mesma inimizade contra Cristo, e com o mesmo espírito de rebelião... “Agora Satanás se prepara para a última e grande luta pela supremacia. ... Pretende ser o príncipe que é o legítimo dono do mundo ... “Diz o Senhor: ... E te tornei em cinza sobre a Terra, aos olhos de todos os que te vêem. ... Em grande espanto te tornaste e nunca mais serás para sempre.‟ Ezeq. 28:6-8, 16- 19. “Nas chamas purificadoras os ímpios são finalmente destruídos, raiz e ramos – Satanás a raiz, seus seguidores os ramos. ... “Está para sempre terminada a obra de ruína de Satanás.” – GC., pp. 662, 663, 672, 673. E. Os dez chifres Apoc. 17:12. 1. São dez reis. Apoc. 17:12. 2. Não receberam ainda o reino. Apoc. 17:12. 3. Receberão poder como reis por uma hora com a besta. Apoc. 17:12. 4. Têm o mesmo intento. Apoc. 17:13. “O assim chamado mundo cristão será o teatro de atos grandes e decisivos. Homens com autoridade decretarão leis para combater as consciências, segundo o exemplo do papado. Babilônia fará com que todas as nações bebam do vinho da ira, de sua fornicação. Toadas as nações serão envolvidas... Estes têm o mesmo intento, e entregarão o seu poder e autoridade à besta.
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    "Haverá um grandelaço de união universal, uma grande harmonia, uma confederação, das forças de Satanás... "No grande conflito a ser travado nos últimos dias estarão unidos em oposição ao povo de Deus todos os poderes corrompidos que apostataram Tradução de Knox: “É a besta que já viveu e agora está morta deve ser contada como a oitava, pois é uma das sete; agora se encaminhará para destruição total.” 1. Irá à perdição. “Ao fim dos mil anos, Cristo volta novamente à Terra. ... Descendo com grande majestade, ordena aos ímpios mortos que ressuscitem para receber a condenação. ... "Os ímpios saem da sepultura tais quais a ela baixaram, com a mesma inimizade contra Cristo, e com o mesmo espírito de rebelião... “Agora Satanás se prepara para a última e grande luta pela supremacia. ... Pretende ser o príncipe que é o legítimo dono do mundo ... “Diz o Senhor: ... E te tornei em cinza sobre a Terra, aos olhos de todos os que te vêem. ... Em grande espanto te tornaste e nunca mais serás para sempre.‟ Ezeq. 28:6-8, 16- 19. “Nas chamas purificadoras os ímpios são finalmente destruídos, raiz e ramos – Satanás a raiz, seus seguidores os ramos. ... “Está para sempre terminada a obra de ruína de Satanás.” – GC., pp. 662, 663, 672, 673. E. Os dez chifres Apoc. 17:12. 1. São dez reis. Apoc. 17:12. 2. Não receberam ainda o reino. Apoc. 17:12. 3. Receberão poder como reis por uma hora com a besta. Apoc. 17:12. 4. Têm o mesmo intento. Apoc. 17:13. “O assim chamado mundo cristão será o teatro de atos grandes e decisivos. Homens com autoridade decretarão leis para combater as consciências, segundo o exemplo do papado. Babilônia fará com que todas as nações bebam do vinho da ira, de sua fornicação. Toadas as nações serão envolvidas... Estes têm o mesmo intento, e entregarão o seu poder e autoridade à besta. "Haverá um grande laço de união universal, uma grande harmonia, uma confederação, das forças de Satanás... "No grande conflito a ser travado nos últimos dias estarão unidos em oposição ao povo de Deus todos os poderes corrompidos que apostataram poderes dez trevas." – E. G, White, Review and Herald, Extra, 24 de dezembro de 1889. 6. Fará guerra ao Cordeiro. Apoc. 17:14. Comp. Apoc. 16:14; 19:19. “O grande conflito que Satanás originou nas cortes celestiais cedo, bem cedo, há de ser para sempre decidido, logo todos habitantes da Terra terão tomado partido, ou a favor ou contra o governo do Céu.” – 3 TS, p. 143. “Os espíritos diabólicos sairão aos reis da Terra e ao mundo inteiro, para segurá-los no engano, e forçá-los a se unirem a Satanás em sua última luta contra o governo do Céu.” – GC., 624. 7. O Cordeiro os vencerá. Apoc. 17:14; 19:20, 21. a. Ele é Senhor dos Senhores o Rei dos reis. Apoc. 17:14; 19:10. b. Os que estão com Ele são chamados, eleitos e fiéis. Ap. 17:14. 8. As águas sobre as quais a meretriz se assenta – povos e nações. Apoc. 17:15. 9. Os dez chifres odiando a meretriz. Apoc. 17:16.
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    a. Pô-la-ão desoladae nua. Apoc. 17:16; cf. Jer. 50:3, 9, 13, 23, 38 - 41; 51:25, 26, 29, 48, 49; Apoc. 16:12, 19. 10. Deus pôs em seus corações o cumprir a Sua vontade. Apoc. 17:17; comp. Isa. 10:5 - 7:15; Jer. 46:25, 26. F. A mulher – a grande cidade que reina sobre os reis da terra. Apoc. 17:18; 16:19; 14:8; 18:10, 18. BIBLIOGRAFIA Barnes, Albert, Notes on the Book of Revelation, 418-434 Bates, Joseph "The Beast with Seven Heads", R&H, Aug. 5, 1851, 3 Bollman, Calvin P. Mystery Babylon the Great, R&H Aug. 30, 1928, 7 Bunch, Taylor G., Studies in the Revelation, 238-248 Close Albert, Babylon. Dalrymple Gwynne, "Babylon the Great, ST, May 4, 1943, 8 ________, “Mysterious Woman Identified”, ST, May 11, 1943, 12 Elliott, E. B., Horae Apocalypticae, IV, 28-42 Haskell Stephen N., Revelation 17, R&H, March 26, 1901, 199 _______, The Story of the Seer of Patmos, 289-299 Hendriksen W., More Than Conqueors, 199-207 Keough George, "The Two Women of Revelation, M, Jan., 1947, 23 Lenski R. C. H., The Interpretation of St. John's Revelation, 488-513 Lord, David N., An Exposition of the Apocalypse, 494-500 Reed Lucas Albert, “A Federated World Religions”, ST, Dec. 3, 1929, 13 ________, “The Characteristics of Babylon”, ST, Dec. 10, 1929, 13 Reid, William J., Lectures on the Revelation, 384-414 Scott, C. Anderson, Revelation 260-266 Seiss, J. A., The Apocalypse, III, 107-158 Smith Justin A., Commentary on the Revelation, 232-244 Thornl George, W., Visions of Hope and Fear, 128-132 White, James, "Seven Mountains”, R&H, Dec. 23, 1851, 67 Wordsworth, Chr., The New Testament, 249-258 Smith, Uriah, Daniel and the Revelation, 707-713