As sete pragas e
o Armagedom
Deus derramará
Sua ira e
libertará Seu
povo fiel na
última batalha
As Sete Últimas
Pragas
Algumas questões:
1. São universais?
“Essas pragas não serão universais, ao
contrário os habitantes da Terra
seriam eliminados” – White, GC,
628.
2. São em tempo de graça?
A última trombeta fecha o tempo de
graça com o julgamento préadvento (Ap 11:18 e 15:8)

3. São literais ou
simbólicas?
Apenas a quinta e
a sexta têm
descrições
simbólicas, mas os
eventos descritos
serão literais.
As Sete Últimas Pragas
e as Sete Trombetas
Não são as sete trombetas
1.
Nas festas de Israel, elas
eram tocadas antes do dia do
Juízo. Os acontecimentos das
trombetas anunciam o Juízo
e a Vingança pedidos pelo
sangue dos mártires que
clamam debaixo do altar (Ap
6:9).



Qual o propósito
moral das pragas?



“ira”: Deus é “…tardio
em ira e rico em
misericórdia” (Ex 34:6).



A Ira é o cumprimento
das maldições do
pacto.
As
a

Sete Últimas Pragas e
misericórdia de Deus

O sinal da
misericórdia
está presente










As pragas são a ira
do Cordeiro (Ap
6:13)
Elas vêem do
santuário (Ap 16:6)
O Cordeiro, no Ap
simboliza a oferta de
misericórida de
Deus
Mas a misericórdia
não estará para
sempre
As Sete Últimas Pragas e
o Tema do Êxodo


1.

2.

O sentido é a proteção divina e a
libertação do cativeiro quando
Deus batalhou pelo Seu povo:
A libertação de Israel do Egito: o
cântico de Moisés em Ap 15:2-8.
A libertação de Israel de Babilônia
em Ap 16:12-19.

Como Israel foi
preservado pelo
sinal do sangue nas
portas, devemos
ter o selo de Deus
em nossa fronte
(Ap 7:3)





Qual é o sêlo
de Deus?
As Sete Últimas Pragas e
o
Sêlo de Deus
Ezequiel 20:20 diz:
“santificai os meus
sábados, pois servirão de
sinal entre mim e vós,
para que saibais que eu
sou o SENHOR, vosso
Deus. ”

Is 8:16 diz:
“Resguarda o testemunho,
sela a lei no coração dos
meus discípulos.”

=
Corresponde à visão do
Templo no Céu e a arca
do Testemunho em Ap
15:5 no momento da
queda das pragas.
As Sete Últimas Pragas e
o
Sêlo de Deus
A Lei e o Testemunho de Jesus se
acha no Apocalipse como marca
dos fiéis:

O mandamento do Sábado será
a pedra de toque, de acordo
com Ellen White.

Em 12:17 = os que guardam os
mandamentos de Deus e o
testemunho de Jesus
Em 14:12 = os que guardam os
mandamentos de Deus e a fé de
Jesus

O Sábado na história de Israel
foi o mandamento da prova

1. Em Ex 16:4
2. Em Is 56:6
3. Em Ez 20:22
As Sete Últimas Pragas
e a Apostasia


As pragas ocorrem
em um momento
de apostasia e
reavivamento



A besta de Ap 13
está conduzindo o
mundo a uma falsa
adoração



O remanecente de
Deus está reunido
no monte Sião em
adoração a Deus e a
Cristo (Ap 14:1ss)
As Sete Últimas Pragas
e o Remanescente de
Deus
O remanecente será
pelno de poder e dará a
última advertência (Ap
14:6-12)









1. a primeira
mensagem será de
adoração ao Criador =
sábado.
2. a primeira
mensagem alerta sobre
a queda de Babilônia =
a queda espiritual das
igrejas
3. a terceira mensagem
alerta sobre o sêlo da
besta = falsa adoração.
As Sete Últimas Pragas
(Ap 16)
1. Praga das úlceras
(v.2)
 2. Praga do mar em
sangue (v.3)
3. Praga das fontes das
águas em sangue (v. 4)













4. Praga sobre o Sol
(v.9)
5. Praga sobre o
trono da besta (vv
10ss)
6. A praga sobre o
rio Eufrates
(v.12ss).
7. A praga sobre o
ar e a chuva de
pedras (v. 17).
A Sexta e SétimaPragas
e o Harmagedom
Har = monte
Megido = uma cidade
“Monte de Megido”
O Novo Dicionário da Bíblia,
pag. 1021 diz:

Megido: “Uma importante

cidade do novo testamento
que ficava na serra do
Carmelo...”
A Sexta e SétimaPragas
e o Harmagedom
Local onde Elias
teve a batalha
decisiva contra os
profetas de Baal



“A HISTÓRIA ESTÁ SE
REPETINDO. O MUNDO HOJE
TEM SEUS ACABES E
JEZABÉIS. O PRESENTE
SÉCULO É TÃO
VERDADEIRAMENTE UM
SÉCULO DE IDOLATRIA COMO
AQUELE EM QUE ELIAS
VIVEU”
Ellen White,
P. Reis, 173.

As Sete Últimas Pragas
Quando Jesus
vier haverá dois
grupos








1. pela verdade
2. contra a verdade

Este é o cenário
da sexta e da
sétima praga
As Sete Últimas Pragas
Os símbolos
Os espiritos
 O rio Eufrates
Os reis do Oriente









1. pela verdade
2. contra a verdade

Este é o cenário
da sexta e da
sétima praga
A Sexta e SétimaPragas
e o Harmagedom
“OS ESPÍRITOS DIABÓLICOS
SAIRÃO AOS REIS DA TERRA E
AO MUNDO INTEIRO, PARA
SEGURÁ-LOS NO ENGANO E
FORCÁ-LOS A SE UNIREM A
SATANÁS EM SUA ÚLTIMA LUTA
CONTRA O GOVERNO DO CÉU”
“DOIS GRANDES PODERES
OPOSTOS SÃO REVELADOS
NA ÚLTIMA GRANDE BATALHA.
DE UM LADO ESTÁ O CRIADOR
DO CÉU E DA TERRA. TODOS OS
QUE SE ENCONTRAM DO SEU
LADO TÊM O SEU SELO. ELES SÃO
OBEDIENTES ÀS SUAS ORDENS.
DO OUTRO LADO ESTÁ O
PRÍNCIPE DAS TREVAS, COM OS
QUE ESCOLHERAM A APOSTASIA
E A REBELIÃO.” E.FINAIS, 214,215
A Experiência de Elias
x
a Experiência do Povo de Deus
1. O rei Acabe casado com Jezabel
O Estado influenciando a Igreja
1. Os mandamentos de Deus sendo quebrados (2o. e
4o.)
2. A maioria estava na idolatria
A maioria em desobediência a Deus
1. Um homem chamado para pregar as verdades de
Deus esquecidas
O povo chamado a obediencia e à verdadeira
adoração
1. Um sinal: o fogo identificando o verdadeiro
profeta
Um mandamento identificando o povo fiel
A Sexta e SétimaPragas
e o Harmagedom
“Precisamos estudar o
derramamento da sétima
taça. os poderes do mal não
capitularão no conflito sem
uma luta. mas a providência
divina tem uma parte a
desempenhar na batalha do
Armagedom. quando a terra
Armagedom
for iluminada com a glória
do anjo de Apocalipse 18, os
elementos religiosos, bons
e maus, despertarão do sono,
e os exércitos do Deus vivo
por-se-ão em campo”.
e.finais, 216
As
o

Sete Últimas Pragas e
HARMAGEDOM




O Momento
Final:

'É à meia-noite que Deus
manifesta o Seu poder para o
livramento de Seu povo. O Sol
aparece resplandecendo em sua
força. Sinais e maravilhas se
seguem em rápida sucessão. Os
ímpios contemplam a cena com
terror e espanto, enquanto os
justos vêem com solene alegria os
sinais de seu livramento.




Tudo na Natureza parece desviado de seu
curso. As correntes de água deixam de fluir.
Nuvens negras e pesadas sobem e chocam-se
umas nas outras. Em meio dos céus agitados,
acha-se um espaço claro de glória indescritível,
donde vem a voz de Deus como o som de
muitas águas, dizendo: “Está feito.” Apoc. 16:17.
Essa voz abala os céus e a Terra. Há um
grande terremoto “como nunca tinha havido
desde que há homens sobre a Terra; tal foi este
tão grande terremoto”. Apoc. 16:18. O
firmamento parece abrir-se e fechar-se. A glória
do trono de Deus dir-se-ia atravessar a
atmosfera. As montanhas agitam-se como a
cana ao vento, e anfractuosas rochas são
espalhadas por todos os lados. Há um estrondo
como de uma tempestade a sobrevir. O mar é
açoitado com fúria. Ouve-se o sibilar do furacão,
semelhante à voz de demônios na missão de
destruir.
As Sete Últimas Pragas
A Terra inteira se levanta,
dilatando-se como as ondas do
mar. Sua superfície está a
quebrar-se. Seu próprio
fundamento parece ceder.
Cadeias de montanhas estão a
revolver-se. Desaparecem ilhas
habitadas. Os portos marítimos
que, pela iniqüidade, se tornaram
como Sodoma, são tragados
pelas águas enfurecidas. A
grande Babilônia veio em
lembrança perante Deus, “para
lhe dar o cálice do vinho da
indignação da Sua ira”. Apoc.
16:19 e 21.




Grandes pedras de saraiva,
cada uma “do peso de um
talento”, estão a fazer sua
obra de destruição. As mais
orgulhosas cidades da Terra
são derribadas. Os
suntuosos palácios em que
os grandes homens do
mundo dissiparam suas
riquezas com a glorificação
própria, desmoronam-se
diante de seus olhos. As
paredes das prisões
fendem-se, e o povo de
Deus, que estivera retido em
cativeiro por causa de sua
fé, é libertado.
As Sete Últimas Pragas


Densas nuvens ainda cobrem o céu; contudo o Sol de
quando em quando irrompe, aparecendo como o olhar
vingador de Jeová. Relâmpagos terríveis estalam dos
céus, envolvendo a Terra num lençol de chamas. Por
sobre o estrondo medonho do trovão, vozes misteriosas
e terríveis declaram a sorte dos ímpios. As palavras
proferidas não são compreendidas por todos; entendemnas, porém, distintamente os falsos ensinadores. Os que
pouco antes eram tão descuidados, tão jactanciosos e
desafiadores, tão exultantes em sua crueldade para
com o povo de Deus, observador dos mandamentos,
acham-se agora vencidos pela consternação, e a
estremecer de medo. Ouve-se o seu pranto acima do
som dos elementos. Demônios reconhecem a divindade
de Cristo, e tremem diante de Seu poder, enquanto
homens estão suplicando misericórdia e rastejando em
abjeto terror.
As Sete Últimas Pragas
Surge logo no Oriente uma pequena nuvem negra, aproximadamente da
metade do tamanho da mão de um homem. É a nuvem que rodeia o
Salvador, e que, a distância, parece estar envolta em trevas . O povo de
Deus sabe ser esse o sinal do Filho do homem. Em solene silêncio fitamna enquanto se aproxima da Terra, mais e mais brilhante e gloriosa, até se
tornar grande nuvem branca, mostrando na base uma glória semelhante ao
fogo consumidor e encimada pelo arco-íris do concerto. Jesus, na nuvem,
avança como poderoso vencedor. Agora, não como “Homem de dores”,
para sorver o amargo cálice da ignomínia e miséria, vem Ele vitorioso no
Céu e na Terra para julgar os vivos e os mortos. “Fiel e verdadeiro”, Ele
“julga e peleja em justiça.” E “seguiram-nO os exércitos no Céu”. Apoc.
19:11 e 14. Com antífonas de melodia celestial, os santos anjos, em vasta
e inumerável multidão, acompanham-nO em Seu avanço. O firmamento
parece repleto de formas radiantes – milhares de milhares, milhões de
milhões. Nenhuma pena humana pode descrever esta cena, mente alguma
mortal é apta para conceber seu esplendor. “A Sua glória cobriu os céus” e
a Terra encheu-se do Seu louvor. E o Seu resplendor era como a luz.” Hab.
3:3 e 4. Aproximando-se ainda mais a nuvem viva, todos os olhos
contemplam o Príncipe da vida. Nenhuma coroa de espinhos agora
desfigura a sagrada cabeça, mas um diadema de glória repousa sobre a
santa fronte. O semblante divino irradia o fulgor deslumbrante do Sol
meridiano. “E no vestido e na Sua coxa tem escrito este nome: Rei dos reis
e Senhor dos senhores.” Apoc. 19:16.

7pragas2

  • 2.
    As sete pragase o Armagedom Deus derramará Sua ira e libertará Seu povo fiel na última batalha
  • 3.
    As Sete Últimas Pragas Algumasquestões: 1. São universais? “Essas pragas não serão universais, ao contrário os habitantes da Terra seriam eliminados” – White, GC, 628. 2. São em tempo de graça? A última trombeta fecha o tempo de graça com o julgamento préadvento (Ap 11:18 e 15:8) 3. São literais ou simbólicas? Apenas a quinta e a sexta têm descrições simbólicas, mas os eventos descritos serão literais.
  • 4.
    As Sete ÚltimasPragas e as Sete Trombetas Não são as sete trombetas 1. Nas festas de Israel, elas eram tocadas antes do dia do Juízo. Os acontecimentos das trombetas anunciam o Juízo e a Vingança pedidos pelo sangue dos mártires que clamam debaixo do altar (Ap 6:9).  Qual o propósito moral das pragas?  “ira”: Deus é “…tardio em ira e rico em misericórdia” (Ex 34:6).  A Ira é o cumprimento das maldições do pacto.
  • 5.
    As a Sete Últimas Pragase misericórdia de Deus O sinal da misericórdia está presente      As pragas são a ira do Cordeiro (Ap 6:13) Elas vêem do santuário (Ap 16:6) O Cordeiro, no Ap simboliza a oferta de misericórida de Deus Mas a misericórdia não estará para sempre
  • 6.
    As Sete ÚltimasPragas e o Tema do Êxodo  1. 2. O sentido é a proteção divina e a libertação do cativeiro quando Deus batalhou pelo Seu povo: A libertação de Israel do Egito: o cântico de Moisés em Ap 15:2-8. A libertação de Israel de Babilônia em Ap 16:12-19. Como Israel foi preservado pelo sinal do sangue nas portas, devemos ter o selo de Deus em nossa fronte (Ap 7:3)   Qual é o sêlo de Deus?
  • 7.
    As Sete ÚltimasPragas e o Sêlo de Deus Ezequiel 20:20 diz: “santificai os meus sábados, pois servirão de sinal entre mim e vós, para que saibais que eu sou o SENHOR, vosso Deus. ” Is 8:16 diz: “Resguarda o testemunho, sela a lei no coração dos meus discípulos.” = Corresponde à visão do Templo no Céu e a arca do Testemunho em Ap 15:5 no momento da queda das pragas.
  • 8.
    As Sete ÚltimasPragas e o Sêlo de Deus A Lei e o Testemunho de Jesus se acha no Apocalipse como marca dos fiéis: O mandamento do Sábado será a pedra de toque, de acordo com Ellen White. Em 12:17 = os que guardam os mandamentos de Deus e o testemunho de Jesus Em 14:12 = os que guardam os mandamentos de Deus e a fé de Jesus O Sábado na história de Israel foi o mandamento da prova 1. Em Ex 16:4 2. Em Is 56:6 3. Em Ez 20:22
  • 9.
    As Sete ÚltimasPragas e a Apostasia  As pragas ocorrem em um momento de apostasia e reavivamento  A besta de Ap 13 está conduzindo o mundo a uma falsa adoração  O remanecente de Deus está reunido no monte Sião em adoração a Deus e a Cristo (Ap 14:1ss)
  • 10.
    As Sete ÚltimasPragas e o Remanescente de Deus O remanecente será pelno de poder e dará a última advertência (Ap 14:6-12)     1. a primeira mensagem será de adoração ao Criador = sábado. 2. a primeira mensagem alerta sobre a queda de Babilônia = a queda espiritual das igrejas 3. a terceira mensagem alerta sobre o sêlo da besta = falsa adoração.
  • 11.
    As Sete ÚltimasPragas (Ap 16) 1. Praga das úlceras (v.2)  2. Praga do mar em sangue (v.3) 3. Praga das fontes das águas em sangue (v. 4)       4. Praga sobre o Sol (v.9) 5. Praga sobre o trono da besta (vv 10ss) 6. A praga sobre o rio Eufrates (v.12ss). 7. A praga sobre o ar e a chuva de pedras (v. 17).
  • 12.
    A Sexta eSétimaPragas e o Harmagedom Har = monte Megido = uma cidade “Monte de Megido” O Novo Dicionário da Bíblia, pag. 1021 diz: Megido: “Uma importante cidade do novo testamento que ficava na serra do Carmelo...”
  • 13.
    A Sexta eSétimaPragas e o Harmagedom Local onde Elias teve a batalha decisiva contra os profetas de Baal  “A HISTÓRIA ESTÁ SE REPETINDO. O MUNDO HOJE TEM SEUS ACABES E JEZABÉIS. O PRESENTE SÉCULO É TÃO VERDADEIRAMENTE UM SÉCULO DE IDOLATRIA COMO AQUELE EM QUE ELIAS VIVEU” Ellen White, P. Reis, 173. 
  • 14.
    As Sete ÚltimasPragas Quando Jesus vier haverá dois grupos     1. pela verdade 2. contra a verdade Este é o cenário da sexta e da sétima praga
  • 15.
    As Sete ÚltimasPragas Os símbolos Os espiritos  O rio Eufrates Os reis do Oriente      1. pela verdade 2. contra a verdade Este é o cenário da sexta e da sétima praga
  • 16.
    A Sexta eSétimaPragas e o Harmagedom “OS ESPÍRITOS DIABÓLICOS SAIRÃO AOS REIS DA TERRA E AO MUNDO INTEIRO, PARA SEGURÁ-LOS NO ENGANO E FORCÁ-LOS A SE UNIREM A SATANÁS EM SUA ÚLTIMA LUTA CONTRA O GOVERNO DO CÉU” “DOIS GRANDES PODERES OPOSTOS SÃO REVELADOS NA ÚLTIMA GRANDE BATALHA. DE UM LADO ESTÁ O CRIADOR DO CÉU E DA TERRA. TODOS OS QUE SE ENCONTRAM DO SEU LADO TÊM O SEU SELO. ELES SÃO OBEDIENTES ÀS SUAS ORDENS. DO OUTRO LADO ESTÁ O PRÍNCIPE DAS TREVAS, COM OS QUE ESCOLHERAM A APOSTASIA E A REBELIÃO.” E.FINAIS, 214,215
  • 17.
    A Experiência deElias x a Experiência do Povo de Deus 1. O rei Acabe casado com Jezabel O Estado influenciando a Igreja 1. Os mandamentos de Deus sendo quebrados (2o. e 4o.) 2. A maioria estava na idolatria A maioria em desobediência a Deus 1. Um homem chamado para pregar as verdades de Deus esquecidas O povo chamado a obediencia e à verdadeira adoração 1. Um sinal: o fogo identificando o verdadeiro profeta Um mandamento identificando o povo fiel
  • 18.
    A Sexta eSétimaPragas e o Harmagedom “Precisamos estudar o derramamento da sétima taça. os poderes do mal não capitularão no conflito sem uma luta. mas a providência divina tem uma parte a desempenhar na batalha do Armagedom. quando a terra Armagedom for iluminada com a glória do anjo de Apocalipse 18, os elementos religiosos, bons e maus, despertarão do sono, e os exércitos do Deus vivo por-se-ão em campo”. e.finais, 216
  • 19.
    As o Sete Últimas Pragase HARMAGEDOM   O Momento Final: 'É à meia-noite que Deus manifesta o Seu poder para o livramento de Seu povo. O Sol aparece resplandecendo em sua força. Sinais e maravilhas se seguem em rápida sucessão. Os ímpios contemplam a cena com terror e espanto, enquanto os justos vêem com solene alegria os sinais de seu livramento.   Tudo na Natureza parece desviado de seu curso. As correntes de água deixam de fluir. Nuvens negras e pesadas sobem e chocam-se umas nas outras. Em meio dos céus agitados, acha-se um espaço claro de glória indescritível, donde vem a voz de Deus como o som de muitas águas, dizendo: “Está feito.” Apoc. 16:17. Essa voz abala os céus e a Terra. Há um grande terremoto “como nunca tinha havido desde que há homens sobre a Terra; tal foi este tão grande terremoto”. Apoc. 16:18. O firmamento parece abrir-se e fechar-se. A glória do trono de Deus dir-se-ia atravessar a atmosfera. As montanhas agitam-se como a cana ao vento, e anfractuosas rochas são espalhadas por todos os lados. Há um estrondo como de uma tempestade a sobrevir. O mar é açoitado com fúria. Ouve-se o sibilar do furacão, semelhante à voz de demônios na missão de destruir.
  • 20.
    As Sete ÚltimasPragas A Terra inteira se levanta, dilatando-se como as ondas do mar. Sua superfície está a quebrar-se. Seu próprio fundamento parece ceder. Cadeias de montanhas estão a revolver-se. Desaparecem ilhas habitadas. Os portos marítimos que, pela iniqüidade, se tornaram como Sodoma, são tragados pelas águas enfurecidas. A grande Babilônia veio em lembrança perante Deus, “para lhe dar o cálice do vinho da indignação da Sua ira”. Apoc. 16:19 e 21.   Grandes pedras de saraiva, cada uma “do peso de um talento”, estão a fazer sua obra de destruição. As mais orgulhosas cidades da Terra são derribadas. Os suntuosos palácios em que os grandes homens do mundo dissiparam suas riquezas com a glorificação própria, desmoronam-se diante de seus olhos. As paredes das prisões fendem-se, e o povo de Deus, que estivera retido em cativeiro por causa de sua fé, é libertado.
  • 21.
    As Sete ÚltimasPragas  Densas nuvens ainda cobrem o céu; contudo o Sol de quando em quando irrompe, aparecendo como o olhar vingador de Jeová. Relâmpagos terríveis estalam dos céus, envolvendo a Terra num lençol de chamas. Por sobre o estrondo medonho do trovão, vozes misteriosas e terríveis declaram a sorte dos ímpios. As palavras proferidas não são compreendidas por todos; entendemnas, porém, distintamente os falsos ensinadores. Os que pouco antes eram tão descuidados, tão jactanciosos e desafiadores, tão exultantes em sua crueldade para com o povo de Deus, observador dos mandamentos, acham-se agora vencidos pela consternação, e a estremecer de medo. Ouve-se o seu pranto acima do som dos elementos. Demônios reconhecem a divindade de Cristo, e tremem diante de Seu poder, enquanto homens estão suplicando misericórdia e rastejando em abjeto terror.
  • 22.
    As Sete ÚltimasPragas Surge logo no Oriente uma pequena nuvem negra, aproximadamente da metade do tamanho da mão de um homem. É a nuvem que rodeia o Salvador, e que, a distância, parece estar envolta em trevas . O povo de Deus sabe ser esse o sinal do Filho do homem. Em solene silêncio fitamna enquanto se aproxima da Terra, mais e mais brilhante e gloriosa, até se tornar grande nuvem branca, mostrando na base uma glória semelhante ao fogo consumidor e encimada pelo arco-íris do concerto. Jesus, na nuvem, avança como poderoso vencedor. Agora, não como “Homem de dores”, para sorver o amargo cálice da ignomínia e miséria, vem Ele vitorioso no Céu e na Terra para julgar os vivos e os mortos. “Fiel e verdadeiro”, Ele “julga e peleja em justiça.” E “seguiram-nO os exércitos no Céu”. Apoc. 19:11 e 14. Com antífonas de melodia celestial, os santos anjos, em vasta e inumerável multidão, acompanham-nO em Seu avanço. O firmamento parece repleto de formas radiantes – milhares de milhares, milhões de milhões. Nenhuma pena humana pode descrever esta cena, mente alguma mortal é apta para conceber seu esplendor. “A Sua glória cobriu os céus” e a Terra encheu-se do Seu louvor. E o Seu resplendor era como a luz.” Hab. 3:3 e 4. Aproximando-se ainda mais a nuvem viva, todos os olhos contemplam o Príncipe da vida. Nenhuma coroa de espinhos agora desfigura a sagrada cabeça, mas um diadema de glória repousa sobre a santa fronte. O semblante divino irradia o fulgor deslumbrante do Sol meridiano. “E no vestido e na Sua coxa tem escrito este nome: Rei dos reis e Senhor dos senhores.” Apoc. 19:16.