A comunidade técnica brasileira tem um poder de motivação, articulação e organização coletiva invejada por grupos de usuários de todo o mundo. E se usássemos toda esta sinergia para a geração de riqueza e valor através do empreendorismo em software?
#2 A sociedade é em rede; a educação também já é em rede; por que não o empreendedorismo em rede?
Por que não usamos nosso poder de mobilização para estabelecer um novo modelo de geração de riqueza?
#3 Eu tenho uma ideia que acredito ter um bom potencial de lucratividade.
#4 Só que eu não tenho todos os recursos (tempo, infra-estrutura, design, contatos, habilidade de vendas...) para implementá-la.
#5 Eu verifico se alguém da minha rede de relacionamento possui os recursos dos quais preciso...
#6 ..e ofereço parte dos meus ganhos a quem estiver disposto a me ajudar.
#7 De forma semelhante,  outras pessoas também têm ideias.
#8 ...e também buscam apoio em amigos para viabilizá-las.
#9 Com o tempo, eu terei participações majoritárias em poucos empreendimentos...
#10 .. e participações minoritárias em muitos outros.
#12 É o princípio das redes P2P aplicado ao empreendedorismo de software.
#14 Sendo soberano, qualquer profissional tem o livre arbítrio para iniciar sua própria rede de empreendimentos para implementação de suas ideias e projetos.
#15 Quanto mais confiável forem as relações existentes, mais intensas serão as interações entre seus membros
#16 No formato tradicional de trabalho, ser ou não socialmente relevante é opcional. Já na abordagem da Rede Σ, é questão de sobrevivência.
#17 Por possuir uma dinâmica orgânica, de constante mutanção, sempre há a oportunidade de melhoria contínua.