O documento discute a utilização de dublês em testes de unidade, diferenciando entre mocks e stubs conforme explicado por Martin Fowler. Ele oferece exemplos de testes utilizando esses conceitos e sugere estratégias para determinar quando usar cada um, além de mencionar ferramentas disponíveis para a criação de dublês. O texto também ressalta as vantagens do uso de dublês, como a isolação de testes e a prevenção de efeitos colaterais.