A carta personifica a anorexia como 'Anna', destacando como essa doença distorce a percepção de autoimagem e promove comportamentos autodestrutivos. O texto explora a luta interna e a busca por controle de indivíduos com transtorno alimentar, que muitas vezes se sentem isolados e incompreendidos. Além disso, aborda a crescente presença da cultura pró-anorexia na internet, onde o sofrimento é compartilhado e legitimizado, dificultando a recuperação.