Desertificação dos solos

O que é?
Desertificação é o fenômeno que corresponde à transformação de uma área num deserto.
Segundo a Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação, a desertificação é "a
degradação da terra nas regiões áridas, semi-áridas e sub-úmidas secas, resultante de vários
fatores, entre eles as variações climáticas e as atividades humanas". O termo desertificação
significa a perda da capacidade produtiva dos ecossistemas. O processo é pouco perceptível
pelas populações locais. Há também diminuição da fauna e flora, extinção de espécies e
reprodução de espécies raras.
Como se origina?
Origina-se, a partir do empobrecimento do solo e consequente morte da vegetação, sendo
substituída por terreno arenoso.
No caso dos desertos polares, a causa evidente é a temperatura extremamente baixa daquelas
regiões.
Conforme a Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação, a desertificação foi
definida como sendo a degradação da terra nas zonas áridas, semiáridas e sub húmidas secas
resultantes de factores diversos tais como as variações climáticas e as actividades humanas.
Causas da desertificação
A principal causa da desertificação é a agricultura e a pecuária intensiva, a desflorestação, a
urbanização e a poluição provocadas pelo homem que têm causado uma diminuição das terras
aráveis no mundo, desertificando-as.
Consequências da desertificação
A desertificação do solo provoca a perda da capacidade produtiva, o que já sucedeu com mais
de seis milhões de hectares de terras outrora produtivas originando a perda de biodiversidade.
O empobrecimento dos solos vai causar fome e pobreza na população, afectando a economia
de países ou regiões.
Formas de evitar o avanço dos desertos
-Reflorestação e manutenção do solo protegido com vegetação durante todo o ano.
-Adequação das culturas ao tipo de solos.
-Estudo da particularidade de cada solo.
-Participação da população.
-Recuperação e conhecimento tradicional no que toca às boas práticas agrícolas

Processo de desertificação
O termo desertificação tem sido muito utilizado para a perda da capacidade produtiva dos
ecossistemas causada pela atividade humana. Devido às condições ambientais, as atividades
econômicas desenvolvidas em uma região podem ultrapassar a capacidade de suporte e de
sustentabilidade. O processo é pouco perceptível a curto prazo pelas populações locais. Há
também erosão genética da fauna e flora, extinção de espécies e proliferação eventual de
espécies exóticas. Origina-se, no caso de desertos arenosos, a partir do empobrecimento do
solo e conseqüente morte da vegetação, sendo substituída por terreno arenoso. No caso dos
desertos polares, a causa evidente é a temperatura extremamente baixa daquelas regiões. Nas
regiões semi-áridas e semi-úmidas secas, a ação humana intensifica os processos de
desertificação. As atividades agropecuárias insustentáveis são responsáveis pelos principais
processos: a salinização de solos por irrigação, o sobre-pastoreio e o esgotamento do solo pela
utilização intensiva e insustentável dos recursos hídricos por procedimentos intensivos e não
adaptados às condições ambientais, além do manejo inadequado na agropecuária. O
crescimento demográfico e a consequente demanda por energia e recursos naturais também
exerce pressão pela utilização intensiva do solo e dos recursos hídricos. As consequências
deste processo geram grandes problemas econômicos. Em primeiro lugar, reduz a oferta de
alimentos. Além disto, há o custo de recuperação da área degradada. Do ponto de vista
ambiental, a perda de espécies nativas é uma consequência funesta. Finalmente, os problemas
sociais: a migração das populações para os centros urbanos, a pobreza, o desemprego e a
violência. Isto gera um desequilíbrio entre as diversas regiões mundiais, uma vez que as áreas
suscetíveis à desertificação encontram-se em regiões pobres, onde já há uma desigualdade
social a ser vencida.
Desertificação no mundo
O risco de desertificação atinge 33% da superfície terrestre, envolvendo uma população de 2,6
bilhões de pessoas. Na África , são 200 milhões de pessoas atingidas pelo processo na região
subsaariana. As adaptações a estas mudanças provocam mais pressões sobre o uso do solo,
aumentando sua degradação pelo manejo inadequado

Trabalho realizado por :
Daniel Simões
9ºG
Ruben Pereira

Desertificação 9g

  • 1.
    Desertificação dos solos Oque é? Desertificação é o fenômeno que corresponde à transformação de uma área num deserto. Segundo a Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação, a desertificação é "a degradação da terra nas regiões áridas, semi-áridas e sub-úmidas secas, resultante de vários fatores, entre eles as variações climáticas e as atividades humanas". O termo desertificação significa a perda da capacidade produtiva dos ecossistemas. O processo é pouco perceptível pelas populações locais. Há também diminuição da fauna e flora, extinção de espécies e reprodução de espécies raras. Como se origina? Origina-se, a partir do empobrecimento do solo e consequente morte da vegetação, sendo substituída por terreno arenoso. No caso dos desertos polares, a causa evidente é a temperatura extremamente baixa daquelas regiões. Conforme a Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação, a desertificação foi definida como sendo a degradação da terra nas zonas áridas, semiáridas e sub húmidas secas resultantes de factores diversos tais como as variações climáticas e as actividades humanas. Causas da desertificação A principal causa da desertificação é a agricultura e a pecuária intensiva, a desflorestação, a urbanização e a poluição provocadas pelo homem que têm causado uma diminuição das terras aráveis no mundo, desertificando-as. Consequências da desertificação A desertificação do solo provoca a perda da capacidade produtiva, o que já sucedeu com mais de seis milhões de hectares de terras outrora produtivas originando a perda de biodiversidade. O empobrecimento dos solos vai causar fome e pobreza na população, afectando a economia de países ou regiões. Formas de evitar o avanço dos desertos -Reflorestação e manutenção do solo protegido com vegetação durante todo o ano. -Adequação das culturas ao tipo de solos. -Estudo da particularidade de cada solo. -Participação da população. -Recuperação e conhecimento tradicional no que toca às boas práticas agrícolas Processo de desertificação O termo desertificação tem sido muito utilizado para a perda da capacidade produtiva dos ecossistemas causada pela atividade humana. Devido às condições ambientais, as atividades
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    econômicas desenvolvidas emuma região podem ultrapassar a capacidade de suporte e de sustentabilidade. O processo é pouco perceptível a curto prazo pelas populações locais. Há também erosão genética da fauna e flora, extinção de espécies e proliferação eventual de espécies exóticas. Origina-se, no caso de desertos arenosos, a partir do empobrecimento do solo e conseqüente morte da vegetação, sendo substituída por terreno arenoso. No caso dos desertos polares, a causa evidente é a temperatura extremamente baixa daquelas regiões. Nas regiões semi-áridas e semi-úmidas secas, a ação humana intensifica os processos de desertificação. As atividades agropecuárias insustentáveis são responsáveis pelos principais processos: a salinização de solos por irrigação, o sobre-pastoreio e o esgotamento do solo pela utilização intensiva e insustentável dos recursos hídricos por procedimentos intensivos e não adaptados às condições ambientais, além do manejo inadequado na agropecuária. O crescimento demográfico e a consequente demanda por energia e recursos naturais também exerce pressão pela utilização intensiva do solo e dos recursos hídricos. As consequências deste processo geram grandes problemas econômicos. Em primeiro lugar, reduz a oferta de alimentos. Além disto, há o custo de recuperação da área degradada. Do ponto de vista ambiental, a perda de espécies nativas é uma consequência funesta. Finalmente, os problemas sociais: a migração das populações para os centros urbanos, a pobreza, o desemprego e a violência. Isto gera um desequilíbrio entre as diversas regiões mundiais, uma vez que as áreas suscetíveis à desertificação encontram-se em regiões pobres, onde já há uma desigualdade social a ser vencida. Desertificação no mundo O risco de desertificação atinge 33% da superfície terrestre, envolvendo uma população de 2,6 bilhões de pessoas. Na África , são 200 milhões de pessoas atingidas pelo processo na região subsaariana. As adaptações a estas mudanças provocam mais pressões sobre o uso do solo, aumentando sua degradação pelo manejo inadequado Trabalho realizado por : Daniel Simões 9ºG Ruben Pereira