DEFICIÊNCIA VISUAL E AUDITIVA
A INCLUSÃO DE CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIAS VISUAL E AUDITIVA
A inclusão de pessoas com deficiência e alunos sem deficiência
surge legalmente no Brasil em 1996 com a Lei de Diretrizes e
Bases LDBEN9394/96, com vistas ao acolhimento da diversidade.
DEFINIÇÃO
DEFICIÊNCIA VISUAL
• Privação Sensorial.
• Limitação do desenvolvimento e
relacionamento com o mundo
exterior (AMIRALLIAN, 1997)
• Segundo Sacks (2006), a ausência
de visão na relação com o mundo
é para as pessoas com visão um
paradoxo entre o medo a
confusão.
DEFICIÊNCIA AUDITIVA
• Perda parcial ou total da
capacidade de detectar sons.
• A perda é prejudicial para o
desenvolvimento da linguagem.
• Quanto maior o grau de
deficiência auditiva, maior é a
dificuldade da percepção e
discriminação da fala e maiores
os déficits na linguagem.
PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS
DEFICIÊNCIA VISUAL
• Ausência de correlação entre o
mundo de objetos, conceitos e
sentidos visuais;
• Interferência na estruturação do
sujeito, tanto nos processos
cognitivos como na sua
constituição psicológica.
DEFICIÊNCIA AUDITIVA
• Dificuldade no desenvolvimento
da linguagem uma vez que está
diretamente relacionado ao
desenvolvimento das
habilidades auditivas.
As DEFICIÊNCIAS SEGUNDO À CIÊNCIA
• A perda auditiva pode ser considerada um fator biológico importante como causador de atrasos
significativos no desenvolvimento infantil na área de comunicação.
• No Brasil existem poucos protocolos padronizados para avaliação da linguagem em crianças com
perda auditiva.
• Utiliza-se muitas vezes protocolos com padronização realizada com crianças ouvintes.
• A ciência revela que há grande variedades de testes utilizados para avaliação da linguagem, mas
ainda não há protocolos com padrões de normalidades específicos.
• Causas da deficiência visual são congênitas como: retinopatia da prematuridade, corioretinite,
catarata congênita, glaugoma comgênito, atrofia óptica, degenerações retinianas e deficiência
visual cortical ou adquiridas como: dibetes, deslocamento de retina, glaucoma, catarata,
degeneração senil e traumas oculares (BRASIL, 2005)
• Causas da deficiência auditiva má-formação (causa genética), lesão na orelha ou na composição
do aparelho auditivo.
DISCUSSÕES NA ESCOLA SOBRE O ASSUNTO
• Os professores estão preparados para receber os deficientes e suas
particularidades?
• A inclusão é uma realidade? As crianças são de fato inseridas no grupo?
• Quais são as estratégias e os recursos utilizados para viabilizar esse processo?
• A acessibilidade para alunos com deficiências nas escolas é sempre um ponto
frágil.
• As escolas se preocupam com a inclusão e a acessibilidade quando os alunos
com deficiências ingressam no ambiente escolar.
• Despreparo e falta de organização prévia no contexto pedagógico e
estrutural.
POSSÍVEIS ATENDIMENTOS PARA OS TIPOS DE
DEFICIÊNCIAS
• Importante que haja o diagnóstico e a intervenção fonoaudiológica precoce.
• É primordial oferecer uma educação apoiada no Atendimento Educacional
Especializado (AEE): orientar o processo de ensino e aprendizagem de alunos com
necessidades especiais; identificar, elaborar e organizar os recursos pedagógicos
voltados ao ensino de estudantes com necessidades especiais; disponibilizar
programas de enriquecimento curricular; ensinar as linguagens e os códigos
específicos de comunicação; fornecer instrumentos para o monitoramento e a
avaliação do ensino.
• Salas de Recursos;
• Professores especializados (tradutor, intérprete de Libras).
REFERÊNCIAS
• Brasil. (2001). Resolução CNE/CEB nº 2, de 11 de setembro de 2001. Institui Diretrizes Nacionais
para a Educação Especial na Educação Básica. Recuperado em 19 de abril de 2003 de
http://www.inep. gov.br
• Brasil. (2008). Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva
Recuperado em 20 de maio de 2008 de http://
portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/politica.pdf
• FERREIRA, J.R. Educação especial, inclusão e política educacional: notas brasileiras. In: DAVID, R.
(Org.). Inclusão e educação: doze olhares sobre a educação inclusiva. São Paulo: Summus, 2006
• SACALOSKI, M. Inserção do aluno deficiente auditivo no ensino regular: a comparação entre o
desempenho do aluno deficiente auditivo e ouvinte e a visão dos pais, professores e alunos.
2001. Tese (doutorado) - Universidade Federal de São Paulo, Escola Paulista de Medicina.
Programa de Pós-graduação em Distúrbios da Comunicação Humana. São Paulo, 2001.

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    DEFICIÊNCIA VISUAL EAUDITIVA A INCLUSÃO DE CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIAS VISUAL E AUDITIVA A inclusão de pessoas com deficiência e alunos sem deficiência surge legalmente no Brasil em 1996 com a Lei de Diretrizes e Bases LDBEN9394/96, com vistas ao acolhimento da diversidade.
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    DEFINIÇÃO DEFICIÊNCIA VISUAL • PrivaçãoSensorial. • Limitação do desenvolvimento e relacionamento com o mundo exterior (AMIRALLIAN, 1997) • Segundo Sacks (2006), a ausência de visão na relação com o mundo é para as pessoas com visão um paradoxo entre o medo a confusão. DEFICIÊNCIA AUDITIVA • Perda parcial ou total da capacidade de detectar sons. • A perda é prejudicial para o desenvolvimento da linguagem. • Quanto maior o grau de deficiência auditiva, maior é a dificuldade da percepção e discriminação da fala e maiores os déficits na linguagem.
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    PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DEFICIÊNCIA VISUAL •Ausência de correlação entre o mundo de objetos, conceitos e sentidos visuais; • Interferência na estruturação do sujeito, tanto nos processos cognitivos como na sua constituição psicológica. DEFICIÊNCIA AUDITIVA • Dificuldade no desenvolvimento da linguagem uma vez que está diretamente relacionado ao desenvolvimento das habilidades auditivas.
  • 4.
    As DEFICIÊNCIAS SEGUNDOÀ CIÊNCIA • A perda auditiva pode ser considerada um fator biológico importante como causador de atrasos significativos no desenvolvimento infantil na área de comunicação. • No Brasil existem poucos protocolos padronizados para avaliação da linguagem em crianças com perda auditiva. • Utiliza-se muitas vezes protocolos com padronização realizada com crianças ouvintes. • A ciência revela que há grande variedades de testes utilizados para avaliação da linguagem, mas ainda não há protocolos com padrões de normalidades específicos. • Causas da deficiência visual são congênitas como: retinopatia da prematuridade, corioretinite, catarata congênita, glaugoma comgênito, atrofia óptica, degenerações retinianas e deficiência visual cortical ou adquiridas como: dibetes, deslocamento de retina, glaucoma, catarata, degeneração senil e traumas oculares (BRASIL, 2005) • Causas da deficiência auditiva má-formação (causa genética), lesão na orelha ou na composição do aparelho auditivo.
  • 5.
    DISCUSSÕES NA ESCOLASOBRE O ASSUNTO • Os professores estão preparados para receber os deficientes e suas particularidades? • A inclusão é uma realidade? As crianças são de fato inseridas no grupo? • Quais são as estratégias e os recursos utilizados para viabilizar esse processo? • A acessibilidade para alunos com deficiências nas escolas é sempre um ponto frágil. • As escolas se preocupam com a inclusão e a acessibilidade quando os alunos com deficiências ingressam no ambiente escolar. • Despreparo e falta de organização prévia no contexto pedagógico e estrutural.
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    POSSÍVEIS ATENDIMENTOS PARAOS TIPOS DE DEFICIÊNCIAS • Importante que haja o diagnóstico e a intervenção fonoaudiológica precoce. • É primordial oferecer uma educação apoiada no Atendimento Educacional Especializado (AEE): orientar o processo de ensino e aprendizagem de alunos com necessidades especiais; identificar, elaborar e organizar os recursos pedagógicos voltados ao ensino de estudantes com necessidades especiais; disponibilizar programas de enriquecimento curricular; ensinar as linguagens e os códigos específicos de comunicação; fornecer instrumentos para o monitoramento e a avaliação do ensino. • Salas de Recursos; • Professores especializados (tradutor, intérprete de Libras).
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    REFERÊNCIAS • Brasil. (2001).Resolução CNE/CEB nº 2, de 11 de setembro de 2001. Institui Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica. Recuperado em 19 de abril de 2003 de http://www.inep. gov.br • Brasil. (2008). Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva Recuperado em 20 de maio de 2008 de http:// portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/politica.pdf • FERREIRA, J.R. Educação especial, inclusão e política educacional: notas brasileiras. In: DAVID, R. (Org.). Inclusão e educação: doze olhares sobre a educação inclusiva. São Paulo: Summus, 2006 • SACALOSKI, M. Inserção do aluno deficiente auditivo no ensino regular: a comparação entre o desempenho do aluno deficiente auditivo e ouvinte e a visão dos pais, professores e alunos. 2001. Tese (doutorado) - Universidade Federal de São Paulo, Escola Paulista de Medicina. Programa de Pós-graduação em Distúrbios da Comunicação Humana. São Paulo, 2001.