PROJETO
PROJETO
SEXTA-FEIRA INCLUSIVA:
SEXTA-FEIRA INCLUSIVA:
DEFICIÊNCIA AUDITIVA
DEFICIÊNCIA AUDITIVA
Prof. Rodrigo Souza
Prof. Rodrigo Souza
Surdez
Surdez
ou
ou
Deficiência Auditiva?
Deficiência Auditiva?
O que é Surdez?
O que é Surdez?
Ocasionada por alguma alteração nas
Ocasionada por alguma alteração nas
estruturas do ouvido, levando a uma
estruturas do ouvido, levando a uma
incapacidade em perceber o som.
incapacidade em perceber o som.
Geralmente, a pessoa com surdez se
Geralmente, a pessoa com surdez se
comunica por meio da Língua Brasileira de
comunica por meio da Língua Brasileira de
Sinais (Libras) e apresenta uma perda
Sinais (Libras) e apresenta uma perda
auditiva de grau severa ou profunda.
auditiva de grau severa ou profunda.
O que é Deficiência Auditiva?
O que é Deficiência Auditiva?
É o nome usado para indicar perda de
É o nome usado para indicar perda de
audição ou diminuição na capacidade de
audição ou diminuição na capacidade de
escutar os sons.
escutar os sons.
A deficiência auditiva pode ser
A deficiência auditiva pode ser
classificada em condutiva, mista ou
classificada em condutiva, mista ou
neurossensorial.
neurossensorial.
Condutiva:
Condutiva: é causada por um problema
é causada por um problema
localizado no ouvido externo e/ou interno.
localizado no ouvido externo e/ou interno.
Neurossensorial:
Neurossensorial: ocorre quando há uma
ocorre quando há uma
lesão no ouvido interno.
lesão no ouvido interno.
Mista:
Mista: ocorre quando há ambas persas
ocorre quando há ambas persas
auditivas(condutiva e neurossensorial)
auditivas(condutiva e neurossensorial)
numa mesma pessoa.
numa mesma pessoa.
Limiares Totais
Limiares Totais
Audição normal
Audição normal 0 a 15 dB
0 a 15 dB
Deficiência auditiva suave
Deficiência auditiva suave 16 a 25 dB
16 a 25 dB
Deficiência auditiva leve
Deficiência auditiva leve 26 a 40 dB
26 a 40 dB
Deficiência auditiva
Deficiência auditiva
moderada
moderada
41 a 55 dB
41 a 55 dB
Deficiência auditiva
Deficiência auditiva
moderadamente severa
moderadamente severa
56 a 70 dB
56 a 70 dB
Deficiência auditiva severa
Deficiência auditiva severa 71 a 90 dB
71 a 90 dB
Deficiência auditiva
Deficiência auditiva
profunda
profunda
Acima de 91 dB
Acima de 91 dB
Conhecendo o nosso ouvido
Conhecendo o nosso ouvido
Funções do ouvido
Funções do ouvido
 Ouvido externo:
Ouvido externo: é composto pelo pavilhão auricular e pelo
é composto pelo pavilhão auricular e pelo
canal auditivo, que é a porta de entrada do som. Nesse canal,
canal auditivo, que é a porta de entrada do som. Nesse canal,
certas glândulas produzem cera,para proteger o ouvido.
certas glândulas produzem cera,para proteger o ouvido.
 Ouvido médio:
Ouvido médio: formado pela membrana timpânica e por três
formado pela membrana timpânica e por três
ossos minúsculos, que são chamados de martelo, bigorna e
ossos minúsculos, que são chamados de martelo, bigorna e
estribo, pois são parecidos com esses objetos. Em contato
estribo, pois são parecidos com esses objetos. Em contato
com a membrana timpânica e o ouvido interno,eles
com a membrana timpânica e o ouvido interno,eles
transmitem as vibrações sonoras que entram no ouvido
transmitem as vibrações sonoras que entram no ouvido
externo e devem ser conduzidas até o ouvido interno.
externo e devem ser conduzidas até o ouvido interno.
 Ouvido interno:
Ouvido interno: nele esta a cóclea, em forma de caracol, que é
nele esta a cóclea, em forma de caracol, que é
a parte mais importante do ouvido: é responsável pela
a parte mais importante do ouvido: é responsável pela
percepção auditiva. Os sons recebidos na cóclea são
percepção auditiva. Os sons recebidos na cóclea são
transformados em impulsos elétricos que caminham até o
transformados em impulsos elétricos que caminham até o
cérebro, onde são “ entendidos” pela pessoa.
cérebro, onde são “ entendidos” pela pessoa.
O que causa a deficiência
O que causa a deficiência
auditiva?
auditiva?
 Acúmulo de cera no canal auditivo externo;
Acúmulo de cera no canal auditivo externo;
 Antecedentes familiares de perda auditiva
Antecedentes familiares de perda auditiva
hereditária;
hereditária;
 Infecções congênitas (rubéola, sífilis, herpes e
Infecções congênitas (rubéola, sífilis, herpes e
toxoplasmose);
toxoplasmose);
 Peso de nascimento inferior a 1.500 gr.;
Peso de nascimento inferior a 1.500 gr.;
 Meningite bacteriana;
Meningite bacteriana;
 Ventilação mecânica e permanência na
Ventilação mecânica e permanência na
incubadora por mais de 7 dias;
incubadora por mais de 7 dias;
 Alcoolismo materno ou uso de drogas na
Alcoolismo materno ou uso de drogas na
gestação, entre outros.
gestação, entre outros.
Inclusão
Inclusão
Foco das atuais políticas
Foco das atuais políticas
educacionais
educacionais
Mas Quando Falamos em
Mas Quando Falamos em
INCLUSÃO...
INCLUSÃO...
...Também Temos que Pensar
...Também Temos que Pensar
em EXCLUSÃO.
em EXCLUSÃO.
Surdos Minoria?
Surdos Minoria?
Sim!
Sim!
Mas até que ponto?
Mas até que ponto?
No Mundo São Mais de
No Mundo São Mais de
15 Milhões
15 Milhões
 Aproximadamente a
Aproximadamente a
população do Estado de Rio
população do Estado de Rio
de Janeiro
de Janeiro
 No Brasil, existem mais de
existem mais de
10 milhões de pessoas com
10 milhões de pessoas com
alguma deficiência auditiva,
alguma deficiência auditiva,
e cerca de 2,7 milhões são
e cerca de 2,7 milhões são
surdas profundas, ou seja,
surdas profundas, ou seja,
não ouvem nada
não ouvem nada.
Língua de Sinais
Língua de Sinais
Existem em todo
Existem em todo
o mundo.
o mundo.
No Brasil há
No Brasil há
registro de duas.
registro de duas.
Língua Oficial do Brasil,
Língua Oficial do Brasil,
LIBRAS.
LIBRAS.
111 configurações de
111 configurações de
mãos;
mãos;
Lei n° 10.436 de
Lei n° 10.436 de
24/04/2002
24/04/2002
Decreto n° 5.626 de
Decreto n° 5.626 de
22/12/2005
22/12/2005
LSKB
LSKB
Linguagem de
Linguagem de
Sinais Kaapor
Sinais Kaapor
Brasileira
Brasileira
Utilizada pelos
Utilizada pelos
índios da tribo
índios da tribo
Urubu-Kaapor
Urubu-Kaapor
RECONHECIMENTO
RECONHECIMENTO
MUNDIAL
MUNDIAL
UNESCO 1984
UNESCO 1984
Federação Mundial do Surdo 1987
Federação Mundial do Surdo 1987
“
“[...] pessoas surdas e com grave
[...] pessoas surdas e com grave
impedimento auditivo devem ser
impedimento auditivo devem ser
reconhecidas como minoria linguistica,
reconhecidas como minoria linguistica,
com o direito específico de ter sua língua
com o direito específico de ter sua língua
oficial e como meio de comunicação e
oficial e como meio de comunicação e
instrução, tendo serviços de interpretes
instrução, tendo serviços de interpretes
para a língua de sinais.”
para a língua de sinais.”
Oralismo:
Oralismo: é o método de ensino para
é o método de ensino para
pessoas com surdez utilizando a língua
pessoas com surdez utilizando a língua
oral ou falada.
oral ou falada.
Bilinguismo:
Bilinguismo: é o método utilizando o
é o método utilizando o
uso língua de sinais e da língua oral( na
uso língua de sinais e da língua oral( na
modalidade escrita e, quando possível
modalidade escrita e, quando possível
falada).
falada).
BILINGUIDADE
BILINGUIDADE
O português é a 2° língua do surdo , então
O português é a 2° língua do surdo , então
deve-se respeitar a situação “Bilíngue”.
deve-se respeitar a situação “Bilíngue”.
Como Avaliar?
Como Avaliar?
O MEC publicou em 02/12/99 a portaria 1679
O MEC publicou em 02/12/99 a portaria 1679
que recomendava o seguinte:
que recomendava o seguinte:
 Disponibilidade de intérpretes;
Disponibilidade de intérpretes;
 Flexibilidades na correção de provas
Flexibilidades na correção de provas
escritas;
escritas;
 Priorizar a escrita com o vocabulário ligado
Priorizar a escrita com o vocabulário ligado
ao curso do aluno;
ao curso do aluno;
 Materiais de apoio aos professores;
Materiais de apoio aos professores;
 Sala de recursos;
Sala de recursos;
BEETHOVEN
BEETHOVEN
LOU FERRIGNO
LOU FERRIGNO
O INCRÍVEL HULK
O INCRÍVEL HULK
REFERÊNCIAS
REFERÊNCIAS
 GOLDFELD, Márcia.
GOLDFELD, Márcia. A criança Surda: Linguagem e Cognição numa
A criança Surda: Linguagem e Cognição numa
perspectiva sócio-interacionista
perspectiva sócio-interacionista. São Paulo: Plexus, 2001. p. 34.
. São Paulo: Plexus, 2001. p. 34.
 FRAZÃO DE SOUSA,Luciane Porto.
FRAZÃO DE SOUSA,Luciane Porto.Integração em educação especial: questão
Integração em educação especial: questão
de concepção ou de instituição
de concepção ou de instituição, Revista Espaço. Rio de Janeiro,
, Revista Espaço. Rio de Janeiro,
dezembro,1999
dezembro,1999
 PITTA,Isabel; Danesi,Marlene Canarin,
PITTA,Isabel; Danesi,Marlene Canarin, Retratando a Educação Especial em
Retratando a Educação Especial em
Porto Alegre
Porto Alegre,EDIPUCRS,2000
,EDIPUCRS,2000
 QUADROS, Ronice Miller.
QUADROS, Ronice Miller. Situando as Diferenças implicadas na Educação de
Situando as Diferenças implicadas na Educação de
Surdos: Inclusão/Exclusão
Surdos: Inclusão/Exclusão. In Revista Ponto de Vista, UFSC. N.º 4. 2002-2003.
. In Revista Ponto de Vista, UFSC. N.º 4. 2002-2003.
 REDONDO, Maria Cristian da Fonseca.
REDONDO, Maria Cristian da Fonseca. O deficiente auditivo e o mercado de
O deficiente auditivo e o mercado de
trabalho.
trabalho. Tese de mestardo. São Paulo, Pontifícia Universidade Católica de São
Tese de mestardo. São Paulo, Pontifícia Universidade Católica de São
Paulo, 1990
Paulo, 1990
 SÁ, Nídia R. L
SÁ, Nídia R. L. Educação de Surdos: a caminho do bilingüismo
. Educação de Surdos: a caminho do bilingüismo. Niterói: EduFF,
. Niterói: EduFF,
1999. p. 47.
1999. p. 47.

def. auditiva e surdez - compreendendo.ppt

  • 1.
    PROJETO PROJETO SEXTA-FEIRA INCLUSIVA: SEXTA-FEIRA INCLUSIVA: DEFICIÊNCIAAUDITIVA DEFICIÊNCIA AUDITIVA Prof. Rodrigo Souza Prof. Rodrigo Souza
  • 2.
  • 3.
    O que éSurdez? O que é Surdez? Ocasionada por alguma alteração nas Ocasionada por alguma alteração nas estruturas do ouvido, levando a uma estruturas do ouvido, levando a uma incapacidade em perceber o som. incapacidade em perceber o som. Geralmente, a pessoa com surdez se Geralmente, a pessoa com surdez se comunica por meio da Língua Brasileira de comunica por meio da Língua Brasileira de Sinais (Libras) e apresenta uma perda Sinais (Libras) e apresenta uma perda auditiva de grau severa ou profunda. auditiva de grau severa ou profunda.
  • 4.
    O que éDeficiência Auditiva? O que é Deficiência Auditiva? É o nome usado para indicar perda de É o nome usado para indicar perda de audição ou diminuição na capacidade de audição ou diminuição na capacidade de escutar os sons. escutar os sons. A deficiência auditiva pode ser A deficiência auditiva pode ser classificada em condutiva, mista ou classificada em condutiva, mista ou neurossensorial. neurossensorial.
  • 5.
    Condutiva: Condutiva: é causadapor um problema é causada por um problema localizado no ouvido externo e/ou interno. localizado no ouvido externo e/ou interno. Neurossensorial: Neurossensorial: ocorre quando há uma ocorre quando há uma lesão no ouvido interno. lesão no ouvido interno. Mista: Mista: ocorre quando há ambas persas ocorre quando há ambas persas auditivas(condutiva e neurossensorial) auditivas(condutiva e neurossensorial) numa mesma pessoa. numa mesma pessoa.
  • 6.
    Limiares Totais Limiares Totais Audiçãonormal Audição normal 0 a 15 dB 0 a 15 dB Deficiência auditiva suave Deficiência auditiva suave 16 a 25 dB 16 a 25 dB Deficiência auditiva leve Deficiência auditiva leve 26 a 40 dB 26 a 40 dB Deficiência auditiva Deficiência auditiva moderada moderada 41 a 55 dB 41 a 55 dB Deficiência auditiva Deficiência auditiva moderadamente severa moderadamente severa 56 a 70 dB 56 a 70 dB Deficiência auditiva severa Deficiência auditiva severa 71 a 90 dB 71 a 90 dB Deficiência auditiva Deficiência auditiva profunda profunda Acima de 91 dB Acima de 91 dB
  • 7.
    Conhecendo o nossoouvido Conhecendo o nosso ouvido
  • 8.
    Funções do ouvido Funçõesdo ouvido  Ouvido externo: Ouvido externo: é composto pelo pavilhão auricular e pelo é composto pelo pavilhão auricular e pelo canal auditivo, que é a porta de entrada do som. Nesse canal, canal auditivo, que é a porta de entrada do som. Nesse canal, certas glândulas produzem cera,para proteger o ouvido. certas glândulas produzem cera,para proteger o ouvido.  Ouvido médio: Ouvido médio: formado pela membrana timpânica e por três formado pela membrana timpânica e por três ossos minúsculos, que são chamados de martelo, bigorna e ossos minúsculos, que são chamados de martelo, bigorna e estribo, pois são parecidos com esses objetos. Em contato estribo, pois são parecidos com esses objetos. Em contato com a membrana timpânica e o ouvido interno,eles com a membrana timpânica e o ouvido interno,eles transmitem as vibrações sonoras que entram no ouvido transmitem as vibrações sonoras que entram no ouvido externo e devem ser conduzidas até o ouvido interno. externo e devem ser conduzidas até o ouvido interno.  Ouvido interno: Ouvido interno: nele esta a cóclea, em forma de caracol, que é nele esta a cóclea, em forma de caracol, que é a parte mais importante do ouvido: é responsável pela a parte mais importante do ouvido: é responsável pela percepção auditiva. Os sons recebidos na cóclea são percepção auditiva. Os sons recebidos na cóclea são transformados em impulsos elétricos que caminham até o transformados em impulsos elétricos que caminham até o cérebro, onde são “ entendidos” pela pessoa. cérebro, onde são “ entendidos” pela pessoa.
  • 9.
    O que causaa deficiência O que causa a deficiência auditiva? auditiva?  Acúmulo de cera no canal auditivo externo; Acúmulo de cera no canal auditivo externo;  Antecedentes familiares de perda auditiva Antecedentes familiares de perda auditiva hereditária; hereditária;  Infecções congênitas (rubéola, sífilis, herpes e Infecções congênitas (rubéola, sífilis, herpes e toxoplasmose); toxoplasmose);  Peso de nascimento inferior a 1.500 gr.; Peso de nascimento inferior a 1.500 gr.;  Meningite bacteriana; Meningite bacteriana;  Ventilação mecânica e permanência na Ventilação mecânica e permanência na incubadora por mais de 7 dias; incubadora por mais de 7 dias;  Alcoolismo materno ou uso de drogas na Alcoolismo materno ou uso de drogas na gestação, entre outros. gestação, entre outros.
  • 10.
    Inclusão Inclusão Foco das atuaispolíticas Foco das atuais políticas educacionais educacionais
  • 11.
    Mas Quando Falamosem Mas Quando Falamos em INCLUSÃO... INCLUSÃO...
  • 12.
    ...Também Temos quePensar ...Também Temos que Pensar em EXCLUSÃO. em EXCLUSÃO.
  • 13.
    Surdos Minoria? Surdos Minoria? Sim! Sim! Masaté que ponto? Mas até que ponto?
  • 14.
    No Mundo SãoMais de No Mundo São Mais de 15 Milhões 15 Milhões  Aproximadamente a Aproximadamente a população do Estado de Rio população do Estado de Rio de Janeiro de Janeiro
  • 15.
     No Brasil,existem mais de existem mais de 10 milhões de pessoas com 10 milhões de pessoas com alguma deficiência auditiva, alguma deficiência auditiva, e cerca de 2,7 milhões são e cerca de 2,7 milhões são surdas profundas, ou seja, surdas profundas, ou seja, não ouvem nada não ouvem nada.
  • 16.
    Língua de Sinais Línguade Sinais Existem em todo Existem em todo o mundo. o mundo. No Brasil há No Brasil há registro de duas. registro de duas.
  • 17.
    Língua Oficial doBrasil, Língua Oficial do Brasil, LIBRAS. LIBRAS. 111 configurações de 111 configurações de mãos; mãos; Lei n° 10.436 de Lei n° 10.436 de 24/04/2002 24/04/2002 Decreto n° 5.626 de Decreto n° 5.626 de 22/12/2005 22/12/2005
  • 18.
    LSKB LSKB Linguagem de Linguagem de SinaisKaapor Sinais Kaapor Brasileira Brasileira Utilizada pelos Utilizada pelos índios da tribo índios da tribo Urubu-Kaapor Urubu-Kaapor
  • 19.
  • 20.
    “ “[...] pessoas surdase com grave [...] pessoas surdas e com grave impedimento auditivo devem ser impedimento auditivo devem ser reconhecidas como minoria linguistica, reconhecidas como minoria linguistica, com o direito específico de ter sua língua com o direito específico de ter sua língua oficial e como meio de comunicação e oficial e como meio de comunicação e instrução, tendo serviços de interpretes instrução, tendo serviços de interpretes para a língua de sinais.” para a língua de sinais.”
  • 22.
    Oralismo: Oralismo: é ométodo de ensino para é o método de ensino para pessoas com surdez utilizando a língua pessoas com surdez utilizando a língua oral ou falada. oral ou falada. Bilinguismo: Bilinguismo: é o método utilizando o é o método utilizando o uso língua de sinais e da língua oral( na uso língua de sinais e da língua oral( na modalidade escrita e, quando possível modalidade escrita e, quando possível falada). falada).
  • 23.
    BILINGUIDADE BILINGUIDADE O português éa 2° língua do surdo , então O português é a 2° língua do surdo , então deve-se respeitar a situação “Bilíngue”. deve-se respeitar a situação “Bilíngue”.
  • 24.
    Como Avaliar? Como Avaliar? OMEC publicou em 02/12/99 a portaria 1679 O MEC publicou em 02/12/99 a portaria 1679 que recomendava o seguinte: que recomendava o seguinte:  Disponibilidade de intérpretes; Disponibilidade de intérpretes;  Flexibilidades na correção de provas Flexibilidades na correção de provas escritas; escritas;  Priorizar a escrita com o vocabulário ligado Priorizar a escrita com o vocabulário ligado ao curso do aluno; ao curso do aluno;  Materiais de apoio aos professores; Materiais de apoio aos professores;  Sala de recursos; Sala de recursos;
  • 25.
  • 26.
  • 27.
    O INCRÍVEL HULK OINCRÍVEL HULK
  • 28.
    REFERÊNCIAS REFERÊNCIAS  GOLDFELD, Márcia. GOLDFELD,Márcia. A criança Surda: Linguagem e Cognição numa A criança Surda: Linguagem e Cognição numa perspectiva sócio-interacionista perspectiva sócio-interacionista. São Paulo: Plexus, 2001. p. 34. . São Paulo: Plexus, 2001. p. 34.  FRAZÃO DE SOUSA,Luciane Porto. FRAZÃO DE SOUSA,Luciane Porto.Integração em educação especial: questão Integração em educação especial: questão de concepção ou de instituição de concepção ou de instituição, Revista Espaço. Rio de Janeiro, , Revista Espaço. Rio de Janeiro, dezembro,1999 dezembro,1999  PITTA,Isabel; Danesi,Marlene Canarin, PITTA,Isabel; Danesi,Marlene Canarin, Retratando a Educação Especial em Retratando a Educação Especial em Porto Alegre Porto Alegre,EDIPUCRS,2000 ,EDIPUCRS,2000  QUADROS, Ronice Miller. QUADROS, Ronice Miller. Situando as Diferenças implicadas na Educação de Situando as Diferenças implicadas na Educação de Surdos: Inclusão/Exclusão Surdos: Inclusão/Exclusão. In Revista Ponto de Vista, UFSC. N.º 4. 2002-2003. . In Revista Ponto de Vista, UFSC. N.º 4. 2002-2003.  REDONDO, Maria Cristian da Fonseca. REDONDO, Maria Cristian da Fonseca. O deficiente auditivo e o mercado de O deficiente auditivo e o mercado de trabalho. trabalho. Tese de mestardo. São Paulo, Pontifícia Universidade Católica de São Tese de mestardo. São Paulo, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, 1990 Paulo, 1990  SÁ, Nídia R. L SÁ, Nídia R. L. Educação de Surdos: a caminho do bilingüismo . Educação de Surdos: a caminho do bilingüismo. Niterói: EduFF, . Niterói: EduFF, 1999. p. 47. 1999. p. 47.