AMPUTAÇÃODE
MEMBROINFERIOR
Dayane Martins
Contoso
Farmacêutica
Escolhaumdostiposdecirurgiaabaixo
1. Colite ulcerativa e megacolon tóxico. Cirurgia: colectomia total – bolsa de
colostomia.
2. Cancer de laringe. Cirurgia: laringectomia total - traqueostomia
3. PACIENTE DIABÉTICO COM ERISIPELA – AMPUTAÇÃO DE MEMBRO
INFERIOR
4. Adenocarcionoma do parênquima renal grau III – Cirurgia: nefrectomia
direita - hemodiálise
5. Glioma parietal direito. Cirurgia: exerese de neoplasia maligna de SNC.
6. Carcionoma maligno de mama – Cirurgia: mastectomia bilateral com
esvaziamento ganglionar axilar.
7. Hepatite C (cirrose hepática) – cirurgia: transplante hepático
8. Obesidade mórbida. Cirurgia Bariatrica.
Patologia
Cirurgia
A cirurgia de amputação tem como
objetivo a retirara do membro comprometido
afim de criar novas perspectivas para a
melhora da função da região amputada e
aumentar a qualidade de vida do paciente.
O Diabetes mellitus é um distúrbio
metabólico, crônico, caracterizado pelo aumento
no nível de glicose no sangue (hiperglicemia) e
que limita a qualidade de vida dos pacientes.
O DM2 é o mais comum, acomete
indivíduos acima de 40 anos e pode estar
associado a fatores de risco modificáveis, como
sobrepeso ou obesidade, dislipidemia, disfunção
endotelial, hipertensão arterial sistêmica (HAS), e
a fatores não modificáveis, como antecedentes
familiares e idade. (Bernini, 2017)
Uma das consequências de um portador
da doença é a cura difícil de uma úlcera, seja por
qualquer outro motivo. Com isso, pode ocorrer
uma infecção na derme e vasos linfáticos
denominada erisipela.
DIABETES MELLITUS
Psicológico
Físico
O paciente terá que se adaptar
novamente a sua rotina pois a
amputação do membro inferior
tornará tarefas simples em tarefas
difíceis., como se locomover
independente.
Pra alguém que antes tinha o
corpo completo, amputar uma parte é
um grande baque psicologicamente.
Além de ter perdido uma parte sua, o
paciente enfrenta o fato de que sua vida
muda de certa forma. No início, o
paciente que era independente para
realizar suas funções agora dependerá
de auxílio para se locomover. Toda sua
vida é afetada e até que se acostume
com a sua nova condição, sua
independência também se minimiza.
Descreva os principais consequências da patologia enfrentados pelo
paciente a nível físico e psicológico.
Social
Familiar
A família sofrerá com as condições
novas do amputado pois o paciente perde
grande parte da sua independência,
inclusive a capacidade de se locomover
sozinho. Então os cuidados com o
paciente se tornam quase integrais.
Descreva os principais consequências da patologia enfrentados pelo
paciente a nível familiar e social.
O amputado, no começo sofrerá
com os obstáculos, com a diminuição da
sua independência. Coisas rotineiras como
se locomover sozinho, realizar tarefas
domésticas, ir ao banheiro, serão quase
impossíveis no início até o indivíduo se
acostumar. Também tem a sociedade que
irá enxerga-lo de forma diferente, até
mesmo amigos, com pena, com
preconceito.
Descrevaabaixoaspreocupaçõesdopacienterelacionadasà
cirurgiaqueirárealizareasintervençõesdeenfermagempara
reduziressaspreocupaçõesnoprécirúrgico.
Escreva uma frase que
expresse o Momento
da descoberta da
necessidade da cirurgia
“Eu pensei que ficaria para sempre de
cadeiras de rodas, que dependeria de
todos para tudo”
• Medo, preocupação e incapacidade
• Neste caso, a equipe de enfermagem deverá conversar com o paciente,
despreocupando, entendendo seu lado e dando apoio emocional. Se
necessário, encaminhar para um psicólogo. Explicar como irá funcionar a
cirurgia, os benefícios que trará ajudará a amenizar o medo. Quando a
incapacidade, a equipe de enfermagem deverá orientar quando a
recuperação e incentivar o paciente de que só por causa da amputação,
ele não deixará de realizar tudo que gostava, e com o tempo consegue se
adaptar.
Quaissãoasforças,crençasefragilidadesqueopacientepossuipara
enfrentaroprocessocirúrgico?
Nível pessoal
• Esperança de melhorar;
• Religião;
• Medo.
Nível familiar
• Medo de ser um peso
para a família;
• Crê que todos irão ajudar
e apoiar.
Nível Social
• Medo de não conseguir
ter a independência
novamente.
Pós cirúrgico
A dor se encontra presente,
principalmente após a cirurgia.
Algumas vezes até mesmo no
membro fantasma. Assim se deve
começar mobilizações de forma
passiva ou ativa até que a pessoa
consiga realizar as mobilizações e o
fortalecimento de forma ativa e
ativa resistida.
Descrevaaoladoo
estadofísicodo
pacientequeretorna
destacirurgia
Quaissãoasdificuldadesfísicasepsicológicasqueopaciente
enfrentanopóscirúrgico?
Físicas
Com a amputação o paciente sofre grande
alteração do potencial funcional músculo
esquelético e dificuldades na adaptação a uma
condição incapacitante, pois o mesmo necessita
fazer mudanças na sua vida, desde alterações
sociais, econômicas e até familiares.
Psicológicas
Após a amputação, o indivíduo, muitas
vezes, tem dificuldade em aceitar psicologicamente
o coto, pois a deficiência física altera sua imagem
corporal. Para que a reintegração corporal seja
produtiva e positiva ao paciente amputado, o
mesmo deve aceitar sua perda física, condição
necessária para integrar funções de um membro
mecânico, como a prótese, com seus próprios
músculos, conseguindo, assim, domínio de seus
movimentos.
Pastre, 2005
Quaissãoasconsequênciaseasdificuldadesenfrentadaspela
famílianopóscirúrgico?
• Dar apoio emocional ao amputado;
• Buscar auxilio quanto a recuperação;
• Estar com emocional controlado para poder ser uma fonte de apoio emocional ao amputado;
• Auxiliar nas tarefas rotineiras, o que gastará quase todo o tempo integral.
Quaissãoasestruturasdeapoioepotencialidadesqueopaciente
possuiparaenfrentarasdificuldadesnopóscirúrgico?
• Família;
• Amigos;
• Grupos de apoio;
• Equipe de saúde (enfermeiros, médicos, fisioterapeutas, psicólogos).
Ofuturo
Respondaàsseguintesquestões:
Oquepensaqueiraacontecer?
Comoimaginaseufuturo?
Quaisasprováveismarcas
psicossociais,percepçõessobrea
perdadediastrabalhados?
Comovocêlidarácomasseqüelas?
• Espero que a diabetes continue
controlada né, para nada mais
acontecer.
• Uai, meu futuro quem sabe é Deus.
Mas eu pretendo continuar vivendo
minha vidinha e controlando a
diabetes para não ter mais nenhum
problema.
• Eu já era aposentada antes, então eu
fico mais por conta da casa. Quem
trabalha é meu filho.
• Eu costumo ver o lado positivo, né?
Tudo tá nas mãos de Deus.
Continuaçãodoslideanterior...
• Conversar, orientar e tentar acalmar a paciente,
tirando toda sua preocupação e solucionando suas
dúvidas.
Quaissãoasintervenções
deenfermagemvoltadas
asquestõespsicológicase
sociaisdestepaciente
Pré
cirúrgico
• Encaminhar para psicólogo;
• Encaminhar para fisioterapeuta;
• Fazer o acompanhamento da paciente através das
consultas e atendimentos domiciliares.
Quaissãoasintervenções
deenfermagemvoltadas
asquestõespsicológicase
sociaisdestepaciente
Pós
cirúrgico
Referencias
april@contoso.com
Referencias
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas.
Diretrizes de atenção à pessoa amputada / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de
Ações Programáticas Estratégicas. 1. ed. 1. reimp. – Brasília : Ministério da Saúde, 2013. 36 p. : il.
BERNINI, Luciana Sabadini; BARRILE, Silvia Regina; MANGILI, Aline Faulin; ARCA, Eduardo Aguilar; CORRER,
Rinaldo; XIMENES, Maria Amélia; NEVES, Débora; GIMENES, Camila. O impacto do diabetes mellitus na qualidade
de vida de pacientes da Unidade Básica de Saúde. Cadernos Brasileiros de Terapia Ocupacional, [S.L.], v. 25, n. 3,
p. 533-541, 2017. Editora Cubo. http://dx.doi.org/10.4322/2526-8910.ctoao0899.
PASTRE, Carlos M.. Fisioterapia e amputação transtibial. Arq Ciênc Saúde, São José, v. 2, n. 12, p. 120-124, abr.
2005.
SANTOS, Isabel Margarida Silva Costa dos. Reabilitação pós-operatória da pessoa com amputação do membro
inferior por etiologia vascular: que realidade?. 2019. 176 f. Dissertação (Mestrado) - Curso de Enfermagem, Área
de Especialização em Enfermagem de Reabilitação, Escola Superior de Enfermagem de Coimbra, Coimbra, 2019.

Dayane Edilene ansiedade.pptx

  • 1.
  • 2.
    Escolhaumdostiposdecirurgiaabaixo 1. Colite ulcerativae megacolon tóxico. Cirurgia: colectomia total – bolsa de colostomia. 2. Cancer de laringe. Cirurgia: laringectomia total - traqueostomia 3. PACIENTE DIABÉTICO COM ERISIPELA – AMPUTAÇÃO DE MEMBRO INFERIOR 4. Adenocarcionoma do parênquima renal grau III – Cirurgia: nefrectomia direita - hemodiálise 5. Glioma parietal direito. Cirurgia: exerese de neoplasia maligna de SNC. 6. Carcionoma maligno de mama – Cirurgia: mastectomia bilateral com esvaziamento ganglionar axilar. 7. Hepatite C (cirrose hepática) – cirurgia: transplante hepático 8. Obesidade mórbida. Cirurgia Bariatrica.
  • 3.
    Patologia Cirurgia A cirurgia deamputação tem como objetivo a retirara do membro comprometido afim de criar novas perspectivas para a melhora da função da região amputada e aumentar a qualidade de vida do paciente. O Diabetes mellitus é um distúrbio metabólico, crônico, caracterizado pelo aumento no nível de glicose no sangue (hiperglicemia) e que limita a qualidade de vida dos pacientes. O DM2 é o mais comum, acomete indivíduos acima de 40 anos e pode estar associado a fatores de risco modificáveis, como sobrepeso ou obesidade, dislipidemia, disfunção endotelial, hipertensão arterial sistêmica (HAS), e a fatores não modificáveis, como antecedentes familiares e idade. (Bernini, 2017) Uma das consequências de um portador da doença é a cura difícil de uma úlcera, seja por qualquer outro motivo. Com isso, pode ocorrer uma infecção na derme e vasos linfáticos denominada erisipela. DIABETES MELLITUS
  • 4.
    Psicológico Físico O paciente teráque se adaptar novamente a sua rotina pois a amputação do membro inferior tornará tarefas simples em tarefas difíceis., como se locomover independente. Pra alguém que antes tinha o corpo completo, amputar uma parte é um grande baque psicologicamente. Além de ter perdido uma parte sua, o paciente enfrenta o fato de que sua vida muda de certa forma. No início, o paciente que era independente para realizar suas funções agora dependerá de auxílio para se locomover. Toda sua vida é afetada e até que se acostume com a sua nova condição, sua independência também se minimiza. Descreva os principais consequências da patologia enfrentados pelo paciente a nível físico e psicológico.
  • 5.
    Social Familiar A família sofrerácom as condições novas do amputado pois o paciente perde grande parte da sua independência, inclusive a capacidade de se locomover sozinho. Então os cuidados com o paciente se tornam quase integrais. Descreva os principais consequências da patologia enfrentados pelo paciente a nível familiar e social. O amputado, no começo sofrerá com os obstáculos, com a diminuição da sua independência. Coisas rotineiras como se locomover sozinho, realizar tarefas domésticas, ir ao banheiro, serão quase impossíveis no início até o indivíduo se acostumar. Também tem a sociedade que irá enxerga-lo de forma diferente, até mesmo amigos, com pena, com preconceito.
  • 6.
    Descrevaabaixoaspreocupaçõesdopacienterelacionadasà cirurgiaqueirárealizareasintervençõesdeenfermagempara reduziressaspreocupaçõesnoprécirúrgico. Escreva uma fraseque expresse o Momento da descoberta da necessidade da cirurgia “Eu pensei que ficaria para sempre de cadeiras de rodas, que dependeria de todos para tudo” • Medo, preocupação e incapacidade • Neste caso, a equipe de enfermagem deverá conversar com o paciente, despreocupando, entendendo seu lado e dando apoio emocional. Se necessário, encaminhar para um psicólogo. Explicar como irá funcionar a cirurgia, os benefícios que trará ajudará a amenizar o medo. Quando a incapacidade, a equipe de enfermagem deverá orientar quando a recuperação e incentivar o paciente de que só por causa da amputação, ele não deixará de realizar tudo que gostava, e com o tempo consegue se adaptar.
  • 7.
    Quaissãoasforças,crençasefragilidadesqueopacientepossuipara enfrentaroprocessocirúrgico? Nível pessoal • Esperançade melhorar; • Religião; • Medo. Nível familiar • Medo de ser um peso para a família; • Crê que todos irão ajudar e apoiar. Nível Social • Medo de não conseguir ter a independência novamente.
  • 8.
  • 9.
    A dor seencontra presente, principalmente após a cirurgia. Algumas vezes até mesmo no membro fantasma. Assim se deve começar mobilizações de forma passiva ou ativa até que a pessoa consiga realizar as mobilizações e o fortalecimento de forma ativa e ativa resistida. Descrevaaoladoo estadofísicodo pacientequeretorna destacirurgia
  • 10.
    Quaissãoasdificuldadesfísicasepsicológicasqueopaciente enfrentanopóscirúrgico? Físicas Com a amputaçãoo paciente sofre grande alteração do potencial funcional músculo esquelético e dificuldades na adaptação a uma condição incapacitante, pois o mesmo necessita fazer mudanças na sua vida, desde alterações sociais, econômicas e até familiares. Psicológicas Após a amputação, o indivíduo, muitas vezes, tem dificuldade em aceitar psicologicamente o coto, pois a deficiência física altera sua imagem corporal. Para que a reintegração corporal seja produtiva e positiva ao paciente amputado, o mesmo deve aceitar sua perda física, condição necessária para integrar funções de um membro mecânico, como a prótese, com seus próprios músculos, conseguindo, assim, domínio de seus movimentos. Pastre, 2005
  • 11.
    Quaissãoasconsequênciaseasdificuldadesenfrentadaspela famílianopóscirúrgico? • Dar apoioemocional ao amputado; • Buscar auxilio quanto a recuperação; • Estar com emocional controlado para poder ser uma fonte de apoio emocional ao amputado; • Auxiliar nas tarefas rotineiras, o que gastará quase todo o tempo integral.
  • 12.
    Quaissãoasestruturasdeapoioepotencialidadesqueopaciente possuiparaenfrentarasdificuldadesnopóscirúrgico? • Família; • Amigos; •Grupos de apoio; • Equipe de saúde (enfermeiros, médicos, fisioterapeutas, psicólogos).
  • 13.
    Ofuturo Respondaàsseguintesquestões: Oquepensaqueiraacontecer? Comoimaginaseufuturo? Quaisasprováveismarcas psicossociais,percepçõessobrea perdadediastrabalhados? Comovocêlidarácomasseqüelas? • Espero quea diabetes continue controlada né, para nada mais acontecer. • Uai, meu futuro quem sabe é Deus. Mas eu pretendo continuar vivendo minha vidinha e controlando a diabetes para não ter mais nenhum problema. • Eu já era aposentada antes, então eu fico mais por conta da casa. Quem trabalha é meu filho. • Eu costumo ver o lado positivo, né? Tudo tá nas mãos de Deus.
  • 14.
  • 15.
    • Conversar, orientare tentar acalmar a paciente, tirando toda sua preocupação e solucionando suas dúvidas. Quaissãoasintervenções deenfermagemvoltadas asquestõespsicológicase sociaisdestepaciente Pré cirúrgico
  • 16.
    • Encaminhar parapsicólogo; • Encaminhar para fisioterapeuta; • Fazer o acompanhamento da paciente através das consultas e atendimentos domiciliares. Quaissãoasintervenções deenfermagemvoltadas asquestõespsicológicase sociaisdestepaciente Pós cirúrgico
  • 17.
    Referencias april@contoso.com Referencias Brasil. Ministério daSaúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Diretrizes de atenção à pessoa amputada / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. 1. ed. 1. reimp. – Brasília : Ministério da Saúde, 2013. 36 p. : il. BERNINI, Luciana Sabadini; BARRILE, Silvia Regina; MANGILI, Aline Faulin; ARCA, Eduardo Aguilar; CORRER, Rinaldo; XIMENES, Maria Amélia; NEVES, Débora; GIMENES, Camila. O impacto do diabetes mellitus na qualidade de vida de pacientes da Unidade Básica de Saúde. Cadernos Brasileiros de Terapia Ocupacional, [S.L.], v. 25, n. 3, p. 533-541, 2017. Editora Cubo. http://dx.doi.org/10.4322/2526-8910.ctoao0899. PASTRE, Carlos M.. Fisioterapia e amputação transtibial. Arq Ciênc Saúde, São José, v. 2, n. 12, p. 120-124, abr. 2005. SANTOS, Isabel Margarida Silva Costa dos. Reabilitação pós-operatória da pessoa com amputação do membro inferior por etiologia vascular: que realidade?. 2019. 176 f. Dissertação (Mestrado) - Curso de Enfermagem, Área de Especialização em Enfermagem de Reabilitação, Escola Superior de Enfermagem de Coimbra, Coimbra, 2019.