Paulo Henrique
Araújo Soares
Formador do eixo
de LP anos finais.
AVALIE-
CE 2024. 2
MATRIZ DE REFERÊNCIA
Identificar semelhanças e/ou diferenças de ideias e
opiniões na comparação entre textos.
 Leitura Atenta: Leia cuidadosamente cada texto para entender completamente o que está sendo
comunicado. Destaque ou anote os pontos principais e as ideias-chave de cada texto.
 Análise de Conteúdo: Compare o conteúdo de cada texto para identificar áreas de sobreposição
e divergência. Observe as principais ideias, argumentos, exemplos e evidências apresentadas em
cada texto.
 Destaque de Palavras-chave: Identifique palavras-chave e frases que expressem ideias
semelhantes ou opostas nos textos. Isso pode ajudar a destacar padrões e contrastes importantes.
 Resumo Comparativo: Escreva um resumo que compare os principais pontos de cada texto,
destacando tanto as semelhanças quanto as diferenças. Isso ajudará a consolidar sua compreensão
e a destacar os pontos-chave para análise posterior.
(painel da comparação de textos)
Os dois textos discutem as características que diferenciam os
carros voadores de outros tipos de veículos, como aviões e
helicópteros, principalmente em termos de tecnologia,
operação, e impacto ambiental. Ambos contribuem para
esclarecer como os carros voadores se inserem no contexto
da mobilidade aérea urbana, destacando suas peculiaridades.
B) citarem que diversas empresas estão fabricando carros voadores.
O primeiro texto menciona que várias empresas estão envolvidas na fabricação e
venda de protótipos de carros voadores. O segundo texto não fala especificamente
sobre empresas, mas sobre o conceito e a tecnologia envolvida.
C) indicarem a opinião de um professor de engenharia sobre carros voadores.
Apenas o segundo texto cita a opinião de um professor de engenharia, então essa
alternativa não se aplica a ambos os textos.
D) mencionarem o significado em inglês do nome.
Somente o segundo texto explica o significado do acrônimo eVTOL, então essa
alternativa também não se aplica a ambos os textos.
A palavra "possivelmente" é utilizada para indicar incerteza
ou uma hipótese, o que torna a alternativa C a correta. Ela
expressa uma possibilidade de que algo pode acontecer ou
não, sem certeza absoluta. No contexto, o autor está
especulando sobre a futura utilização de aviões elétricos,
sem afirmar categoricamente que eles serão ou não usados.
Vamos analisar as alternativas:
A) Apontar a autorização para pilotar avião elétrico.
Essa alternativa está incorreta. A palavra "possivelmente" não se refere à autorização para pilotar o avião
elétrico, mas sim a uma possibilidade ou incerteza sobre o uso do avião.
B) Apresentar dúvida sobre a fabricação do avião elétrico.
Essa alternativa também está incorreta. "Possivelmente" não está discutindo a fabricação do avião, mas sim
o seu uso futuro.
C) Expressar hipótese sobre a utilização do avião elétrico.
Essa é a alternativa correta. A palavra "possivelmente" é usada para expressar uma hipótese ou incerteza
sobre o futuro uso do avião elétrico, indicando que ainda não é certo se ele será utilizado.
D) Sugerir a previsão de sucesso do avião elétrico.
Essa alternativa está incorreta. "Possivelmente" não sugere uma previsão de sucesso, mas sim uma
possibilidade incerta sobre o uso do avião.
O trecho “engarrafamentos aéreos não devem se
concretizar” utiliza uma linguagem formal, típica de
textos que buscam manter um tom neutro e
impessoal, evitando gírias, coloquialismos ou
expressões regionais. Esse tipo de linguagem é
comum em textos informativos, acadêmicos e
científicos, onde se deseja transmitir informações de
forma clara e precisa. Por isso, a alternativa correta
é a letra B.
1. Linguagem Científica
 Definição: É utilizada em textos acadêmicos e científicos, caracterizada por ser objetiva,
precisa e impessoal. Utiliza termos técnicos específicos da área de conhecimento e segue
normas rigorosas de escrita.
 Exemplo: “A fotossíntese é o processo pelo qual as plantas convertem energia luminosa em
energia química, armazenada sob a forma de glicose.”
2. Linguagem Formal
 Definição: É usada em situações que exigem um grau maior de seriedade e respeito. É
impessoal, evita gírias, expressões populares e segue as normas gramaticais de forma
rigorosa.
 Exemplo: “Venho por meio deste informar que a reunião será adiada para a próxima
segunda-feira, devido a imprevistos.”
3. Linguagem Informal
 Definição: É utilizada em situações cotidianas e em conversas entre amigos ou familiares.
É mais descontraída, podendo incluir gírias, expressões coloquiais e até erros gramaticais
que são aceitos no contexto da conversa.
 Exemplo: “Cara, você não vai acreditar! A reunião foi adiada de novo!”
4. Linguagem Regional
 Definição: Refere-se ao uso de expressões, palavras ou construções gramaticais típicas
de uma determinada região. Inclui sotaques, dialetos e gírias regionais que podem não ser
compreendidos por pessoas de outras áreas.
 Exemplo: “Oxente, menino! Já tá na hora do almoço e tu ainda nem comeu!” (expressão
comum no Nordeste do Brasil).
No trecho “... para que cheguem a operações...”, os
termos “para que” indicam uma relação de
finalidade, ou seja, algo está sendo feito com o
objetivo de alcançar uma operação. Esse uso de
"para que" é comum em construções que expressam
um propósito.
Alternativa correta: C) Finalidade.
Vamos revisar?
A) Adição: Relação de adição ocorre quando se acrescenta uma informação ou ideia. Conjunções que indicam adição incluem
"e", “mas também", "além disso". No trecho dado, não há nenhuma adição de informações, então essa alternativa está
incorreta.
B) Conclusão: Relação de conclusão ocorre quando uma ideia é concluída ou finalizada com base em uma informação
anterior. Conjunções conclusivas incluem "portanto", "logo", "assim". No trecho dado, "para que" não está concluindo uma
ideia, então essa alternativa também está incorreta.
C) Finalidade: Relação de finalidade é quando algo é feito com um objetivo ou propósito específico em mente. Conjunções
que indicam finalidade incluem "para", "a fim de", "com o propósito de". No trecho "para que cheguem a operações", a
expressão "para que" claramente indica o objetivo ou a finalidade de uma ação, ou seja, que algo está sendo feito com a
finalidade de que cheguem a operações.
D) Proporção: Relação de proporção ocorre quando se compara duas coisas em termos de quantidade, tamanho ou grau, ou
quando uma ação depende de outra. Conjunções que indicam proporção incluem "à medida que", "quanto mais". O trecho
não está fazendo uma comparação ou estabelecendo uma relação proporcional, então essa alternativa está incorreta.
Inferir informação em texto verbal.
 Antecipação: Antes de começar a ler o texto, peça aos alunos que façam previsões sobre o que eles
acham que acontecerá com base no título, subtítulo, imagens ou qualquer outra informação inicial
disponível.
 Questionamento: Durante a leitura, encoraje os alunos a fazerem perguntas sobre o que estão lendo.
Perguntas como "Por que isso aconteceu?" ou "O que poderia acontecer em seguida?" os incentivam a
pensar criticamente e inferir informações implícitas.
 Conexões pessoais: Peça aos alunos que façam conexões entre o texto e suas próprias experiências,
conhecimentos prévios ou outros textos que já tenham lido. Isso pode ajudá-los a inferir significados
subjacentes e a desenvolver uma compreensão mais profunda.
 Análise de pistas contextuais: Enfatize a importância de identificar pistas contextuais no texto, como
palavras-chave, expressões, comparações ou contrastes, que possam ajudar na inferência de significados
ou desenvolvimento de ideias.
 Releitura seletiva: Encoraje os alunos a relerem partes do texto que possam ser ambíguas ou confusas,
com o objetivo de identificar detalhes que possam ter passado despercebidos na primeira leitura e que
possam ajudar na inferência de significados.
O texto mostra o cuidado e o carinho da narradora
ao preparar uma surpresa para seu amigo Paulinho,
o que demonstra a amizade próxima entre eles. Ela
fez um bolo que ele amava e escreveu uma carta
expressando sentimentos que geralmente não são
ditos, tornando essa uma surpresa carinhosa e
significativa.
A) Ajudou a professora durante a aula de redação.
Não há nenhuma informação no texto que indique que a narradora ajudou a professora durante a
aula de redação. A menção à redação refere-se ao fato de que a narradora ajudava Paulinho com
as redações.
B) Aprendeu a receita de bolo de cenoura com sua mãe.
O texto menciona que a mãe da narradora fez o bolo de cenoura, mas não há nenhuma
informação que indique que a narradora aprendeu a receita com sua mãe.
C) Comprou um papel especial para fazer dobraduras.
O texto menciona que a narradora dobrou uma carta "bem dobradinha" e colocou no meio do
papel que embrulhava o bolo, mas não há menção de que ela tenha comprado um papel especial
para isso. O foco está mais na carta e no bolo do que no papel em si.
 Análise de Texto: Pratique a leitura
crítica de textos, identificando como as
palavras, frases e expressões são
utilizadas para transmitir mensagens
específicas ou provocar determinadas
emoções.
 Vocabulário Expandido: Quanto mais
variado for o seu vocabulário, mais
capacidade terá de reconhecer nuances e
sutilezas de sentido nas escolhas
linguísticas. Busque sempre aprender
novas palavras e entender seus contextos
de uso.
 Comparação e Contraste: Compare
diferentes formas de expressão para
entender como escolhas específicas
impactam o sentido do texto. Por
exemplo, compare sinônimos e analise
suas sutis diferenças de significado.
 Contextualização: Considere o contexto
em que as palavras são usadas. O
significado pode variar dependendo do
contexto cultural, histórico, social ou
mesmo do gênero textual.
06) (P070935I7) Nesse texto, no trecho “... uns buraquinhos
nos ossos da cabeça...” (3º parágrafo), a palavra destacada
está no diminutivo para
A)indicar carinho.
B)marcar deboche.
C)mostrar quantidade.
D)revelar tamanho.
Resposta correta: D) Revelar tamanho
Comentário:
A questão trabalha com a habilidade de interpretar o uso do
diminutivo no contexto do texto. Nesse caso, o sufixo “-inho” foi
utilizado para descrever algo pequeno, sendo o efeito de sentido
do diminutivo relacionado ao tamanho dos buracos mencionados
no texto. Portanto, a escolha da palavra no diminutivo
"buraquinhos" serve para enfatizar que os buracos nos ossos da
cabeça são pequenos.
Vamos analisar?
A) Indicar carinho: O diminutivo pode ser utilizado em alguns contextos para
expressar afeto ou carinho. No entanto, no caso de "buraquinhos nos ossos da
cabeça", não parece haver intenção de transmitir carinho. Então, essa alternativa
provavelmente está incorreta.
B) Marcar deboche: O diminutivo também pode ser usado para expressar ironia ou
deboche. Mas, novamente, no contexto de "buraquinhos nos ossos da cabeça", não
há evidências claras de que o autor esteja utilizando deboche. Portanto, essa opção
também parece inadequada.
C) Mostrar quantidade: O diminutivo "buraquinhos" não está relacionado a
quantidade. Esta alternativa é incorreta.
D) Revelar tamanho: O diminutivo é frequentemente usado para indicar que algo é
pequeno. No caso de "buraquinhos", a intenção é claramente descrever o tamanho
dos buracos nos ossos da cabeça como pequenos. Essa alternativa faz sentido
dentro do contexto da frase.
07) (P070927I7) Nesse texto, no trecho “... pequenos bagres
que os cientistas chamam...” (3º parágrafo), a palavra
destacada significa
A)convocar.
B) nomear.
C) telefonar.
D) tocar.
OBSERVE A
PALAVRA
DESTACADA
NO COMANDO.
LEIA AS
PALAVRAS
DAS
ALTERNATI-
VAS.
SUBSTITUA
CADA
PALAVRA DA
ALTERNATIVA
PELA
DESTACADA
NO COMANDO.
QUAL
MANTÉM O
SENTIDO
ORIGINAL?
Comentário:
A questão avalia a capacidade do
aluno de interpretar o significado de
uma palavra com base no contexto
em que é utilizada. A palavra
"chamam" no trecho está relacionada
ao ato de nomear ou designar,
indicando o nome que os cientistas
dão aos pequenos bagres
mencionados. É importante observar
o contexto para entender o significado
preciso da palavra em uso.
DISPONÍVEL: @AJUDACOMASLETRAS (PROF. ALEXANDRE)
Paulo Henrique
Formador do eixo de LP - 8º e 9º anos
Vamos analisar?
A) Convocar: "Chamar" pode significar convocar alguém, ou seja, pedir que alguém
venha ou compareça a algum lugar. No entanto, neste contexto, não parece ser o caso,
pois a frase está se referindo a como os cientistas se referem aos "pequenos bagres".
B) Nomear: Nesse contexto, "chamam" está relacionado à forma como os cientistas
nomeiam ou designam os pequenos bagres. Eles estão atribuindo um nome específico
aos bagres. Essa opção parece adequada.
C) Telefonar: "Chamar" também pode significar fazer uma ligação telefônica. No entanto,
essa interpretação não faz sentido no contexto da frase, que está discutindo a
nomenclatura usada pelos cientistas.
D) Tocar: "Chamar" no sentido de tocar, como em tocar uma campainha ou chamar
alguém com um som, também não se aplica ao contexto.
interpretar texto com auxílio de
material gráfico diverso...
 Antecipação: Antes de começar a ler o texto, peça aos
alunos que façam previsões sobre o que eles acham que
acontecerá com base no título, subtítulo, imagens ou
qualquer outra informação inicial disponível.
 Questionamento: Durante a leitura, encoraje os alunos
a fazerem perguntas sobre o que estão lendo. Perguntas
como "Por que isso aconteceu?" ou "O que poderia
acontecer em seguida?" os incentivam a pensar
criticamente e inferir informações implícitas.
 Conexões pessoais: Peça aos alunos que façam
conexões entre o texto e suas próprias experiências,
conhecimentos prévios ou outros textos que já tenham
lido. Isso pode ajudá-los a inferir significados
subjacentes e a desenvolver uma compreensão mais
profunda.
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Formador do eixo de LP - 8º e 9º anos
Paulo Henrique
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O poema utiliza uma linguagem poética e metafórica para descrever o
sonho de Olga, onde ela viaja pelo céu montada em uma estrela
chamada Alfa. A repetição das imagens de cavalgada e a menção da
estrela reforçam a ideia de que o sonho de Olga envolve uma jornada
pelo céu, o que é capturado corretamente na alternativa C. O uso da
espuma escrevendo "com letras de alga" sugere a natureza onírica e
efêmera do sonho, mas o cerne do texto está na viagem celeste de
Olga.
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A) Olga gosta de brincar com a espuma do mar.
Embora o poema mencione a espuma, ela não é descrita como algo com que
Olga brinca. A espuma é uma metáfora poética e serve para descrever a forma
como o sonho de Olga é "escrito" ou registrado, mas não indica uma brincadeira.
B) Olga gosta de dar nome para as estrelas.
No poema, a estrela de Olga é chamada de Alfa, mas não há nenhuma indicação
de que Olga está nomeando estrelas. O nome "Alfa" parece ser mais uma
construção poética do que uma ação da própria Olga.
D) Olga tem vontade de andar a cavalo.
Embora o poema utilize a metáfora de cavalgada, referindo-se a Olga
cavalgando uma estrela, isso não implica necessariamente que Olga tenha
vontade de andar a cavalo na vida real. A imagem do cavalo é usada de forma
figurada para descrever sua viagem pelo céu em seu sonho.
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No verso "A espuma escreve com algas na água", a
espuma é personificada, pois é descrita como se tivesse a
capacidade de escrever, uma ação tipicamente humana.
Essa figura de linguagem contribui para o tom poético e
onírico do texto, intensificando a atmosfera de fantasia
que permeia o poema.
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A) “A estrela de Olga chama-se Alfa.” (5ª estrofe)
Aqui, a estrela é simplesmente nomeada como "Alfa". Não há atribuição de uma
característica humana, apenas a atribuição de um nome a uma estrela.
B) “Alfa é o cavalo de estrela de Olga.” (5ª estrofe)
Esse verso usa uma metáfora, comparando a estrela Alfa a um cavalo, mas não atribui
características humanas à estrela.
C) “Quando amanhece, Olga desperta.” (6ª estrofe)
Este verso descreve uma ação humana (despertar) atribuída a Olga, que é uma pessoa, e
não um ser inanimado.
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Formador do eixo de LP - 8º e 9º anos
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O trecho que expressa uma opinião é o da alternativa D) “...
aquele réptil cantor tão surpreendente e cativante.”. As
palavras "surpreendente" e "cativante" indicam um ponto de vista
subjetivo do autor.
Resposta correta: D) “... aquele réptil cantor tão
surpreendente e cativante.”
Comentário:
Essa questão avalia a habilidade do aluno de diferenciar entre
informações objetivas (fatos) e subjetivas (opiniões). Identificar
opiniões é importante porque elas representam julgamentos
pessoais ou percepções que podem variar de pessoa para
pessoa. No trecho da alternativa D, a escolha dos adjetivos
"surpreendente" e "cativante" revela uma opinião sobre o
personagem, enquanto os outros trechos apenas apresentam
fatos sobre o filme ou o personagem.
DISPONÍVEL: https://images.app.goo.gl/PTbDfyr1oVPkKd6JA
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Análise das Alternativas:
A) “Lilo canta. Lilo fala, caminha em duas patas, gosta de comer caviar.”:
Esse trecho apresenta uma descrição das características de Lilo, que são fatos sobre o
personagem. Não há julgamento ou subjetividade. Portanto, essa alternativa não expressa
uma opinião.
B) “Lilo é o protagonista do filme ‘Lilo, Lilo, Crocodilo’...”:
Este trecho afirma um fato: que Lilo é o protagonista do filme mencionado. Não se trata de
uma opinião, mas sim de uma informação objetiva.
C) “... há também uma versão do filme com as vozes em português...”:
Este trecho também apresenta um fato sobre a existência de uma versão do filme dublada
em português. Não é uma opinião.
D) “... aquele réptil cantor tão surpreendente e cativante.”:
Esse trecho usa as palavras "surpreendente" e "cativante" para descrever o réptil cantor, que
são adjetivos carregados de subjetividade. Descrever algo como "surpreendente" e
"cativante" reflete uma avaliação pessoal ou julgamento do autor, o que caracteriza uma
opinião.
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Diferenciar a informação principal das secundárias
em um texto.
 Identificação de tópicos e detalhes: Comece explicando a diferença entre o tópico principal de um
texto e os detalhes que o apoiam. O tópico principal é a ideia central ou tema principal, enquanto os
detalhes são informações específicas que dão suporte a essa ideia.
 Destaque de palavras-chave: Ensine os alunos a identificarem palavras-chave que indicam a
informação principal em um texto, como títulos, subtítulos, palavras de transição (por exemplo, "em
resumo", "o ponto principal é", "em conclusão", etc.) e palavras repetidas.
 Estrutura do texto: Explore com os alunos a estrutura do texto, incluindo a organização de parágrafos
e seções. Ajude-os a perceber que muitas vezes a informação principal é encontrada no início
(introdução) ou no final (conclusão) de um texto, enquanto as informações secundárias são
desenvolvidas nos parágrafos intermediários.
 Esquemas e mapas conceituais: Ensine os alunos a criarem esquemas ou mapas conceituais para
visualizar a hierarquia das informações em um texto. Isso pode ajudá-los a identificar a informação
principal e as informações secundárias de forma mais clara e organizada.
 Questionamento: Faça perguntas aos alunos durante a leitura para ajudá-los a discernir o que é mais
importante no texto. Perguntas como "Qual é o ponto principal deste parágrafo?" ou "Por que o autor
incluiu essa informação?" podem estimular a reflexão sobre a estrutura e o propósito do texto.
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Formador do eixo de LP - 8º e 9º anos
Paulo Henrique
Formador do eixo de LP - 8º e 9º anos
13) (P092314H6) A informação principal desse texto está no trecho:
A) “... esses minúsculos animais são encontrados é na Tanzânia.”. (1° parágrafo)
B) “... vive entre galhos de árvores nas florestas tropicais da costa leste...”. (1° parágrafo)
C) “... seis novas espécies desses pequenos seres foram descobertas...”. (2° parágrafo)
D) “... esse ecossistema é muito comparado com o da Ilha de Galápagos, no Equador.”. (3° parágrafo)
Resolução:
A informação principal do texto está no trecho que
menciona a descoberta das seis novas espécies de
camaleão-pigmeu. Isso é o que motiva a redação do texto
e é a informação nova e mais importante apresentada.
Resposta correta: C) “... seis novas espécies desses
pequenos seres foram descobertas...” (2° parágrafo)
DISPONÍVEL: https://images.app.goo.gl/q6K2ZSLuNNvrPB8D6
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Análise das Alternativas:
A) “... esses minúsculos animais são encontrados é na Tanzânia.” (1° parágrafo):
Esse trecho fornece uma informação importante sobre o local onde esses camaleões são encontrados,
mas não é a informação principal do texto.
B) “... vive entre galhos de árvores nas florestas tropicais da costa leste...” (1° parágrafo):
Esse trecho descreve o habitat desses camaleões, que também é uma informação relevante, mas não
o ponto central do texto.
C) “... seis novas espécies desses pequenos seres foram descobertas...” (2° parágrafo):
Esse trecho menciona a descoberta de seis novas espécies de camaleão-pigmeu, que é o foco
principal do texto. A descoberta é o tema central em torno do qual todo o restante do texto é
desenvolvido.
D) “... esse ecossistema é muito comparado com o da Ilha de Galápagos, no Equador.” (3°
parágrafo):
Esse trecho fornece uma comparação interessante entre o ecossistema da Tanzânia e o das Ilhas
Galápagos, mas não representa a informação principal do texto.
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14) (P00035721) Nesse texto, no trecho
“... precisava para compartilhar sua
história.” (2º parágrafo), a palavra
destacada foi usada para indicar
A) comparação.
B) finalidade.
C) oposição.
D) tempo.
Reconhecer o sentido das relações lógico-discursivas marcadas por
conjunções, advérbios etc.
Análise:
A palavra "para" pode ter diversos valores semânticos, dependendo do contexto em
que é utilizada. Vamos analisar as opções:
A) Comparação: A palavra "para" não está sendo usada para fazer uma comparação
entre dois elementos.
B) Finalidade: A palavra "para" indica uma finalidade, ou seja, o propósito ou objetivo
de algo. No trecho “... precisava para compartilhar sua história.”, a palavra "para" está
introduzindo o objetivo da ação de "precisar". A pessoa precisava de algo com a
finalidade de compartilhar sua história.
C) Oposição: A palavra "para" não expressa uma relação de oposição entre ideias.
D) Tempo: A palavra "para" também não está sendo usada para indicar tempo.
15) (P00035720) O fato que dá origem a essa
história é Keila
A) abordar a narradora no pet shop.
B) fazer amizades com outros tutores.
C) levar Kyra à clínica veterinária.
D) sair duas vezes por dia com Kyra.
Resposta:
D) percebeu.
Comentário:
No trecho "já reparou que receber carinho...", o verbo "reparou" é usado no sentido
de "percebeu", ou seja, notar ou observar algo. As demais alternativas, como
"consertou", "desculpou" e "pagou", apresentam significados que não se aplicam ao
contexto do texto. Portanto, a alternativa correta é "percebeu".
A)consertou:
O verbo "consertou" refere-se ao ato de corrigir ou reparar algo que estava quebrado ou danificado. No contexto do trecho “... já
reparou que receber carinho...”, esse sentido não se aplica, pois o verbo "reparou" está relacionado à observação ou percepção, e
não a consertar algo. Portanto, essa alternativa está incorreta.
B) desculpou:
O verbo "desculpou" significa perdoar alguém por um erro ou ofensa. No trecho em questão, o verbo "reparou" não tem o sentido
de perdoar, mas sim de perceber ou notar algo. Como o significado de "desculpou" não se ajusta ao contexto do texto, essa
alternativa está incorreta.
C) pagou:
O verbo "pagou" está relacionado ao ato de quitar uma dívida ou entregar um valor em troca de um serviço ou produto. No
entanto, o verbo "reparou" no texto está sendo usado com o significado de perceber ou observar, e não de pagar algo. Por isso,
essa alternativa também está incorreta.
D) percebeu:
O verbo "percebeu" significa notar, observar ou identificar algo. Esse sentido é exatamente o que o verbo "reparou" transmite no
trecho “... já reparou que receber carinho...”, onde se está perguntando ao leitor se ele já notou ou observou que receber carinho
nos pés causa cócegas. Portanto, essa é a alternativa correta.
Resposta: C) as letras entendem que juntas podem transformar o reino.
Comentário:
A história descrita no texto culmina quando as letras compreendem que, ao se unirem,
podem transformar o reino de maneira significativa. O clímax do texto é justamente essa
percepção coletiva, onde uma das letras destaca que, sozinhas, não conseguem fazer
nada, mas juntas têm o poder de mudar a história do reino. As demais alternativas, como
a decisão da rainha de acabar com o silêncio, o pedido para que as letras façam
apresentações, e a agitação quando a notícia do baile se espalha, são eventos
importantes, mas não representam o ponto final ou a principal conclusão da história. Por
isso, a alternativa correta é a C.
Identificar os níveis de linguagem e/ou as marcas linguísticas
que evidenciam locutor e/ou interlocutor.
No texto, a expressão
"Venetoraptor gassenae" é um
exemplo de linguagem científica.
Esse tipo de linguagem é utilizado
para nomear espécies de
organismos de acordo com as
regras da nomenclatura científica,
que segue o padrão binominal, ou
seja, composto por dois nomes em
latim ou em uma forma latinizada.
O primeiro termo (gênero) é
sempre escrito com a inicial
maiúscula, e o segundo (espécie)
é escrito com a inicial minúscula.
DISPONÍVEL: @AJUDACOMASLETRAS (PROF. ALEXANDRE)
Reconhecer o sentido das relações
lógico-discursivas marcadas por
conjunções, advérbios etc.
Advérbio é uma classe de
palavras que modifica o sentido
de verbos, adjetivos ou outros
advérbios, adicionando
informações sobre
circunstâncias como tempo,
lugar, modo, intensidade,
negação, dúvida, afirmação,
entre outras.
Características:
Função:
Especificar como, quando, onde,
em que medida ou em que
circunstâncias a ação do verbo
ocorre.
Exemplos de Advérbios:
Tempo: agora, ontem, hoje, cedo, tarde.
• Exemplo: Ela chegou cedo.
Lugar: aqui, ali, lá, dentro, fora.
• Exemplo: Eles moram aqui.
Modo: bem, mal, devagar, depressa, cuidadosamente.
• Exemplo: Ele fala devagar.
Intensidade: muito, pouco, demais, bastante, mais, menos.
• Exemplo: Eu gosto muito de chocolate.
Negação: não, nunca, jamais.
• Exemplo: Eu nunca vi isso antes.
Afirmação: sim, certamente, claro.
• Exemplo: Sim, eu concordo.
Dúvida: talvez, possivelmente, provavelmente.
• Exemplo: Talvez eu vá ao cinema amanhã.
A alternativa A é a correta porque o texto começa descrevendo a
situação do sabonete quase acabado e a decisão do homem de ir
ao mercado. Esse é o ponto de partida que leva ao desenrolar dos
eventos descritos no texto, incluindo o encontro com o ganso e
toda a sequência cômica que se segue. As outras alternativas
descrevem acontecimentos que ocorrem depois do início da
narrativa, mas não são o começo da história.
Ironia presente: Este trecho é claramente irônico.
Um "adulto maduro" seria esperado a lidar com a
situação sozinho, mas o personagem faz
exatamente o oposto, mostrando sua insegurança ao
ligar para a mãe. A ironia está em sugerir que a ação
de ligar para a mãe é algo típico de um adulto
maduro, quando na verdade é um comportamento
que pode ser visto como infantil
Como identificar a ironia?
1. Contexto Contraditório: O contexto da fala ou do texto pode sugerir que o que está sendo dito não deve ser
levado ao pé da letra. A ironia frequentemente aparece quando o que se espera é o oposto do que está sendo
dito.
1. Exemplo: Uma pessoa chega ensopada debaixo de chuva e alguém comenta: "Que tempo maravilhoso
para um passeio no parque, não é?"
1. Ironia: O comentário sugere que o tempo está bom, mas a realidade (a pessoa ensopada) mostra o
contrário.
2. Tom Sarcástico: O uso de um tom exageradamente positivo ou negativo para algo que não merece tal reação
pode indicar ironia.
1. Exemplo: Alguém faz um trabalho malfeito, e o chefe diz: "Parabéns! Ficou simplesmente perfeito!"
1. Ironia: O chefe na verdade está criticando o trabalho, não elogiando.
3. Incongruência com a Realidade: Quando o que é dito não condiz com a realidade evidente, pode haver ironia.
Muitas vezes, a realidade contraria a literalidade das palavras.
1. Exemplo: Após uma longa espera na fila, alguém comenta: "Adoro esperar, não tenho nada melhor para
fazer!"
1. Ironia: Ninguém realmente gosta de esperar, e o comentário é feito para ressaltar o incômodo da
situação.
Este trecho aborda diretamente o tema principal do texto: como
identificar se um alimento é orgânico, mencionando
especificamente a importância de verificar a presença do selo
"Produto Orgânico Brasil" na embalagem.
A única alternativa que apresenta uma opinião é a B. A ideia de que o
consumo de alimentos orgânicos "pode trazer benefícios para a saúde"
não é uma afirmação categórica e universalmente aceita, mas sim uma
perspectiva que depende de crenças e interpretações, caracterizando-se
assim como uma opinião. As demais alternativas trazem informações
objetivas, sem juízo de valor, o que as diferencia da alternativa B.
No último parágrafo, a palavra
“interessante” é utilizada pelo autor da
resenha para expressar sua opinião
pessoal sobre o ritmo da narrativa do
livro "A Ilha do Tesouro". O autor julga o
ritmo da história como algo que prende
a atenção do leitor, o que caracteriza
uma avaliação subjetiva. As outras
opções não correspondem ao contexto
em que a palavra foi utilizada, uma vez
que não descrevem a função da
palavra dentro da avaliação do ritmo
narrativo do livro.
CORREÇÃO  DO  AVALIE  CEARA  2024  .pptx

CORREÇÃO DO AVALIE CEARA 2024 .pptx

  • 1.
    Paulo Henrique Araújo Soares Formadordo eixo de LP anos finais.
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    Identificar semelhanças e/oudiferenças de ideias e opiniões na comparação entre textos.  Leitura Atenta: Leia cuidadosamente cada texto para entender completamente o que está sendo comunicado. Destaque ou anote os pontos principais e as ideias-chave de cada texto.  Análise de Conteúdo: Compare o conteúdo de cada texto para identificar áreas de sobreposição e divergência. Observe as principais ideias, argumentos, exemplos e evidências apresentadas em cada texto.  Destaque de Palavras-chave: Identifique palavras-chave e frases que expressem ideias semelhantes ou opostas nos textos. Isso pode ajudar a destacar padrões e contrastes importantes.  Resumo Comparativo: Escreva um resumo que compare os principais pontos de cada texto, destacando tanto as semelhanças quanto as diferenças. Isso ajudará a consolidar sua compreensão e a destacar os pontos-chave para análise posterior. (painel da comparação de textos)
  • 8.
    Os dois textosdiscutem as características que diferenciam os carros voadores de outros tipos de veículos, como aviões e helicópteros, principalmente em termos de tecnologia, operação, e impacto ambiental. Ambos contribuem para esclarecer como os carros voadores se inserem no contexto da mobilidade aérea urbana, destacando suas peculiaridades.
  • 9.
    B) citarem quediversas empresas estão fabricando carros voadores. O primeiro texto menciona que várias empresas estão envolvidas na fabricação e venda de protótipos de carros voadores. O segundo texto não fala especificamente sobre empresas, mas sobre o conceito e a tecnologia envolvida. C) indicarem a opinião de um professor de engenharia sobre carros voadores. Apenas o segundo texto cita a opinião de um professor de engenharia, então essa alternativa não se aplica a ambos os textos. D) mencionarem o significado em inglês do nome. Somente o segundo texto explica o significado do acrônimo eVTOL, então essa alternativa também não se aplica a ambos os textos.
  • 10.
    A palavra "possivelmente"é utilizada para indicar incerteza ou uma hipótese, o que torna a alternativa C a correta. Ela expressa uma possibilidade de que algo pode acontecer ou não, sem certeza absoluta. No contexto, o autor está especulando sobre a futura utilização de aviões elétricos, sem afirmar categoricamente que eles serão ou não usados.
  • 11.
    Vamos analisar asalternativas: A) Apontar a autorização para pilotar avião elétrico. Essa alternativa está incorreta. A palavra "possivelmente" não se refere à autorização para pilotar o avião elétrico, mas sim a uma possibilidade ou incerteza sobre o uso do avião. B) Apresentar dúvida sobre a fabricação do avião elétrico. Essa alternativa também está incorreta. "Possivelmente" não está discutindo a fabricação do avião, mas sim o seu uso futuro. C) Expressar hipótese sobre a utilização do avião elétrico. Essa é a alternativa correta. A palavra "possivelmente" é usada para expressar uma hipótese ou incerteza sobre o futuro uso do avião elétrico, indicando que ainda não é certo se ele será utilizado. D) Sugerir a previsão de sucesso do avião elétrico. Essa alternativa está incorreta. "Possivelmente" não sugere uma previsão de sucesso, mas sim uma possibilidade incerta sobre o uso do avião.
  • 12.
    O trecho “engarrafamentosaéreos não devem se concretizar” utiliza uma linguagem formal, típica de textos que buscam manter um tom neutro e impessoal, evitando gírias, coloquialismos ou expressões regionais. Esse tipo de linguagem é comum em textos informativos, acadêmicos e científicos, onde se deseja transmitir informações de forma clara e precisa. Por isso, a alternativa correta é a letra B.
  • 13.
    1. Linguagem Científica Definição: É utilizada em textos acadêmicos e científicos, caracterizada por ser objetiva, precisa e impessoal. Utiliza termos técnicos específicos da área de conhecimento e segue normas rigorosas de escrita.  Exemplo: “A fotossíntese é o processo pelo qual as plantas convertem energia luminosa em energia química, armazenada sob a forma de glicose.” 2. Linguagem Formal  Definição: É usada em situações que exigem um grau maior de seriedade e respeito. É impessoal, evita gírias, expressões populares e segue as normas gramaticais de forma rigorosa.  Exemplo: “Venho por meio deste informar que a reunião será adiada para a próxima segunda-feira, devido a imprevistos.”
  • 14.
    3. Linguagem Informal Definição: É utilizada em situações cotidianas e em conversas entre amigos ou familiares. É mais descontraída, podendo incluir gírias, expressões coloquiais e até erros gramaticais que são aceitos no contexto da conversa.  Exemplo: “Cara, você não vai acreditar! A reunião foi adiada de novo!” 4. Linguagem Regional  Definição: Refere-se ao uso de expressões, palavras ou construções gramaticais típicas de uma determinada região. Inclui sotaques, dialetos e gírias regionais que podem não ser compreendidos por pessoas de outras áreas.  Exemplo: “Oxente, menino! Já tá na hora do almoço e tu ainda nem comeu!” (expressão comum no Nordeste do Brasil).
  • 15.
    No trecho “...para que cheguem a operações...”, os termos “para que” indicam uma relação de finalidade, ou seja, algo está sendo feito com o objetivo de alcançar uma operação. Esse uso de "para que" é comum em construções que expressam um propósito. Alternativa correta: C) Finalidade.
  • 16.
    Vamos revisar? A) Adição:Relação de adição ocorre quando se acrescenta uma informação ou ideia. Conjunções que indicam adição incluem "e", “mas também", "além disso". No trecho dado, não há nenhuma adição de informações, então essa alternativa está incorreta. B) Conclusão: Relação de conclusão ocorre quando uma ideia é concluída ou finalizada com base em uma informação anterior. Conjunções conclusivas incluem "portanto", "logo", "assim". No trecho dado, "para que" não está concluindo uma ideia, então essa alternativa também está incorreta. C) Finalidade: Relação de finalidade é quando algo é feito com um objetivo ou propósito específico em mente. Conjunções que indicam finalidade incluem "para", "a fim de", "com o propósito de". No trecho "para que cheguem a operações", a expressão "para que" claramente indica o objetivo ou a finalidade de uma ação, ou seja, que algo está sendo feito com a finalidade de que cheguem a operações. D) Proporção: Relação de proporção ocorre quando se compara duas coisas em termos de quantidade, tamanho ou grau, ou quando uma ação depende de outra. Conjunções que indicam proporção incluem "à medida que", "quanto mais". O trecho não está fazendo uma comparação ou estabelecendo uma relação proporcional, então essa alternativa está incorreta.
  • 17.
    Inferir informação emtexto verbal.  Antecipação: Antes de começar a ler o texto, peça aos alunos que façam previsões sobre o que eles acham que acontecerá com base no título, subtítulo, imagens ou qualquer outra informação inicial disponível.  Questionamento: Durante a leitura, encoraje os alunos a fazerem perguntas sobre o que estão lendo. Perguntas como "Por que isso aconteceu?" ou "O que poderia acontecer em seguida?" os incentivam a pensar criticamente e inferir informações implícitas.  Conexões pessoais: Peça aos alunos que façam conexões entre o texto e suas próprias experiências, conhecimentos prévios ou outros textos que já tenham lido. Isso pode ajudá-los a inferir significados subjacentes e a desenvolver uma compreensão mais profunda.  Análise de pistas contextuais: Enfatize a importância de identificar pistas contextuais no texto, como palavras-chave, expressões, comparações ou contrastes, que possam ajudar na inferência de significados ou desenvolvimento de ideias.  Releitura seletiva: Encoraje os alunos a relerem partes do texto que possam ser ambíguas ou confusas, com o objetivo de identificar detalhes que possam ter passado despercebidos na primeira leitura e que possam ajudar na inferência de significados.
  • 19.
    O texto mostrao cuidado e o carinho da narradora ao preparar uma surpresa para seu amigo Paulinho, o que demonstra a amizade próxima entre eles. Ela fez um bolo que ele amava e escreveu uma carta expressando sentimentos que geralmente não são ditos, tornando essa uma surpresa carinhosa e significativa.
  • 20.
    A) Ajudou aprofessora durante a aula de redação. Não há nenhuma informação no texto que indique que a narradora ajudou a professora durante a aula de redação. A menção à redação refere-se ao fato de que a narradora ajudava Paulinho com as redações. B) Aprendeu a receita de bolo de cenoura com sua mãe. O texto menciona que a mãe da narradora fez o bolo de cenoura, mas não há nenhuma informação que indique que a narradora aprendeu a receita com sua mãe. C) Comprou um papel especial para fazer dobraduras. O texto menciona que a narradora dobrou uma carta "bem dobradinha" e colocou no meio do papel que embrulhava o bolo, mas não há menção de que ela tenha comprado um papel especial para isso. O foco está mais na carta e no bolo do que no papel em si.
  • 21.
     Análise deTexto: Pratique a leitura crítica de textos, identificando como as palavras, frases e expressões são utilizadas para transmitir mensagens específicas ou provocar determinadas emoções.  Vocabulário Expandido: Quanto mais variado for o seu vocabulário, mais capacidade terá de reconhecer nuances e sutilezas de sentido nas escolhas linguísticas. Busque sempre aprender novas palavras e entender seus contextos de uso.  Comparação e Contraste: Compare diferentes formas de expressão para entender como escolhas específicas impactam o sentido do texto. Por exemplo, compare sinônimos e analise suas sutis diferenças de significado.  Contextualização: Considere o contexto em que as palavras são usadas. O significado pode variar dependendo do contexto cultural, histórico, social ou mesmo do gênero textual.
  • 22.
    06) (P070935I7) Nessetexto, no trecho “... uns buraquinhos nos ossos da cabeça...” (3º parágrafo), a palavra destacada está no diminutivo para A)indicar carinho. B)marcar deboche. C)mostrar quantidade. D)revelar tamanho. Resposta correta: D) Revelar tamanho Comentário: A questão trabalha com a habilidade de interpretar o uso do diminutivo no contexto do texto. Nesse caso, o sufixo “-inho” foi utilizado para descrever algo pequeno, sendo o efeito de sentido do diminutivo relacionado ao tamanho dos buracos mencionados no texto. Portanto, a escolha da palavra no diminutivo "buraquinhos" serve para enfatizar que os buracos nos ossos da cabeça são pequenos.
  • 23.
    Vamos analisar? A) Indicarcarinho: O diminutivo pode ser utilizado em alguns contextos para expressar afeto ou carinho. No entanto, no caso de "buraquinhos nos ossos da cabeça", não parece haver intenção de transmitir carinho. Então, essa alternativa provavelmente está incorreta. B) Marcar deboche: O diminutivo também pode ser usado para expressar ironia ou deboche. Mas, novamente, no contexto de "buraquinhos nos ossos da cabeça", não há evidências claras de que o autor esteja utilizando deboche. Portanto, essa opção também parece inadequada. C) Mostrar quantidade: O diminutivo "buraquinhos" não está relacionado a quantidade. Esta alternativa é incorreta. D) Revelar tamanho: O diminutivo é frequentemente usado para indicar que algo é pequeno. No caso de "buraquinhos", a intenção é claramente descrever o tamanho dos buracos nos ossos da cabeça como pequenos. Essa alternativa faz sentido dentro do contexto da frase.
  • 24.
    07) (P070927I7) Nessetexto, no trecho “... pequenos bagres que os cientistas chamam...” (3º parágrafo), a palavra destacada significa A)convocar. B) nomear. C) telefonar. D) tocar. OBSERVE A PALAVRA DESTACADA NO COMANDO. LEIA AS PALAVRAS DAS ALTERNATI- VAS. SUBSTITUA CADA PALAVRA DA ALTERNATIVA PELA DESTACADA NO COMANDO. QUAL MANTÉM O SENTIDO ORIGINAL? Comentário: A questão avalia a capacidade do aluno de interpretar o significado de uma palavra com base no contexto em que é utilizada. A palavra "chamam" no trecho está relacionada ao ato de nomear ou designar, indicando o nome que os cientistas dão aos pequenos bagres mencionados. É importante observar o contexto para entender o significado preciso da palavra em uso. DISPONÍVEL: @AJUDACOMASLETRAS (PROF. ALEXANDRE)
  • 25.
    Paulo Henrique Formador doeixo de LP - 8º e 9º anos Vamos analisar? A) Convocar: "Chamar" pode significar convocar alguém, ou seja, pedir que alguém venha ou compareça a algum lugar. No entanto, neste contexto, não parece ser o caso, pois a frase está se referindo a como os cientistas se referem aos "pequenos bagres". B) Nomear: Nesse contexto, "chamam" está relacionado à forma como os cientistas nomeiam ou designam os pequenos bagres. Eles estão atribuindo um nome específico aos bagres. Essa opção parece adequada. C) Telefonar: "Chamar" também pode significar fazer uma ligação telefônica. No entanto, essa interpretação não faz sentido no contexto da frase, que está discutindo a nomenclatura usada pelos cientistas. D) Tocar: "Chamar" no sentido de tocar, como em tocar uma campainha ou chamar alguém com um som, também não se aplica ao contexto.
  • 26.
    interpretar texto comauxílio de material gráfico diverso...  Antecipação: Antes de começar a ler o texto, peça aos alunos que façam previsões sobre o que eles acham que acontecerá com base no título, subtítulo, imagens ou qualquer outra informação inicial disponível.  Questionamento: Durante a leitura, encoraje os alunos a fazerem perguntas sobre o que estão lendo. Perguntas como "Por que isso aconteceu?" ou "O que poderia acontecer em seguida?" os incentivam a pensar criticamente e inferir informações implícitas.  Conexões pessoais: Peça aos alunos que façam conexões entre o texto e suas próprias experiências, conhecimentos prévios ou outros textos que já tenham lido. Isso pode ajudá-los a inferir significados subjacentes e a desenvolver uma compreensão mais profunda.
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  • 29.
    Paulo Henrique Formador doeixo de LP - 8º e 9º anos O poema utiliza uma linguagem poética e metafórica para descrever o sonho de Olga, onde ela viaja pelo céu montada em uma estrela chamada Alfa. A repetição das imagens de cavalgada e a menção da estrela reforçam a ideia de que o sonho de Olga envolve uma jornada pelo céu, o que é capturado corretamente na alternativa C. O uso da espuma escrevendo "com letras de alga" sugere a natureza onírica e efêmera do sonho, mas o cerne do texto está na viagem celeste de Olga.
  • 30.
    Paulo Henrique Formador doeixo de LP - 8º e 9º anos A) Olga gosta de brincar com a espuma do mar. Embora o poema mencione a espuma, ela não é descrita como algo com que Olga brinca. A espuma é uma metáfora poética e serve para descrever a forma como o sonho de Olga é "escrito" ou registrado, mas não indica uma brincadeira. B) Olga gosta de dar nome para as estrelas. No poema, a estrela de Olga é chamada de Alfa, mas não há nenhuma indicação de que Olga está nomeando estrelas. O nome "Alfa" parece ser mais uma construção poética do que uma ação da própria Olga. D) Olga tem vontade de andar a cavalo. Embora o poema utilize a metáfora de cavalgada, referindo-se a Olga cavalgando uma estrela, isso não implica necessariamente que Olga tenha vontade de andar a cavalo na vida real. A imagem do cavalo é usada de forma figurada para descrever sua viagem pelo céu em seu sonho.
  • 31.
    Paulo Henrique Formador doeixo de LP - 8º e 9º anos No verso "A espuma escreve com algas na água", a espuma é personificada, pois é descrita como se tivesse a capacidade de escrever, uma ação tipicamente humana. Essa figura de linguagem contribui para o tom poético e onírico do texto, intensificando a atmosfera de fantasia que permeia o poema.
  • 32.
    Paulo Henrique Formador doeixo de LP - 8º e 9º anos A) “A estrela de Olga chama-se Alfa.” (5ª estrofe) Aqui, a estrela é simplesmente nomeada como "Alfa". Não há atribuição de uma característica humana, apenas a atribuição de um nome a uma estrela. B) “Alfa é o cavalo de estrela de Olga.” (5ª estrofe) Esse verso usa uma metáfora, comparando a estrela Alfa a um cavalo, mas não atribui características humanas à estrela. C) “Quando amanhece, Olga desperta.” (6ª estrofe) Este verso descreve uma ação humana (despertar) atribuída a Olga, que é uma pessoa, e não um ser inanimado.
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  • 36.
    O trecho queexpressa uma opinião é o da alternativa D) “... aquele réptil cantor tão surpreendente e cativante.”. As palavras "surpreendente" e "cativante" indicam um ponto de vista subjetivo do autor. Resposta correta: D) “... aquele réptil cantor tão surpreendente e cativante.” Comentário: Essa questão avalia a habilidade do aluno de diferenciar entre informações objetivas (fatos) e subjetivas (opiniões). Identificar opiniões é importante porque elas representam julgamentos pessoais ou percepções que podem variar de pessoa para pessoa. No trecho da alternativa D, a escolha dos adjetivos "surpreendente" e "cativante" revela uma opinião sobre o personagem, enquanto os outros trechos apenas apresentam fatos sobre o filme ou o personagem. DISPONÍVEL: https://images.app.goo.gl/PTbDfyr1oVPkKd6JA
  • 37.
    Paulo Henrique Formador doeixo de LP - 8º e 9º anos Análise das Alternativas: A) “Lilo canta. Lilo fala, caminha em duas patas, gosta de comer caviar.”: Esse trecho apresenta uma descrição das características de Lilo, que são fatos sobre o personagem. Não há julgamento ou subjetividade. Portanto, essa alternativa não expressa uma opinião. B) “Lilo é o protagonista do filme ‘Lilo, Lilo, Crocodilo’...”: Este trecho afirma um fato: que Lilo é o protagonista do filme mencionado. Não se trata de uma opinião, mas sim de uma informação objetiva. C) “... há também uma versão do filme com as vozes em português...”: Este trecho também apresenta um fato sobre a existência de uma versão do filme dublada em português. Não é uma opinião. D) “... aquele réptil cantor tão surpreendente e cativante.”: Esse trecho usa as palavras "surpreendente" e "cativante" para descrever o réptil cantor, que são adjetivos carregados de subjetividade. Descrever algo como "surpreendente" e "cativante" reflete uma avaliação pessoal ou julgamento do autor, o que caracteriza uma opinião.
  • 38.
    Paulo Henrique Formador doeixo de LP - 8º e 9º anos Diferenciar a informação principal das secundárias em um texto.  Identificação de tópicos e detalhes: Comece explicando a diferença entre o tópico principal de um texto e os detalhes que o apoiam. O tópico principal é a ideia central ou tema principal, enquanto os detalhes são informações específicas que dão suporte a essa ideia.  Destaque de palavras-chave: Ensine os alunos a identificarem palavras-chave que indicam a informação principal em um texto, como títulos, subtítulos, palavras de transição (por exemplo, "em resumo", "o ponto principal é", "em conclusão", etc.) e palavras repetidas.  Estrutura do texto: Explore com os alunos a estrutura do texto, incluindo a organização de parágrafos e seções. Ajude-os a perceber que muitas vezes a informação principal é encontrada no início (introdução) ou no final (conclusão) de um texto, enquanto as informações secundárias são desenvolvidas nos parágrafos intermediários.  Esquemas e mapas conceituais: Ensine os alunos a criarem esquemas ou mapas conceituais para visualizar a hierarquia das informações em um texto. Isso pode ajudá-los a identificar a informação principal e as informações secundárias de forma mais clara e organizada.  Questionamento: Faça perguntas aos alunos durante a leitura para ajudá-los a discernir o que é mais importante no texto. Perguntas como "Qual é o ponto principal deste parágrafo?" ou "Por que o autor incluiu essa informação?" podem estimular a reflexão sobre a estrutura e o propósito do texto.
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  • 40.
    Paulo Henrique Formador doeixo de LP - 8º e 9º anos 13) (P092314H6) A informação principal desse texto está no trecho: A) “... esses minúsculos animais são encontrados é na Tanzânia.”. (1° parágrafo) B) “... vive entre galhos de árvores nas florestas tropicais da costa leste...”. (1° parágrafo) C) “... seis novas espécies desses pequenos seres foram descobertas...”. (2° parágrafo) D) “... esse ecossistema é muito comparado com o da Ilha de Galápagos, no Equador.”. (3° parágrafo) Resolução: A informação principal do texto está no trecho que menciona a descoberta das seis novas espécies de camaleão-pigmeu. Isso é o que motiva a redação do texto e é a informação nova e mais importante apresentada. Resposta correta: C) “... seis novas espécies desses pequenos seres foram descobertas...” (2° parágrafo) DISPONÍVEL: https://images.app.goo.gl/q6K2ZSLuNNvrPB8D6
  • 41.
    Paulo Henrique Formador doeixo de LP - 8º e 9º anos Análise das Alternativas: A) “... esses minúsculos animais são encontrados é na Tanzânia.” (1° parágrafo): Esse trecho fornece uma informação importante sobre o local onde esses camaleões são encontrados, mas não é a informação principal do texto. B) “... vive entre galhos de árvores nas florestas tropicais da costa leste...” (1° parágrafo): Esse trecho descreve o habitat desses camaleões, que também é uma informação relevante, mas não o ponto central do texto. C) “... seis novas espécies desses pequenos seres foram descobertas...” (2° parágrafo): Esse trecho menciona a descoberta de seis novas espécies de camaleão-pigmeu, que é o foco principal do texto. A descoberta é o tema central em torno do qual todo o restante do texto é desenvolvido. D) “... esse ecossistema é muito comparado com o da Ilha de Galápagos, no Equador.” (3° parágrafo): Esse trecho fornece uma comparação interessante entre o ecossistema da Tanzânia e o das Ilhas Galápagos, mas não representa a informação principal do texto.
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  • 43.
    14) (P00035721) Nessetexto, no trecho “... precisava para compartilhar sua história.” (2º parágrafo), a palavra destacada foi usada para indicar A) comparação. B) finalidade. C) oposição. D) tempo. Reconhecer o sentido das relações lógico-discursivas marcadas por conjunções, advérbios etc.
  • 44.
    Análise: A palavra "para"pode ter diversos valores semânticos, dependendo do contexto em que é utilizada. Vamos analisar as opções: A) Comparação: A palavra "para" não está sendo usada para fazer uma comparação entre dois elementos. B) Finalidade: A palavra "para" indica uma finalidade, ou seja, o propósito ou objetivo de algo. No trecho “... precisava para compartilhar sua história.”, a palavra "para" está introduzindo o objetivo da ação de "precisar". A pessoa precisava de algo com a finalidade de compartilhar sua história. C) Oposição: A palavra "para" não expressa uma relação de oposição entre ideias. D) Tempo: A palavra "para" também não está sendo usada para indicar tempo.
  • 45.
    15) (P00035720) Ofato que dá origem a essa história é Keila A) abordar a narradora no pet shop. B) fazer amizades com outros tutores. C) levar Kyra à clínica veterinária. D) sair duas vezes por dia com Kyra.
  • 46.
    Resposta: D) percebeu. Comentário: No trecho"já reparou que receber carinho...", o verbo "reparou" é usado no sentido de "percebeu", ou seja, notar ou observar algo. As demais alternativas, como "consertou", "desculpou" e "pagou", apresentam significados que não se aplicam ao contexto do texto. Portanto, a alternativa correta é "percebeu".
  • 47.
    A)consertou: O verbo "consertou"refere-se ao ato de corrigir ou reparar algo que estava quebrado ou danificado. No contexto do trecho “... já reparou que receber carinho...”, esse sentido não se aplica, pois o verbo "reparou" está relacionado à observação ou percepção, e não a consertar algo. Portanto, essa alternativa está incorreta. B) desculpou: O verbo "desculpou" significa perdoar alguém por um erro ou ofensa. No trecho em questão, o verbo "reparou" não tem o sentido de perdoar, mas sim de perceber ou notar algo. Como o significado de "desculpou" não se ajusta ao contexto do texto, essa alternativa está incorreta. C) pagou: O verbo "pagou" está relacionado ao ato de quitar uma dívida ou entregar um valor em troca de um serviço ou produto. No entanto, o verbo "reparou" no texto está sendo usado com o significado de perceber ou observar, e não de pagar algo. Por isso, essa alternativa também está incorreta. D) percebeu: O verbo "percebeu" significa notar, observar ou identificar algo. Esse sentido é exatamente o que o verbo "reparou" transmite no trecho “... já reparou que receber carinho...”, onde se está perguntando ao leitor se ele já notou ou observou que receber carinho nos pés causa cócegas. Portanto, essa é a alternativa correta.
  • 49.
    Resposta: C) asletras entendem que juntas podem transformar o reino. Comentário: A história descrita no texto culmina quando as letras compreendem que, ao se unirem, podem transformar o reino de maneira significativa. O clímax do texto é justamente essa percepção coletiva, onde uma das letras destaca que, sozinhas, não conseguem fazer nada, mas juntas têm o poder de mudar a história do reino. As demais alternativas, como a decisão da rainha de acabar com o silêncio, o pedido para que as letras façam apresentações, e a agitação quando a notícia do baile se espalha, são eventos importantes, mas não representam o ponto final ou a principal conclusão da história. Por isso, a alternativa correta é a C.
  • 50.
    Identificar os níveisde linguagem e/ou as marcas linguísticas que evidenciam locutor e/ou interlocutor. No texto, a expressão "Venetoraptor gassenae" é um exemplo de linguagem científica. Esse tipo de linguagem é utilizado para nomear espécies de organismos de acordo com as regras da nomenclatura científica, que segue o padrão binominal, ou seja, composto por dois nomes em latim ou em uma forma latinizada. O primeiro termo (gênero) é sempre escrito com a inicial maiúscula, e o segundo (espécie) é escrito com a inicial minúscula.
  • 51.
  • 53.
    Reconhecer o sentidodas relações lógico-discursivas marcadas por conjunções, advérbios etc. Advérbio é uma classe de palavras que modifica o sentido de verbos, adjetivos ou outros advérbios, adicionando informações sobre circunstâncias como tempo, lugar, modo, intensidade, negação, dúvida, afirmação, entre outras. Características: Função: Especificar como, quando, onde, em que medida ou em que circunstâncias a ação do verbo ocorre.
  • 54.
    Exemplos de Advérbios: Tempo:agora, ontem, hoje, cedo, tarde. • Exemplo: Ela chegou cedo. Lugar: aqui, ali, lá, dentro, fora. • Exemplo: Eles moram aqui. Modo: bem, mal, devagar, depressa, cuidadosamente. • Exemplo: Ele fala devagar. Intensidade: muito, pouco, demais, bastante, mais, menos. • Exemplo: Eu gosto muito de chocolate. Negação: não, nunca, jamais. • Exemplo: Eu nunca vi isso antes. Afirmação: sim, certamente, claro. • Exemplo: Sim, eu concordo. Dúvida: talvez, possivelmente, provavelmente. • Exemplo: Talvez eu vá ao cinema amanhã.
  • 56.
    A alternativa Aé a correta porque o texto começa descrevendo a situação do sabonete quase acabado e a decisão do homem de ir ao mercado. Esse é o ponto de partida que leva ao desenrolar dos eventos descritos no texto, incluindo o encontro com o ganso e toda a sequência cômica que se segue. As outras alternativas descrevem acontecimentos que ocorrem depois do início da narrativa, mas não são o começo da história.
  • 57.
    Ironia presente: Estetrecho é claramente irônico. Um "adulto maduro" seria esperado a lidar com a situação sozinho, mas o personagem faz exatamente o oposto, mostrando sua insegurança ao ligar para a mãe. A ironia está em sugerir que a ação de ligar para a mãe é algo típico de um adulto maduro, quando na verdade é um comportamento que pode ser visto como infantil
  • 58.
    Como identificar aironia? 1. Contexto Contraditório: O contexto da fala ou do texto pode sugerir que o que está sendo dito não deve ser levado ao pé da letra. A ironia frequentemente aparece quando o que se espera é o oposto do que está sendo dito. 1. Exemplo: Uma pessoa chega ensopada debaixo de chuva e alguém comenta: "Que tempo maravilhoso para um passeio no parque, não é?" 1. Ironia: O comentário sugere que o tempo está bom, mas a realidade (a pessoa ensopada) mostra o contrário. 2. Tom Sarcástico: O uso de um tom exageradamente positivo ou negativo para algo que não merece tal reação pode indicar ironia. 1. Exemplo: Alguém faz um trabalho malfeito, e o chefe diz: "Parabéns! Ficou simplesmente perfeito!" 1. Ironia: O chefe na verdade está criticando o trabalho, não elogiando. 3. Incongruência com a Realidade: Quando o que é dito não condiz com a realidade evidente, pode haver ironia. Muitas vezes, a realidade contraria a literalidade das palavras. 1. Exemplo: Após uma longa espera na fila, alguém comenta: "Adoro esperar, não tenho nada melhor para fazer!" 1. Ironia: Ninguém realmente gosta de esperar, e o comentário é feito para ressaltar o incômodo da situação.
  • 61.
    Este trecho abordadiretamente o tema principal do texto: como identificar se um alimento é orgânico, mencionando especificamente a importância de verificar a presença do selo "Produto Orgânico Brasil" na embalagem.
  • 62.
    A única alternativaque apresenta uma opinião é a B. A ideia de que o consumo de alimentos orgânicos "pode trazer benefícios para a saúde" não é uma afirmação categórica e universalmente aceita, mas sim uma perspectiva que depende de crenças e interpretações, caracterizando-se assim como uma opinião. As demais alternativas trazem informações objetivas, sem juízo de valor, o que as diferencia da alternativa B.
  • 63.
    No último parágrafo,a palavra “interessante” é utilizada pelo autor da resenha para expressar sua opinião pessoal sobre o ritmo da narrativa do livro "A Ilha do Tesouro". O autor julga o ritmo da história como algo que prende a atenção do leitor, o que caracteriza uma avaliação subjetiva. As outras opções não correspondem ao contexto em que a palavra foi utilizada, uma vez que não descrevem a função da palavra dentro da avaliação do ritmo narrativo do livro.

Notas do Editor

  • #5 ANDRADE, F. R. da Silva. PROPOSTA METODOLÓGICA PARA O ENSINO DIALÓGICO DE LEITURA SOB O AMPARO INDISCIPLINAR E DECOLONIAL DA LINGUÍSTICA APLICADA.
  • #8 ANDRADE, F. R. da Silva. PROPOSTA METODOLÓGICA PARA O ENSINO DIALÓGICO DE LEITURA SOB O AMPARO INDISCIPLINAR E DECOLONIAL DA LINGUÍSTICA APLICADA.
  • #9 ANDRADE, F. R. da Silva. PROPOSTA METODOLÓGICA PARA O ENSINO DIALÓGICO DE LEITURA SOB O AMPARO INDISCIPLINAR E DECOLONIAL DA LINGUÍSTICA APLICADA.
  • #17 Eu acrescentaria aqui também práticas orais também.
  • #19 Ainda que haja uma imposição do letramento dominante (ideologia oficial), os receptores o adapta e o corrige. O sujeito age ativamente. Aprender a jogar futebol. Futebol feminino.
  • #20 Ainda que haja uma imposição do letramento dominante (ideologia oficial), os receptores o adapta e o corrige. O sujeito age ativamente. Aprender a jogar futebol. Futebol feminino.
  • #21 Ainda que haja uma imposição do letramento dominante (ideologia oficial), os receptores o adapta e o corrige. O sujeito age ativamente. Aprender a jogar futebol. Futebol feminino.
  • #36 Mostrar a habilidade do PAP.