O autor apresenta o Sermão do Monte como um manifesto de Jesus que descreve o que ele desejava que seus seguidores fossem e fizessem. Ele argumenta que a expressão "contracultura cristã" resume melhor a intenção de Jesus e o desafio para o mundo moderno. O documento discute como as gerações posteriores à Segunda Guerra Mundial expressaram desilusão com o mundo através de protestos e estilos de vida alternativos, buscando uma "realidade" maior.