O texto apresenta argumentos para defender a confiabilidade da Bíblia como um livro inspirado por Deus, citando sua autoria por diferentes autores ao longo de 1600 anos, o cumprimento de profecias e a confirmação arqueológica de detalhes históricos narrados. Também menciona registros de Jesus em fontes não-bíblicas como Tácito, Josefo e Plínio o Jovem.