MÓDULO 7
COMUNICAÇÕES
Aprendizagem com prova presencial com agendamento prévio.
(22) 2770-6725 | 9 9908-7749
SINAIS VISUAIS DE COMUNICAÇÃO ENTRE PILOTO E O ALPH
MCIA – NORMAM 27
COMUNICAÇÕES
O ALPH auxilia o piloto durante as operações de pouso e
decolagem nos helideques em unidades marítimas por meio
de sinalização visual. É importante que o ALPH fique em
uma posição aproximadamente 45º em relação a frente do
helicóptero, distante do rotor principal e dentro do campo
visual do piloto. Para uma boa comunicação visual, é
necessário que os sinais sejam feitos nítida e pausadamente.
Nota: Esse tipo de sinalização manual foi padronizada em
outubro de 1995 pela AAC (Autoridade de Aviação Civil) e
reconhecida pelo comando da Aeronáutica através do ICA
100-12.
SINAIS VISUAIS DE COMUNICAÇÃO ENTRE PILOTO E O ALPH
a) Principais Sinais Utilizados pela EMCIA
• Helideque pronto para pouso / decolagem
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COMUNICAÇÕES
• Cortar Turbina (Parar motores)
SINAIS VISUAIS DE COMUNICAÇÃO ENTRE PILOTO E O ALPH
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COMUNICAÇÕES
• Mantenha posição - não decolar (Sinal de Emergência)
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COMUNICAÇÕES
SINAIS VISUAIS DE COMUNICAÇÃO ENTRE PILOTO E O ALPH
• Arremeter (Sinal de Emergência)
SINAIS VISUAIS DE COMUNICAÇÃO ENTRE PILOTO E O ALPH
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• Fogo na aeronave/motor (sem ação da equipe)
SINAIS VISUAIS DE COMUNICAÇÃO ENTRE PILOTO E O ALPH
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• Vôo pairado (Parar)
SINAIS VISUAIS DE COMUNICAÇÃO ENTRE PILOTO E O ALPH
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• Pousar
SINAIS VISUAIS DE COMUNICAÇÃO ENTRE PILOTO E O ALPH
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COMUNICAÇÕES
• Fogo em uma das turbinas
SINAIS VISUAIS DE COMUNICAÇÃO ENTRE PILOTO E O ALPH
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COMUNICAÇÕES
• Subir
SINAIS VISUAIS DE COMUNICAÇÃO ENTRE PILOTO E O ALPH
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COMUNICAÇÕES
• Descer
SINAIS VISUAIS DE COMUNICAÇÃO ENTRE PILOTO E O ALPH
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COMUNICAÇÕES
• Boa Aproximação
SINAIS VISUAIS DE COMUNICAÇÃO ENTRE PILOTO E O ALPH
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• Lançamento da Aeronave
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• Baixar trem de pouso
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• Colocar/Retirar Calços
SINAIS VISUAIS DE COMUNICAÇÃO ENTRE PILOTO E O ALPH
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• Recuo da aeronave
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COMUNICAÇÕES
COMUNICAÇÃO RÁDIO ENTRE O HELICÓPTERO E A
PLATAFORMA
Todas as comunicações realizadas entre helideque e aeronave
devem ser efetuadas no idioma português.
A sala de rádio deve ser homologada como EPTA categoria “M”,
em conformidade com a Norma ICA em vigor, e o radioperador
deve ter formação específica.
As comunicações compreendem a troca de informações
necessárias à aproximação da aeronave e sua preparação para
o pouso, ou seja, a realização do contato inicial com o helideque
por parte da aeronave e o recebimento de informações sobre as
condições na AAFD. Estas informações incluem:
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COMUNICAÇÕES
COMUNICAÇÃO RÁDIO ENTRE O HELICÓPTERO E A
PLATAFORMA
• Rumo da embarcação (quando aplicável), informado em
graus em relação ao Norte magnético;
• Direção e intensidade do vento sobre o helideque,
informado em graus em relação ao Norte magnético;
• Temperatura ambiente sobre o helideque;
• Balanço (roll), caturro (pitch) e arfagem (heave),
velocidade de arfagem (heave rate) e inclinação
(inclination) do helideque;
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COMUNICAÇÕES
COMUNICAÇÃO RÁDIO ENTRE O HELICÓPTERO E A
PLATAFORMA
• Condição do mar na escala Beaufort, incluindo a
temperatura da água;
• Prontificação do helideque;
• Situação do tempo;
• Tráfego de aeronaves nas proximidades.
O ALPH deverá comunicar-se diretamente com a aeronave
para alertar os pilotos sobre situações de risco.
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COMUNICAÇÕES
COMUNICAÇÃO RÁDIO ENTRE O HELICÓPTERO E A
PLATAFORMA
As comunicações na frequência aeronáutica devem limitar-se
a assuntos de interesse da aeronave e não devem ser
trafegados assuntos administrativos. Outros assuntos, como
quantidade de passageiros a embarcar e desembarcar, carga
a ser transportada, etc, devem ser trafegados entre ALPH e
plataforma por outro canal.
Nota: Nas plataformas desabitadas não há necessidade de
existir uma EPTA categoria “M” homologada, no entanto,
deve haver pelo menos um rádio transceptor VHF
aeronáutico portátil ou marítimo portátil, que opere na
frequência das aeronaves.
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COMUNICAÇÕES
COMUNICAÇÃO RÁDIO/TELEFONE
O ALPH deve ser equipado com um
equipamento com um transceptor portátil
sintonizado na mesma frequência da VHF da do
piloto do helicóptero visitante e do operador de
radio (RO).
Para isso o ALPH precisa compreender os
procedimentos de radiocomunicações corretos a
serem usados quando for feito contato entre o
Radioperador da sua instalação ou da plataforma
de controle, para o ALPH, e vice-versa, tendo
também compreendido as limitações do uso da
radio.
Quando se desejar estabelecer contato, a comunicação
deverá ser iniciada com uma chamada e uma resposta.
Procedimentos de fonia
Entre o Radioperador e o ALPH, devem ser seguidos
necessariamente a todo tempo, corretos procedimentos de
fonia
Nota: O ALPH só deverá comunicar-se diretamente com a
aeronave para alertar os pilotos sobre situações de risco.
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COMUNICAÇÕES
PROCEDIMENTOS DE FONIA
MCIA – NORMAM 27
COMUNICAÇÕES
PROCEDIMENTOS DE FONIA
Regras Básicas Empregadas nas Comunicações Via Rádio
• Verifique antes de transmitir uma mensagem se selecionou
corretamente a frequência desejada;
• Ajuste o volume e, assegure-se que o botão do microfone não
está travado;
• Espere a sua vez e verifique se a sua freqüência não está
ocupada;
• Pense antes de iniciar a transmissão. Caso a mensagem seja
longa, escreva um resumo antes de manter o contato;
• Após soltar o botão de transmissão, aguarde alguns segundo
antes de tornar a transmitir;
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COMUNICAÇÕES
PROCEDIMENTOS DE FONIA
A chamada inicial deve obedecer ao seguinte formato:
- Prefixo da aeronave que se quer chamar;
- Prefixo da unidade marítima que está chamando.
Avisos
Operadores de rádio e ALPH’s não assumirão a responsabilidade
de controle de tráfego aéreo, mas somente irão agir em avisos.
Procedimentos de fonia corretos entre o Radioperador e o ALPH
devem necessariamente ser seguidos a todo o tempo. Durante a
aproximação do helicóptero, a aproximadamente 3 minutos do
pouso, o Radioperador deve dar coordenadas ao piloto.
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COMUNICAÇÕES
MEIOS DE COMUNICAÇÕES
O ALPH deverá manter adequada comunicação durante as
operações no helideque, por meio dos seguintes métodos:
•Mensagens de rádio;
•Sinais luminosos;
•Sinais visuais (gestos);
•Voz.
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COMUNICAÇÕES
ALFABETO FONÉTICO
Quando for necessário soletrar em radiotelefonia nomes
próprios, abreviaturas de serviços e palavras de pronúncia
duvidosa usam-se o alfabeto fonético que se apresenta a
seguir:
Normal Pronúncia Normal Pronúncia
A Alpha N November
B Bravo O Oscar
C Charlie P Papa
D Delta Q Quebec
E Echo R Romeo
F Foxtrot S Sierra
G Golf T Tango
H Hotel U uniform
I Índia V Victor
J Juliet W Whisky
K Kilo X X Ray
L Lima Y Yankee
M Mike Z Zulu
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COMUNICAÇÕES
MCIA – NORMAM 27
COMUNICAÇÕES
Número Pronúncia Número Pronúncia
0 Ze-ro 5 Cinco
1 Uno 6 Meia
2 Dois 7 Sete
3 Três 8 Oito
4 Quatro 9 Nove
Números Fonéticos
Todos os números devem ser transmitidos através da pronúncia de
cada dígito separadamente.
Pronúncia do numero fonético
Número Pronúncia
25 Dois cinco
69 Meia nove
100 Uno zero zero
47138 Quatro sete uno
três oito
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COMUNICAÇÕES
Número Pronúncia
5000 Cinco mil
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COMUNICAÇÕES
Exemplo:
Os milhares redondos serão transmitidos pronunciando-se
o(s) dígito(s) correspondente(s) ao número de milhares,
seguido(s) da palavra MIL.
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COMUNICAÇÕES
NÚMEROS DECIMAIS
Número Pronúncia
163,7 Uno meia três decimal sete
Os números que contenham decimais serão transmitidos
pronunciando-se a palavra decimal em lugar da vírgula.
Exemplo:
Todos os numerais, ou mensagens contendo numerais devem ser
repetidos desde o início todas às vezes.
Hora Pronúncia
0920 Dois zero ou Zero nove dois zero
1643 Quatro três ou Uno meia quatro três
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COMUNICAÇÕES
HORAS
Normalmente, quando se transmitirem horas, somente serão
indicados os minutos. Deverá ser pronunciado cada dígito
separadamente. Quando houver possibilidade de confusão, deverá
ser incluída a hora.
Exemplo:
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COMUNICAÇÕES
DIREÇÃO E VELOCIDADE DO VENTO
As informações de vento deverão ser fornecidas em termos
de direção e velocidade. A direção é composta de três
algarismos precedidos da palavra VENTO. A velocidade é
composta de dois algarismos acrescidos do vocábulo NÓS.
Os algarismos serão pronunciados separadamente.
NOTA: As informações de velocidade do vento inferiores a 1
(um) Nó serão transmitidas como vento calmo.
INFORMAÇÃO PRONÚNCIA
Vento 220º/10kt Vento dois dois zero graus, Uno zero nós
Vento 160º/15kt Vento uno meia zero graus, Uno cinco nós
Exemplo:
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COMUNICAÇÕES
DIREÇÃO E VELOCIDADE DO VENTO
ESCALA CLAREZA NÍVEL DE ENTENDIMENTO
1 CLAREZA UNO Incompreensível
2 CLAREZA DOIS Compreensível intermitentemente
3 CLAREZA TRÊS Compreensível com dificuldade
4 CLAREZA QUATRO Compreensível
5 CLAREZA CINCO Perfeitamente Compreensível
ENTENDIMENTO DA MENSAGEM
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COMUNICAÇÕES
Ao se efetuarem testes dos equipamentos radiotelefônicos, deverá
ser usada a seguinte escala de clareza:
INDICATIVOS DE CHAMADAS DAS AERONAVES
Os indicativos de chamada poderão ser compostos de:
• Caracteres correspondentes a matricula da aeronave.
Ex.: (PT HUK) - PAPA TANGO HOTEL UNIFORME KILO.
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COMUNICAÇÕES
EMERGÊNCIAS
As mensagens de socorro serão sempre precedidas da
expressão "MAYDAY, MAYDAY, MAYDAY".
As mensagens de urgência serão sempre precedidas da
expressão "PAN, PAN, PAN".
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COMUNICAÇÕES
Transmissões de mensagens de urgência e perigo terão
prioridades nos procedimentos de comunicações. Deve-se sempre
confirmar o recebimento de uma mensagem de urgência.
Principais informações que devem constar na mensagem:
Principais informações que devem constar na
mensagem de urgência:
• Prefixo de chamada da aeronave ou nome da embarcação;
• Natureza do problema;
• Posição presente;
• Altura ;
• Destino;
• Velocidade;
• Número de pessoas a bordo;
• Intenções do comandante;
• Outras informações importantes.
EMERGÊNCIAS
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COMUNICAÇÕES
• DECEA. Meteorologia Aeronáutica, e O Sistema de Pouso por Instrumento
(ILSInstrument Landing System)Disponível
em:http://www.decea.gov.br/espacoaereo/meteorologia-aeronautica/ e
www.decea.gov.br/cnsatm.
• SONNEMAKER, João Baptista. Meteorologia PP-PC-IFR-PLA. São Paulo:
Asa, 2012.
• BUARQUE, Daniel; ARAÚJO, Glauco. Entenda como uma tempestade
afeta um vôo.
• FRANCISCO, Wagner de Cerqueira. Granizo. Disponível em:
http://www.brasilescola.com/geografia/granizo.htm.
MCIA – NORMAM 27
BIBLIOGRAFIA
• REDEMET. CUIDADO, CUMULONIMBUS NA ÁREA! Disponível em:
http://www.redemet.aer.mil.br/Artigos/cumulonimbus.
• CENIPA. FENÔMENO METEOROLÓGICO. Disponível em:
http://www.cenipa.aer.mil.br/cenipa/paginas/relatorios/relatorios.
• IX EPCT – Encontro de Produção Científica e Tecnológica Campo
Mourão, 27 a 31 de Outubro de 2014
• ISSN 1981-6480.
• METEOROLOGIA E CLIMATOLOGIAMário Adelmo Varejão-SilvaVersão
digital 2 – Recife, 2006
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BIBLIOGRAFIA
A FOX Treinamentos agradece pela
preferência e participação!
Aprendizagem com prova presencial com agendamento prévio.
(22) 2770-6725 | 9 9908-7749

Comunicações

  • 1.
    MÓDULO 7 COMUNICAÇÕES Aprendizagem comprova presencial com agendamento prévio. (22) 2770-6725 | 9 9908-7749
  • 2.
    SINAIS VISUAIS DECOMUNICAÇÃO ENTRE PILOTO E O ALPH MCIA – NORMAM 27 COMUNICAÇÕES O ALPH auxilia o piloto durante as operações de pouso e decolagem nos helideques em unidades marítimas por meio de sinalização visual. É importante que o ALPH fique em uma posição aproximadamente 45º em relação a frente do helicóptero, distante do rotor principal e dentro do campo visual do piloto. Para uma boa comunicação visual, é necessário que os sinais sejam feitos nítida e pausadamente. Nota: Esse tipo de sinalização manual foi padronizada em outubro de 1995 pela AAC (Autoridade de Aviação Civil) e reconhecida pelo comando da Aeronáutica através do ICA 100-12.
  • 3.
    SINAIS VISUAIS DECOMUNICAÇÃO ENTRE PILOTO E O ALPH a) Principais Sinais Utilizados pela EMCIA • Helideque pronto para pouso / decolagem MCIA – NORMAM 27 COMUNICAÇÕES
  • 4.
    • Cortar Turbina(Parar motores) SINAIS VISUAIS DE COMUNICAÇÃO ENTRE PILOTO E O ALPH MCIA – NORMAM 27 COMUNICAÇÕES
  • 5.
    • Mantenha posição- não decolar (Sinal de Emergência) MCIA – NORMAM 27 COMUNICAÇÕES SINAIS VISUAIS DE COMUNICAÇÃO ENTRE PILOTO E O ALPH
  • 6.
    • Arremeter (Sinalde Emergência) SINAIS VISUAIS DE COMUNICAÇÃO ENTRE PILOTO E O ALPH MCIA – NORMAM 27 COMUNICAÇÕES
  • 7.
    • Fogo naaeronave/motor (sem ação da equipe) SINAIS VISUAIS DE COMUNICAÇÃO ENTRE PILOTO E O ALPH MCIA – NORMAM 27 COMUNICAÇÕES
  • 8.
    • Vôo pairado(Parar) SINAIS VISUAIS DE COMUNICAÇÃO ENTRE PILOTO E O ALPH MCIA – NORMAM 27 COMUNICAÇÕES
  • 9.
    • Pousar SINAIS VISUAISDE COMUNICAÇÃO ENTRE PILOTO E O ALPH MCIA – NORMAM 27 COMUNICAÇÕES
  • 10.
    • Fogo emuma das turbinas SINAIS VISUAIS DE COMUNICAÇÃO ENTRE PILOTO E O ALPH MCIA – NORMAM 27 COMUNICAÇÕES
  • 11.
    • Subir SINAIS VISUAISDE COMUNICAÇÃO ENTRE PILOTO E O ALPH MCIA – NORMAM 27 COMUNICAÇÕES
  • 12.
    • Descer SINAIS VISUAISDE COMUNICAÇÃO ENTRE PILOTO E O ALPH MCIA – NORMAM 27 COMUNICAÇÕES
  • 13.
    • Boa Aproximação SINAISVISUAIS DE COMUNICAÇÃO ENTRE PILOTO E O ALPH MCIA – NORMAM 27 COMUNICAÇÕES
  • 14.
    • Lançamento daAeronave SINAIS VISUAIS DE COMUNICAÇÃO ENTRE PILOTO E O ALPH MCIA – NORMAM 27 COMUNICAÇÕES
  • 15.
    • Baixar tremde pouso SINAIS VISUAIS DE COMUNICAÇÃO ENTRE PILOTO E O ALPH MCIA – NORMAM 27 COMUNICAÇÕES
  • 16.
    • Colocar/Retirar Calços SINAISVISUAIS DE COMUNICAÇÃO ENTRE PILOTO E O ALPH MCIA – NORMAM 27 COMUNICAÇÕES
  • 17.
    • Recuo daaeronave SINAIS VISUAIS DE COMUNICAÇÃO ENTRE PILOTO E O ALPH MCIA – NORMAM 27 COMUNICAÇÕES
  • 18.
    MCIA – NORMAM27 COMUNICAÇÕES COMUNICAÇÃO RÁDIO ENTRE O HELICÓPTERO E A PLATAFORMA Todas as comunicações realizadas entre helideque e aeronave devem ser efetuadas no idioma português. A sala de rádio deve ser homologada como EPTA categoria “M”, em conformidade com a Norma ICA em vigor, e o radioperador deve ter formação específica. As comunicações compreendem a troca de informações necessárias à aproximação da aeronave e sua preparação para o pouso, ou seja, a realização do contato inicial com o helideque por parte da aeronave e o recebimento de informações sobre as condições na AAFD. Estas informações incluem:
  • 19.
    MCIA – NORMAM27 COMUNICAÇÕES COMUNICAÇÃO RÁDIO ENTRE O HELICÓPTERO E A PLATAFORMA • Rumo da embarcação (quando aplicável), informado em graus em relação ao Norte magnético; • Direção e intensidade do vento sobre o helideque, informado em graus em relação ao Norte magnético; • Temperatura ambiente sobre o helideque; • Balanço (roll), caturro (pitch) e arfagem (heave), velocidade de arfagem (heave rate) e inclinação (inclination) do helideque;
  • 20.
    MCIA – NORMAM27 COMUNICAÇÕES COMUNICAÇÃO RÁDIO ENTRE O HELICÓPTERO E A PLATAFORMA • Condição do mar na escala Beaufort, incluindo a temperatura da água; • Prontificação do helideque; • Situação do tempo; • Tráfego de aeronaves nas proximidades. O ALPH deverá comunicar-se diretamente com a aeronave para alertar os pilotos sobre situações de risco.
  • 21.
    MCIA – NORMAM27 COMUNICAÇÕES COMUNICAÇÃO RÁDIO ENTRE O HELICÓPTERO E A PLATAFORMA As comunicações na frequência aeronáutica devem limitar-se a assuntos de interesse da aeronave e não devem ser trafegados assuntos administrativos. Outros assuntos, como quantidade de passageiros a embarcar e desembarcar, carga a ser transportada, etc, devem ser trafegados entre ALPH e plataforma por outro canal. Nota: Nas plataformas desabitadas não há necessidade de existir uma EPTA categoria “M” homologada, no entanto, deve haver pelo menos um rádio transceptor VHF aeronáutico portátil ou marítimo portátil, que opere na frequência das aeronaves.
  • 22.
    MCIA – NORMAM27 COMUNICAÇÕES COMUNICAÇÃO RÁDIO/TELEFONE O ALPH deve ser equipado com um equipamento com um transceptor portátil sintonizado na mesma frequência da VHF da do piloto do helicóptero visitante e do operador de radio (RO). Para isso o ALPH precisa compreender os procedimentos de radiocomunicações corretos a serem usados quando for feito contato entre o Radioperador da sua instalação ou da plataforma de controle, para o ALPH, e vice-versa, tendo também compreendido as limitações do uso da radio.
  • 23.
    Quando se desejarestabelecer contato, a comunicação deverá ser iniciada com uma chamada e uma resposta. Procedimentos de fonia Entre o Radioperador e o ALPH, devem ser seguidos necessariamente a todo tempo, corretos procedimentos de fonia Nota: O ALPH só deverá comunicar-se diretamente com a aeronave para alertar os pilotos sobre situações de risco. MCIA – NORMAM 27 COMUNICAÇÕES PROCEDIMENTOS DE FONIA
  • 24.
    MCIA – NORMAM27 COMUNICAÇÕES PROCEDIMENTOS DE FONIA Regras Básicas Empregadas nas Comunicações Via Rádio • Verifique antes de transmitir uma mensagem se selecionou corretamente a frequência desejada; • Ajuste o volume e, assegure-se que o botão do microfone não está travado; • Espere a sua vez e verifique se a sua freqüência não está ocupada; • Pense antes de iniciar a transmissão. Caso a mensagem seja longa, escreva um resumo antes de manter o contato; • Após soltar o botão de transmissão, aguarde alguns segundo antes de tornar a transmitir;
  • 25.
    MCIA – NORMAM27 COMUNICAÇÕES PROCEDIMENTOS DE FONIA A chamada inicial deve obedecer ao seguinte formato: - Prefixo da aeronave que se quer chamar; - Prefixo da unidade marítima que está chamando. Avisos Operadores de rádio e ALPH’s não assumirão a responsabilidade de controle de tráfego aéreo, mas somente irão agir em avisos. Procedimentos de fonia corretos entre o Radioperador e o ALPH devem necessariamente ser seguidos a todo o tempo. Durante a aproximação do helicóptero, a aproximadamente 3 minutos do pouso, o Radioperador deve dar coordenadas ao piloto.
  • 26.
    MCIA – NORMAM27 COMUNICAÇÕES MEIOS DE COMUNICAÇÕES O ALPH deverá manter adequada comunicação durante as operações no helideque, por meio dos seguintes métodos: •Mensagens de rádio; •Sinais luminosos; •Sinais visuais (gestos); •Voz.
  • 27.
    MCIA – NORMAM27 COMUNICAÇÕES ALFABETO FONÉTICO Quando for necessário soletrar em radiotelefonia nomes próprios, abreviaturas de serviços e palavras de pronúncia duvidosa usam-se o alfabeto fonético que se apresenta a seguir:
  • 28.
    Normal Pronúncia NormalPronúncia A Alpha N November B Bravo O Oscar C Charlie P Papa D Delta Q Quebec E Echo R Romeo F Foxtrot S Sierra G Golf T Tango H Hotel U uniform I Índia V Victor J Juliet W Whisky K Kilo X X Ray L Lima Y Yankee M Mike Z Zulu MCIA – NORMAM 27 COMUNICAÇÕES
  • 29.
    MCIA – NORMAM27 COMUNICAÇÕES Número Pronúncia Número Pronúncia 0 Ze-ro 5 Cinco 1 Uno 6 Meia 2 Dois 7 Sete 3 Três 8 Oito 4 Quatro 9 Nove Números Fonéticos Todos os números devem ser transmitidos através da pronúncia de cada dígito separadamente.
  • 30.
    Pronúncia do numerofonético Número Pronúncia 25 Dois cinco 69 Meia nove 100 Uno zero zero 47138 Quatro sete uno três oito MCIA – NORMAM 27 COMUNICAÇÕES
  • 31.
    Número Pronúncia 5000 Cincomil MCIA – NORMAM 27 COMUNICAÇÕES Exemplo: Os milhares redondos serão transmitidos pronunciando-se o(s) dígito(s) correspondente(s) ao número de milhares, seguido(s) da palavra MIL.
  • 32.
    MCIA – NORMAM27 COMUNICAÇÕES NÚMEROS DECIMAIS Número Pronúncia 163,7 Uno meia três decimal sete Os números que contenham decimais serão transmitidos pronunciando-se a palavra decimal em lugar da vírgula. Exemplo: Todos os numerais, ou mensagens contendo numerais devem ser repetidos desde o início todas às vezes.
  • 33.
    Hora Pronúncia 0920 Doiszero ou Zero nove dois zero 1643 Quatro três ou Uno meia quatro três MCIA – NORMAM 27 COMUNICAÇÕES HORAS Normalmente, quando se transmitirem horas, somente serão indicados os minutos. Deverá ser pronunciado cada dígito separadamente. Quando houver possibilidade de confusão, deverá ser incluída a hora. Exemplo:
  • 34.
    MCIA – NORMAM27 COMUNICAÇÕES DIREÇÃO E VELOCIDADE DO VENTO As informações de vento deverão ser fornecidas em termos de direção e velocidade. A direção é composta de três algarismos precedidos da palavra VENTO. A velocidade é composta de dois algarismos acrescidos do vocábulo NÓS. Os algarismos serão pronunciados separadamente. NOTA: As informações de velocidade do vento inferiores a 1 (um) Nó serão transmitidas como vento calmo.
  • 35.
    INFORMAÇÃO PRONÚNCIA Vento 220º/10ktVento dois dois zero graus, Uno zero nós Vento 160º/15kt Vento uno meia zero graus, Uno cinco nós Exemplo: MCIA – NORMAM 27 COMUNICAÇÕES DIREÇÃO E VELOCIDADE DO VENTO
  • 36.
    ESCALA CLAREZA NÍVELDE ENTENDIMENTO 1 CLAREZA UNO Incompreensível 2 CLAREZA DOIS Compreensível intermitentemente 3 CLAREZA TRÊS Compreensível com dificuldade 4 CLAREZA QUATRO Compreensível 5 CLAREZA CINCO Perfeitamente Compreensível ENTENDIMENTO DA MENSAGEM MCIA – NORMAM 27 COMUNICAÇÕES Ao se efetuarem testes dos equipamentos radiotelefônicos, deverá ser usada a seguinte escala de clareza:
  • 37.
    INDICATIVOS DE CHAMADASDAS AERONAVES Os indicativos de chamada poderão ser compostos de: • Caracteres correspondentes a matricula da aeronave. Ex.: (PT HUK) - PAPA TANGO HOTEL UNIFORME KILO. MCIA – NORMAM 27 COMUNICAÇÕES
  • 38.
    EMERGÊNCIAS As mensagens desocorro serão sempre precedidas da expressão "MAYDAY, MAYDAY, MAYDAY". As mensagens de urgência serão sempre precedidas da expressão "PAN, PAN, PAN". MCIA – NORMAM 27 COMUNICAÇÕES Transmissões de mensagens de urgência e perigo terão prioridades nos procedimentos de comunicações. Deve-se sempre confirmar o recebimento de uma mensagem de urgência. Principais informações que devem constar na mensagem:
  • 39.
    Principais informações quedevem constar na mensagem de urgência: • Prefixo de chamada da aeronave ou nome da embarcação; • Natureza do problema; • Posição presente; • Altura ; • Destino; • Velocidade; • Número de pessoas a bordo; • Intenções do comandante; • Outras informações importantes. EMERGÊNCIAS MCIA – NORMAM 27 COMUNICAÇÕES
  • 40.
    • DECEA. MeteorologiaAeronáutica, e O Sistema de Pouso por Instrumento (ILSInstrument Landing System)Disponível em:http://www.decea.gov.br/espacoaereo/meteorologia-aeronautica/ e www.decea.gov.br/cnsatm. • SONNEMAKER, João Baptista. Meteorologia PP-PC-IFR-PLA. São Paulo: Asa, 2012. • BUARQUE, Daniel; ARAÚJO, Glauco. Entenda como uma tempestade afeta um vôo. • FRANCISCO, Wagner de Cerqueira. Granizo. Disponível em: http://www.brasilescola.com/geografia/granizo.htm. MCIA – NORMAM 27 BIBLIOGRAFIA
  • 41.
    • REDEMET. CUIDADO,CUMULONIMBUS NA ÁREA! Disponível em: http://www.redemet.aer.mil.br/Artigos/cumulonimbus. • CENIPA. FENÔMENO METEOROLÓGICO. Disponível em: http://www.cenipa.aer.mil.br/cenipa/paginas/relatorios/relatorios. • IX EPCT – Encontro de Produção Científica e Tecnológica Campo Mourão, 27 a 31 de Outubro de 2014 • ISSN 1981-6480. • METEOROLOGIA E CLIMATOLOGIAMário Adelmo Varejão-SilvaVersão digital 2 – Recife, 2006 MCIA – NORMAM 27 BIBLIOGRAFIA
  • 42.
    A FOX Treinamentosagradece pela preferência e participação! Aprendizagem com prova presencial com agendamento prévio. (22) 2770-6725 | 9 9908-7749