O documento discute a sinergia organizacional, definindo-a como a atuação conjunta de indivíduos ou grupos que potencializa resultados superiores aos que seriam alcançados separadamente. A sinergia é apresentada como um comportamento que requer respeito e confiança nas relações interpessoais, e não se desenvolve espontaneamente, necessitando de uma atitude proativa. Exemplos históricos e científicos são citados para ilustrar como a colaboração gera efeitos positivos em diversos contextos, desde a Bíblia até a sociobiologia.