CIVILIZAÇÃO GREGA
BERÇO DA DEMOCRACIA
OS HELENOS E A CIDADE-ESTADO
OS HELENOS E A CIDADE-ESTADO
Época do aparecimento da civilização helênica sec. VIII a.C
Base da organização politica da antiga Polis ou cidade-estado:
 Total autonomia
 Governo próprio
 Culto local
 Força militar
 Vida econômica própria
Não havia unidade politica mas unidade cultural;
 Etnia Semelhantes
 Mesma Língua
 Princípios Comuns De Religião
 Valorizavam a Pessoa Humana No Seu Mais Profundo Ideal
Razões para a organização dos gregos em Cidades-Estado
 Isolamento da população nos vales fertéis em decorrência do relevo montanhoso
 Conceitos dos gregos de Estado e Cidadão
 O estado só significado com a participação de todos cidadãos: possível apenas em
pequenas comunidades
União das Cidades-Estado perigo externo e confraternização nos
centros religiosos e jogos
Características gerais da Cidade-Estado grega
 População reduzida – pobreza do solo
 Preocupação com o exercício da cidadania
 Guerras entre cidades
 Autonomia completa(unidade política completamente independente
;
x
OS HELENOS E A CIDADE-ESTADO
Os gregos se organizavam em
cidades-estado, marcadas pela
sua autonomia em todos os
aspectos.
As principais cidades-estado
gregas foram Atenas e Esparta, e
a autonomia grega se encerrou
no século II a.C.
Esparta tinha o exército mais bem treinado
Os objetos em cerâmica mais utilizados como suporte para a
pintura grega foram os vasos. À princípio, as peças serviam
como artigos de cerimônias religiosas e como artefatos
utilitários, mais tarde, passaram a ser reconhecidos também
como objetos artísticos.
Oráculo de Delfos
Autor Atribuída a Alexandre de Antioquia
Data Possivelmente século II a.C.
Género Escultura
Técnica Mármore
Altura 202cm
Localização: Museu do Louvre, Paris, França
O teatro grego teve origem na Grécia Antiga, por volta do
século V. a.C, onde havia o costume dos cultos e oferendas
aos deuses gregos. Com função social e cívica, o teatro e
suas representações estavam associadas às festividades
religiosas, sobretudo, às celebrações que saudavam o
deus Dionísio.
O Teatro Grego foi uma manifestação
artística muito importante no
desenvolvimento da cultura grega. Além
disso, serviu de influência e inspiração
para outros povos da antiguidade,
sobretudo, os romanos.
Vale lembrar que o termo teatro
(theatron), do grego, significa “local onde
se vê” ou “lugar para olhar”.
Platão (428 a.C-347 a.C.), filósofo grego e um dos pensadores mais criativos e
influentes da filosofia ocidental, era conhecido pelos seus escritos políticos e
morais — e por ser um crítico ferrenho das instituições democráticas.
Platão foi estudante de Sócrates e deu aulas para Aristóleles - no centro do famoso quadro 'A Escola de Atenas',
pontado entre 1509 e 1510 por Rafael, Platão (esq) conversa com Aristóteles
Sócrates foi “aos poucos dando-se conta de que a sabedoria humana está na consciência da ignorância, [...] mostrando
aos pretensos sábios, por meio de suas refutações, que não sabiam o que presumiam saber” [Arte: Pedro Seno]
Nascimento: c. 525 a.C. ou 524 a.C.
Morte 456 a.C. (69 anos) ou 455 a.C.
Nacionalidade: grego
Ocupação: dramaturgo e soldado
Busto de Ésquilo, Museus Capitolinos, Roma.
Considerado um dos mais importantes poetas líricos da história
literária, Píndaro nasceu na cidade grega de Cinoscéfalos,
localizada perto de Tebas, em 520 a.C. Ele descende de uma
célebre família de Esparta, provavelmente a dos Égidas. Na
opinião dos críticos, ele é ainda hoje visto como um escritor
único, sublime na expressão, criativo na linguagem e inigualável
na maneira de lidar com os aspectos formais da poesia.
Divisão social em Atenas
Os direitos de cidadania pertenciam apenas a uma minoria que excluía
mulheres, estrangeiros (metecos), escravos e jovens menores de 21 anos.
Cidadão – homem adulto (maior de 21 anos), filho de pai e mãe atenienses.
Tinha direito político e podia participar do governo da cidade. Nesse grupo
havia homens ricos e pobres, como grandes e pequenos proprietários de
terra ou comerciantes. Os atenienses quase nunca concediam cidadania a
pessoas vindas de outras cidades.
Divisão social em Atenas
Meteco – heleno que morava em Atenas, mas que nasceu em outra cidade.
Pagava impostos, mas não tinha direitos políticos. Mesmo se fosse rico, não
podia comprar terras, mas podia trabalhar no comércio e no artesanato. Os
homens metecos podiam ser convocados para o serviço militar. Em raros
casos, um meteco podia se tornar cidadão ou adquirir alguns direitos, como o
de comprar terras.
Escravo – a maioria dos escravos era composta de estrangeiros derrotados em
guerras e vendidos aos moradores de Atenas. Nas Guerras Greco-Pérsicas,
muitos estrangeiros foram escravizados. Caso o escravo tivesse filhos, eles
também se tornariam escravos. Em situações excepcionais, eram libertados e
se tornavam metecos.
Escravos em Atenas
No século IV a.C., milhares de escravos viviam em Atenas. Calcula-se que as famílias de
cidadãos ou metecos ricos chegavam a ter vinte escravos trabalhando em suas casas. A
família que não tivesse pelo menos um escravo era considerada pobre.
No meio urbano, os escravos podiam trabalhar nas casas, nas oficinas de artesanato, nos
mercados, nos portos, nas escolas e em outros estabelecimentos.
Misturados à população livre, não usavam nada que os identificasse como escravos.
A cidade-Estado possuía escravos públicos que às vezes atuavam como força policial para
manter a ordem nas assembleias.
Havia também escravos nas minas de chumbo ou de prata que levavam uma vida
extremamente difícil e arriscada. Eles trabalhavam em túneis estreitos e quentes. Além
disso, para impedir que fugissem, muitos proprietários os acorrentavam dentro das minas.
Em Atenas, a escravidão era a forma de trabalho predominante. Mas isso não quer dizer
que era a única. Muitos cidadãos e metecos também tinham de trabalhar para se
sustentar. Alguns deles recebiam salários em troca do seu trabalho
Mulheres em Atenas
As mulheres atenienses estavam excluídas da cidadania. Todos os cargos políticos da
pólis (cidade-Estado) eram exercidos por cidadãos homens.
A figura da mulher era desvalorizada na Grécia antiga. Um exemplo disso era o
pensamento do filósofo grego Aristóteles, que considerava a mulher inferior ao homem.
Entre os atenienses, prevalecia um ideal de que as mulheres deveriam conviver apenas
no espaço familiar, sob a autoridade do pai ou do marido, e teriam como principais
funções cozinhar, tecer e gerar filhos.
No entanto, quando se observa o cotidiano de Atenas, encontramos várias mulheres
que não se enquadravam nesse ideal grego. Aliás, as mulheres desempenhavam papéis
importantes na vida religiosa e econômica da pólis.
Educação em Atenas
As escolas eram particulares e nem todas as pessoas podiam pagá-las.
Não havia escolas para meninas. Elas estudavam em casa.
Os meninos que iam à escola aprendiam a ler, escrever, fazer contas com
o ábaco, tocar lira, cantar, dançar e recitar poesias. Era importante recitar
bem, pois a poesia era para ser ouvida e não lida. E passavam as tardes
no ginásio fazendo exercícios, treinando.
Aos 15 anos, os jovens atenienses saíam da escola. Tornavam-se
aprendizes, por exemplo, de oleiro, de pedreiro ou de médico. Se
desejavam estudar mais, precisavam achar um professor, porque não
havia universidades. Mas podiam encontrar um filósofo que ensinasse
grupos de jovens, ao ar livre, na ágora ou no ginásio.
Alexandria centro cultural do mundo
Alexandria, no Egito, foi um importante centro cultural do mundo antigo. Fundada por Alexandre Magno
em 332 a.C. , a cidade foi sede de uma das maiores bibliotecas da Antiguidade, que, juntamente com
outros edifícios, formava um grande complexo cultural.
Alexandria também foi um local de referência para o conhecimento e a cultura helenística, com filósofos,
médicos, cientistas, matemáticos e historiadores a produzirem conhecimento que ficou conhecido como
a "Escola de Alexandria".
Alexandria na época de Ptolemeu Sóter, em recriação da Buf Compagnie
Dois layouts de conteúdo com SmartArt
 Primeiro marcador aqui
 Segundo marcador aqui
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• Tarefa 1
• Tarefa 2
Grupo A
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• Tarefa 2
Grupo B
• Tarefa 1
• Tarefa 2
Grupo C

CIVILIZAÇÃO GREGA - BERÇO DA DEMOCRACIA

  • 1.
  • 2.
    OS HELENOS EA CIDADE-ESTADO
  • 3.
    OS HELENOS EA CIDADE-ESTADO Época do aparecimento da civilização helênica sec. VIII a.C Base da organização politica da antiga Polis ou cidade-estado:  Total autonomia  Governo próprio  Culto local  Força militar  Vida econômica própria Não havia unidade politica mas unidade cultural;  Etnia Semelhantes  Mesma Língua  Princípios Comuns De Religião  Valorizavam a Pessoa Humana No Seu Mais Profundo Ideal
  • 4.
    Razões para aorganização dos gregos em Cidades-Estado  Isolamento da população nos vales fertéis em decorrência do relevo montanhoso  Conceitos dos gregos de Estado e Cidadão  O estado só significado com a participação de todos cidadãos: possível apenas em pequenas comunidades União das Cidades-Estado perigo externo e confraternização nos centros religiosos e jogos Características gerais da Cidade-Estado grega  População reduzida – pobreza do solo  Preocupação com o exercício da cidadania  Guerras entre cidades  Autonomia completa(unidade política completamente independente ;
  • 8.
  • 9.
    OS HELENOS EA CIDADE-ESTADO Os gregos se organizavam em cidades-estado, marcadas pela sua autonomia em todos os aspectos. As principais cidades-estado gregas foram Atenas e Esparta, e a autonomia grega se encerrou no século II a.C. Esparta tinha o exército mais bem treinado
  • 12.
    Os objetos emcerâmica mais utilizados como suporte para a pintura grega foram os vasos. À princípio, as peças serviam como artigos de cerimônias religiosas e como artefatos utilitários, mais tarde, passaram a ser reconhecidos também como objetos artísticos.
  • 13.
  • 15.
    Autor Atribuída aAlexandre de Antioquia Data Possivelmente século II a.C. Género Escultura Técnica Mármore Altura 202cm Localização: Museu do Louvre, Paris, França
  • 18.
    O teatro gregoteve origem na Grécia Antiga, por volta do século V. a.C, onde havia o costume dos cultos e oferendas aos deuses gregos. Com função social e cívica, o teatro e suas representações estavam associadas às festividades religiosas, sobretudo, às celebrações que saudavam o deus Dionísio. O Teatro Grego foi uma manifestação artística muito importante no desenvolvimento da cultura grega. Além disso, serviu de influência e inspiração para outros povos da antiguidade, sobretudo, os romanos. Vale lembrar que o termo teatro (theatron), do grego, significa “local onde se vê” ou “lugar para olhar”.
  • 19.
    Platão (428 a.C-347a.C.), filósofo grego e um dos pensadores mais criativos e influentes da filosofia ocidental, era conhecido pelos seus escritos políticos e morais — e por ser um crítico ferrenho das instituições democráticas.
  • 20.
    Platão foi estudantede Sócrates e deu aulas para Aristóleles - no centro do famoso quadro 'A Escola de Atenas', pontado entre 1509 e 1510 por Rafael, Platão (esq) conversa com Aristóteles
  • 21.
    Sócrates foi “aospoucos dando-se conta de que a sabedoria humana está na consciência da ignorância, [...] mostrando aos pretensos sábios, por meio de suas refutações, que não sabiam o que presumiam saber” [Arte: Pedro Seno]
  • 22.
    Nascimento: c. 525a.C. ou 524 a.C. Morte 456 a.C. (69 anos) ou 455 a.C. Nacionalidade: grego Ocupação: dramaturgo e soldado Busto de Ésquilo, Museus Capitolinos, Roma. Considerado um dos mais importantes poetas líricos da história literária, Píndaro nasceu na cidade grega de Cinoscéfalos, localizada perto de Tebas, em 520 a.C. Ele descende de uma célebre família de Esparta, provavelmente a dos Égidas. Na opinião dos críticos, ele é ainda hoje visto como um escritor único, sublime na expressão, criativo na linguagem e inigualável na maneira de lidar com os aspectos formais da poesia.
  • 25.
    Divisão social emAtenas Os direitos de cidadania pertenciam apenas a uma minoria que excluía mulheres, estrangeiros (metecos), escravos e jovens menores de 21 anos. Cidadão – homem adulto (maior de 21 anos), filho de pai e mãe atenienses. Tinha direito político e podia participar do governo da cidade. Nesse grupo havia homens ricos e pobres, como grandes e pequenos proprietários de terra ou comerciantes. Os atenienses quase nunca concediam cidadania a pessoas vindas de outras cidades.
  • 26.
    Divisão social emAtenas Meteco – heleno que morava em Atenas, mas que nasceu em outra cidade. Pagava impostos, mas não tinha direitos políticos. Mesmo se fosse rico, não podia comprar terras, mas podia trabalhar no comércio e no artesanato. Os homens metecos podiam ser convocados para o serviço militar. Em raros casos, um meteco podia se tornar cidadão ou adquirir alguns direitos, como o de comprar terras. Escravo – a maioria dos escravos era composta de estrangeiros derrotados em guerras e vendidos aos moradores de Atenas. Nas Guerras Greco-Pérsicas, muitos estrangeiros foram escravizados. Caso o escravo tivesse filhos, eles também se tornariam escravos. Em situações excepcionais, eram libertados e se tornavam metecos.
  • 27.
    Escravos em Atenas Noséculo IV a.C., milhares de escravos viviam em Atenas. Calcula-se que as famílias de cidadãos ou metecos ricos chegavam a ter vinte escravos trabalhando em suas casas. A família que não tivesse pelo menos um escravo era considerada pobre. No meio urbano, os escravos podiam trabalhar nas casas, nas oficinas de artesanato, nos mercados, nos portos, nas escolas e em outros estabelecimentos. Misturados à população livre, não usavam nada que os identificasse como escravos. A cidade-Estado possuía escravos públicos que às vezes atuavam como força policial para manter a ordem nas assembleias. Havia também escravos nas minas de chumbo ou de prata que levavam uma vida extremamente difícil e arriscada. Eles trabalhavam em túneis estreitos e quentes. Além disso, para impedir que fugissem, muitos proprietários os acorrentavam dentro das minas. Em Atenas, a escravidão era a forma de trabalho predominante. Mas isso não quer dizer que era a única. Muitos cidadãos e metecos também tinham de trabalhar para se sustentar. Alguns deles recebiam salários em troca do seu trabalho
  • 28.
    Mulheres em Atenas Asmulheres atenienses estavam excluídas da cidadania. Todos os cargos políticos da pólis (cidade-Estado) eram exercidos por cidadãos homens. A figura da mulher era desvalorizada na Grécia antiga. Um exemplo disso era o pensamento do filósofo grego Aristóteles, que considerava a mulher inferior ao homem. Entre os atenienses, prevalecia um ideal de que as mulheres deveriam conviver apenas no espaço familiar, sob a autoridade do pai ou do marido, e teriam como principais funções cozinhar, tecer e gerar filhos. No entanto, quando se observa o cotidiano de Atenas, encontramos várias mulheres que não se enquadravam nesse ideal grego. Aliás, as mulheres desempenhavam papéis importantes na vida religiosa e econômica da pólis.
  • 29.
    Educação em Atenas Asescolas eram particulares e nem todas as pessoas podiam pagá-las. Não havia escolas para meninas. Elas estudavam em casa. Os meninos que iam à escola aprendiam a ler, escrever, fazer contas com o ábaco, tocar lira, cantar, dançar e recitar poesias. Era importante recitar bem, pois a poesia era para ser ouvida e não lida. E passavam as tardes no ginásio fazendo exercícios, treinando. Aos 15 anos, os jovens atenienses saíam da escola. Tornavam-se aprendizes, por exemplo, de oleiro, de pedreiro ou de médico. Se desejavam estudar mais, precisavam achar um professor, porque não havia universidades. Mas podiam encontrar um filósofo que ensinasse grupos de jovens, ao ar livre, na ágora ou no ginásio.
  • 45.
    Alexandria centro culturaldo mundo Alexandria, no Egito, foi um importante centro cultural do mundo antigo. Fundada por Alexandre Magno em 332 a.C. , a cidade foi sede de uma das maiores bibliotecas da Antiguidade, que, juntamente com outros edifícios, formava um grande complexo cultural. Alexandria também foi um local de referência para o conhecimento e a cultura helenística, com filósofos, médicos, cientistas, matemáticos e historiadores a produzirem conhecimento que ficou conhecido como a "Escola de Alexandria". Alexandria na época de Ptolemeu Sóter, em recriação da Buf Compagnie
  • 64.
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