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Projeto
   Inclusão Social
  com Capacitação
Profissional na zona sul
     da cidade de
      São Paulo



    relato de
   experiência
Projeto
                 Inclusão Social
                com Capacitação
              Profissional na zona sul
                   da cidade de
                    São Paulo

 relato de
experiência

                  Zona Sul
                    de
                 São Paulo




                                 Ministério
                                do Turismo
copyright© 2010 Ministério do Turismo




Presidente da República Federativa do Brasil
Luiz Inácio Lula da Silva

Ministro do Estado do Turismo
Luiz Barretto

Coordenadora Geral do Programa Turismo Sustentável e Infância - TSI
Elisabeth Parronchi Borges Bahia Figueiredo

Coordenadora do TSI
Maria Aurélia de Sá Pinto

Associação Espaço de Prevenção e Atenção Humanizada - EPAH
Presidente: José Araújo Lima Filho
Diretor Financeiro: Heliodoro Sousa Sobrinho
Diretor de Assuntos Sociais: Roberto L. da Cruz
Coordenadora local do Projeto: Monica Gonçalves de Melo Teixeira

Equipe Técnica do Projeto
Andressa Maria de Araújo Bitelmam
Marcus Vinícius Lisboa Malavasi
Normecy Meneses de Andrade
Silmara Lett

Projeto Gráfico, Arte e Diagramação
Zapt Editora




              Associação Espaço de Prevenção e Atenção Humanizada
      Rua João Bernardo Vieira, 387 – Jardim Paris – São Paulo/SP. – CEP 05794 310.
                        epah@epah.org.br www.epah.org.br


                                               2
Fotos: Equipe, Alex Viana e Patrícia Gonçalves de Melo

“Nada lhe posso dar que já não exista em você mesmo. Não posso abrir-lhe
    outro mundo de imagens, além daquele que há em sua própria alma.
         Nada lhe posso dar a não ser a oportunidade, o impulso, a chave.
          Eu o ajudarei a tornar visível o seu próprio mundo, e isso é tudo”.
                                                                Hermann Hesse




                                        3
4
FALA DO MINISTRO


C
         ondições de vida precárias costumam levar crianças e
         jovens para situações de vulnerabilidade e risco social.
         Na Zona Sul da capital paulista – uma das regiões mais
populosas da cidade e cenário de grandes contrastes socioeco-
nômicos –, a realidade não é diferente.
      A Associação Espaço de Prevenção e Atenção Humanizada
- EPAH tem, entre outros objetivos, estimular a prevenção das
doenças sexualmente transmissíveis (DST) e Aids, prevenir e
orientar em questões relacionadas a todo e qualquer tipo de
violência e exploração sexual, por meio da sensibilização e
inclusão social de adolescentes.
      O Projeto de Inclusão Social com Capacitação Profissional é
o resultado do convênio assinado entre o Ministério do Turismo,
por meio do programa Turismo Sustentável e Infância (TSI), e a
EPAH.
      Ter a oportunidade real de conquistar espaço no mercado
de trabalho pode fazer toda a diferença na vida de jovens em
situação de risco social. Com esta iniciativa a esperança e a
certeza de um futuro melhor para rapazes e moças de 16 a
24 anos ganharam endereço certo na EPAH. A Associação atua
também, na inserção dos jovens que concluíram os cursos no
mercado de trabalho, por meio de parcerias com empresários
do segmento do turismo – como a Associação Brasileira de Bares
e Restaurantes (Abrasel), Accor América Latina e o Fórum dos
Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB).
      O acompanhamento psicossocial promovido pela entidade
foi também um dos fatores que contribuiu para que as conquistas
de muitos dos jovens, fossem para além do início de suas vidas
profissionais. Foram vitórias pessoais, de resgate da cidadania,
da auto-estima e do reconhecimento da capacidade de


                               5
realização. Houve a aproximação entre os jovens e suas famílias
e a retomada dos estudos de alguns alunos que estavam fora
da escola. Hoje, 14 participantes já trabalham regularmente
e outros, prestam serviços eventuais, em atividades ligadas à
cadeia produtiva do turismo.
      O setor turístico é uma poderosa ferramenta de inclusão
social. Oferece oportunidades de colocação no mercado e
aumento de renda para trabalhadores com diferentes níveis de
formação. Somente em 2008, foram criadas cerca de 460 mil
ocupações formais e informais, nas atividades características do
turismo, em todo o Brasil.
      Apoiar projetos como este, com resultados tão animadores,
serve como incentivo para continuarmos trabalhando para
promover a inclusão social. Além de contribuir para uma melhor
distribuição de renda e riquezas para o Brasil e sua população,
por meio do desenvolvimento turístico nacional.

                                                     Luiz Barretto
                                       Ministro de Estado do Turismo




                              6
Qualificação e Inclusão Social



O
         trabalho preventivo mostra-se muito eficaz, junto ao
         público jovem em especial, uma vez que os mesmos
         estão em um momento de desenvolvimento humano,
em que as contingências ambientais são fatores determinantes
em seus caminhos futuros.
     Os dados epidemiológicos do município de São Paulo
demonstram um contínuo crescimento da infecção pelo HIV/
Aids no público jovem, o que traz a reflexão de que a prevenção
em saúde precisa ser ampliada e ao olhar para o cidadão é
necessário considerar todas as suas facetas e necessidades.
     Há um grande volume de dados, números e estatísticas
sobre as necessidades que grande parte desta população vive.
A proposta deste projeto engloba muitas destas demandas, e
pode, além disso, acrescentar o sucesso que atingimos durante
todo o processo.
     É com alegria, que observamos a atual articulação de
uma política de Estado, que busca respostas a situações como
à exploração sexual de crianças e adolescentes no turismo,
com todos os setores envolvidos, trazendo também o Segundo
Setor para colaborar na discussão e na perspectiva de inovar
nas soluções.
     A responsabilidade social fez-se presente, o que, em
alguns momentos na área social, é difícil de acreditar como
algo possível. A vivência e a replicabilidade desta ação, tem
mostrado que é possível e está ao nosso alcance.
     Agradecemos a EPAH e ao TSI pela oportunidade de
vivenciar tudo isso. Os caminhos existem, são eficazes e
podem ser trilhados a qualquer momento. Esperamos que esta
experiência se multiplique e passe a fazer parte da cultura do
nosso país.

                                                          Equipe EPAH
                  Projeto de Inclusão Social com Capacitação Profissional


                                 7
– Educação para o Trabalho
     Os cursos de formação inicial ou qualificação
básica, como são mais conhecidos, muitas vezes
são a única oportunidade que jovens e adultos
terão ou estão tendo, de conhecer e vivenciar aulas
práticas e teóricas, que podem lhes proporcionar
uma visão de mundo diferente daquela que eles
estão acostumados.
     Essa outra visão de mundo é um divisor de
águas para muitas pessoas, pois ao término do
curso, os alunos percebem que a qualificação
profissional é muito importante na vida de cada um.
Seja para aumentar a renda do aluno egresso, abrir
novas oportunidades de emprego ou até mesmo
conseguir o primeiro emprego.
     A formação atende às necessidades básicas
profissionais de uma grande parcela da população,
possibilitando o aumento da auto-estima, a
valorização pessoal e conseqüentemente, melhoria
na qualidade de vida do indivíduo e de sua família.

                                Centro Paula Souza.




                        8
FALA DO REPRESENTANTE DA EPAH

            Caminhando com os jovens;

T
      rabalhar com a juventude é sempre um desafio a ser
      superado, em razão de suas constantes inquietações. Na
      prevenção às DSTs/HIV/AIDS, trabalho que a Associação
Espaço de Prevenção e Atenção Humanizada – EPAH, vem
executando há vários anos, viu-se a necessidade de comple-
mentar o trabalho realizado, devido as diversas demandas da
faixa etária (13 a 24 anos).
      A EPAH constantemente busca caminhos que possibilitem
a comunicação com os jovens, visando levar informações que
possam minimizar suas vulnerabilidades em seus espaços de
trabalho, convívio social e familiar.
      O Projeto de Inclusão Social com Capacitação Profissional,
em parceria com o Programa Turismo Sustentável e Infância
(TSI), do Ministério do Turismo, trouxe vários desafios e ao
mesmo tempo, a renovação de estratégias de comunicação,
com os jovens que são carentes da presença do poder público.
      Com a experiência da EPAH e do TSI, foi desenvolvida uma
forma de trabalhar a prevenção com os jovens de forma integral.
A proposta foi assumida pelos jovens, que durante todo o
percurso deste processo, passaram por inúmeras transformações.
      A participação dos familiares foi fundamental e muito
contribuiu para o sucesso do trabalho realizado. O caminho
percorrido com esta iniciativa foi possível graças à equipe, que
teve a humildade de rever conceitos e estratégias. A parceria
com os técnicos do TSI também ajudou a possibilitar o sucesso
do projeto, além de possibilitar o desenvolvimento de parcerias
e conhecimentos novos, que até então eram totalmente
desconhecidas pela Associação.

                               9
O projeto chegou à sua fase de conclusão, no entanto,
é constante o nosso compromisso assumido com os jovens e
familiares, que acreditaram na superação e no caminhar para
o exercício pleno de sua cidadania. Por isso, levar informações
aos jovens do projeto comprova – mais do que nunca - a
necessidade de permitir e incentivar sonhos, sobretudo, a
oportunidade de fazer a diferença.
    Meus agradecimentos a equipe da Associação EPAH e
do TSI e em especial, os meus sinceros agradecimentos, aos
jovens que foram verdadeiros atores do presente projeto.

                                                        José Araujo.
    Presidente da Associação Espaço de Prevenção e Atenção Humanizada.




                               10
SUMÁRIO
Introdução                                          13
O Projeto                                           16
Etapas de Implementação do Projeto                  16
Divulgação e Inscrições                             16
Requisitos para inscrição:                          16
Processo Seletivo                                   17
Caracterização dos jovens selecionados              19
Composição das Turmas                               21
Instituição executora dos cursos                    23
Método de trabalho                                  23
Básico em Organização de Eventos                    24
Formação de Bartender                               26
Garçom                                              27
Recepção em Hotéis, Colônias de Férias e Pousadas   28
Avaliação realizada com os alunos                   29
Círculo em Ação                                     31
Habilidades Gerais                                  32
Oficinas Temáticas                                  34
Acompanhamento Psicossocial.                        35
Resultados                                          43
Depoimentos dos Educandos e Familiares:             48
Conclusão:                                          52
Referências e Sugestões Bibliográficas:             54
Anexos                                              57
Anexo I • Ficha de inscrição                        58
Anexo II • Redação                                  59
Anexo III • Roteiro de avaliação                    60
Anexo IV • Avaliação do Projeto                     61
Anexo V • Avaliação Final                           62
Agradecimentos                                      63



                                     11
12
INTRODUÇÃO


E      m função de sua localização, a cidade de São Paulo, desde sua
       fundação, foi referencia e passagem para os vários fluxos de
       desbravamento e migração, do porto para o interior do Estado.
Como capital do Estado, cresceu com a economia do café e passou a
ser um centro tecnológico, financeiro e educacional.
     São Paulo vem registrando crescente fluxo de turistas, motivados prin-
cipalmente por negócios, saúde ou eventos. É apontada como a cidade
da América Latina que mais recebe eventos. A cidade esta fazendo parte
dos destinos de muitas companhias aéreas para viagens internacionais.
Em 2010 foi indicada como um dos destinos indutores do turismo no país.




                                                                          Fotos: Equipe, Alex Viana, CJT, Luis Fonseca e Patrícia Gonçalves de Melo




                                   13
O Turismo Sustentável aponta a necessidade de considerar os
aspectos sociais da região, para que a mesma se desenvolva num
todo. A cidade de São Paulo tem muito a refletir sobre o tema.
Vêm investindo e recebendo investimento no turismo, que tende a
continuar em expansão nos próximos anos. Todos são chamados à
responsabilidade social neste momento, de modo a garantir o bom
desenvolvimento de suas ações.
      A zona Sul de São Paulo apresenta grande ambigüidade econômi-
ca, concentra os maiores índices de vulnerabilidade social e ao mesmo
tempo bolsões de riqueza - observados tanto na arquitetura de alguns
bairros como na qualidade e valor de alguns serviços. No extremo sul
da região, encontramos ainda preservada, grande formação de mata
Atlântica - a atual Área de Proteção Ambiental Capivari-Monos - nesta
área, encontram-se três aldeias de índios Guaranis, bairros com maiores
índices de vulnerabilidade e grande potencial para ecoturismo.




                                                                       Fotos: Equipe e Patrícia Gonçalves de Melo




     A partir da década de 50, a região passou a receber constante fluxo
migratório, em especial da região nordeste, devido a oferta de emprego
na indústria que se instalava no entorno do centro da cidade. As novas

                                 14
indústrias e a construção das Represas Bilings e Guarapiranga foram
fatores predominantes, para a formação de uma grande população
operária na região sul da cidade, até então, de característica agrícola.
Na década de 90, houve a saída de grande parte das indústrias da
cidade, sobretudo na zona sul.




                                                Fotos: Equipe e Patrícia Gonçalves de Melo


     Após a saída progressiva das indústrias, houve o expressivo cresci-
mento no setor de serviços, que vem exigindo cada vez mais mão de
obra especializada, entretanto, a população da região vem ficando a
margem devido a pouca capacitação e dificuldades de acesso. A rique-
za e a pobreza em constante contraste na geografia local também se
tornam um fator de vulnerabilidade social, em especial para jovens.
     Enquanto a política pública não alcança toda essa região, as organi-
zações comunitárias e não governamentais, tem tido um papel essencial
no desenvolvimento dessas comunidades. Neste projeto, atuamos junto
a outras ONGs e com o poder publico. Acreditamos que muito se pode
construir trabalhando em parceria.

                                  15
O Projeto
     A Associação EPAH firmou um convênio com o Programa Turismo
Sustentável e Infância –TSI do Ministério do Turismo para a execução
deste projeto. A equipe de trabalho foi formada pela Coordenação e
03 Técnicos com formação em Psicologia e Serviço Social.

   “Enfrentar a problemática da exploração sexual de crianças
       e jovens por meio da sensibilização e da ampliação das
     oportunidades de inserção social e no mundo do trabalho
           de adolescentes e jovens que vivem em situação de
 vulnerabilidade social, na zona sul da cidade de São Paulo/SP,
                              com foco no turismo sustentável”.



Etapas dE ImplEmEntação do projEto
                      Divulgação e Inscrições
       As atividades tiveram início em janeiro de 2010, com contatos
e visitas institucionais para distribuição do material de divulgação e
inscrições. Dentre os parceiros que foram importantes neste processo,
destacamos o setor de marketing da SPTRANS, que se disponibilizou a
afixar os cartazes nos terminais de ônibus da cidade, estratégia que foi
muito eficaz. As ONGs, Associações e Equipamentos Públicos de toda a
região, receberam muito bem a proposta, comprometendo-se a realizar
a divulgação do projeto junto ao público atendido.

                     Requisitos para inscrição:
     Faixa etária: 16 a 24 anos.
     Estar cursando ou ter concluído o ensino fundamental.
     Residir nos bairros da Zona Sul da cidade de São Paulo.
     Contamos com 05 Organizações para realização das inscrições.


                                 16
Outras instituições se responsabilizaram em disponibilizar e recolher as
fichas dos jovens por eles atendidos. Ao final do período de inscrição,
tivemos um total de 268 fichas preenchidas. Os jovens foram contatados
via telefone e convidados para o processo seletivo.

                          Processo Seletivo
      Em grupos de 30 pessoas, os jovens foram convidados ao espaço
da Escola Técnica Zona sul - ETEC que sediou o curso. Foi realizada a
apresentação do projeto, o conteúdo dos cursos, um breve vídeo sobre
as funções de cada curso. Os jovens se apresentaram ludicamente e
realizaram uma redação sobre o tema.
      A segunda etapa consistiu em entrevista individual dos jovens
selecionados e reunião com familiares, para entrega de documentos e
encaminhamentos necessários: escola, programas sociais, documentos,
entre outros.




                                                                       Fotos: Equipe do projeto




                                  17
Fotos: Equipe do projeto




18
Caracterização dos jovens selecionados.
     Territorialmente, a divulgação chegou aos Distritos administrativos
da região, perfazendo um total de 70 bairros.

  Distribuição Percentual por Distrito Administrativo
                                        9%          6%
                           3%

         22%                                                                 28%




               1%
                                                                  4%
                      11%                                  5%
                                             11%
              Distrito do Campo Limpo              Distrito do Jd. São Luiz
              Distrito do Capão Redondo            Distrito do Marselac
              Distrito do Cidade Ademar            Distrito do Parelheiros
              Distrito do Grajaú                   Distrito do Pedreira
              Distrito do Jd. Angela               Distrito do Capela do Socorro




  Distribuição Percentual da Escolaridade

        37%
                                                        35%
                                                                          I grau incompleto
                                                                          I grau completo
                                                                          II grau incompleto
                                                                          II grau completo
                                                                          III grau incompleto
                                                                          III grau incompleto
   1%
                                                   1%
           14%                            12%


                                             19
Distribuição Percentual por Gênero


       35%
                                                         65%




                                                           Masculino
                                                           Feminino




  Distribuição Percentual por Idade

                    7%      4%
                                               28%
             3%
                                                                 16
     14%                                                         17
                                                                 18
                                                                 19
                                                                 20
                                                                 21
                                                                 22
           15%                                                   23
                                                21%              24
                       4%     4%


      Para os jovens maiores de 18 anos a urgência do trabalho e renda
pretere os cursos de formação.
      A organização curricular dos cursos, assim como adequação de
material didático, foi realizada pelo Centro Paula Souza, com a expertise
que a instituição desenvolveu ao longo de sua trajetória, na capacitação
profissional de jovens. Os cursos abordaram as competências profissionais
básicas e específicas de cada função.

                                 20
Composição das Turmas
     Os critérios utilizados para seleção foram: apresentação, participa-
ção na atividade proposta, idade, motivação e questionário socioeco-
nômico, priorizando famílias que apresentaram renda per capta de até
1 salário mínimo. Em função da escolha dos jovens, foram formadas
turmas para os cursos de Recepção em Hotéis e Pousadas e Auxiliar na
Organização de Eventos, alunos para Garçom e Bartender.

  Distribuição Percentual da Formação das Turmas
                    19%

                                                  30%
18%



                                                         Recepção
                                                         Aux. Org. Eventos
                                                         Garçom
                                                         Bartender
                       33%



  Distribuição Percentual da Renda Familiar

                          4%
                                          21%

                                                             R$ 900+

                                                             R$ 100–R$ 300

                                                             R$ 301–R$ 600
                                                   9%
                                                             R$ 601–R$ 900

48%                                                          não tenho



                                        18%


                                  21
Distribuição Percentual da Participação em Programas
              Sociais e/ou de Transferência de Renda
                                                                     20%



                                                                                                2%
                                                                                                3%

                                                                                                5%

                                                                                          3%
63%                                                                                      1%
                                                                                       2%

       Bolsa Família                      Pensão
       Aposentadoria por tempo            PETI (Programa de Erradicação do trabalho infantil)
       Aposentadoria por invalidez        Outro
       Auxílio Doença                     Não




 Número de Pessoas na Residência

                                4% 2% 4%
            16%                                                             20%




       24%
                                                                30%

      02 pessoas            04 pessoas             06 pessoas                   08 pessoas
      03 pessoas            05 pessoas             07 pessoas



                                         22
Instituição executora dos cursos:
                                 O Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza, autarquia de
                          regime especial, que tem entre outros objetivos, o desenvolvimento do Ensino
                          Profissional no Estado de São Paulo, bem como a realização e promoção
                          de cursos de graduação, pós-graduação, estágios e programas, nos variados
                          setores das atividades produtivas, que possibilitem ensejo para o contínuo
                          aperfeiçoamento profissional e aprimoramento da formação técnica, cultural,
                          moral e cívica, nos termos do Regimento do CEETEPS, aprovado pelo Decreto
                          Estadual nº 17.027, de 19 de maio de 1981.

                                                   Método de trabalho
                               O projeto visou à capacitação de jovens da região Sul de São Paulo,
                          em condições de vulnerabilidade social acentuada, com cursos na área
                          de Turismo, propiciando integração dos alunos com as diversas áreas que
                          abrangem o turismo.
Foto: Equipe do projeto




                                                              23
Essa integração foi realizada através de vivências em ambientes pró-
                           prios, com aulas práticas e lúdicas, que levaram o aluno, o mais próximo da
                           realidade profissional do curso que ele/ela freqüentou.
Fotos: Equipe do projeto




                                           Básico em Organização de Eventos
                                 O objetivo do curso, foi propiciar ao aluno o conhecimento de
                           várias técnicas de execução para a realização de eventos, por meio de
                           pesquisa, do planejamento da organização da coordenação, do con-
                           trole e da implantação de um, visando atingir o seu público-alvo, com
                           medidas concretas e resultados projetados.

                                Além disso, o aluno ao final do curso pode identificar melhor alguns
                           processos no seu ambiente de trabalho:
                                •	distinguir	os	diversos	tipos	de	eventos	e	festas;
                                •	estabelecer	tarefas	aos	subordinados;
                                •	planejar	ações	e	estratégias;
                                •	perceber	condutas	inadequadas	ao	ambiente	de	trabalho;
                                •	valorizar	companheiros	de	trabalho.


                                                             24
Fotos: Equipe do projeto




25
Foto: Equipe do projeto




                                               Formação de Bartender
                                O curso de Bartender visou capacitar os alunos, para atuarem
                          como profissionais que preparam e servem bebidas (refrigerantes, su-
                          cos, energéticos) e coquetéis, tirando dúvidas de clientes, fornecendo
                          informações e atendendo reclamações.
                                O profissional desse curso, em muitos casos, trabalha em shows,
                          boates, casas noturnas e em todo tipo de evento em que haja bebi-
                          das e drinks a servir. Utilizam o malabarismo com as garrafas, copos e
                          coqueteleiras como forma de atrair e chamar atenção para o serviço
                          que realizam.

                                                          26
Foto: Equipe do projeto
                                Garçom
       A arte de atender bem os clientes, recepcionando-os e servindo
refeições e bebidas em restaurantes, bares, clubes, cantinas, hotéis,
eventos	 e	 hospitais;	 montar	 e	 desmontar	 praças,	 carrinhos,	 mesas,	
balcões	e	bares;	organizar,	conferir	e	controlar	materiais	de	trabalho,	
bebidas e alimentos, listas de espera, a limpeza e higiene e a segu-
rança	do	local	de	trabalho;	preparar	alimentos	e	bebidas,	realizando	
também serviços de vinhos. Essa foi a proposta desse curso, que pos-
sibilitou ao aluno conhecimentos teóricos e práticos no atendimento
com excelência e cortesia.

                                  27
Foto: Equipe do projeto




                                Recepção em Hotéis, Colônias de Férias e Pousadas
                                Além de adquirir conhecimentos pertinentes à recepção e ao
                          atendimento de excelente qualidade, o aluno aprendeu um pouco
                          sobre a área do turismo, focado em colônias de férias, pousadas,
                          hotéis.
                                O conhecimento sobre o local onde trabalha é fundamental para
                          o profissional de recepção. Além disso, a simpatia e a boa apresentação
                          são levadas em consideração. O bom profissional de recepção, deve
                          saber orientar e informar os clientes mesmo em situações inusitadas,
                          tendo que agir de forma improvisada, mas que satisfaça tanto ao
                          cliente, quanto ao empregador. Essas foram algumas das propostas
                          desenvolvidas nesse curso.

                                                          28
Foto: Equipe do projeto
avalIação rEalIzada com os alunos
      Os alunos foram avaliados constantemente, por meio de diag-
nósticos realizados em sala de aula e práticas desenvolvidas nos mais
diversos ambientes.
      O conhecimento adquirido e construído pelos alunos foi outro
ponto de avaliação que o professor teve como base, para saber se o
aluno absorveu as informações transmitidas, para poderem trabalhá-las
e adaptá-las, quando necessário, em ocasiões inesperadas.
      Outros pontos de avaliação foram: freqüência, interesse, pontu-
alidade, responsabilidade, cooperação e comprometimento com os
colegas de curso e com o professor, demonstrando, em todos esses
aspectos o grau de amadurecimento profissional e o quanto o aluno se
empenhou durante o curso.

                                29
Fotos: Equipe do projeto




      Os jovens receberam mochila e camisetas personalizadas do pro-
jeto, o material didático necessário aos cursos e Bilhete Único com vale
transporte para os dias de aula e atividades extracurriculares.


                                 30
Círculo em Ação:




31
     Fotos: Equipe do projeto
Fotos: Equipe do projeto




                         Habilidades Gerais
      Temas como Ética e Cidadania, Empreendedorismo, Meio Am-
biente, Empregabilidade, dentre outros, foram abordados em todos os
cursos, pois entendemos que os alunos precisavam fixar as informações
e/ou desenvolver o conhecimento acerca desses temas, uma vez que o
profissional contemporâneo, além de desenvolver as habilidades técnicas
e práticas de cada curso, precisa também desenvolver as habilidades e
conhecimentos pessoais que possibilitem aquisição e/ou aprimoramento
do censo crítico, tornando-o acima de tudo um cidadão consciente do
papel dele na sociedade.


                                32
33
     Fotos: Equipe do projeto
Fotos: Equipe do projeto




                         Oficinas Temáticas
      Com o apoio do Programa Municipal de DST/AIDS de São Paulo,
foram realizadas oficinas e palestras temáticas, para ampliar a reflexão
sobre temas relacionados à realidade de muitos jovens e ao contexto em
que	se	inserem:	Sexualidade,	Mitos	e	Verdades	sobre	a	vida	Sexual;	Sexo	
mais	Seguro;	Drogas	Lícitas	e	Ilícitas;	Violência	e	Violência	Doméstica;	
Estatuto	da	Criança	e	Adolescente;	Projeto	de	Vida	e	Exploração	Sexual	
de Crianças e Adolescentes no Turismo.


                                 34
Acompanhamento Psicossocial.
       Método:
       Foram desenvolvidas ações de enfrentamento, frente às situa-
ções observadas na dinâmica familiar e no processo de capacitação
dos jovens, relacionadas ao contexto de vulnerabilidade social no
qual estão inseridos. Foi realizado o acompanhamento das ativida-
des de capacitação, visitas domiciliares, atendimentos individuais e
familiares e reuniões com pais e professores do Centro Paula Souza.
A articulação com a rede de serviços facilitou o direcionamento das
demandas acolhidas.
       Visita ao espaço de execução dos cursos: a equipe técnica do
projeto, esteve em constante contato com os jovens e professores, com
visitas e acompanhamento semanal das atividades realizadas em sala
de aula, facilitando a interlocução entre as demandas dos jovens e a
instituição.
     Avaliação Escrita:
     Foram aplicados periodicamente, instrumental de avaliação,
para acolhimento das demandas e observações trazidas pelos jovens,
permitindo assim, a adequação de alguns métodos, processos e moni-
toramento dos mesmos.
      Visitas Domiciliares:
      Principal ferramenta para vinculação com as famílias, reconheci-
mento do contexto familiar dos jovens, acompanhamento das demandas
identificadas no diálogo realizado entre equipe técnica e os membros
familiares, possibilitando as descobertas de suas potencialidades.
     Atendimentos individuais e familiares:
     Tiveram objetivo educativo, socializador, reflexivo e orientador,
diante das demandas identificadas pelos docentes e ou pela procura
espontânea do próprio jovem e dos familiares, promovendo fortaleci-
mento dos vínculos entre equipe técnica, jovens e familiares.


                                 35
Fotos: Equipe do projeto




                               Reuniões Familiares: permitiram maior clareza aos familiares
                           quanto aos objetivos do projeto, seu alcance, interação e integração
                           com a equipe técnica.




                                                          36
Fotos: Equipe do projeto
      Reuniões com professores do Centro Paula Souza: favoreceu a
mediação entre corpo docente e discente, visando a construção e for-
talecimento de vínculos, evitando a evasão e garantindo a participação
do jovem, até a finalização do projeto.




                                 37
Fotos: Equipe do projeto




                                 Ao longo do processo de capacitação, os jovens foram incentivados
                           a conhecer os espaços turísticos e de recepção do turismo na cidade.
                           Promovemos ainda, visitas ao Teatro, Salão do Turismo e Hotéis. Todas
                           as atividades complementares propiciaram discussão e reflexão em
                           sala de aula.




                                                           38
Fotos: Equipe do projeto
      Vivências:
      Com o objetivo de aproximar os jovens, da prática profissional a
qual foram capacitados, por meio de parceira com a Accor e ABRASEL
- Associação Brasileira de Bares e Restaurantes, foi possível aos jovens
realizar um período mínimo de vivência de 30h no espaço de hotéis,
bares e restaurantes.




                                  39
Vivenciar a rotina das atividades possibilitou aos jovens a aplicação
                           prática da capacitação realizada, além de ampliar a percepção quanto
                           a posturas adequadas, processos específicos e o caminho profissional de
                           alguns cargos. Além do exercício da autonomia e reconhecimento das
                           próprias habilidades, potencialidades e limites.
Fotos: Equipe do projeto




                                 Aula Vitrine:
                                 Foi proporcionado aos parceiros e empresários do setor turístico,
                           um evento organizado e executado pelos jovens do projeto. Aconteceu
                           no espaço do Novotel Jaraguá, no centro da cidade. A atividade envol-
                           veu todo o grupo, aproximando os parceiros e os jovens, dando maior
                           clareza dos objetivos do projeto, sendo possível observar e reconhecer
                           o trabalho, assim como a responsabilidade social de cada um.

                                                             40
Fotos: Equipe do projeto
      Após o evento da aula vitrine, alguns hotéis e restaurantes pas-
saram a divulgar suas vagas, para os jovens do projeto, a defasagem
escolar e um segundo idioma é um fator que dificulta a empregabili-
dade na indústria hoteleira, sendo maior a absorção da mão de obra
direcionada a bares e restaurantes. A idade dos jovens foi outro fator
observado, num geral, as vagas oferecidas têm critério de idade para
jovens maiores de 18 anos.




                                 41
Fotos: Equipe do projeto




                                 Ainda hoje, a cultura de aguardar dispensa do serviço militar entre
                           os rapazes é presente nas empresas, quanto à escolaridade e segundo
                           idioma, embora seja uma necessidade da indústria hoteleira, na eco-
                           nomia moderna é uma exigência cada vez maior em todo o mercado
                           de trabalho, que deve ser observada pela política publica de educação.
                                 Por outro lado, a capacitação profissional oferecida, possibilitou
                           aos jovens o conhecimento, habilidades técnicas e comportamentais,
                           a serem facilmente desenvolvidas em outras atividades, ligadas ou não,
                           a cadeia produtiva do turismo.




                                                            42
Resultados:
      Dos 100 jovens que iniciaram no projeto, 89 foram certificados. A
participação e apoio da família foi um diferencial na adesão dos jovens
à proposta do projeto.              27
         18


                                                               Recepção
                                                               Aux. Org. Eventos
                                                               Garçom
                                                               Bartender
12

                                          32
  35

  30

  25

  20

  15                                                                Conclusão
                                                                    Evasão
  10

     5

     0
              Recepção      Auxiliar      Garçom   Bartender
                         de organização
                           de eventos

      O projeto conseguiu atingir toda a região ao qual se propôs a aten-
der. A apropriação do espaço público se observou na divulgação de cursos
e capacitações em instituições públicas. Três das alunas ingressaram em
cursos técnicos e 90% dos jovens atendidos não tinham conhecimento
da escola em que os cursos foram realizados.
      Para muitos jovens, a Solenidade de Entrega de Certificados foi a
primeira vivencia de conclusão de uma atividade, contribuindo com sua
autopercepção da capacidade para realizar. Para alguns deles, o projeto

                                          43
representou ainda, a primeira oportunidade de trabalho. A vinculação
dos jovens e familiares com a Associação, foi um fator muito positivo
neste processo.
      Este projeto propiciou também, a aproximação das temáticas
abordadas à cadeia produtiva do turismo, na cidade de São Paulo,
ampliando ainda o conceito de prevenção em saúde.
      Ao final da capacitação profissional, 26% dos jovens estavam tra-
balhando formalmente em atividades relacionadas à cadeia produtiva
do turismo ou não, outros 06% iniciaram atividades de prestação de
serviço de modo esporádico antes mesmo de finalizar a capacitação. E
cinco jovens retomaram os estudos no segundo semestre do ano.
      Dentre as situações que levaram a evasão de 14% dos jovens: tive-
mos a urgência do trabalho, em especial para maiores de 18 anos que
abandonaram	o	projeto	para	trabalhar;	uma	gestante	que	apresentou	
situações	de	risco	em	meio	o	processo	de	capacitação;	mudança	para	
outro Estado (16% dos participantes eram naturais de outro Estado do país).
      Segue abaixo a avaliação final do projeto realizada pelos jovens.
      Em relação ao Curso e Centro Paula Souza.
  100%
   90%
   80%
   70%
   60%
   50%
   40%
   30%
   20%
   10%
    0%
         Conteúdos
         Abordades



                     Carga horária



                                             (o curso atendeu
                                        as suas expectativas)


                                                                 Troca de experiências
                                                                entre os particcipantes



                                                                                          Material didático




                                                                                                               práticos de exercícios

                                                                                                                                         Contribuição para
                                                                                                                                        prática profissional


                                                                                                                                                                    Os insumos foram
                                                                                                                                                              suficientes e adequados
                                                                                                                                                                para as aulas práticas
                                     Atendimento do objetivo




                                                                                                              Coerência entre aulas
                                                                                                              expositivas. Exemplos




         Bom
         Regular
         Ruim



                                                                     44
Em relação aos Professores dos cursos, foram avaliados os
seguintes	itens:	Conhecimento	e	domínio	do	assunto;	Metodologia	
Aplicada;	Integração	com	a	turma;	Motivação;	Clareza	na	apresen-
tação;	Utilização	de	exemplos	didáticos,	relacionados	aos	desafios	
do dia-a-dia.

120%

100%

 80%
                                                                                                                                                                 Bom
 60%
                                                                                                                                                                 Regular
 40%
                                                                                                                                                                 Ruim

 20%

  0%
        Professores de                       Professora de                            Professora de                        Professora de
          Bartender                            Eventos                                  Recepção                              Garçom



       Em relação as Oficinas Temáticas desenvolvidas ao longo do curso.
100%

90%

80%

70%

60%

50%

40%

30%

20%

10%

 0%
         Conteúdo abordado



                             Carga horária



                                               Atendimento
                                                 do objetivo



                                                               Troca de experiência
                                                                  entre partipantes



                                                                                             Material Didático


                                                                                                                  Coerência entre aulas
                                                                                                                 expositivas. Exemplos.
                                                                                                                             Exercicios.


                                                                                                                                            Contribuição para
                                                                                                                                           prática profissional



                                                                                                                                                                 Oficineiros




                                                                                                                                                                 Bom
                                                                                                                                                                 Regular
                                                                                                                                                                 Ruim



                                                                          45
Em relação a toda Equipe EPAH.
100%

90%

80%

70%

60%

50%

40%

30%

20%

10%

 0%
              Atenção e                    Eficiência               Qualidade                     Atuação
             atendimento                  na resolução          das informações                desempenho
                                          de problemas           transmitidas
        Bom          Regular      Ruim



       Em relação aos Serviços no local do Curso.
90%

80%

70%

60%

50%

40%

30%

20%

10%

0%
         Local de          Equipamentos         Limpeza         Limpeza         Estrutura           Lanches
        realização           utilizados      a sala de aula   dos banheiros     física das         oferecidos
                                                                              aulas práticas
       Bom           Regular     Ruim




                                                    46
Auto-avaliação dos Alunos.
100%

90%

80%

70%

60%

50%

40%

30%

20%

10%

 0%
        Pontualidade       Integração   Interesse   Participação    Aprendizado
        Assiduidade        com grupo    Motivação                  Aproveitamento

        Bom      Regular    Ruim




                                        47
Depoimentos dos Educandos e Familiares:

       Queria agradecer pela oportunidade que vocês me
 deram, absorvi muito conhecimento e fiz novas amizades,
 isso é o mais importante para mim, mais importante até mes-
 mo, do que qualquer vaga de emprego, não há dinheiro no
 mundo que possa pagar pelos momentos maravilhosos que
 eu passei nessa uma semana que estive no restaurante..!!!!!
 Mais uma vez Muito Obrigado por tudo, vocês do EPAH são D+!!!
 Um abraço a todos.

      “As aulas com os professores foram ótimas, tive um bom
 aproveitamento nas aulas, professores ensinam com clareza e
 não tenho o que reclamar.
                                                     Alunos Bartender




       “Nenhuma falta de respeito, abandono ou qualquer falta
 de respeito a hoje. Mas sim boa educação, muito respeito, inclu-
 sive tive boa ajuda em todas as ares, tanto do professor como
 toda Associação, Que outros jovens tenham esta oportunidade,
 obrigada”.

       “O curso em si foi ótimo, uma ótima oportunidade para
  todos nos. Nos ajudou bastante inclusive na convivência com as
  pessoas”.
       “A professora nos incentivou ao mercado de trabalho e nos
  adaptou para uma vivência mais dinâmica”.

       “Continue assim a atenção de vocês é muito importante
  para os alunos”

                              48
“Meu crescimento foi maravilhoso após o curso, crescimento
pessoal, hoje sou mais confiante comigo mesma. Amei cada mi-
nuto do curso, esse foi só o início de muitas coisas que pretendo
conquistar em minha vida”.

     “Todas as oficinas abordadas estavam ótimas e nos ensina-
ram bastante coisa.”

      “ eu aprendi a conviver em grupo, aprendi a focar no meu
objetivo ir atrás, independente da distancia, das dificuldades ...
eu chegava na segunda aula, mas eu corri atrás, e o curso foi
realmente muito importante, eu foquei no que eu quero mesmo
e ninguém vai me impedir... eu quero terminar o colegial, arranjar
um bom emprego, fazer uma faculdade, sei lá, tô pensando em
advocacia, quem sabe”.
                                            Alunos do curso de Eventos.



       Agradeço muito a todos pela “Família que fiz no curso sem
tirar nenhum nome.

       “A equipe me surpreendeu muito boa, toda atenção, o
modo como se preocuparam com a gente maravilhoso”.
      “ Foi a melhor equipe que já vi de ONG e importância com
os alunos. Obrigado pela atenção”
                                          Alunos do curso de Recepção.



     “ foi bom o curso, tipo assim me ensinou muitas coisas
que eu não sabia, foi importante na minha vida pessoal e
também profissional, entendeu? aprendi muitas coisas eu
acho ... me interessei mais pelas coisas, me interessei mais em
fazer muitas coisas que eu não gostava antes ... surgiu mais
oportunidade pra mim”.


                               49
“Ao entrar na turma de garçom, conheci novas pessoas,
  gostei do convívio com a professora, e hoje estou aqui, servindo”.
                                                        Aluno de Garçom



        “ eu aprendi a conviver em grupo, aprendi a focar no meu
  objetivo ir atrás né, independente da distancia, da... das dificul-
  dades, o curso foi realmente muito importante, eu foquei no que
  eu quero mesmo e ninguém vai me impedir.”
                                                             Adolescente


      “Para minha filha valeu apena, superou todas as minhas
  expectativas”.
                                                Mãe de uma adolescente


“ela ficou muito entusiasmada, ela foi fazer essa vivencia, ela gostou
muito, e... os pensamento dela mudou, porque agora ela só quer sa-
 ber de querer trabalhar, querer fazer alguma coisa, pra o bem dela”
                                                     Mãe de adolescente


      “Ah! Isso ai estimula o mais o pessoal que é mais jovem né,
  é mais estimulo para ver se estuda arrumar um serviço melhor,
  alguma coisa desse tipo.”

                                                       Pai de adolescente


       “Para mim foi ótimo, porque ele teve bastante conheci-
  mento, conheceu pessoas diferentes do que é aqui, se enten-
  deu? Então pra mim foi uma coisa muito boa ter conhecido
  todas essas pessoas que participaram desse curso ... para mim
  foi muito bom.”
                                                     Mãe de adolescente


                                50
“Entusiasmo e exercício da cidadania se encontraram
na minha participação do projeto EPAH e Ministério do Turis-
mo, voltado para a inclusão social por meio da Capacitação
Profissional. Começou com a semeadura da esperança de
novas oportunidades de trabalho e como ser humano para
um grupo de jovens, que, logo, demonstraram ser partici-
pativos e determinados a superar desafios. Chegou ao final
com a constatação pratica de que semeamos em terreno
fértil. As oportunidades de trabalho se multiplicaram, os jo-
vens estudantes se revelaram à altura das responsabilidades.
Revelaram-se comprometidos com o êxito, com a construção
de um futuro digno e promissor. Foi uma experiência tão viva
que continuamos a nos corresponder, a trocar idéias, a partilhar
experiências. Os eventos são o negócio do futuro. Profissionais
de organização de eventos terão oportunidades de realização
cada vez melhores. Poderão, assim, cada vez mais sonhar e
concretizar sonhos e vitoriosos”.
                                                   Christianne Geargeoura
                                              Professora do curso de Eventos.




      “Um dos pontos mais positivos que percebi nesse projeto
foi que além da capacitação profissional, permitiu aos jovens
as vivências, que possibilitou o contato com o mercado de
trabalho”.
                                                    Maria Shimone Gomes
         Coordenadora de Projeto para Prevenção Secundária Associação EPAH.




                                51
Conclusão:
Fotos: Equipe do projeto




                                Durante todo o projeto, buscamos desenvolver ações que contri-
                           buíram para o desenvolvimento pessoal e profissional dos jovens. Este
                           projeto apresentou condições objetivas para participação da população
                           pretendida, ao observar as maiores demandas da região: Facilitar o
                           acesso por meio de bilhete único, espaço físico e equipamentos de
                           qualidade nos cursos, atendimentos individuais e personalizados, en-
                           globando familiares, certificação reconhecida no mercado de trabalho,
                           incentivo e acesso a cultura.


                                                          52
Fotos: Equipe do projeto
     A participação das ONGs, poder público e privado, promoveu muito
do sucesso alcançado até aqui. A contribuição de todos, foi essencial
para o desenvolvimento das ações e uma maior consciência quanto à
sustentabilidade do turismo.
     A apropriação de novos espaços públicos e privados, a possibilidade
do sonho, conhecer o caminho para chegar ao sonho e se reconhecer
enquanto agente de seu destino, com potencial para realização é o
maior êxito deste projeto junto aos jovens atendidos.




                                  53
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       Semin%C3%A1rio%20participa%C3%A7%C3%A3o%20social/Con-
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                                     55
56
Anexos:
  1.   Modelo de Ficha de Inscrição.
  2.   Folha de Redação.
  3.   Ficha de Observação
  4.   Avaliação para os jovens
  5.   Avaliação final
  5.   Relação de parceiros na divulgação
       e execução do projeto.




                 57
FICHA DE INSCRIÇÃO                                                                                 Anexo I
                                             IDENTIFICAÇÃO DO CANDIDATO
Nome:                                                                            Apelido:
Endereço:
Bairro:                                                                                  CEP:
Telefones de Contato:     ( ) recado     ( ) comunitário      ( ) celular   ( ) fixo     N0
CPF:                                                             RG – Orgão emissor/UF:
Sexo:                                  Estado civil:                                     Nº de filhos:
Instituição que frequenta atualmente:
Faz algum curso profissionalizante? Qual?
Possui alguma deficiência?             ( ) sim       ( ) não     Qual?
                                                       SITUAÇÃO FAMILIAR
Pai:                                                                                                   Idade:
Escolaridade:                          Profissão:                                        Ocupação:
Mãe:                                                                                                   Idade:
Escolaridade:                          Profissão:                                        Ocupação:
Renda individual:         ( ) R$ 100 - R$ 300 ( ) R$ 301 - R$ 600 ( ) R$ 600 - R$ 900 ( ) + 900 ( ) não tenho
Renda familiar:           ( ) R$ 100 - R$ 300 ( ) R$ 301 - R$ 600 ( ) R$ 600 - R$ 900 ( ) + 900 ( ) não tenho
                         Sua família está inserida em algum programa de transferência de renda?
( ) Sim, qual? ( ) Bolsa família ( ) BPC (benefício de prestação continuada)
( ) Aposentadoria por tempo ( ) Aposentadoria por invalidez ( ) Auxílio doença ( ) Pensão
( ) PETI (Programa de erradicação do trabalho infantil) ( ) outro            ( ) não
Com quem vive?            ( ) amigos           ( ) parentes         ( ) parceiro (a)       ( ) sozinho(a)
Nome:                                  Vínculo:                  Idade:      Escolaridade:             Trabalho:




Residência:               ( ) alugada ( ) própria em pagamento ( ) própria ( ) cedida ( ) ocupada
Se em pagamento ou alugada            Valor mensal:                                           N0 de cômodos:
Tipo de construção:       ( ) alvenaria ( ) madeira        ( ) outros qual? ____________________________________
                                                  SITUAÇÃO ESCOLAR
Ensino Fundamental        ( ) concluído ( ) em conclusão              Série:                  Turno:
Estuda em:                ( ) escola pública ( ) escola particular   ( ) escola particular com bolsa
Ensino Médio              ( ) concluído ( ) em conclusão              Série:                  Turno:
Estuda em:                ( ) escola pública ( ) escola particular   ( ) escola particular com bolsa
Fez curso pré-vestibular?
Faculdade?                ( ) cursa ( ) cursou Qual?                                          Ano
Nome completo da escola onde estuda atualmente:
                                               SITUAÇÃO PROFISSIONAL
Já frequentou curso na área do Turismo?                    ( ) sim    Qual?
                                                          ( ) não    Onde?
Possui alguma residência no atendimento ao público?       ( ) sim    Qual?
                                                          ( ) não    Onde?
Realiza ou realizou outros cursos profissionalizantes?    ( ) sim    Qual?
                                                           ( ) não    Onde?
                                             SITUAÇÃO SOCIOCULTURAL
Participa de alguma atividade na comunidade?
Qual seu lazer predileto?
Pratica alguma atividade esportiva?
Já participou de algum evento envolvendo os temas:
Já participou de oficinas/palestras ( ) DST/AIDS ( ) gravidez ( ) planejamento familiar
sobre:                              ( ) prevenção e redução de danos no uso das drogas ( ) violência ( ) cidadania
Assinalar o curso que deseja participar (por ( ) garçom/garçonete ( ) auxiliar na organização de eventos
ordem de preferência: 1a ou 2a opção):          ( ) bartender ( ) recepção de hotéis e pousadas
Como soube dos cursos: ( ) cartaz ( ) folder ( ) amigos ( ) parente ( ) vizinho ( ) ONG/escola - nome:




                                                         58
Anexo II
Nome:



      Você pode assinalar duas opções de curso, indicando qual e sua
1ª e 2ª opção.
      ( ) Garçom/Garçonete ( ) Auxiliar na Organização de Eventos
      ( ) Bartender             ( ) Recepção de Hotéis e Pousadas.
      Pensando em tudo que você viu e ouviu sobre a função que o curso
lhe permitira exercer, escreva qual sua expectativa em relação ao curso
que assinalou em 1° lugar, o que te fez querer participar?

                             REDAÇÃO
                       Se precisar use o verso da folha.




                                     59
Nome   Trabalho Equipe   Iniciativa   Flexibilidade   Pró-atividade   Comunicação   Criatividade   Liderança   Apresentação Observação
                                                                                                                                                                                                        Roteiro de avaliação.




60
                                                                                                                                                                 Processo Seletivo:
                                                                                                                                              Projeto de Inclusão Social com Capacitação Profissional
                                                                                                                                                                                                           Anexo III
Anexo IV
           Projeto de Inclusão Social com Capacitação Profissional
                             Avaliação do Projeto

                                              Data              de                                               de 2010.
           Considerando a escala abaixo, marque com um X cada uma das perguntas de acordo com sua avaliação dos itens abaixo.

                                      ótimo                          bom                       ruim

01. Espaço físico utilizado para as atividades.



Obs:

02. Equipamento e material.



Obs:

03. Lanche.



Obs:

04. Equipe EPAH.

Acolhimento                                       Orientação                             Atendimento
Obs:

05. Professores.

Didática                                          Assiduidade
Obs:

06. Conteúdo das aulas:



Obs:

07. Expectativas quanto as aulas:



Obs:

08. Sua participação no projeto:

Pontualidade:                                     Participação nas aulas:
Obs:




                                                                61
Avaliação Final               Anexo V
          Projeto de Inclusão Social com Capacitação Profissional
            Período de 12 de abril de 2010 a 27 de julho de 2010.
                                                                                                              Data:______ /_______/2010.
        Este instrumento tem por objetivo detectar aspectos positivos e negativos a serem mantidos
ou reformulados em futuros cursos. Escolha uma das alternativas que melhor identifique sua opinião
sobre os itens a serem analisados e assinale com um “X” no espaço correspondente:
 1.Curso Centro Paula Souza:                                                                            BOM        REGULAR        RUIM
 1.1.Conteúdos abordados
 1.2.Carga Horária
 1.3.Atendimento do objetivo (o curso atendeu as suas expectativas?)
 1.4.Troca de experiência entre participantes
 1.5.Material Didático
 1.6.Coerência entre aulas expositivas/exemplos práticos/exercícios
 1.7.Contribuição para prática profissional
 1.8.Os insumos foram suficientes e adequados para as aulas praticas?
                                                                           Comentários/Sugestões



 2.Professores Centro Paula Souza:
                                                                                                        BOM        REGULAR        RUIM
 2.1. Professor:
 2.1.1.Conhecimento e domínio do assunto
 2.1.2.Metodologia aplicada
 2.1.3.Integração com a Turma
 2.1.4.Motivação
 2.1.5.Clareza na apresentação
 2.1.6.Utilização de exemplos didáticos, relacionados aos desafios do dia-a-dia.
                                                                            Comentários/Sugestões



 3.Oficinas Temáticas                                                                                   BOM        REGULAR        RUIM
 3.1.Conteúdo Abordado
 3.2.Carga horária
 3.3.Atendimento do Objetivo
 3.4.Troca de experiência entre participantes
 3.5.Material Didático
 3.6.Coerência entre aulas expositivas/exemplos/exercícios
 3.7.Contribuição para prática profissional
 3.7.Oficineiros
                                                                           Comentários/Sugestões



 4.Equipe EPAH                                                                                          BOM        REGULAR        RUIM
 4.1.Atenção e Atendimento
 4.2.Eficiência na resolução de problemas
 4.3.Qualidade das informações transmitidas
 4.4.Atuação/desempenho
                                                                           Comentários/Sugestões



 5.Serviços no Local do Curso                                                                           BOM        REGULAR        RUIM
 5.1.Local de realização
 5.2.Equipamentos utilizados
 5.3.Limpeza da sala de aula
 5.4.Limpeza dos banheiros
 5.5.Estrutura física das aulas práticas
 5.6.Lanches oferecidos
                                                                           Comentários/Sugestões



 6.Participante (auto-avaliação)                                                                        BOM        REGULAR        RUIM
 6.1.Pontualidade/Assiduidade
 6.2.Integração com o grupo
 6.3.Interesse/motivação
 6.4.Participação
 6.5.Aprendizado/aproveitamento
                                                                           Comentários/Sugestões



                                                                        Observações sobre a vivência.




                                                                                62
Agradecimentos
   •   Accor America Latina
   •   Agência de Notícias da Aids
   •   Associação Brasileira de Bares e Restaurantes – ABRASEL
   •   Associação Evangélica Beneficente (AEB)
   •   Associação Pro-Brasil - Programa Ação Família
   •   Bar e Restaurante Rústico
   •   Casa Popular de Cultura do M´Boi Mirim
   •   Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas – CAPS Capela do
       Socorro
   •   Centro de Atenção Psicossocial de Capela do Socorro
   •   Centro de Atendimento ao Trabalhador - CEAT Campo Limpo
   •   Centro de Atendimento ao Trabalhador - CAT Interlagos
   •   Centro de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente - CEDECA
       Interlagos
   •   Centro de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente - CEDECA
       Jardim Ângela – (Sociedade Santos Mártires)
   •   Centro de Direitos Humanos e Educação Popular Campo Limpo – CDHEP
   •   CIEJA – Centro Integrado de Educação de Jovens e Adultos de Campo
       Limpo
   •   Centro de Referência da Assistência Social – CRAS – Distritos: Campo
       Limpo, Santo Amaro, M’Boi Mirim, Capela do Socorro.
   •   Conselho Tutelar de Parelheiros
   •   Cutina Buffet
   •   Escola Técnica Zona Sul
   •   FOHB – Fórum Brasileiro das Operadoras de Turismo
   •   Giovanna Pires Eventos e Cerimonial
   •   Le Manjue Bistro
   •   Leo Dolci
   •   MAPA Assessoria
   •   NPPE - Núcleo de Proteção Psicossocial Especial Campo Limpo I(Ass.
       Jd. Comercial)
   •   NPPE - Núcleo de Proteção Psicossocial Especial Parelheiros (CONOSCO)
   •   NPPE - Núcleo de Proteção Psicossocial Especial Jardim Ângela – RAC
       (Sociedade Santos Mártires)
   •   Núcleo de Proteção Psicossocial Especial Capão Redondo II (Ass. Jd.
       Comercial)
   •   Núcleo de Proteção Psicossocial Especial Capão Redondo I (Social
       Bom Jesus)
   •   Núcleo de Proteção Psicossocial Especial São Luiz (Social Bom Jesus)


                                  63
•   Programa Municipal de DST/AIDS de São Paulo
       •   Restaurante Casuale
       •   Restaurante Limonn
       •   Sociedade Santos Mártires
       •   SP Trans
       •   SPTuris
       •   Studio Santa Flor
       •   Tatiana Pina Festas

     Fundação de Apoio a Tecnologia – FAT

    Centro Paula Souza - Unidade de Formação Inicial e Educação Conti-
nuada
      • Clara Maria de Souza Magalhães - Coordenadora Técnica - Ufiec
      • Ubiratan Pereira da Silva - Coordenação Pedagógica Geral - Ufiec
      • Maria Lúcia de C. Pereira - Diretora da Escola Tecnica Zona Sul
      • Priscila Paiero - Assistente de Direção ETEC Zona Sul
      • Marizilda de Carvalho - Coordenação Pedagógica dos cursos e docente
        do curso de Garçom/Garçonete.
      • Maria Luiza M.N. da Motta e Marcelo Chagas e Fabio- Docentes do
        curso de Bartender
      • Giovanna Maria Domingues Pires - Docente do curso de Recepção
        Hoteleira
      • Christianne Geargeoura - Docente do curso de Auxiliar na Organização
        de Eventos

       •   Alex Viana - Fotógrafo colaborador
       •   Edna Scola Klein - Bióloga colaboradora
       •   Eduardo Pens – Turismólogo Colaborador
       •   Francisco Viana – Jornalista Colaborador
       •   Francisco Weyma Bezerra de Lima - Psicólogo colaborador
       •   Joaquim Saraiva – Palestrante Colaborador
       •   Karen Ramos - Psicóloga/Analista de RH colaboradora
       •   Maria Shimone Gomes de Lima - Coordenação de Projeto de Preven-
           ção Secundária EPAH
       •   Paula Oliveira - Psicóloga colaboradora
       •   Renata de Cássia Ferreira de Melo - Educadora colaboradora
       •   Patrícia Gonçalves de Melo - Jornalista colaboradora
       •   Shimogo Satomi - Voluntaria colaboradora
       •   Sila Maria Andrade Kolhy – Colaboradora
       •   Valéria Boreli - Psicóloga colaboradora


                                   64
A maior recompensa que
   recebemos quando investimos
em jovens é presenciar a felicidade
 e a transformação estampada em
    seus olhos e em seus sorrisos.
  A abertura de novos horizontes e
 perspectivas, que parte da simples
instrumentalização de seus próprios
   potenciais, é apenas um passo,
      de um longo caminho em
     direção a um futuro melhor
           para todos nós.




                                       Ministério
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Cartilha Projeto Epah

  • 1. Projeto Inclusão Social com Capacitação Profissional na zona sul da cidade de São Paulo relato de experiência
  • 2. Projeto Inclusão Social com Capacitação Profissional na zona sul da cidade de São Paulo relato de experiência Zona Sul de São Paulo Ministério do Turismo
  • 3. copyright© 2010 Ministério do Turismo Presidente da República Federativa do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva Ministro do Estado do Turismo Luiz Barretto Coordenadora Geral do Programa Turismo Sustentável e Infância - TSI Elisabeth Parronchi Borges Bahia Figueiredo Coordenadora do TSI Maria Aurélia de Sá Pinto Associação Espaço de Prevenção e Atenção Humanizada - EPAH Presidente: José Araújo Lima Filho Diretor Financeiro: Heliodoro Sousa Sobrinho Diretor de Assuntos Sociais: Roberto L. da Cruz Coordenadora local do Projeto: Monica Gonçalves de Melo Teixeira Equipe Técnica do Projeto Andressa Maria de Araújo Bitelmam Marcus Vinícius Lisboa Malavasi Normecy Meneses de Andrade Silmara Lett Projeto Gráfico, Arte e Diagramação Zapt Editora Associação Espaço de Prevenção e Atenção Humanizada Rua João Bernardo Vieira, 387 – Jardim Paris – São Paulo/SP. – CEP 05794 310. epah@epah.org.br www.epah.org.br 2
  • 4. Fotos: Equipe, Alex Viana e Patrícia Gonçalves de Melo “Nada lhe posso dar que já não exista em você mesmo. Não posso abrir-lhe outro mundo de imagens, além daquele que há em sua própria alma. Nada lhe posso dar a não ser a oportunidade, o impulso, a chave. Eu o ajudarei a tornar visível o seu próprio mundo, e isso é tudo”. Hermann Hesse 3
  • 5. 4
  • 6. FALA DO MINISTRO C ondições de vida precárias costumam levar crianças e jovens para situações de vulnerabilidade e risco social. Na Zona Sul da capital paulista – uma das regiões mais populosas da cidade e cenário de grandes contrastes socioeco- nômicos –, a realidade não é diferente. A Associação Espaço de Prevenção e Atenção Humanizada - EPAH tem, entre outros objetivos, estimular a prevenção das doenças sexualmente transmissíveis (DST) e Aids, prevenir e orientar em questões relacionadas a todo e qualquer tipo de violência e exploração sexual, por meio da sensibilização e inclusão social de adolescentes. O Projeto de Inclusão Social com Capacitação Profissional é o resultado do convênio assinado entre o Ministério do Turismo, por meio do programa Turismo Sustentável e Infância (TSI), e a EPAH. Ter a oportunidade real de conquistar espaço no mercado de trabalho pode fazer toda a diferença na vida de jovens em situação de risco social. Com esta iniciativa a esperança e a certeza de um futuro melhor para rapazes e moças de 16 a 24 anos ganharam endereço certo na EPAH. A Associação atua também, na inserção dos jovens que concluíram os cursos no mercado de trabalho, por meio de parcerias com empresários do segmento do turismo – como a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Accor América Latina e o Fórum dos Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB). O acompanhamento psicossocial promovido pela entidade foi também um dos fatores que contribuiu para que as conquistas de muitos dos jovens, fossem para além do início de suas vidas profissionais. Foram vitórias pessoais, de resgate da cidadania, da auto-estima e do reconhecimento da capacidade de 5
  • 7. realização. Houve a aproximação entre os jovens e suas famílias e a retomada dos estudos de alguns alunos que estavam fora da escola. Hoje, 14 participantes já trabalham regularmente e outros, prestam serviços eventuais, em atividades ligadas à cadeia produtiva do turismo. O setor turístico é uma poderosa ferramenta de inclusão social. Oferece oportunidades de colocação no mercado e aumento de renda para trabalhadores com diferentes níveis de formação. Somente em 2008, foram criadas cerca de 460 mil ocupações formais e informais, nas atividades características do turismo, em todo o Brasil. Apoiar projetos como este, com resultados tão animadores, serve como incentivo para continuarmos trabalhando para promover a inclusão social. Além de contribuir para uma melhor distribuição de renda e riquezas para o Brasil e sua população, por meio do desenvolvimento turístico nacional. Luiz Barretto Ministro de Estado do Turismo 6
  • 8. Qualificação e Inclusão Social O trabalho preventivo mostra-se muito eficaz, junto ao público jovem em especial, uma vez que os mesmos estão em um momento de desenvolvimento humano, em que as contingências ambientais são fatores determinantes em seus caminhos futuros. Os dados epidemiológicos do município de São Paulo demonstram um contínuo crescimento da infecção pelo HIV/ Aids no público jovem, o que traz a reflexão de que a prevenção em saúde precisa ser ampliada e ao olhar para o cidadão é necessário considerar todas as suas facetas e necessidades. Há um grande volume de dados, números e estatísticas sobre as necessidades que grande parte desta população vive. A proposta deste projeto engloba muitas destas demandas, e pode, além disso, acrescentar o sucesso que atingimos durante todo o processo. É com alegria, que observamos a atual articulação de uma política de Estado, que busca respostas a situações como à exploração sexual de crianças e adolescentes no turismo, com todos os setores envolvidos, trazendo também o Segundo Setor para colaborar na discussão e na perspectiva de inovar nas soluções. A responsabilidade social fez-se presente, o que, em alguns momentos na área social, é difícil de acreditar como algo possível. A vivência e a replicabilidade desta ação, tem mostrado que é possível e está ao nosso alcance. Agradecemos a EPAH e ao TSI pela oportunidade de vivenciar tudo isso. Os caminhos existem, são eficazes e podem ser trilhados a qualquer momento. Esperamos que esta experiência se multiplique e passe a fazer parte da cultura do nosso país. Equipe EPAH Projeto de Inclusão Social com Capacitação Profissional 7
  • 9. – Educação para o Trabalho Os cursos de formação inicial ou qualificação básica, como são mais conhecidos, muitas vezes são a única oportunidade que jovens e adultos terão ou estão tendo, de conhecer e vivenciar aulas práticas e teóricas, que podem lhes proporcionar uma visão de mundo diferente daquela que eles estão acostumados. Essa outra visão de mundo é um divisor de águas para muitas pessoas, pois ao término do curso, os alunos percebem que a qualificação profissional é muito importante na vida de cada um. Seja para aumentar a renda do aluno egresso, abrir novas oportunidades de emprego ou até mesmo conseguir o primeiro emprego. A formação atende às necessidades básicas profissionais de uma grande parcela da população, possibilitando o aumento da auto-estima, a valorização pessoal e conseqüentemente, melhoria na qualidade de vida do indivíduo e de sua família. Centro Paula Souza. 8
  • 10. FALA DO REPRESENTANTE DA EPAH Caminhando com os jovens; T rabalhar com a juventude é sempre um desafio a ser superado, em razão de suas constantes inquietações. Na prevenção às DSTs/HIV/AIDS, trabalho que a Associação Espaço de Prevenção e Atenção Humanizada – EPAH, vem executando há vários anos, viu-se a necessidade de comple- mentar o trabalho realizado, devido as diversas demandas da faixa etária (13 a 24 anos). A EPAH constantemente busca caminhos que possibilitem a comunicação com os jovens, visando levar informações que possam minimizar suas vulnerabilidades em seus espaços de trabalho, convívio social e familiar. O Projeto de Inclusão Social com Capacitação Profissional, em parceria com o Programa Turismo Sustentável e Infância (TSI), do Ministério do Turismo, trouxe vários desafios e ao mesmo tempo, a renovação de estratégias de comunicação, com os jovens que são carentes da presença do poder público. Com a experiência da EPAH e do TSI, foi desenvolvida uma forma de trabalhar a prevenção com os jovens de forma integral. A proposta foi assumida pelos jovens, que durante todo o percurso deste processo, passaram por inúmeras transformações. A participação dos familiares foi fundamental e muito contribuiu para o sucesso do trabalho realizado. O caminho percorrido com esta iniciativa foi possível graças à equipe, que teve a humildade de rever conceitos e estratégias. A parceria com os técnicos do TSI também ajudou a possibilitar o sucesso do projeto, além de possibilitar o desenvolvimento de parcerias e conhecimentos novos, que até então eram totalmente desconhecidas pela Associação. 9
  • 11. O projeto chegou à sua fase de conclusão, no entanto, é constante o nosso compromisso assumido com os jovens e familiares, que acreditaram na superação e no caminhar para o exercício pleno de sua cidadania. Por isso, levar informações aos jovens do projeto comprova – mais do que nunca - a necessidade de permitir e incentivar sonhos, sobretudo, a oportunidade de fazer a diferença. Meus agradecimentos a equipe da Associação EPAH e do TSI e em especial, os meus sinceros agradecimentos, aos jovens que foram verdadeiros atores do presente projeto. José Araujo. Presidente da Associação Espaço de Prevenção e Atenção Humanizada. 10
  • 12. SUMÁRIO Introdução 13 O Projeto 16 Etapas de Implementação do Projeto 16 Divulgação e Inscrições 16 Requisitos para inscrição: 16 Processo Seletivo 17 Caracterização dos jovens selecionados 19 Composição das Turmas 21 Instituição executora dos cursos 23 Método de trabalho 23 Básico em Organização de Eventos 24 Formação de Bartender 26 Garçom 27 Recepção em Hotéis, Colônias de Férias e Pousadas 28 Avaliação realizada com os alunos 29 Círculo em Ação 31 Habilidades Gerais 32 Oficinas Temáticas 34 Acompanhamento Psicossocial. 35 Resultados 43 Depoimentos dos Educandos e Familiares: 48 Conclusão: 52 Referências e Sugestões Bibliográficas: 54 Anexos 57 Anexo I • Ficha de inscrição 58 Anexo II • Redação 59 Anexo III • Roteiro de avaliação 60 Anexo IV • Avaliação do Projeto 61 Anexo V • Avaliação Final 62 Agradecimentos 63 11
  • 13. 12
  • 14. INTRODUÇÃO E m função de sua localização, a cidade de São Paulo, desde sua fundação, foi referencia e passagem para os vários fluxos de desbravamento e migração, do porto para o interior do Estado. Como capital do Estado, cresceu com a economia do café e passou a ser um centro tecnológico, financeiro e educacional. São Paulo vem registrando crescente fluxo de turistas, motivados prin- cipalmente por negócios, saúde ou eventos. É apontada como a cidade da América Latina que mais recebe eventos. A cidade esta fazendo parte dos destinos de muitas companhias aéreas para viagens internacionais. Em 2010 foi indicada como um dos destinos indutores do turismo no país. Fotos: Equipe, Alex Viana, CJT, Luis Fonseca e Patrícia Gonçalves de Melo 13
  • 15. O Turismo Sustentável aponta a necessidade de considerar os aspectos sociais da região, para que a mesma se desenvolva num todo. A cidade de São Paulo tem muito a refletir sobre o tema. Vêm investindo e recebendo investimento no turismo, que tende a continuar em expansão nos próximos anos. Todos são chamados à responsabilidade social neste momento, de modo a garantir o bom desenvolvimento de suas ações. A zona Sul de São Paulo apresenta grande ambigüidade econômi- ca, concentra os maiores índices de vulnerabilidade social e ao mesmo tempo bolsões de riqueza - observados tanto na arquitetura de alguns bairros como na qualidade e valor de alguns serviços. No extremo sul da região, encontramos ainda preservada, grande formação de mata Atlântica - a atual Área de Proteção Ambiental Capivari-Monos - nesta área, encontram-se três aldeias de índios Guaranis, bairros com maiores índices de vulnerabilidade e grande potencial para ecoturismo. Fotos: Equipe e Patrícia Gonçalves de Melo A partir da década de 50, a região passou a receber constante fluxo migratório, em especial da região nordeste, devido a oferta de emprego na indústria que se instalava no entorno do centro da cidade. As novas 14
  • 16. indústrias e a construção das Represas Bilings e Guarapiranga foram fatores predominantes, para a formação de uma grande população operária na região sul da cidade, até então, de característica agrícola. Na década de 90, houve a saída de grande parte das indústrias da cidade, sobretudo na zona sul. Fotos: Equipe e Patrícia Gonçalves de Melo Após a saída progressiva das indústrias, houve o expressivo cresci- mento no setor de serviços, que vem exigindo cada vez mais mão de obra especializada, entretanto, a população da região vem ficando a margem devido a pouca capacitação e dificuldades de acesso. A rique- za e a pobreza em constante contraste na geografia local também se tornam um fator de vulnerabilidade social, em especial para jovens. Enquanto a política pública não alcança toda essa região, as organi- zações comunitárias e não governamentais, tem tido um papel essencial no desenvolvimento dessas comunidades. Neste projeto, atuamos junto a outras ONGs e com o poder publico. Acreditamos que muito se pode construir trabalhando em parceria. 15
  • 17. O Projeto A Associação EPAH firmou um convênio com o Programa Turismo Sustentável e Infância –TSI do Ministério do Turismo para a execução deste projeto. A equipe de trabalho foi formada pela Coordenação e 03 Técnicos com formação em Psicologia e Serviço Social. “Enfrentar a problemática da exploração sexual de crianças e jovens por meio da sensibilização e da ampliação das oportunidades de inserção social e no mundo do trabalho de adolescentes e jovens que vivem em situação de vulnerabilidade social, na zona sul da cidade de São Paulo/SP, com foco no turismo sustentável”. Etapas dE ImplEmEntação do projEto Divulgação e Inscrições As atividades tiveram início em janeiro de 2010, com contatos e visitas institucionais para distribuição do material de divulgação e inscrições. Dentre os parceiros que foram importantes neste processo, destacamos o setor de marketing da SPTRANS, que se disponibilizou a afixar os cartazes nos terminais de ônibus da cidade, estratégia que foi muito eficaz. As ONGs, Associações e Equipamentos Públicos de toda a região, receberam muito bem a proposta, comprometendo-se a realizar a divulgação do projeto junto ao público atendido. Requisitos para inscrição: Faixa etária: 16 a 24 anos. Estar cursando ou ter concluído o ensino fundamental. Residir nos bairros da Zona Sul da cidade de São Paulo. Contamos com 05 Organizações para realização das inscrições. 16
  • 18. Outras instituições se responsabilizaram em disponibilizar e recolher as fichas dos jovens por eles atendidos. Ao final do período de inscrição, tivemos um total de 268 fichas preenchidas. Os jovens foram contatados via telefone e convidados para o processo seletivo. Processo Seletivo Em grupos de 30 pessoas, os jovens foram convidados ao espaço da Escola Técnica Zona sul - ETEC que sediou o curso. Foi realizada a apresentação do projeto, o conteúdo dos cursos, um breve vídeo sobre as funções de cada curso. Os jovens se apresentaram ludicamente e realizaram uma redação sobre o tema. A segunda etapa consistiu em entrevista individual dos jovens selecionados e reunião com familiares, para entrega de documentos e encaminhamentos necessários: escola, programas sociais, documentos, entre outros. Fotos: Equipe do projeto 17
  • 19. Fotos: Equipe do projeto 18
  • 20. Caracterização dos jovens selecionados. Territorialmente, a divulgação chegou aos Distritos administrativos da região, perfazendo um total de 70 bairros. Distribuição Percentual por Distrito Administrativo 9% 6% 3% 22% 28% 1% 4% 11% 5% 11% Distrito do Campo Limpo Distrito do Jd. São Luiz Distrito do Capão Redondo Distrito do Marselac Distrito do Cidade Ademar Distrito do Parelheiros Distrito do Grajaú Distrito do Pedreira Distrito do Jd. Angela Distrito do Capela do Socorro Distribuição Percentual da Escolaridade 37% 35% I grau incompleto I grau completo II grau incompleto II grau completo III grau incompleto III grau incompleto 1% 1% 14% 12% 19
  • 21. Distribuição Percentual por Gênero 35% 65% Masculino Feminino Distribuição Percentual por Idade 7% 4% 28% 3% 16 14% 17 18 19 20 21 22 15% 23 21% 24 4% 4% Para os jovens maiores de 18 anos a urgência do trabalho e renda pretere os cursos de formação. A organização curricular dos cursos, assim como adequação de material didático, foi realizada pelo Centro Paula Souza, com a expertise que a instituição desenvolveu ao longo de sua trajetória, na capacitação profissional de jovens. Os cursos abordaram as competências profissionais básicas e específicas de cada função. 20
  • 22. Composição das Turmas Os critérios utilizados para seleção foram: apresentação, participa- ção na atividade proposta, idade, motivação e questionário socioeco- nômico, priorizando famílias que apresentaram renda per capta de até 1 salário mínimo. Em função da escolha dos jovens, foram formadas turmas para os cursos de Recepção em Hotéis e Pousadas e Auxiliar na Organização de Eventos, alunos para Garçom e Bartender. Distribuição Percentual da Formação das Turmas 19% 30% 18% Recepção Aux. Org. Eventos Garçom Bartender 33% Distribuição Percentual da Renda Familiar 4% 21% R$ 900+ R$ 100–R$ 300 R$ 301–R$ 600 9% R$ 601–R$ 900 48% não tenho 18% 21
  • 23. Distribuição Percentual da Participação em Programas Sociais e/ou de Transferência de Renda 20% 2% 3% 5% 3% 63% 1% 2% Bolsa Família Pensão Aposentadoria por tempo PETI (Programa de Erradicação do trabalho infantil) Aposentadoria por invalidez Outro Auxílio Doença Não Número de Pessoas na Residência 4% 2% 4% 16% 20% 24% 30% 02 pessoas 04 pessoas 06 pessoas 08 pessoas 03 pessoas 05 pessoas 07 pessoas 22
  • 24. Instituição executora dos cursos: O Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza, autarquia de regime especial, que tem entre outros objetivos, o desenvolvimento do Ensino Profissional no Estado de São Paulo, bem como a realização e promoção de cursos de graduação, pós-graduação, estágios e programas, nos variados setores das atividades produtivas, que possibilitem ensejo para o contínuo aperfeiçoamento profissional e aprimoramento da formação técnica, cultural, moral e cívica, nos termos do Regimento do CEETEPS, aprovado pelo Decreto Estadual nº 17.027, de 19 de maio de 1981. Método de trabalho O projeto visou à capacitação de jovens da região Sul de São Paulo, em condições de vulnerabilidade social acentuada, com cursos na área de Turismo, propiciando integração dos alunos com as diversas áreas que abrangem o turismo. Foto: Equipe do projeto 23
  • 25. Essa integração foi realizada através de vivências em ambientes pró- prios, com aulas práticas e lúdicas, que levaram o aluno, o mais próximo da realidade profissional do curso que ele/ela freqüentou. Fotos: Equipe do projeto Básico em Organização de Eventos O objetivo do curso, foi propiciar ao aluno o conhecimento de várias técnicas de execução para a realização de eventos, por meio de pesquisa, do planejamento da organização da coordenação, do con- trole e da implantação de um, visando atingir o seu público-alvo, com medidas concretas e resultados projetados. Além disso, o aluno ao final do curso pode identificar melhor alguns processos no seu ambiente de trabalho: • distinguir os diversos tipos de eventos e festas; • estabelecer tarefas aos subordinados; • planejar ações e estratégias; • perceber condutas inadequadas ao ambiente de trabalho; • valorizar companheiros de trabalho. 24
  • 26. Fotos: Equipe do projeto 25
  • 27. Foto: Equipe do projeto Formação de Bartender O curso de Bartender visou capacitar os alunos, para atuarem como profissionais que preparam e servem bebidas (refrigerantes, su- cos, energéticos) e coquetéis, tirando dúvidas de clientes, fornecendo informações e atendendo reclamações. O profissional desse curso, em muitos casos, trabalha em shows, boates, casas noturnas e em todo tipo de evento em que haja bebi- das e drinks a servir. Utilizam o malabarismo com as garrafas, copos e coqueteleiras como forma de atrair e chamar atenção para o serviço que realizam. 26
  • 28. Foto: Equipe do projeto Garçom A arte de atender bem os clientes, recepcionando-os e servindo refeições e bebidas em restaurantes, bares, clubes, cantinas, hotéis, eventos e hospitais; montar e desmontar praças, carrinhos, mesas, balcões e bares; organizar, conferir e controlar materiais de trabalho, bebidas e alimentos, listas de espera, a limpeza e higiene e a segu- rança do local de trabalho; preparar alimentos e bebidas, realizando também serviços de vinhos. Essa foi a proposta desse curso, que pos- sibilitou ao aluno conhecimentos teóricos e práticos no atendimento com excelência e cortesia. 27
  • 29. Foto: Equipe do projeto Recepção em Hotéis, Colônias de Férias e Pousadas Além de adquirir conhecimentos pertinentes à recepção e ao atendimento de excelente qualidade, o aluno aprendeu um pouco sobre a área do turismo, focado em colônias de férias, pousadas, hotéis. O conhecimento sobre o local onde trabalha é fundamental para o profissional de recepção. Além disso, a simpatia e a boa apresentação são levadas em consideração. O bom profissional de recepção, deve saber orientar e informar os clientes mesmo em situações inusitadas, tendo que agir de forma improvisada, mas que satisfaça tanto ao cliente, quanto ao empregador. Essas foram algumas das propostas desenvolvidas nesse curso. 28
  • 30. Foto: Equipe do projeto avalIação rEalIzada com os alunos Os alunos foram avaliados constantemente, por meio de diag- nósticos realizados em sala de aula e práticas desenvolvidas nos mais diversos ambientes. O conhecimento adquirido e construído pelos alunos foi outro ponto de avaliação que o professor teve como base, para saber se o aluno absorveu as informações transmitidas, para poderem trabalhá-las e adaptá-las, quando necessário, em ocasiões inesperadas. Outros pontos de avaliação foram: freqüência, interesse, pontu- alidade, responsabilidade, cooperação e comprometimento com os colegas de curso e com o professor, demonstrando, em todos esses aspectos o grau de amadurecimento profissional e o quanto o aluno se empenhou durante o curso. 29
  • 31. Fotos: Equipe do projeto Os jovens receberam mochila e camisetas personalizadas do pro- jeto, o material didático necessário aos cursos e Bilhete Único com vale transporte para os dias de aula e atividades extracurriculares. 30
  • 32. Círculo em Ação: 31 Fotos: Equipe do projeto
  • 33. Fotos: Equipe do projeto Habilidades Gerais Temas como Ética e Cidadania, Empreendedorismo, Meio Am- biente, Empregabilidade, dentre outros, foram abordados em todos os cursos, pois entendemos que os alunos precisavam fixar as informações e/ou desenvolver o conhecimento acerca desses temas, uma vez que o profissional contemporâneo, além de desenvolver as habilidades técnicas e práticas de cada curso, precisa também desenvolver as habilidades e conhecimentos pessoais que possibilitem aquisição e/ou aprimoramento do censo crítico, tornando-o acima de tudo um cidadão consciente do papel dele na sociedade. 32
  • 34. 33 Fotos: Equipe do projeto
  • 35. Fotos: Equipe do projeto Oficinas Temáticas Com o apoio do Programa Municipal de DST/AIDS de São Paulo, foram realizadas oficinas e palestras temáticas, para ampliar a reflexão sobre temas relacionados à realidade de muitos jovens e ao contexto em que se inserem: Sexualidade, Mitos e Verdades sobre a vida Sexual; Sexo mais Seguro; Drogas Lícitas e Ilícitas; Violência e Violência Doméstica; Estatuto da Criança e Adolescente; Projeto de Vida e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes no Turismo. 34
  • 36. Acompanhamento Psicossocial. Método: Foram desenvolvidas ações de enfrentamento, frente às situa- ções observadas na dinâmica familiar e no processo de capacitação dos jovens, relacionadas ao contexto de vulnerabilidade social no qual estão inseridos. Foi realizado o acompanhamento das ativida- des de capacitação, visitas domiciliares, atendimentos individuais e familiares e reuniões com pais e professores do Centro Paula Souza. A articulação com a rede de serviços facilitou o direcionamento das demandas acolhidas. Visita ao espaço de execução dos cursos: a equipe técnica do projeto, esteve em constante contato com os jovens e professores, com visitas e acompanhamento semanal das atividades realizadas em sala de aula, facilitando a interlocução entre as demandas dos jovens e a instituição. Avaliação Escrita: Foram aplicados periodicamente, instrumental de avaliação, para acolhimento das demandas e observações trazidas pelos jovens, permitindo assim, a adequação de alguns métodos, processos e moni- toramento dos mesmos. Visitas Domiciliares: Principal ferramenta para vinculação com as famílias, reconheci- mento do contexto familiar dos jovens, acompanhamento das demandas identificadas no diálogo realizado entre equipe técnica e os membros familiares, possibilitando as descobertas de suas potencialidades. Atendimentos individuais e familiares: Tiveram objetivo educativo, socializador, reflexivo e orientador, diante das demandas identificadas pelos docentes e ou pela procura espontânea do próprio jovem e dos familiares, promovendo fortaleci- mento dos vínculos entre equipe técnica, jovens e familiares. 35
  • 37. Fotos: Equipe do projeto Reuniões Familiares: permitiram maior clareza aos familiares quanto aos objetivos do projeto, seu alcance, interação e integração com a equipe técnica. 36
  • 38. Fotos: Equipe do projeto Reuniões com professores do Centro Paula Souza: favoreceu a mediação entre corpo docente e discente, visando a construção e for- talecimento de vínculos, evitando a evasão e garantindo a participação do jovem, até a finalização do projeto. 37
  • 39. Fotos: Equipe do projeto Ao longo do processo de capacitação, os jovens foram incentivados a conhecer os espaços turísticos e de recepção do turismo na cidade. Promovemos ainda, visitas ao Teatro, Salão do Turismo e Hotéis. Todas as atividades complementares propiciaram discussão e reflexão em sala de aula. 38
  • 40. Fotos: Equipe do projeto Vivências: Com o objetivo de aproximar os jovens, da prática profissional a qual foram capacitados, por meio de parceira com a Accor e ABRASEL - Associação Brasileira de Bares e Restaurantes, foi possível aos jovens realizar um período mínimo de vivência de 30h no espaço de hotéis, bares e restaurantes. 39
  • 41. Vivenciar a rotina das atividades possibilitou aos jovens a aplicação prática da capacitação realizada, além de ampliar a percepção quanto a posturas adequadas, processos específicos e o caminho profissional de alguns cargos. Além do exercício da autonomia e reconhecimento das próprias habilidades, potencialidades e limites. Fotos: Equipe do projeto Aula Vitrine: Foi proporcionado aos parceiros e empresários do setor turístico, um evento organizado e executado pelos jovens do projeto. Aconteceu no espaço do Novotel Jaraguá, no centro da cidade. A atividade envol- veu todo o grupo, aproximando os parceiros e os jovens, dando maior clareza dos objetivos do projeto, sendo possível observar e reconhecer o trabalho, assim como a responsabilidade social de cada um. 40
  • 42. Fotos: Equipe do projeto Após o evento da aula vitrine, alguns hotéis e restaurantes pas- saram a divulgar suas vagas, para os jovens do projeto, a defasagem escolar e um segundo idioma é um fator que dificulta a empregabili- dade na indústria hoteleira, sendo maior a absorção da mão de obra direcionada a bares e restaurantes. A idade dos jovens foi outro fator observado, num geral, as vagas oferecidas têm critério de idade para jovens maiores de 18 anos. 41
  • 43. Fotos: Equipe do projeto Ainda hoje, a cultura de aguardar dispensa do serviço militar entre os rapazes é presente nas empresas, quanto à escolaridade e segundo idioma, embora seja uma necessidade da indústria hoteleira, na eco- nomia moderna é uma exigência cada vez maior em todo o mercado de trabalho, que deve ser observada pela política publica de educação. Por outro lado, a capacitação profissional oferecida, possibilitou aos jovens o conhecimento, habilidades técnicas e comportamentais, a serem facilmente desenvolvidas em outras atividades, ligadas ou não, a cadeia produtiva do turismo. 42
  • 44. Resultados: Dos 100 jovens que iniciaram no projeto, 89 foram certificados. A participação e apoio da família foi um diferencial na adesão dos jovens à proposta do projeto. 27 18 Recepção Aux. Org. Eventos Garçom Bartender 12 32 35 30 25 20 15 Conclusão Evasão 10 5 0 Recepção Auxiliar Garçom Bartender de organização de eventos O projeto conseguiu atingir toda a região ao qual se propôs a aten- der. A apropriação do espaço público se observou na divulgação de cursos e capacitações em instituições públicas. Três das alunas ingressaram em cursos técnicos e 90% dos jovens atendidos não tinham conhecimento da escola em que os cursos foram realizados. Para muitos jovens, a Solenidade de Entrega de Certificados foi a primeira vivencia de conclusão de uma atividade, contribuindo com sua autopercepção da capacidade para realizar. Para alguns deles, o projeto 43
  • 45. representou ainda, a primeira oportunidade de trabalho. A vinculação dos jovens e familiares com a Associação, foi um fator muito positivo neste processo. Este projeto propiciou também, a aproximação das temáticas abordadas à cadeia produtiva do turismo, na cidade de São Paulo, ampliando ainda o conceito de prevenção em saúde. Ao final da capacitação profissional, 26% dos jovens estavam tra- balhando formalmente em atividades relacionadas à cadeia produtiva do turismo ou não, outros 06% iniciaram atividades de prestação de serviço de modo esporádico antes mesmo de finalizar a capacitação. E cinco jovens retomaram os estudos no segundo semestre do ano. Dentre as situações que levaram a evasão de 14% dos jovens: tive- mos a urgência do trabalho, em especial para maiores de 18 anos que abandonaram o projeto para trabalhar; uma gestante que apresentou situações de risco em meio o processo de capacitação; mudança para outro Estado (16% dos participantes eram naturais de outro Estado do país). Segue abaixo a avaliação final do projeto realizada pelos jovens. Em relação ao Curso e Centro Paula Souza. 100% 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% Conteúdos Abordades Carga horária (o curso atendeu as suas expectativas) Troca de experiências entre os particcipantes Material didático práticos de exercícios Contribuição para prática profissional Os insumos foram suficientes e adequados para as aulas práticas Atendimento do objetivo Coerência entre aulas expositivas. Exemplos Bom Regular Ruim 44
  • 46. Em relação aos Professores dos cursos, foram avaliados os seguintes itens: Conhecimento e domínio do assunto; Metodologia Aplicada; Integração com a turma; Motivação; Clareza na apresen- tação; Utilização de exemplos didáticos, relacionados aos desafios do dia-a-dia. 120% 100% 80% Bom 60% Regular 40% Ruim 20% 0% Professores de Professora de Professora de Professora de Bartender Eventos Recepção Garçom Em relação as Oficinas Temáticas desenvolvidas ao longo do curso. 100% 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% Conteúdo abordado Carga horária Atendimento do objetivo Troca de experiência entre partipantes Material Didático Coerência entre aulas expositivas. Exemplos. Exercicios. Contribuição para prática profissional Oficineiros Bom Regular Ruim 45
  • 47. Em relação a toda Equipe EPAH. 100% 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% Atenção e Eficiência Qualidade Atuação atendimento na resolução das informações desempenho de problemas transmitidas Bom Regular Ruim Em relação aos Serviços no local do Curso. 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% Local de Equipamentos Limpeza Limpeza Estrutura Lanches realização utilizados a sala de aula dos banheiros física das oferecidos aulas práticas Bom Regular Ruim 46
  • 48. Auto-avaliação dos Alunos. 100% 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% Pontualidade Integração Interesse Participação Aprendizado Assiduidade com grupo Motivação Aproveitamento Bom Regular Ruim 47
  • 49. Depoimentos dos Educandos e Familiares: Queria agradecer pela oportunidade que vocês me deram, absorvi muito conhecimento e fiz novas amizades, isso é o mais importante para mim, mais importante até mes- mo, do que qualquer vaga de emprego, não há dinheiro no mundo que possa pagar pelos momentos maravilhosos que eu passei nessa uma semana que estive no restaurante..!!!!! Mais uma vez Muito Obrigado por tudo, vocês do EPAH são D+!!! Um abraço a todos. “As aulas com os professores foram ótimas, tive um bom aproveitamento nas aulas, professores ensinam com clareza e não tenho o que reclamar. Alunos Bartender “Nenhuma falta de respeito, abandono ou qualquer falta de respeito a hoje. Mas sim boa educação, muito respeito, inclu- sive tive boa ajuda em todas as ares, tanto do professor como toda Associação, Que outros jovens tenham esta oportunidade, obrigada”. “O curso em si foi ótimo, uma ótima oportunidade para todos nos. Nos ajudou bastante inclusive na convivência com as pessoas”. “A professora nos incentivou ao mercado de trabalho e nos adaptou para uma vivência mais dinâmica”. “Continue assim a atenção de vocês é muito importante para os alunos” 48
  • 50. “Meu crescimento foi maravilhoso após o curso, crescimento pessoal, hoje sou mais confiante comigo mesma. Amei cada mi- nuto do curso, esse foi só o início de muitas coisas que pretendo conquistar em minha vida”. “Todas as oficinas abordadas estavam ótimas e nos ensina- ram bastante coisa.” “ eu aprendi a conviver em grupo, aprendi a focar no meu objetivo ir atrás, independente da distancia, das dificuldades ... eu chegava na segunda aula, mas eu corri atrás, e o curso foi realmente muito importante, eu foquei no que eu quero mesmo e ninguém vai me impedir... eu quero terminar o colegial, arranjar um bom emprego, fazer uma faculdade, sei lá, tô pensando em advocacia, quem sabe”. Alunos do curso de Eventos. Agradeço muito a todos pela “Família que fiz no curso sem tirar nenhum nome. “A equipe me surpreendeu muito boa, toda atenção, o modo como se preocuparam com a gente maravilhoso”. “ Foi a melhor equipe que já vi de ONG e importância com os alunos. Obrigado pela atenção” Alunos do curso de Recepção. “ foi bom o curso, tipo assim me ensinou muitas coisas que eu não sabia, foi importante na minha vida pessoal e também profissional, entendeu? aprendi muitas coisas eu acho ... me interessei mais pelas coisas, me interessei mais em fazer muitas coisas que eu não gostava antes ... surgiu mais oportunidade pra mim”. 49
  • 51. “Ao entrar na turma de garçom, conheci novas pessoas, gostei do convívio com a professora, e hoje estou aqui, servindo”. Aluno de Garçom “ eu aprendi a conviver em grupo, aprendi a focar no meu objetivo ir atrás né, independente da distancia, da... das dificul- dades, o curso foi realmente muito importante, eu foquei no que eu quero mesmo e ninguém vai me impedir.” Adolescente “Para minha filha valeu apena, superou todas as minhas expectativas”. Mãe de uma adolescente “ela ficou muito entusiasmada, ela foi fazer essa vivencia, ela gostou muito, e... os pensamento dela mudou, porque agora ela só quer sa- ber de querer trabalhar, querer fazer alguma coisa, pra o bem dela” Mãe de adolescente “Ah! Isso ai estimula o mais o pessoal que é mais jovem né, é mais estimulo para ver se estuda arrumar um serviço melhor, alguma coisa desse tipo.” Pai de adolescente “Para mim foi ótimo, porque ele teve bastante conheci- mento, conheceu pessoas diferentes do que é aqui, se enten- deu? Então pra mim foi uma coisa muito boa ter conhecido todas essas pessoas que participaram desse curso ... para mim foi muito bom.” Mãe de adolescente 50
  • 52. “Entusiasmo e exercício da cidadania se encontraram na minha participação do projeto EPAH e Ministério do Turis- mo, voltado para a inclusão social por meio da Capacitação Profissional. Começou com a semeadura da esperança de novas oportunidades de trabalho e como ser humano para um grupo de jovens, que, logo, demonstraram ser partici- pativos e determinados a superar desafios. Chegou ao final com a constatação pratica de que semeamos em terreno fértil. As oportunidades de trabalho se multiplicaram, os jo- vens estudantes se revelaram à altura das responsabilidades. Revelaram-se comprometidos com o êxito, com a construção de um futuro digno e promissor. Foi uma experiência tão viva que continuamos a nos corresponder, a trocar idéias, a partilhar experiências. Os eventos são o negócio do futuro. Profissionais de organização de eventos terão oportunidades de realização cada vez melhores. Poderão, assim, cada vez mais sonhar e concretizar sonhos e vitoriosos”. Christianne Geargeoura Professora do curso de Eventos. “Um dos pontos mais positivos que percebi nesse projeto foi que além da capacitação profissional, permitiu aos jovens as vivências, que possibilitou o contato com o mercado de trabalho”. Maria Shimone Gomes Coordenadora de Projeto para Prevenção Secundária Associação EPAH. 51
  • 53. Conclusão: Fotos: Equipe do projeto Durante todo o projeto, buscamos desenvolver ações que contri- buíram para o desenvolvimento pessoal e profissional dos jovens. Este projeto apresentou condições objetivas para participação da população pretendida, ao observar as maiores demandas da região: Facilitar o acesso por meio de bilhete único, espaço físico e equipamentos de qualidade nos cursos, atendimentos individuais e personalizados, en- globando familiares, certificação reconhecida no mercado de trabalho, incentivo e acesso a cultura. 52
  • 54. Fotos: Equipe do projeto A participação das ONGs, poder público e privado, promoveu muito do sucesso alcançado até aqui. A contribuição de todos, foi essencial para o desenvolvimento das ações e uma maior consciência quanto à sustentabilidade do turismo. A apropriação de novos espaços públicos e privados, a possibilidade do sonho, conhecer o caminho para chegar ao sonho e se reconhecer enquanto agente de seu destino, com potencial para realização é o maior êxito deste projeto junto aos jovens atendidos. 53
  • 55. Referências e Sugestões Bibliográficas: Bernardis, M.G. Org. - Oficinas: a diversidade de temáticas de acordo com objetivos e princípios do Programa Rede de Projetos de Orientação Sexual. Day, V. P, Telles, L. E. B, Zoratto, P. H., Azambuja, M. R. F., Machado, D. A., Silveira, M. B. (2003, março). Violência doméstica e suas diferentes manifestações (vol.25,  suppl.1, pp. 9-21). Porto Alegre, RS: Revista de Psiquiatria do Rio Grande do Sul. Recuperado em 15 de outubro de 2008 da SciELO (Scientific Eletronic Library On Line): www.scielo.br Equipe de Educação e Serviço Social Mosteiro de São Bento/BH – Aprendendo a Ser e Conviver. Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA. Fundação Seade: www.seade.gov.br Luz, M.T.M e Silva, R.C. Vulnerabilidade e Adolescências. http://regional. bvsalud.org/bvs/adolec%20acessado%20em%2013/01/2006. Martins, A.B.M., Santos, A.O. e Paiva,V. (2009) Promovendo os Direitos de Mulheres, Crianças e Jovens de Comunidades Anfitriãs do Turismo do Vale do Ribeira. Instituto Ing_Ong de Planejamento Socioambiental. 1ª ed. São Paulo. Observatório do Turismo da Cidade de São Paulo: www.observatoriodotu- rismo.com.br OMS (2002). Informe mundial sobre la violencia y la salud:resumen. Wa- shington, D.C.: OPS Silo, Obras Completas, Volume II, “Dicionário do Novo Humanismo” . ORGANIZAÇÃO DOS ESTADOS AMERICANOS - OEA (1996). Convenção intera- mericana para prevenir, punir e erradicar a violência contra a mulher: Convenção de Belém do Pará. São Paulo: CLADEM/IPÊ. 54
  • 56. Parada, M. (2009). Cartilha sobre violência contra a mulher. Comissão da Mu- lher Advogada. Ordem dos Advogados do Brasil – Seção de São Paulo Priotto, E.P. (2008) Dinâmicas de Grupo para Adolescentes. Editora Vozes. Projeto Meninos da Enseada e Ministério do Turismo (2009) Inclusão Social com Capacitação Profissional - Relato de Experiencia. Santos/São Vivente/Guarujá. Rodrigues Jr., O. M. (1995). Psicologia e Sexualidade. Rio de Janeiro: Medsi Silva, G. L. (2008). Violência doméstica e familiar contra a mulher. Monogra- fia apresentada ao Curso de Direito do Centro Universitário Geraldo di Biase, como parte dos requisitos necessários à obtenção da condição de Graduação em Direito.Campus Aterrado. Volta Redonda. Silva, R.C., Campos, M.T.A. e Ribeiro C.M. Adolescência e Participação Social. http://www.cvps.g12.br/centropedagogico/Centro%20Ped%202009/ pdf/Unifran/valinhos%20grupo%201/M%C3%B3dulo%2019%20 Semin%C3%A1rio%20participa%C3%A7%C3%A3o%20social/Con- ceituando%20pronto%5B1%5Ddefinitivo%5B1%5D.pdf Silva, R.C. (2002) Orientação Sexual: Possibilidades de Mudança na Escola. ed. Mercado de Letras. Schraiber, L. B., d’Oliveira, A. F. P. L. (2002). Projeto gênero, violência e direitos humanos – novas questões para o campo da saúde. Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde. Departamento de Medicina Preven- tiva – Faculdade de Medicina USP. Recuperado em 15 de outubro de 2008 de www.mulheres.org.br Teles, M. A. A., Melo, M. (2002). O que è violência contra a mulher?. Ed. Brasiliense. São Paulo. WHO Global Consultation on Violence and Health. (1996) Violence: a public health priority Ginebra,Organización Mundial de la Salud, (documento inédito WHO/EHA/SPI.POA.2). 55
  • 57. 56
  • 58. Anexos: 1. Modelo de Ficha de Inscrição. 2. Folha de Redação. 3. Ficha de Observação 4. Avaliação para os jovens 5. Avaliação final 5. Relação de parceiros na divulgação e execução do projeto. 57
  • 59. FICHA DE INSCRIÇÃO Anexo I IDENTIFICAÇÃO DO CANDIDATO Nome: Apelido: Endereço: Bairro: CEP: Telefones de Contato: ( ) recado ( ) comunitário ( ) celular ( ) fixo N0 CPF: RG – Orgão emissor/UF: Sexo: Estado civil: Nº de filhos: Instituição que frequenta atualmente: Faz algum curso profissionalizante? Qual? Possui alguma deficiência? ( ) sim ( ) não Qual? SITUAÇÃO FAMILIAR Pai: Idade: Escolaridade: Profissão: Ocupação: Mãe: Idade: Escolaridade: Profissão: Ocupação: Renda individual: ( ) R$ 100 - R$ 300 ( ) R$ 301 - R$ 600 ( ) R$ 600 - R$ 900 ( ) + 900 ( ) não tenho Renda familiar: ( ) R$ 100 - R$ 300 ( ) R$ 301 - R$ 600 ( ) R$ 600 - R$ 900 ( ) + 900 ( ) não tenho Sua família está inserida em algum programa de transferência de renda? ( ) Sim, qual? ( ) Bolsa família ( ) BPC (benefício de prestação continuada) ( ) Aposentadoria por tempo ( ) Aposentadoria por invalidez ( ) Auxílio doença ( ) Pensão ( ) PETI (Programa de erradicação do trabalho infantil) ( ) outro ( ) não Com quem vive? ( ) amigos ( ) parentes ( ) parceiro (a) ( ) sozinho(a) Nome: Vínculo: Idade: Escolaridade: Trabalho: Residência: ( ) alugada ( ) própria em pagamento ( ) própria ( ) cedida ( ) ocupada Se em pagamento ou alugada Valor mensal: N0 de cômodos: Tipo de construção: ( ) alvenaria ( ) madeira ( ) outros qual? ____________________________________ SITUAÇÃO ESCOLAR Ensino Fundamental ( ) concluído ( ) em conclusão Série: Turno: Estuda em: ( ) escola pública ( ) escola particular ( ) escola particular com bolsa Ensino Médio ( ) concluído ( ) em conclusão Série: Turno: Estuda em: ( ) escola pública ( ) escola particular ( ) escola particular com bolsa Fez curso pré-vestibular? Faculdade? ( ) cursa ( ) cursou Qual? Ano Nome completo da escola onde estuda atualmente: SITUAÇÃO PROFISSIONAL Já frequentou curso na área do Turismo? ( ) sim Qual? ( ) não Onde? Possui alguma residência no atendimento ao público? ( ) sim Qual? ( ) não Onde? Realiza ou realizou outros cursos profissionalizantes? ( ) sim Qual? ( ) não Onde? SITUAÇÃO SOCIOCULTURAL Participa de alguma atividade na comunidade? Qual seu lazer predileto? Pratica alguma atividade esportiva? Já participou de algum evento envolvendo os temas: Já participou de oficinas/palestras ( ) DST/AIDS ( ) gravidez ( ) planejamento familiar sobre: ( ) prevenção e redução de danos no uso das drogas ( ) violência ( ) cidadania Assinalar o curso que deseja participar (por ( ) garçom/garçonete ( ) auxiliar na organização de eventos ordem de preferência: 1a ou 2a opção): ( ) bartender ( ) recepção de hotéis e pousadas Como soube dos cursos: ( ) cartaz ( ) folder ( ) amigos ( ) parente ( ) vizinho ( ) ONG/escola - nome: 58
  • 60. Anexo II Nome: Você pode assinalar duas opções de curso, indicando qual e sua 1ª e 2ª opção. ( ) Garçom/Garçonete ( ) Auxiliar na Organização de Eventos ( ) Bartender ( ) Recepção de Hotéis e Pousadas. Pensando em tudo que você viu e ouviu sobre a função que o curso lhe permitira exercer, escreva qual sua expectativa em relação ao curso que assinalou em 1° lugar, o que te fez querer participar? REDAÇÃO Se precisar use o verso da folha. 59
  • 61. Nome Trabalho Equipe Iniciativa Flexibilidade Pró-atividade Comunicação Criatividade Liderança Apresentação Observação Roteiro de avaliação. 60 Processo Seletivo: Projeto de Inclusão Social com Capacitação Profissional Anexo III
  • 62. Anexo IV Projeto de Inclusão Social com Capacitação Profissional Avaliação do Projeto Data de de 2010. Considerando a escala abaixo, marque com um X cada uma das perguntas de acordo com sua avaliação dos itens abaixo. ótimo bom ruim 01. Espaço físico utilizado para as atividades. Obs: 02. Equipamento e material. Obs: 03. Lanche. Obs: 04. Equipe EPAH. Acolhimento Orientação Atendimento Obs: 05. Professores. Didática Assiduidade Obs: 06. Conteúdo das aulas: Obs: 07. Expectativas quanto as aulas: Obs: 08. Sua participação no projeto: Pontualidade: Participação nas aulas: Obs: 61
  • 63. Avaliação Final Anexo V Projeto de Inclusão Social com Capacitação Profissional Período de 12 de abril de 2010 a 27 de julho de 2010. Data:______ /_______/2010. Este instrumento tem por objetivo detectar aspectos positivos e negativos a serem mantidos ou reformulados em futuros cursos. Escolha uma das alternativas que melhor identifique sua opinião sobre os itens a serem analisados e assinale com um “X” no espaço correspondente: 1.Curso Centro Paula Souza: BOM REGULAR RUIM 1.1.Conteúdos abordados 1.2.Carga Horária 1.3.Atendimento do objetivo (o curso atendeu as suas expectativas?) 1.4.Troca de experiência entre participantes 1.5.Material Didático 1.6.Coerência entre aulas expositivas/exemplos práticos/exercícios 1.7.Contribuição para prática profissional 1.8.Os insumos foram suficientes e adequados para as aulas praticas? Comentários/Sugestões 2.Professores Centro Paula Souza: BOM REGULAR RUIM 2.1. Professor: 2.1.1.Conhecimento e domínio do assunto 2.1.2.Metodologia aplicada 2.1.3.Integração com a Turma 2.1.4.Motivação 2.1.5.Clareza na apresentação 2.1.6.Utilização de exemplos didáticos, relacionados aos desafios do dia-a-dia. Comentários/Sugestões 3.Oficinas Temáticas BOM REGULAR RUIM 3.1.Conteúdo Abordado 3.2.Carga horária 3.3.Atendimento do Objetivo 3.4.Troca de experiência entre participantes 3.5.Material Didático 3.6.Coerência entre aulas expositivas/exemplos/exercícios 3.7.Contribuição para prática profissional 3.7.Oficineiros Comentários/Sugestões 4.Equipe EPAH BOM REGULAR RUIM 4.1.Atenção e Atendimento 4.2.Eficiência na resolução de problemas 4.3.Qualidade das informações transmitidas 4.4.Atuação/desempenho Comentários/Sugestões 5.Serviços no Local do Curso BOM REGULAR RUIM 5.1.Local de realização 5.2.Equipamentos utilizados 5.3.Limpeza da sala de aula 5.4.Limpeza dos banheiros 5.5.Estrutura física das aulas práticas 5.6.Lanches oferecidos Comentários/Sugestões 6.Participante (auto-avaliação) BOM REGULAR RUIM 6.1.Pontualidade/Assiduidade 6.2.Integração com o grupo 6.3.Interesse/motivação 6.4.Participação 6.5.Aprendizado/aproveitamento Comentários/Sugestões Observações sobre a vivência. 62
  • 64. Agradecimentos • Accor America Latina • Agência de Notícias da Aids • Associação Brasileira de Bares e Restaurantes – ABRASEL • Associação Evangélica Beneficente (AEB) • Associação Pro-Brasil - Programa Ação Família • Bar e Restaurante Rústico • Casa Popular de Cultura do M´Boi Mirim • Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas – CAPS Capela do Socorro • Centro de Atenção Psicossocial de Capela do Socorro • Centro de Atendimento ao Trabalhador - CEAT Campo Limpo • Centro de Atendimento ao Trabalhador - CAT Interlagos • Centro de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente - CEDECA Interlagos • Centro de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente - CEDECA Jardim Ângela – (Sociedade Santos Mártires) • Centro de Direitos Humanos e Educação Popular Campo Limpo – CDHEP • CIEJA – Centro Integrado de Educação de Jovens e Adultos de Campo Limpo • Centro de Referência da Assistência Social – CRAS – Distritos: Campo Limpo, Santo Amaro, M’Boi Mirim, Capela do Socorro. • Conselho Tutelar de Parelheiros • Cutina Buffet • Escola Técnica Zona Sul • FOHB – Fórum Brasileiro das Operadoras de Turismo • Giovanna Pires Eventos e Cerimonial • Le Manjue Bistro • Leo Dolci • MAPA Assessoria • NPPE - Núcleo de Proteção Psicossocial Especial Campo Limpo I(Ass. Jd. Comercial) • NPPE - Núcleo de Proteção Psicossocial Especial Parelheiros (CONOSCO) • NPPE - Núcleo de Proteção Psicossocial Especial Jardim Ângela – RAC (Sociedade Santos Mártires) • Núcleo de Proteção Psicossocial Especial Capão Redondo II (Ass. Jd. Comercial) • Núcleo de Proteção Psicossocial Especial Capão Redondo I (Social Bom Jesus) • Núcleo de Proteção Psicossocial Especial São Luiz (Social Bom Jesus) 63
  • 65. Programa Municipal de DST/AIDS de São Paulo • Restaurante Casuale • Restaurante Limonn • Sociedade Santos Mártires • SP Trans • SPTuris • Studio Santa Flor • Tatiana Pina Festas Fundação de Apoio a Tecnologia – FAT Centro Paula Souza - Unidade de Formação Inicial e Educação Conti- nuada • Clara Maria de Souza Magalhães - Coordenadora Técnica - Ufiec • Ubiratan Pereira da Silva - Coordenação Pedagógica Geral - Ufiec • Maria Lúcia de C. Pereira - Diretora da Escola Tecnica Zona Sul • Priscila Paiero - Assistente de Direção ETEC Zona Sul • Marizilda de Carvalho - Coordenação Pedagógica dos cursos e docente do curso de Garçom/Garçonete. • Maria Luiza M.N. da Motta e Marcelo Chagas e Fabio- Docentes do curso de Bartender • Giovanna Maria Domingues Pires - Docente do curso de Recepção Hoteleira • Christianne Geargeoura - Docente do curso de Auxiliar na Organização de Eventos • Alex Viana - Fotógrafo colaborador • Edna Scola Klein - Bióloga colaboradora • Eduardo Pens – Turismólogo Colaborador • Francisco Viana – Jornalista Colaborador • Francisco Weyma Bezerra de Lima - Psicólogo colaborador • Joaquim Saraiva – Palestrante Colaborador • Karen Ramos - Psicóloga/Analista de RH colaboradora • Maria Shimone Gomes de Lima - Coordenação de Projeto de Preven- ção Secundária EPAH • Paula Oliveira - Psicóloga colaboradora • Renata de Cássia Ferreira de Melo - Educadora colaboradora • Patrícia Gonçalves de Melo - Jornalista colaboradora • Shimogo Satomi - Voluntaria colaboradora • Sila Maria Andrade Kolhy – Colaboradora • Valéria Boreli - Psicóloga colaboradora 64
  • 66. A maior recompensa que recebemos quando investimos em jovens é presenciar a felicidade e a transformação estampada em seus olhos e em seus sorrisos. A abertura de novos horizontes e perspectivas, que parte da simples instrumentalização de seus próprios potenciais, é apenas um passo, de um longo caminho em direção a um futuro melhor para todos nós. Ministério do Turismo